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	<title>Pantanal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Pantanal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil registra menor índice de desmatamento em seis anos, aponta relatório do MapBiomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil encerrou 2025 com redução no desmatamento em todos os biomas do país e alcançou o menor índice de perda de vegetação nativa dos últimos seis anos. Dados divulgados pelo Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD2025), produzido pelo MapBiomas, mostram que o país teve 984.794 hectares desmatados no ano passado, resultado 20,6% inferior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil encerrou 2025 com redução no desmatamento em todos os biomas do país e alcançou o menor índice de perda de vegetação nativa dos últimos seis anos. Dados divulgados pelo Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD2025), produzido pelo MapBiomas, mostram que o país teve 984.794 hectares desmatados no ano passado, resultado 20,6% inferior ao registrado em 2024.</p>
<p>Pela primeira vez desde 2019, a área total devastada ficou abaixo da marca de 1 milhão de hectares em um único ano. Apesar da queda, o levantamento alerta que o ritmo de destruição ainda é elevado. Segundo o relatório, a média diária foi de 2.698 hectares desmatados por dia em território nacional.</p>
<p>Entre os biomas brasileiros, o Pantanal apresentou a maior redução proporcional no período, com queda de 48,4% nas áreas atingidas. Ao todo, o bioma perdeu 12.260 hectares de vegetação nativa ao longo de 2025.</p>
<p>Mesmo com retração nos números, o Cerrado permaneceu como o bioma mais pressionado pelo avanço do desmatamento. Foram 540.614 hectares devastados no ano, o equivalente a mais da metade de toda a área desmatada no país. O levantamento aponta que o bioma perdeu, em média, 1.482 hectares por dia.</p>
<p>A Amazônia aparece na sequência entre as regiões mais afetadas. Em 2025, a floresta registrou perda de 289.478 hectares, uma redução de 23,5% em comparação ao ano anterior. Segundo análise do MapBiomas, o ritmo de destruição no bioma representou cerca de 792 hectares derrubados diariamente.</p>
<p>Os dados também mostram que Amazônia e Cerrado concentraram juntos mais de 84% de toda a área desmatada no Brasil durante o período analisado.</p>
<p>O relatório destaca ainda que as formações savânicas seguem como o tipo de vegetação mais ameaçado no país pelo terceiro ano consecutivo, respondendo por 51,4% de toda a área desmatada em 2025. As formações florestais aparecem logo depois, representando 46,3% das perdas registradas.</p>
<p>A expansão da agropecuária continua sendo a principal causa associada à destruição da vegetação nativa brasileira. Segundo o MapBiomas, esse fator esteve relacionado a mais de 97% do desmatamento acumulado nos últimos sete anos e respondeu por 99% das áreas devastadas em 2025.</p>
<p>A região do Matopiba, formada por áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia e Mato Grosso, permaneceu entre os principais focos de desmatamento do país. Os estados da região concentraram mais de 63% das áreas desmatadas no período analisado.</p>
<p>O estudo também aponta redução nas perdas registradas dentro de Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Nas áreas protegidas, o desmatamento caiu 21,4% em relação ao ano anterior. Já nas Terras Indígenas, a redução foi de 22%.</p>
<p>Em paralelo aos dados do MapBiomas, outro levantamento divulgado neste ano pelo Global Forest Watch mostrou que o Brasil reduziu em 42% as perdas de cobertura arbórea em florestas tropicais úmidas ao longo de 2025. O estudo internacional atribuiu parte da melhora global nos indicadores ambientais ao desempenho brasileiro.</p>
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		<item>
		<title>Governo lança pacote de medidas ambientais e critica projeto de flexibilização do licenciamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-pacote-de-medidas-ambientais-e-critica-projeto-de-flexibilizacao-do-licenciamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 22:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
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		<category><![CDATA[Proteção Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou o Projeto de Lei 3.469/2024, que autoriza a União a colaborar financeiramente com estados e o Distrito Federal para ações de prevenção e combate a queimadas e incêndios florestais. A medida também amplia o acesso a recursos do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Eventos Climáticos Extremos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou o Projeto de Lei 3.469/2024, que autoriza a União a colaborar financeiramente com estados e o Distrito Federal para ações de prevenção e combate a queimadas e incêndios florestais. A medida também amplia o acesso a recursos do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Eventos Climáticos Extremos e do Fundo Nacional de Meio Ambiente.</p>
<p>Durante a cerimônia pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, no Palácio do Planalto, Alckmin anunciou um investimento de R$ 32 milhões para municípios da Amazônia e do Pantanal, focado na prevenção e controle de incêndios. “Não há melhor maneira de comemorarmos essa data do que trabalhando para defender o meio ambiente e preservarmos a nossa casa comum”, afirmou.</p>
<p>Além disso, o governo federal assinou três importantes decretos:</p>
<ul>
<li><strong>Criação do Refúgio de Vida Silvestre do Soldadinho-do-Araripe</strong>.</li>
<li><strong>Ampliação da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais</strong>, a maior unidade de conservação marinho-costeira do Brasil.</li>
<li><strong>Instituição do Planejamento Espacial Marinho (PEM)</strong>, que vai mapear os usos do oceano brasileiro para garantir sua preservação e exploração sustentável.</li>
</ul>
<p>Também foi lançado o edital do programa Periferias Verdes Resilientes, que incentiva soluções baseadas na natureza para adaptar periferias urbanas às mudanças climáticas, como a transformação de áreas cimentadas em espaços verdes.</p>
<p>O governo apresentou ainda o programa online “Como elaborar planos de adaptação à mudança do clima”, voltado a gestores municipais, e oficializou a candidatura da Reserva da Biosfera Marinha Vitória-Trindade à Unesco, reforçando o compromisso com modelos sustentáveis de conservação.</p>
<p>Outras ações incluem:</p>
<ul>
<li>Abertura de consultas públicas sobre o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia e a regulamentação do pagamento por serviços ambientais.</li>
<li>Criação do Comitê Nacional das Zonas Úmidas e do Comitê Consultivo do Selo Amazônia, que certifica produtos sustentáveis da biodiversidade amazônica.</li>
</ul>
<h3><strong>Críticas ao “PL da Devastação”</strong></h3>
<p>Apesar das medidas positivas, o governo criticou duramente o Projeto de Lei 2159/2021, apelidado de “PL da Devastação”, aprovado no Senado e em tramitação na Câmara dos Deputados. O ministro do Meio Ambiente em exercício, João Paulo Capobianco, classificou a proposta como um “risco real” e um “retrocesso”.</p>
<p>Segundo ele, o atual modelo de licenciamento ambiental é essencial para garantir desenvolvimento com segurança e sustentabilidade: “O Brasil precisa de um licenciamento moderno e eficiente, mas sem abrir mão das salvaguardas que protegem o meio ambiente e as futuras gerações”, defendeu Capobianco.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Governo lança planos contra desmatamento no Pantanal e na Caatinga</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-planos-contra-desmatamento-no-pantanal-e-na-caatinga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 21:43:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Deter]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal aprovou nesta quarta-feira (18) os planos de ação para prevenção e controle do desmatamento e queimadas no Pantanal (PPPantanal) e na Caatinga (PPCaatinga). Ambos começarão a ser implementados em 2025, somando-se às iniciativas já existentes para a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e o Pampa. A aprovação ocorreu durante a reunião [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal aprovou nesta quarta-feira (18) os planos de ação para prevenção e controle do desmatamento e queimadas no Pantanal (PPPantanal) e na Caatinga (PPCaatinga). Ambos começarão a ser implementados em 2025, somando-se às iniciativas já existentes para a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e o Pampa. A aprovação ocorreu durante a reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin no Palácio do Planalto.</p>
<p>Com base em dados científicos e em amplo diálogo com especialistas, os novos planos visam promover ações integradas entre União, estados, municípios e o setor privado. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), as medidas são essenciais para enfrentar os desafios ambientais únicos de cada bioma.</p>
<figure id="attachment_80873" aria-describedby="caption-attachment-80873" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-80873" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="No Pantanal, As Principais Causas Do Desmatamento Incluem A Expansão Da Pecuária E Da Agricultura - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80873" class="wp-caption-text">No Pantanal, as principais causas do desmatamento incluem a expansão da pecuária e da agricultura &#8211; Foto: Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Queda nos alertas de desmatamento</h3>
<p>Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam uma redução significativa nos alertas de desmatamento entre agosto e novembro de 2024. No Pantanal, a queda foi de 77,2%; no Cerrado, 57,2%; e na Amazônia, 2%. Além disso, o monitoramento do desmatamento anual pelo sistema Prodes revelou uma diminuição de 30,6% na Amazônia Legal e de 25,7% no Cerrado no período de agosto de 2023 a julho de 2024, em comparação ao ano anterior.</p>
<figure id="attachment_80871" aria-describedby="caption-attachment-80871" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80871" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Brigadistas Do Instituto Brasília Ambiental E Bombeiros Do Distrito Federal - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80871" class="wp-caption-text">Brasília (DF), 24/08/2024 &#8211; Brigadistas do Instituto Brasília Ambiental e Bombeiros do Distrito Federal combatem incêndio em área de cerrado próxima ao aeroporto de Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilN</figcaption></figure>
<p>Essa redução é atribuída à articulação entre governo federal e estados. No Pantanal, por exemplo, um pacto entre o MMA e Mato Grosso do Sul resultou na criação de uma lei estadual que restringe o desmatamento em áreas sensíveis. Já no Cerrado, acordos com governadores do Matopiba (região que inclui Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) reforçaram o monitoramento de imóveis com maiores índices de desmatamento.</p>
<h3>Principais metas e estratégias</h3>
<h4><strong>Plano de Ação para o Pantanal (PPPantanal)</strong></h4>
<p>Composto por 13 objetivos estratégicos, 54 linhas de ação e 159 metas, o plano prioriza:</p>
<ul>
<li>Fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.</li>
<li>Implementação da Política de Manejo Integrado do Fogo.</li>
<li>Promoção de práticas agrícolas e pecuárias sustentáveis.</li>
<li>Regulamentação da supressão de vegetação.</li>
<li>Fomento ao turismo e às atividades extrativistas.</li>
<li>Integração de dados do Cadastro Ambiental Rural (Sicar) com o sistema de Autorização de Supressão de Vegetação (ASV).</li>
<li>Criação de um fundo de financiamento para ações no Pantanal.</li>
</ul>
<h4><strong>Plano de Ação para a Caatinga (PPCaatinga)</strong></h4>
<p>Com 13 objetivos estratégicos, 49 linhas de ação e 120 metas, o plano prevê:</p>
<ul>
<li>Regularização fundiária e ambiental.</li>
<li>Reconhecimento de territórios de Povos e Comunidades Tradicionais.</li>
<li>Promoção de práticas agrícolas sustentáveis.</li>
<li>Planejamento para empreendimentos energéticos.</li>
<li>Fortalecimento de linhas de crédito para pequenos produtores.</li>
<li>Criação de um fundo específico para o bioma.</li>
</ul>
<h3>Desafios e prevenção de queimadas</h3>
<p>Embora os dados mostrem avanços no combate ao desmatamento, a área queimada no Brasil entre janeiro e novembro de 2024 quase dobrou em relação ao mesmo período do ano anterior. Para 2025, o governo planeja implementar a recém-criada Política de Manejo Integrado do Fogo, que estabelece diretrizes de prevenção, preparação e controle de incêndios florestais.</p>
<p>“Nosso objetivo é antecipar medidas preventivas, engajando proprietários rurais, prefeituras, estados e o governo federal para mitigar os impactos das queimadas e garantir uma gestão sustentável dos biomas”, destacou André Lima, secretário extraordinário de Controle do Desmatamento.</p>
<p>Com os novos planos e políticas, o governo federal busca consolidar a preservação ambiental como uma prioridade estratégica, equilibrando desenvolvimento econômico e sustentabilidade em todo o território brasileiro.</p>
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		<item>
		<title>Incêndios e seca batem recordes na Amazônia e Pantanal em 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/incendios-e-seca-batem-recordes-na-amazonia-e-pantanal-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 20:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil vivenciou, em 2022, uma das piores crises ambientais em décadas, com incêndios e secas severas que atingiram a Amazônia e o Pantanal, superando recordes históricos. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), alguns estados da Amazônia Legal registraram mais de 80% dos focos de incêndios ocorridos no país nas últimas 24 horas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vivenciou, em 2022, uma das piores crises ambientais em décadas, com incêndios e secas severas que atingiram a Amazônia e o Pantanal, superando recordes históricos. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), alguns estados da Amazônia Legal registraram mais de 80% dos focos de incêndios ocorridos no país nas últimas 24 horas. Os estados mais afetados incluem Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia.</p>
<p>Até o dia 22 de setembro, o Amazonas já contabilizava 6.054 focos de incêndio no mês, totalizando 21.289 desde o início do ano, superando o recorde anterior de 2022, quando foram registrados 21.217 focos. No Acre, foram registrados mais de 3 mil focos de incêndio apenas no início de setembro, levando o Ministério Público local a tomar medidas emergenciais para conter a devastação.</p>
<p><strong>Ação Urgente para Combate ao Fogo</strong></p>
<p>O Ministério Público do Acre apresentou uma ação civil pública exigindo que o estado implemente uma série de medidas emergenciais, incluindo a proibição do uso do fogo na agricultura, aparelhamento das equipes de combate a incêndios, locação emergencial de maquinário e convocação de novos bombeiros. Essas ações visam combater a crise ambiental que já afeta terras indígenas e diversas áreas protegidas.</p>
<p>Em Mato Grosso, brigadistas combateram mais de 50 focos de incêndio apenas no dia 22 de setembro. O estado, que abriga três importantes biomas – Amazônia, Cerrado e Pantanal – passa por uma situação crítica, com o fogo atingindo áreas de grande relevância ecológica.</p>
<p><strong>Rios em Situação Crítica</strong></p>
<p>Além dos incêndios, os rios na Amazônia e no Pantanal enfrentam secas extremas. O Rio Paraguai, em Cáceres, Mato Grosso, atingiu 35 cm de profundidade, o menor nível dos últimos dois anos. Outros rios, como o Rio Negro em Manaus, chegaram a 14,5 metros, reafirmando o cenário de estiagem. O Rio Solimões, em Manacapuru, e o Rio Javari, em Tabatinga, também registraram níveis mínimos históricos.</p>
<p>O coordenador do Sistema de Alerta Hidrológico do Serviço Geológico Brasileiro (SGB), Artur Matos, destacou a gravidade da situação: “Manacapuru e Manaus têm grandes chances de atingir mínima histórica. Humaitá, no Amazonas, já está em seca extrema”.</p>
<p><strong>Impacto no Pantanal</strong></p>
<p>No Pantanal, a situação também é alarmante. O Rio Madeira, em Porto Velho, atingiu a menor cota desde 1967, com 35 cm. O Rio Acre, que corta Rio Branco, registrou 1,31 metro, próximo do nível mínimo histórico. Em Ladário, Mato Grosso do Sul, o nível do rio chegou a -38 cm, a décima mínima histórica registrada.</p>
<p>A seca intensa e prolongada, que passou de uma média de 80 dias de estiagem na década de 1990 para cerca de 100 dias consecutivos nas últimas décadas, afeta severamente a fauna, a flora e as comunidades que dependem dos rios e da floresta para sua subsistência.</p>
<p>A combinação de queimadas e seca extrema revela a gravidade da crise climática no Brasil, com impactos devastadores nos ecossistemas da Amazônia e do Pantanal.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Pantanal enfrenta crise hídrica histórica em 2024, aponta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pantanal-enfrenta-crise-hidrica-historica-em-2024-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 13:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pantanal, uma das áreas úmidas mais ricas em biodiversidade do mundo, enfrenta a pior crise hídrica das últimas quatro décadas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (3). Desde 2019, o bioma tem experimentado secas severas, e a situação em 2024 pode ser a mais crítica já registrada. Nos primeiros quatro meses deste ano, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pantanal, uma das áreas úmidas mais ricas em biodiversidade do mundo, enfrenta a pior crise hídrica das últimas quatro décadas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (3). Desde 2019, o bioma tem experimentado secas severas, e a situação em 2024 pode ser a mais crítica já registrada. Nos primeiros quatro meses deste ano, a área inundada foi menor do que a observada no período de seca do ano passado.</p>
<p>Realizado pela empresa ArcPlan e encomendado pelo WWF-Brasil com financiamento do WWF-Japão, o estudo utilizou dados do satélite Planet para mapear a cobertura de água. “O pulso de cheias não aconteceu em 2024, e isso é alarmante para a manutenção do sistema pantaneiro,” afirmou Helga Correa, especialista em conservação do WWF-Brasil e uma das autoras do estudo.</p>
<p>Os dados revelam que o nível do Rio Paraguai, que define a presença de seca quando está abaixo de 4 metros, não passou de 1 metro em 2024. Nos primeiros cinco meses do ano, o nível esteve 68% abaixo da média esperada. Esta situação agrava a vulnerabilidade do Pantanal, com a previsão de secas ainda mais severas até outubro, aumentando o risco de grandes incêndios.</p>
<p>A estação chuvosa na Bacia do Alto Rio Paraguai, onde se situa o Pantanal, ocorre entre outubro e abril. No entanto, entre janeiro e abril de 2024, a área coberta por água foi de apenas 400 mil hectares, inferior à média de 440 mil hectares da estação seca de 2023. Esta redução contínua de inundações pode ter consequências drásticas para a fauna, flora e a economia local, que depende da navegabilidade dos rios e da diversidade de espécies.</p>
<p>Além das mudanças climáticas, ações humanas como a construção de barragens, desmatamento e queimadas agravam a crise hídrica. A combinação desses fatores pode levar o Pantanal a um ponto de não retorno, comprometendo sua capacidade de recuperação natural e resultando em uma redução abrupta de espécies.</p>
<p>O estudo destaca que as secas extremas e queimadas afetam a qualidade da água, introduzindo cinzas no sistema hídrico e causando mortalidade de peixes, além de dificultar o acesso à água das comunidades. Helga Correa enfatiza a necessidade urgente de mapear as populações tradicionais vulneráveis e de implementar medidas de prevenção e adaptação à seca.</p>
<p>Entre as recomendações do estudo estão o mapeamento das principais ameaças aos corpos hídricos do Pantanal, fortalecimento de políticas públicas para conter o desmatamento, restauração de áreas de Proteção Permanente (APPs) e apoio a práticas sustentáveis que valorizem as comunidades locais e o setor produtivo. Essas ações são cruciais para preservar o Pantanal e garantir a sustentabilidade de seu ecossistema e das populações que dele dependem.</p>
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		<title>Marina Silva alerta sobre crise no Pantanal: &#8220;Uma das piores situações&#8221;</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/marina-silva-alerta-sobre-crise-no-pantanal-uma-das-piores-situacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 13:19:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Meio Ambiente e das Mudanças do Clima, Marina Silva, expressou grande preocupação nesta segunda-feira (24), afirmando que os incêndios no Pantanal estão sendo agravados tanto por ações criminosas quanto por extremos climáticos. “Estamos enfrentando uma das piores situações já vistas no Pantanal. Toda a bacia do Paraguai está sofrendo com uma severa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Meio Ambiente e das Mudanças do Clima, Marina Silva, expressou grande preocupação nesta segunda-feira (24), afirmando que os incêndios no Pantanal estão sendo agravados tanto por ações criminosas quanto por extremos climáticos.</p>
<blockquote><p>“Estamos enfrentando uma das piores situações já vistas no Pantanal. Toda a bacia do Paraguai está sofrendo com uma severa escassez hídrica”, declarou a ministra.</p></blockquote>
<p>Após uma reunião de crise com outros ministros, incluindo Simone Tebet (Planejamento) e Waldez Góes (Desenvolvimento Regional), além de representantes da Defesa e da Justiça, Marina Silva explicou que o fenômeno climático entre El Niño e La Niña, associado à estiagem, resultou em uma grande quantidade de matéria orgânica altamente inflamável, contribuindo para incêndios fora do comum.</p>
<p>Desde outubro do ano passado, o Ministério do Meio Ambiente tem planejado ações para mitigar os impactos dos incêndios.</p>
<blockquote><p>“Pela primeira vez, implementamos um plano de combate a incêndios no Pantanal. Nós baseamos nossas políticas públicas em evidências. Já sabíamos que este ano seria severo”, afirmou Marina Silva.</p></blockquote>
<p>Diante da gravidade da situação, a ministra anunciou a declaração de emergência em relação ao fogo e a contratação de brigadistas. Atualmente, há 175 brigadistas do Ibama, 40 do ICMBio, 53 combatentes da Marinha e bombeiros locais atuando na região. Adicionalmente, haverá um reforço de 50 brigadistas do Ibama e 60 da Força Nacional, com mais mobilizações conforme necessário.</p>
<h4><strong>Seca extrema e ação humana</strong></h4>
<p>Marina Silva destacou que a seca na região representa um &#8220;novo normal&#8221;, com a pior estiagem dos últimos 70 anos. “O que estamos vendo é um agravamento de um problema climático, semelhante às chuvas intensas no Rio Grande do Sul. Sabíamos que haveria seca envolvendo a Amazônia e o Pantanal. Não há incêndios causados por raios neste período; o que está acontecendo é devido à ação humana”, lamentou a ministra.</p>
<p>Mais de 80% dos incêndios estão ocorrendo em propriedades particulares. “Temos responsabilidade sobre as unidades de conservação federal, mas neste momento estamos atuando em 20 incêndios”, disse Marina Silva.</p>
<p>Simone Tebet enfatizou a importância da ação do governo de Mato Grosso do Sul ao decretar emergência ambiental. “Isso nos permite criar créditos extraordinários. Não faltará recurso ou orçamento para resolver a situação. No entanto, não há orçamento que resolva o problema de consciência da população”, afirmou.</p>
<p>Marina Silva também destacou a necessidade de aprovação pelo Congresso da Lei do Manejo Integrado do Fogo, que até agora não foi aprovada.</p>
<h4><strong>Proibição do uso do fogo</strong></h4>
<p>A ministra mencionou um pacto com os governos do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além dos estados da Amazônia, para a proibição do uso do fogo em pastagens até o final do ano.</p>
<blockquote><p>“Os governos estaduais já decretaram a proibição definitiva do fogo. Qualquer uso do fogo para renovação de pastagem ou qualquer atividade será considerado um delito”, alertou.</p></blockquote>
<p>Ela também relacionou o desmatamento aos incêndios, citando Corumbá (MS) como o município que mais desmatou e, consequentemente, onde há mais incêndios.</p>
<p>Simone Tebet destacou a atenção especial às situações de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com foco particular em Corumbá, que enfrenta mais de 50% dos incêndios no estado. Ela elogiou a decisão dos governos estaduais de proibir o manejo controlado do fogo até o final do ano, ressaltando que até os fogos controlados anteriormente permitidos no Pantanal estão terminantemente proibidos.</p>
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		<title>Pantanal registra mais de 9 mil focos de incêndio em 12 meses</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pantanal-registra-mais-de-9-mil-focos-de-incendio-em-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 13:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bioma]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou 238 novos focos de queimadas no Pantanal nesta quinta-feira (20). Este número representa um aumento após uma leve queda que seguiu o pico de 421 focos no final da semana passada, nos dias 14 e 15 de junho. No acumulado dos últimos 12 meses, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou 238 novos focos de queimadas no Pantanal nesta quinta-feira (20). Este número representa um aumento após uma leve queda que seguiu o pico de 421 focos no final da semana passada, nos dias 14 e 15 de junho.</p>
<p>No acumulado dos últimos 12 meses, o bioma contabilizou 9.014 focos de incêndio, quase sete vezes mais que os 1.298 registrados pelo sistema no mesmo período do ano passado. Além do aumento significativo no número de queimadas, destaca-se a antecipação do problema, que nos anos anteriores costumava se intensificar a partir de agosto.</p>
<p>O Pantanal, sendo a maior área úmida contínua do mundo, já sente os efeitos agravados do fenômeno El Niño no volume dos rios que atravessam o bioma. Em maio, a Agência Nacional de Águas (ANA) declarou situação crítica de escassez de recursos hídricos na Bacia do Paraguai.</p>
<p>Na última sexta-feira (14), o vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou a criação de uma sala de situação para ações preventivas e de controle de incêndios e secas. O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, destacou que a situação mais crítica afeta a região do município de Corumbá, em Mato Grosso do Sul. &#8220;Pela primeira vez estamos com o Pantanal completamente seco no primeiro semestre. O Ibama já contratou mais de 2 mil brigadistas para atuar em todo o país, com foco inicial no Pantanal e na Amazônia&#8221;, afirmou Agostinho.</p>
<p>Uma pesquisa recente da rede de pesquisa MapBiomas revelou que, proporcionalmente, o Pantanal é o bioma mais afetado por queimadas nos últimos 39 anos. Cerca de 9 milhões de hectares, correspondendo a 59,2% do território que abrange os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, foram queimados.</p>
<p>Entre 1985 e 2023, o município de Corumbá registrou o maior número de queimadas em todo o país, e o Pantanal foi a região com mais &#8220;cicatrizes de fogo&#8221; na vegetação nativa, com 25% do território afetado.</p>
<p>Um pacto firmado entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e os governadores dos estados do Pantanal e da Amazônia no Dia Mundial do Meio Ambiente prevê ações de prevenção e combate às queimadas, incluindo a suspensão das autorizações de queima até o fim do período seco.</p>
<p>A reportagem da Agência Brasil tentou contato com o MMA para obter mais informações, mas não obteve resposta até o momento da publicação.</p>
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