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	<title>Pará &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Pará &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula: COP30 fará o mundo enxergar a Amazônia de forma diferente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-cop30-fara-o-mundo-enxergar-a-amazonia-de-forma-diferente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 13:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante visita à comunidade ribeirinha de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós, no oeste do Pará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (2) que a COP30 — que será realizada em Belém, de 10 a 21 de novembro de 2025 — será um marco histórico para o Brasil e uma oportunidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante visita à comunidade ribeirinha de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós, no oeste do Pará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (2) que a COP30 — que será realizada em Belém, de 10 a 21 de novembro de 2025 — será um marco histórico para o Brasil e uma oportunidade de mudar a forma como o mundo vê a Amazônia.</p>
<blockquote><p>“Essa COP30 é um momento único na história do Brasil, porque estamos obrigando o mundo a olhar a Amazônia com os olhos que ela merece. Não é só pedir para manter a floresta em pé — é preciso garantir condições econômicas, educacionais e de saúde para quem vive e cuida dela”, declarou o presidente.</p></blockquote>
<p>A visita faz parte de uma série de agendas preparatórias para o evento, que reunirá líderes globais em torno das discussões sobre mudança do clima e desenvolvimento sustentável. Antes da conferência, Lula presidirá a Cúpula do Clima, nos dias 6 e 7 de novembro, também em Belém.</p>
<p>Acompanhado da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, Lula ressaltou o papel essencial das comunidades tradicionais na preservação da floresta. Marina destacou que o modo de vida dos ribeirinhos é exemplo de sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“Aqui é exemplo de bioeconomia, de sociobiodiversidade. São pessoas que mantêm a floresta em pé e, ao mesmo tempo, garantem dignidade e sustento para suas famílias”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A Flona do Tapajós abriga cerca de 1,2 mil famílias em mais de 500 mil hectares preservados. A comunidade de Jamaraquá, próxima a Alter do Chão, é reconhecida pelo turismo de base comunitária e pela produção de biojoias e artesanato, atividades que unem tradição, cultura e proteção ambiental.</p>
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		<title>Agroindústria impulsiona bioativos com energia limpa na Ilha do Marajó</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agroindustria-impulsiona-bioativos-com-energia-limpa-na-ilha-do-marajo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 16:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Ilha das Cinzas, no Pará, uma nova agroindústria se ergue entre as palafitas e o verde da floresta amazônica. Inaugurada no último sábado (24), a iniciativa promete transformar a economia local, beneficiando frutos nativos com energia limpa e aumentando em até 60% a renda de cerca de 450 famílias extrativistas da região. Liderada pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Ilha das Cinzas, no Pará, uma nova agroindústria se ergue entre as palafitas e o verde da floresta amazônica. Inaugurada no último sábado (24), a iniciativa promete transformar a economia local, beneficiando frutos nativos com energia limpa e aumentando em até 60% a renda de cerca de 450 famílias extrativistas da região.</p>
<p>Liderada pela Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas (Ataic), fundada há 24 anos pelos irmãos Josi e Francisco Malheiros, a agroindústria é a primeira instalada em uma área de várzea e também a primeira operada integralmente com energia solar, armazenada em baterias de última geração (BESS). O sistema elimina a necessidade de geradores a diesel e alimenta os equipamentos que transformam sementes e frutos como murumuru, ucuuba e patauá em óleos e manteigas de alto valor agregado para a indústria de cosméticos.</p>
<figure id="attachment_83897" aria-describedby="caption-attachment-83897" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83897" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Josi Malheiros Defende A Necessidade De Se Pensar Em Mais Programas De Desenvolvimento - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83897" class="wp-caption-text">Josi Malheiros defende a necessidade de se pensar em mais programas de desenvolvimento para as comunidades de várzea &#8211; Foto: Anderson Águia/Natura/WEG</figcaption></figure>
<p>&#8220;Antes, vendíamos madeira por um valor irrisório. Hoje, vendemos sementes para produzir óleo, e a renda das famílias aumentou&#8221;, conta Josi, cofundadora da Ataic. A parceria com a Natura, iniciada em 2015, potencializou a atividade: as remessas anuais saltaram de 5 toneladas para cerca de 420 toneladas de bioativos.</p>
<p>Além de gerar renda, o projeto trouxe qualidade de vida: sistemas de tratamento de água e esgoto, energia solar para o cotidiano e a possibilidade de conservar alimentos e mecanizar atividades antes feitas manualmente. &#8220;Antes, as mulheres carregavam barris de água por metros. Hoje, temos bombas, máquinas de lavar, batedeiras de açaí&#8221;, celebra Francisco Malheiros, atual presidente da Ataic.</p>
<p>A agroindústria é resultado de uma parceria entre a Ataic, a Natura, a Weg — que doou o sistema de energia — e a W-energy, responsável pela instalação dos painéis fotovoltaicos. O projeto superou desafios logísticos: placas solares e baterias foram transportadas em uma complexa rota fluvial até a remota Ilha das Cinzas, onde agora sustentam integralmente a operação industrial.</p>
<figure id="attachment_83896" aria-describedby="caption-attachment-83896" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83896" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C260&#038;ssl=1" alt="Agroindústria Na Ilha De Marajó Pode Aumentar Renda Das Famílias Extrativistas Em Cerca De 60% - Expresso Carioca" width="463" height="260" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83896" class="wp-caption-text">Agroindústria na Ilha de Marajó pode aumentar renda das famílias extrativistas em cerca de 60% &#8211; Foto: Anderson Águia/Natura/WEG</figcaption></figure>
<p>&#8220;Aqui, o sistema solar não é apoio, é a base. Só em casos extremos o gerador a diesel seria acionado&#8221;, explica Daniel Godinho, diretor da Weg. A inovação reforça o modelo de desenvolvimento sustentável que preserva a floresta e promove a autonomia das comunidades.</p>
<p>A iniciativa também inspira políticas públicas. O secretário de Economia Verde do Ministério do Desenvolvimento, Rodrigo Rollemberg, presente na inauguração, anunciou um projeto de R$ 104 milhões, em parceria com o Fundo Amazônia, para mapear e fortalecer cadeias produtivas como a do babaçu, cupuaçu, açaí e castanha-do-brasil em outros estados amazônicos.</p>
<p>&#8220;Vocês podem levar daqui não só um modelo de agroindústria, mas um modelo de moradia e bem-estar em territórios isolados&#8221;, afirmou Francisco Malheiros. O sonho, agora, é expandir a rede de famílias atendidas, dobrar a produção e consolidar a Ilha das Cinzas como referência em bioeconomia sustentável e energia limpa na Amazônia.</p>
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		<title>Artistas resgatam o carimbó no Pará: Projeto itinerante valoriza cultura e tradição</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/artistas-resgatam-o-carimbo-no-para-projeto-itinerante-valoriza-cultura-e-tradicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 16:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
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		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Rodando com Carimbó]]></category>
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					<description><![CDATA[O carimbó, uma das manifestações culturais mais importantes do Pará, está ganhando força com o projeto Rodando com Carimbó. A iniciativa busca preservar e valorizar essa tradição por meio de apresentações, oficinas e diálogos com comunidades locais. Carimbó: Um Patrimônio Cultural do Brasil Originado no século 17, o carimbó surgiu na região amazônica e tem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O carimbó, uma das manifestações culturais mais importantes do Pará, está ganhando força com o projeto Rodando com Carimbó. A iniciativa busca preservar e valorizar essa tradição por meio de apresentações, oficinas e diálogos com comunidades locais.</p>
<h4><strong>Carimbó: Um Patrimônio Cultural do Brasil</strong></h4>
<p>Originado no século 17, o carimbó surgiu na região amazônica e tem forte influência africana, indígena e europeia. Seu nome remete ao tambor utilizado nas apresentações, que também se destacam pelas roupas coloridas e estampas floridas.</p>
<p>Em 2014, o carimbó foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Este ano, ganhou ainda mais visibilidade ao ser representado pela escola de samba Acadêmicos do Grande Rio, no Carnaval do Rio de Janeiro.</p>
<figure id="attachment_82439" aria-describedby="caption-attachment-82439" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-82439" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/22-Jovens-dancarinas-de-carimbo-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Jovens Dançarinas De Carimbó - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/22-Jovens-dancarinas-de-carimbo-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/22-Jovens-dancarinas-de-carimbo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/22-Jovens-dancarinas-de-carimbo-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/22-Jovens-dancarinas-de-carimbo-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82439" class="wp-caption-text">Jovens dançarinas de carimbó &#8211; Foto: Gustavo Serrate/Ministério da Cultura</figcaption></figure>
<h4><strong>O Projeto &#8220;Rodando com Carimbó&#8221;</strong></h4>
<p>O projeto nasceu da preocupação da produtora cultural Joanna Denholm, que percebeu o desaparecimento de tradições populares em comunidades do Pará. Com apoio do Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios, a iniciativa foi selecionada pelo Rouanet Norte, programa do Ministério da Cultura que incentiva a cultura nortista.</p>
<p>A proposta do projeto vai além das apresentações musicais: ele funciona como um mapeamento cultural, coletando informações para subsidiar políticas públicas de valorização das tradições regionais.</p>
<h4><strong>A Rota do Projeto e Próximas Apresentações</strong></h4>
<p>A caravana já passou por Cachoeira do Piriá, no Quilombo de Camiranga. Agora, segue para outras quatro cidades:</p>
<p>📍 <strong>Bragança</strong> – 23/03, 9h – Auditório da UBS Taira<br />
📍 <strong>Santarém Novo</strong> – 26/03, 14h – Barracão da Irmandade de São Benedito<br />
📍 <strong>Igarapé-Açu</strong> – 28/03, 17h – Antigo Mercado Municipal<br />
📍 <strong>Marapanim</strong> – 31/03, 16h – Associação Cultural Sereia do Mar</p>
<p>A segunda fase do projeto acontece em maio, levando o carimbó a cinco novos municípios.</p>
<h4><strong>Resgate Cultural e Turismo com a COP30</strong></h4>
<p>Em novembro de 2025, Belém sediará a COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Para os artistas envolvidos no projeto, essa é uma oportunidade única para fortalecer a identidade cultural paraense e impulsionar o turismo cultural no estado.</p>
<p>“A gente espera que a COP30 ajude a desenvolver políticas públicas e a dar mais visibilidade para nossas expressões culturais”, afirma Joanna Denholm.</p>
<h4><strong>O Futuro do Carimbó e da Cultura Paraense</strong></h4>
<p>Com cada vez mais reconhecimento, o carimbó se firma como um dos símbolos culturais mais autênticos do Brasil. O Rodando com Carimbó não apenas mantém viva essa tradição, mas também abre caminho para novas políticas culturais que garantam sua preservação para as futuras gerações.</p>
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		<title>Amazônia registra recorde de queimadas em 17 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/amazonia-registra-recorde-de-queimadas-em-17-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 14:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Devastação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amazônia enfrentou, em 2024, o maior número de queimadas e incêndios florestais em 17 anos. Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam 137.538 focos de calor até dezembro, superando em 43% os registros de 2023, quando ocorreram 98.646 focos. O Pará, principal estado amazônico, lidera o ranking, com 54.561 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia enfrentou, em 2024, o maior número de queimadas e incêndios florestais em 17 anos. Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam 137.538 focos de calor até dezembro, superando em 43% os registros de 2023, quando ocorreram 98.646 focos. O Pará, principal estado amazônico, lidera o ranking, com 54.561 focos de calor, especialmente nas regiões de São Félix do Xingu, Altamira e Novo Progresso.</p>
<p>O período mais crítico foi entre julho e novembro, quando os focos ultrapassaram a média histórica, com destaque para setembro, que registrou 41.463 focos — 28% acima da média para o mês. A situação se agrava devido ao desmatamento ilegal e às condições climáticas extremas, com estiagens prolongadas e altas temperaturas.</p>
<h3>Impactos no Pará e na Qualidade do Ar</h3>
<figure id="attachment_80730" aria-describedby="caption-attachment-80730" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-80730" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C566&#038;ssl=1" alt="Amazônia Tem O Maior Número De Queimadas E Incêndios Em 17 Anos. - Expresso Carioca" width="754" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80730" class="wp-caption-text">Amazônia tem o maior número de queimadas e incêndios em 17 anos. &#8211; Foto: Agência Santarém.</figcaption></figure>
<p>O estado do Pará viveu momentos críticos, com densa fumaça cobrindo cidades como Santarém, onde foi decretada situação de emergência ambiental. Em novembro, a qualidade do ar em Santarém ultrapassou em 42,8 vezes o limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, mais de 6.200 atendimentos relacionados a problemas respiratórios foram registrados entre setembro e novembro.</p>
<p>Francisco Sakaguchi, agricultor de Tomé-Açu, relatou perdas significativas na região: &#8220;Nunca vi meu lago secar ou o açaizeiro morrer pela seca. Este ano, chegamos a ter 150 dias sem chuvas, com umidade relativa abaixo de 50% — algo inédito aqui.&#8221;</p>
<h3>Combate às Queimadas e Atuação das Brigadas</h3>
<p>O combate às queimadas no Pará mobilizou equipes estaduais e federais. A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) reforçou o efetivo com 40 bombeiros adicionais, totalizando 120 profissionais, além de helicópteros e viaturas. No entanto, a secretaria destacou que 70% do território paraense está sob jurisdição federal, exigindo maior articulação entre os governos.</p>
<p>Brigadistas voluntários, como Daniel Gutierrez, do distrito de Alter do Chão, têm enfrentado cenários cada vez mais desafiadores. &#8220;A fumaça foi muito pior este ano. Nunca tinha visto algo assim em dez anos aqui&#8221;, afirmou Gutierrez, que também destacou a necessidade de aprimorar as investigações, dado que a maioria dos focos é causada por ação humana.</p>
<h3>Condições Climáticas e Uso Controlado do Fogo</h3>
<figure id="attachment_80731" aria-describedby="caption-attachment-80731" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-80731" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C424&#038;ssl=1" alt="O Pará, Que Tem Como Bioma Predominante A Amazônia, Lidera Em Número De Focos De Calor. - Expresso Carioca" width="754" height="424" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80731" class="wp-caption-text">O Pará, que tem como bioma predominante a Amazônia, lidera em número de focos de calor. &#8211; Foto: Agência Santarém.</figcaption></figure>
<p>Alexandre Tetto, engenheiro florestal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), explica que as condições climáticas de 2024 contribuíram para a propagação do fogo. &#8220;Altas temperaturas, baixa umidade, estiagens prolongadas e ventos fortes criam um cenário ideal para os incêndios.&#8221;</p>
<p>Embora o fogo seja utilizado de forma controlada para manejo agrícola, ele também é frequentemente empregado de forma ilegal para desmatamento. Tetto ressalta que o impacto na Amazônia é maior devido à fragilidade do bioma, que não possui adaptações naturais ao fogo, ao contrário do Cerrado.</p>
<h3>Respostas do Governo</h3>
<p>O governo federal mobilizou 1.700 profissionais, 11 aeronaves e mais de 300 viaturas no combate aos incêndios em 2024. Em setembro, uma medida provisória destinou R$ 514 milhões para ações emergenciais. Além disso, políticas como a instalação do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo e o pacto com governadores visam reduzir o desmatamento e melhorar o monitoramento.</p>
<p>Apesar dos esforços, os desafios permanecem. A situação de 2024 serve como alerta para a urgência de medidas mais rigorosas e integradas no combate ao desmatamento e às queimadas, fundamentais para preservar a Amazônia e mitigar seus impactos socioambientais.</p>
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		<title>”Recortes do Pará&#8221;: Exposição Fotográfica de Andréa Noronha chega ao Capitu Café, no Cosme Velho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/recortes-do-para-exposicao-fotografica-de-andrea-noronha-chega-ao-capitu-cafe-no-cosme-velho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcia Dornelles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 20:49:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Andréa Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Capitu Café]]></category>
		<category><![CDATA[Cosme Velho]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[Exposição individual da fotógrafa Andréa Noronha inaugura no dia 4 de outubro, e vai até o dia 16, no Capitu Café &#8211; Espaço Alienista &#8211; RJ A exposição Recortes do Pará chega ao Capitu Café, local onde viveu Machado de Assis no Bairro do Cosme Velho-RJ. A fotógrafa e artista plástica Andréa Noronha apresenta 20 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em>Exposição individual da fotógrafa Andréa Noronha inaugura no dia 4 de outubro, e vai até o dia 16, no Capitu Café &#8211; Espaço Alienista &#8211; RJ</em></p>
<p style="text-align: left">
A exposição Recortes do Pará chega ao Capitu Café, local onde viveu Machado de Assis no Bairro do Cosme Velho-RJ. A fotógrafa e artista plástica Andréa Noronha apresenta 20 fotos que trazem para o Rio de Janeiro um recorte de imagens da natureza e cultura do estado do Pará.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-79809 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=222%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="222" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=222%2C300&amp;ssl=1 222w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=844%2C1142&amp;ssl=1 844w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=768%2C1040&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=1135%2C1536&amp;ssl=1 1135w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=150%2C203&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C1015&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=1140%2C1543&amp;ssl=1 1140w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-01-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?w=1182&amp;ssl=1 1182w" sizes="(max-width: 222px) 100vw, 222px" /></p>
<p>A beleza natural dos rios, igarapés e praias, são apresentadas juntamente com barcos, flora, religiosidade e o cotidiano no Norte do país através das lentes da fotógrafa paraense, sob a curadoria de Renata Costa.</p>
<p>As cenas foram capturadas em diversas regiões do estado do Pará, como em Belém, Afuá, Joanes, Algodoal, São Caetano de Odivelas, Marajó, Santarém e Alter do Chão e retratadas pelas lentes de Andréa. A fotógrafa que utiliza técnicas como a dupla exposição e o hibridismo digital consegue criar imagens que vão além do simples registro fotográfico, transformando cada fotografia em uma obra de arte. A dupla exposição, por exemplo, permite sobrepor diferentes imagens, geralmente texturas produzidas pela própria artista, criando composições visuais intrigantes que contam histórias complexas e evocam emoções.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-79808 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-03-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-03-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-03-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=761%2C1142&amp;ssl=1 761w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-03-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=768%2C1153&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-03-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=1023%2C1536&amp;ssl=1 1023w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-03-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-03-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C1126&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Recortes-do-Para-Exposicao-Fotografica-de-Andrea-Noronha-chega-ao-Capitu-Cafe-no-Cosme-Velho-03-Jornal-Expresso-Carioca.jpeg?w=1066&amp;ssl=1 1066w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p>O hibridismo digital, por sua vez, integra elementos de diversas mídias e formatos, ampliando as possibilidades criativas. Essa abordagem não apenas enriquece o conteúdo visual, mas também desafia as percepções tradicionais da fotografia. O resultado é um trabalho que não só captura a realidade, mas também a reinterpreta, oferecendo ao expectador uma nova maneira de ver o mundo.</p>
<p>“Meu país chama-se Pará, e através dessas imagens, espero transmitir um pouco da riqueza e da diversidade que compõem essa terra. Cada recorte fotográfico é uma janela para a alma do Pará, uma celebração da natureza, da cultura e da vida que pulsa em cada esquina. A beleza do Pará é uma herança que merece ser compartilhada e preservada”, diz Andréa Noronha, fotógrafa e artista plástica.</p>
<p>“Recortes do Pará”</p>
<p>Artista: Andréa Noronha</p>
<p>Vernissage: 11 de outubro, sexta-feira, das 18h às 21h</p>
<p>Visitação: de 04 a 16 de outubro de 2024</p>
<p>Curadoria: Renata Costa</p>
<p>Capitu Café – Espaço Alienista</p>
<p>Endereço: Rua Cosme Velho, 174 – Cosme Velho – RJ</p>
<p>Funcionamento: de segunda a sábado, das 07:00h às 22:00h e domingo, das 08:00h às 21:30h</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>@andrea_noronha_fotos<br />
@capitu.cafe<br />
@grupotrioar</p>
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		<title>Animal em extinção de 1 mm é encontrado apenas em caverna no Pará</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 14:58:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caverna]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inseto em extinção]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Troglobius brasiliensis]]></category>
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					<description><![CDATA[Um inseto de 1 milímetro sem olhos e com seis pernas é encontrado dentro de uma única caverna no interior do Pará. Longe do senso comum, pesquisadores brasileiros estão mobilizados para a preservação do Troglobius brasiliensis, ainda sem nome popular, que está criticamente ameaçado de extinção.  A ação para manter o inseto (inofensivo ao ser humano) em uma rocha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um inseto de 1 milímetro sem olhos e com seis pernas é encontrado dentro de uma única caverna no interior do Pará. Longe do senso comum, pesquisadores brasileiros estão mobilizados para a preservação do <em>Troglobius brasiliensis</em>, ainda sem nome popular, que está criticamente ameaçado de extinção. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A ação para manter o inseto (inofensivo ao ser humano) em uma rocha na Caverna do Limoeiro (o único registro em todo o mundo), em Medicilândia (PA), vai além das paredes da caverna e tem potencial de sensibilizar comunidades para o respeito ao meio ambiente. Nas expedições, os cientistas ficaram agachados por horas em busca de encontrar o inseto.</p>
<p>“O animal existe, tem direito de continuar existindo e está intimamente associado ao processo de ciclagem de nutrientes no solo (da caverna)”, afirma o professor Douglas Zeppelini, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Ele explica que o bichinho, registrado pela primeira vez há 25 anos,  se alimenta de detritos e transforma a matéria orgânica em decomposição, mantendo o ciclo natural para a riqueza do solo.</p>
<p>O trabalho de preservação do <em>Troglobius brasiliensis</em> é do Plano de Ação Territorial para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção do Território Xingu (PAT Xingu), com o trabalho de pesquisadores do projeto <a href="https://proespecies.eco.br/" target="_blank" rel="noopener">Pró-Espécies: Todos contra a Extinção</a>.</p>
<p>A ação é coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pretende gerar iniciativas para reduzir as ameaças e melhorar o estado de conservação de pelo menos 290 espécies categorizadas como Criticamente em Perigo.</p>
<figure id="attachment_69870" aria-describedby="caption-attachment-69870" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69870" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C487&#038;ssl=1" alt="Expedicao Patxingu - Expresso Carioca" width="754" height="487" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C484&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69870" class="wp-caption-text">Pará &#8211; Animal em extinção de 1 mm é encontrado apenas em caverna no PA. Cientistas buscam sensibilizar comunidades para conservação de bichinho. Foto: Acervo IDEFLOR-Bio/PAT Xingu &#8211; Acervo IDEFLOR-Bio/PAT Xingu</figcaption></figure>
<p>“Com as expedições recentes, conseguimos coletar novos dados sobre essa espécie e observamos que o bicho está dentro de uma cadeia alimentar de organismos. Imagine que todos os indivíduos da espécie inteira habitam uma localidade em um único ponto”.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a caverna está bem conservada e conta com a consciência dos donos da fazenda. “A gente se sente muito privilegiada depois dessas descobertas, já que a fazenda está bem conservada”, diz a fazendeira Rosane Gotardo. Ela espera que as pessoas na região fiquem mais bem informadas sobre a novidade e que existam mais recursos para proteção do local.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>O professor Douglas Zeppelini entende que seria necessária uma unidade de conservação, também levando em conta que os proprietários colaboram para preservação da região. “Nós coletamos o material de pesquisa em três expedições para fazer o levantamento”. O pesquisador defende que existam políticas públicas para preservar os animais ameaçados de extinção.</p>
<p>Ele lembra que, além do <em>Troglobius brasiliensis</em>, os pesquisadores encontraram um pseudoescorpião predador. Uma mostra, segundo ele, de que o ecossistema da caverna está funcionando perfeitamente. “São duas espécies que ocupam diferentes níveis na cadeia alimentar”.</p>
<figure id="attachment_69871" aria-describedby="caption-attachment-69871" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69871" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=754%2C455&#038;ssl=1" alt="Expedicao Patxingu - Expresso Carioca" width="754" height="455" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca-1.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=300%2C181&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=750%2C453&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69871" class="wp-caption-text">Pará &#8211; Animal em extinção de 1 mm é encontrado apenas em caverna no PA. Cientistas buscam sensibilizar comunidades para conservação de bichinho. Foto: Acervo IDEFLOR-Bio/PAT Xingu &#8211; Acervo IDEFLOR-Bio/PAT Xingu</figcaption></figure>
<h2>Sensibilização</h2>
<p>A coordenadora do PAT Xingu, Nívia Pereira, pesquisadora do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor), também defende que é necessário garantir visibilidade para mudar a realidade de espécies ameaçadas, o que inclui levar as histórias para diferentes públicos, como é a escola, por exemplo. “Conscientizar ou sensibilizar a comunidade está entre os objetivos. Percebemos que a caverna do Limoeiro, entre todas que a gente visitou, tem o entorno mais conservado. Há uma fauna que entra e sai da caverna”.</p>
<p>A área do plano tem contexto de dificuldades, incluindo incidência de desmatamento, avanço agrário e garimpo. “O plano contempla a preservação de oito espécies e já tivemos resultados muito interessantes”. Além das expedições, os pesquisadores têm como prioridade a educação ambiental. É esse aprendizado que fascina os pesquisadoras que precisa chegar às crianças em uma aula prática de meio ambiente, saúde e educação.</p>
<p>A bióloga Tayane Accordi, da Secretaria de Meio Ambiente de Medicilândia, defende que é importante para a cidade a parceria com o plano Pat Xingu, a fim de promover a proteção das espécies na cidade, com ênfase no <em>Troglobius</em>, que é o mais sensível. A conscientização sobre a novidade é trabalhada na escola. “Promovemos campanhas de educação ambiental nas escolas e, em breve, vamos implementar com  algumas das metas do plano”.</p>
<figure id="attachment_69869" aria-describedby="caption-attachment-69869" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69869" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpeg?resize=754%2C497&#038;ssl=1" alt="Expedicao Patxingu - Expresso Carioca" width="754" height="497" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpeg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpeg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-Animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-PA-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C494&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69869" class="wp-caption-text">Pará &#8211; Animal em extinção de 1 mm é encontrado apenas em caverna no PA. Cientistas buscam sensibilizar comunidades para conservação de bichinho. Foto: Acervo IDEFLOR-Bio/PAT Xingu &#8211; Acervo IDEFLOR-Bio/PAT Xingu</figcaption></figure>
<h2>Potencial de cavernas</h2>
<p>Para o analista ambiental Daniel Mendonça, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), que atua na pesquisa e conservação de cavernas, pode haver interesse turístico em regiões como essa.</p>
<p>A lógica é simples: ao garantir visibilidade para os animais, maior seria o interesse de conservar. “Que mais cavernas possam ter planos para o turismo ocorrer de forma sustentável”. As instalações têm custos como escadaria, rampa e outras estruturas, mas que devem ser feitas com planejamento</p>
<p>Mendonça explica que a Constituição Federal considera as cavernas como bem da União e que devem ter proteção máxima. Para ele, há um mundo de descobertas em estruturas naturais de fauna e flora. Hoje o Brasil tem, registradas e conhecidas, aproximadamente 23.500 cavernas.</p>
<p>Há estimativa de mais de 150 mil. A caverna do Limoeiro tem 1,5 mil metros de extensão. “Quanto mais mapear, maior a chance de proteger também. Na verdade, é desaconselhável que se entre em uma caverna que não se conhece sozinho. Sempre é um ambiente de risco”, alerta.</p>
<p>Veja galeria de fotos da espécie em extinção:</p>

<a href='https://www.expressocarioca.com.br/animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-para/03-expedicao_patxingu_5-expresso-carioca/'><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_5-Expresso-Carioca.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large" alt="Expedicao Patxingu - Expresso Carioca" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_5-Expresso-Carioca.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_5-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_5-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_5-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a>
<a href='https://www.expressocarioca.com.br/animal-em-extincao-de-1-mm-e-encontrado-apenas-em-caverna-no-para/03-expedicao_patxingu_4-expresso-carioca-2/'><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_4-Expresso-Carioca.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large" alt="Expedicao Patxingu - Expresso Carioca" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_4-Expresso-Carioca.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_4-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_4-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/03-expedicao_patxingu_4-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a>
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		<title>Invasores do Alto Rio Guamá terão até 31 de maio para sair do local</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/invasores-do-alto-rio-guama-terao-ate-31-de-maio-para-sair-do-local/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 23:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Rio Guamá]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Invasores]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[ministra Sonia Guajajara]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal informou hoje (2) que invasores da Terra Indígena (TI) Alto Rio Guamá, no Pará, terão até o dia 31 de maio para deixar o local e os que permanecerem após o prazo serão tirados à força. A parcela que se enquadrar em programas de assentamento terão direito à adesão, enquanto também há [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O governo federal informou hoje (2) que invasores da Terra Indígena (TI) Alto Rio Guamá, no Pará, terão até o dia 31 de maio para deixar o local e os que permanecerem após o prazo serão tirados à força. A parcela que se enquadrar em programas de assentamento terão direito à adesão, enquanto também há possibilidade de outro grupo responder, na Justiça, pela ilegalidade. A homologação da TI completa três décadas, este ano.</p>
<p>&#8220;A partir desse momento [de expiração do prazo, a partir de 1º de junho], aqueles que resistirem, as forças de segurança irão atuar para que todos sejam retirados&#8221;, afirmou a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara. &#8220;A gente zelando sempre por essa saída de forma tranquila&#8221;.</p>
<p>A TI abrange os municípios de Nova Esperança do Piriá, Paragominas e Santa Luzia do Pará e é habitada pelos povos awa guajá, ka&#8217;apor e tembé. Conforme esclareceram representantes do governo em coletiva de imprensa, a ação de desintrusão obedece uma decisão judicial de 2012, da Justiça Federal do Pará. Apesar de o Poder Judiciário ter feito a determinação de remoção há mais de uma década, impondo multa, em caso de descumprimento, o processo de retirada dos invasores da TI não aconteceu até hoje. O motivo alegado pelo governo foi o de que exige uma &#8220;mobilização complexa&#8221;.</p>
<p>O governo esclareceu que, atualmente, a maior parte dos invasores é de madeireiros. O Mapa de Conflitos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também menciona outras atividades que caracterizam, historicamente, a exploração no território, como a mineração e a siderurgia.</p>
<p>De modo complementar, sabe-se, pelo Ministério Público Federal (MPF), que também se encontram na TI figuras do agronegócio. O órgão, em dezembro de 2022, comunicou que se empenhava para desencorajar prefeituras da região a dar apoio aos invasores e que buscou desativar a escola municipal de ensino fundamental Antônio Alexandre da Silva, localizada na Vila Pedão, que fica dentro do território indígena.</p>
<p>O funcionamento da escola é apenas um dos elementos que demonstram como as famílias de invasores se estabeleceram na TI. Segundo a secretária-executiva da Secretaria-geral da República, Maria Fernanda Coelho, nos anos 2000, havia cerca de 900 famílias não indígenas no local, das quais 522 foram assentadas no entorno da TI, o que pode acontecer com as que estão lá, atualmente, com o apoio do governo.</p>
<p>O número de pessoas que o governo apresentou é 1,6 mil pessoas, mas que pode ser diferente, já que a referência mais recente é de 2010. Maria Janete Albuquerque, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), destacou que diversas famílias haviam sido retiradas, mas voltaram a morar no interior da TI.</p>
<p>&#8220;Desde o dia 6 de fevereiro, que foi quando o MPF entrou em contato, coube à Secretaria-Geral da Presidência fazer essa articulação, para que possibilitasse essa nossa ação&#8221;, comentou ela, ao salientar que, no caso de relutância, estão autorizadas a agir equipes da Força Nacional, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Ministério da Defesa.</p>
<p>O procurador da República Felício Pontes Júnior disse aos jornalistas que parte dos invasores é &#8220;de boa-fé&#8221;, já que são donos de propriedades regularizadas, há anos, pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), quando a autarquia ainda não fazia o processo de assentamento em conjunto com a então Fundação Nacional do Índio (Funai) e, portanto, ignorava princípios como a sobreposição de imóveis rurais ao território indígena.</p>
<p>Para facilitar a desintrusão e visando um desdobramento sem conflitos, o governo irá oferecer serviço de mudança aos invasores, a fim de que possam tirar seus pertences. Além disso, 14 servidores do Incra ficarão à disposição das famílias para fazer o cadastro que irá dizer se têm ou não direito ao assentamento, por conta do perfil. Para Pontes Júnior, o fato de 75% das terras do Pará serem públicas deve facilitar o processo.</p>
<p>&#8220;Não se trata de um bloco monolítico que hoje são os invasores. São um bloco bem diversificado. Nós temos assentados da reforma agrária e temos traficantes&#8221;, disse o procurador, reconhecendo que os narcotraficantes têm ameaçado os indígenas, &#8220;com armas de alto calibre&#8221;.</p>
<h2>Yanomami</h2>
<p>Perguntada sobre a situação dos Yanomami, a ministra Sonia Guajajara disse que há invasores remanescentes em seu território, mesmo após esforços do governo para retirá-los. Sonia comentou que, após ela e outras autoridades sobrevoarem o território, ontem, &#8220;já é visível a diferença&#8221;, quanto à quantidade de intrusos.</p>
<p>&#8220;Há a confirmação de saída de 70% dos garimpeiros&#8221;, disse. &#8220;Mas, agora, essas pessoas que estão resistentes, elas estão procurando conflitos, estão provocando os indígenas. Então, é importante que haja uma intensificação da ação ali e isso a gente está fazendo, com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, Força Nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;A operação é pacificar a terra indígena Yanomami. Não queremos derramamento de sangue. Queremos utilizar dos serviços de inteligência e identificar quem está dando o suporte para essas ações criminosas,&#8221; disse a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.</p>
</div>
</div>
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		<title>Pará investiga suspeita de paralisia infantil em criança de 3 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/para-investiga-suspeita-de-paralisia-infantil-em-crianca-de-3-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 12:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Paralisia Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[poliovírus]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) notificou ao Ministério da Saúde que investiga uma suspeita de paralisia infantil em um menino de 3 anos de idade, do município de Santo Antônio do Tauá, no nordeste do estado. Em comunicação de risco do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) notificou ao Ministério da Saúde que investiga uma suspeita de paralisia infantil em um menino de 3 anos de idade, do município de Santo Antônio do Tauá, no nordeste do estado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em comunicação de risco do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde, a secretaria pondera que outras hipóteses diagnósticas não foram descartadas, como Síndrome de Guillain Barré.</p>
<p>A suspeita se dá devido à detecção do poliovírus nas fezes do paciente, em exame realizado diante da apresentação de sintomas como paralisia nos membros inferiores.</p>
<p>A criança começou a apresentar os sintomas em 21 de agosto, com febre, dores musculares, mialgia e um quadro de paralisia flácida aguda, um dos sintomas mais característicos da poliomielite. Dias depois, perdeu a força nos membros inferiores e foi levada por sua responsável a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no dia 12 de setembro.</p>
<p>A Sespa informou que presta toda a assistência ao paciente, que se recupera em casa, e que atua para a rápida investigação e esclarecimento do caso.</p>
<h2>Vacina</h2>
<p>A poliomielite não tem tratamento, mas o Programa Nacional de Imunizações (PNI) dispõe de vacinas seguras e eficazes que devem ser utilizadas para proteger crianças desde o primeiro ano de vida. O PNI recomenda que a vacina injetável intramuscular seja administrada aos 2, 4 e 6 meses de idade, conferindo uma imunidade que só é reforçada aos 15 meses e aos 4 anos, com as gotinhas da vacina oral, ou em campanhas de vacinação anuais como a realizada recentemente.</p>
<p>A obtenção de altas coberturas vacinais foi essencial para que a doença fosse eliminada do Brasil. A paralisia infantil teve seu último caso reportado no país em 1989, e, no ano de 1994, o continente americano recebeu a certificação de área livre de circulação do Poliovírus selvagem da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>
<p>Mesmo assim, a queda das coberturas vacinais contra a doença que se repete desde 2016 têm gerado alertas de especialistas de que o país poderia voltar a registrar casos de pólio, que pode causar morte e sequelas motoras irreversíveis.</p>
<p>Segundo o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), as doses previstas para a vacina intramuscular contra a pólio atingiram a meta de 95% do público-alvo pela última vez em 2015, quando a cobertura foi de 98,29% das crianças nascidas naquele ano.</p>
<p>Depois de 2016, a cobertura caiu para menos de 90%, chegando 84,19% no ano de 2019. Em 2020, a pandemia da covid-19 impactou as coberturas de diversas vacinas, e esse imunizante chegou a apenas 76,15% dos bebês. Em 2021, o percentual ficou abaixo de 70% pela primeira vez, com 69,9%. No Pará, onde foi registrada a suspeita, o percentual foi ainda menor, de 55,73%.</p>
<p>O problema não se limita ao Brasil, e a Organização Pan-Americana de Saúde listou o país e mais sete nações da América Latina como áreas de alto risco para a reintrodução da doença.</p>
<p>O vírus selvagem da poliomielite também voltou a circular no continente africano, e a cidade de Nova York, nos Estados Unidos, notificou um caso de poliomielite com paralisia em um adulto que não teria viajado para o exterior.</p>
<h2>Ministério da Saúde</h2>
<p>O Ministério da Saúde realizou entre 8 de agosto e 30 de setembro a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, mas a meta de imunização não foi atingida. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse ontem (5) que o país vai atingir o objetivo de vacinar 95% das crianças menores de 5 anos de idade contra a poliomielite, mas estimou que a cobertura vacinal está em torno de 60%.</p>
<p>Procurado, o Ministério da Saúde informou não há registro de circulação viral de poliomielite no Brasil. A pasta acrescenta que enviou equipe ao estado do Pará nesta quinta-feira para investigar um caso de paralisia flácida aguda.</p>
<p>O ministério ressalta que, de acordo com informações enviadas pela Secretaria Estadual de Saúde, o caso pode estar relacionado a um evento adverso ocasionado por vacinação inadequada e não se trata de poliomielite.</p>
<p>A vacinação contra a pólio por via oral, com as gotinhas, só está prevista no Brasil para crianças que já foram imunizadas com as três doses da vacina injetável intramuscular, o que não teria acontecido nesse caso.</p>
<p>&#8220;O Ministério da Saúde reforça que pais e responsáveis vacinem suas crianças com todas as doses indicadas para manter o país protegido da poliomielite, doença erradicada no Brasil&#8221;.</p>
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		<title>Operação apreende balsa de garimpeiros que invadia território no Pará</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/operacao-apreende-balsa-de-garimpeiros-que-invadia-territorio-no-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Apr 2022 15:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balsa de garimpeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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<p>Uma operação conjunta de vários órgãos federais apreendeu ontem (16) uma balsa de garimpeiros que invadiu o território indígena Xipaia, no Pará, informou o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Foram necessárias varreduras de lancha nos rios e igarapés da região para encontrar a embarcação atracada sob a copa das árvores. Cinco adultos e dois adolescentes encontravam-se a bordo. Os menores foram apreendidos e estão sob cuidados da Justiça, informou o ministério. As demais pessoas prestam esclarecimentos na delegacia da PF em Itaituba (PA).</p>
<p>Equipes da Polícia Federal (PF)  e da Força Nacional haviam sido mobilizadas na região ainda na sexta-feira (17), quando o MJSP recebeu informações sobre a entrada ilegal de supostos garimpeiros por meio fluvial. O efetivo foi deslocado de avião até a aldeia Karimã para reforçar a segurança da tribo, sob a suspeita de que os garimpeiros estariam armados.</p>
<p>O território Xipaia possui cerca de 179 mil hectares de extensão e fica localizado a 400 km da cidade de Altamira, região sudeste do Pará. As aldeias localizadas em sua zona de abrangência abrigam cerca de 200 pessoas, informou o MJSP.</p>
<p>De acordo com o delegado da PF Paulo Teixeira, chefe do Serviço de Repressão a Crimes Contra Comunidades Indígenas, “a balsa apreendida não será destruída. Nós vamos adotar os procedimentos legais para que o equipamento seja destinado a ações de fiscalização ambiental do ICMBio”, disse ele, em nota do MJSP.</p>
<p>Deflagrada em março para combater o garimpo ilegal em terras indígenas, a operação Guardião da Floresta, coordenada pela pasta, conta com a colaboração da PF, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da Força Nacional, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Fundação Nacional do Índio (Funai).</p>
<h2>Denúncia</h2>
<p>Em vídeo divulgado nas redes sociais, a cacica Juma Xipaia relatou que uma balsa de garimpo ilegal teria descido o Rio Iriri em direção à reserva. Os ataques de garimpeiros teriam ocorrido na quinta-feira (14).</p>
<p>“Guerreiros das outras aldeias estão descendo com o objetivo de tentar um diálogo, para que eles [os invasores] saiam do território, mas nós estamos com medo”, relatou a líder.</p>
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