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	<title>Palestinos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Palestinos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Trump volta a defender controle sobre Gaza e recebe resposta firme do Hamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 19:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Em visita ao Catar durante seu giro pelo Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a provocar tensões ao declarar nesta quinta-feira (15) seu desejo de assumir o controle da Faixa de Gaza. A proposta foi imediatamente rejeitada pelo grupo Hamas, que afirmou que Gaza “não está à venda” e reiterou que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em visita ao Catar durante seu giro pelo Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, voltou a provocar tensões ao declarar nesta quinta-feira (15) seu desejo de <strong>assumir o controle da Faixa de Gaza</strong>. A proposta foi imediatamente rejeitada pelo grupo Hamas, que afirmou que <strong>Gaza “não está à venda”</strong> e reiterou que o território é parte integral da Palestina.</p>
<p>“Gaza é parte integrante do território palestino — não é um imóvel à venda no mercado aberto”, declarou <strong>Basem Naim</strong>, membro do Bureau Político do Hamas. “Estamos preparados para fazer todos os sacrifícios para preservar nossa pátria e garantir o futuro de nosso povo.”</p>
<p>Durante conversa com empresários no Catar, Trump afirmou que a região devastada pela guerra poderia ser transformada em uma &#8220;zona de liberdade&#8221; sob administração norte-americana. “Se for necessário, eu ficaria orgulhoso se os Estados Unidos a tivessem, a conquistassem e a tornassem uma zona de liberdade. Que coisas boas aconteçam”, declarou o presidente, segundo a agência Reuters.</p>
<p>Em fevereiro, Trump já havia sugerido transformar Gaza em uma espécie de “Riviera do Oriente Médio”, após uma emigração em massa da população palestina. A proposta foi amplamente condenada por líderes palestinos, países árabes e até pela Organização das Nações Unidas (ONU), que consideraram a ideia uma forma de <strong>limpeza étnica</strong>.</p>
<h3>Conflito e resistência</h3>
<p>O Hamas classificou as declarações como provocativas e reafirmou que os EUA, ao apoiar os bombardeios israelenses, <strong>não estão promovendo paz ou segurança no mundo</strong>. “O presidente Trump possui a influência e a autoridade necessárias para tornar isso [a paz] realidade, caso haja vontade política”, disse Naim. “Mas enquanto persistirem a guerra e o genocídio em Gaza, o mundo não será mais seguro.”</p>
<p>O grupo, considerado uma <strong>organização terrorista</strong> pelos Estados Unidos, União Europeia e Israel, defende que apenas o povo palestino tem o direito de escolher sua liderança e decidir seu destino. Naim ainda afirmou que o Hamas está disposto a transferir o controle administrativo de Gaza para qualquer órgão palestino acordado nacionalmente, caso sejam realizadas <strong>eleições livres e justas</strong>.</p>
<h3>Raízes do conflito</h3>
<p>O atual ciclo de violência foi deflagrado em 7 de outubro de 2023, quando combatentes do Hamas invadiram vilarejos israelenses, matando cerca de <strong>1.200 pessoas</strong> e sequestrando outras <strong>220</strong>. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva de grandes proporções sobre a Faixa de Gaza, que já deixou mais de <strong>54 mil palestinos mortos</strong> e causou o <strong>colapso da infraestrutura civil</strong>.</p>
<p>Desde março de 2025, Israel impõe um bloqueio total à ajuda humanitária. A fome e a destruição afetam milhões de civis. Para o Hamas, os ataques de outubro foram um ato de “autodefesa” contra mais de 76 anos de ocupação israelense e a falta de avanços políticos internacionais.</p>
<p>“Temos repetidamente exigido eleições democráticas. A história não começou em 7 de outubro”, destacou Naim.</p>
<h3>Planos de anexação</h3>
<p>Enquanto isso, o governo de <strong>Benjamin Netanyahu</strong> aprovou um plano para <strong>conquistar e manter Gaza sob controle militar</strong>. O primeiro-ministro israelense condiciona o fim da ofensiva à destruição total do Hamas e à libertação dos reféns ainda mantidos pelo grupo.</p>
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		<title>Jornalista palestino relata a transformação da imprensa em alvo durante conflito em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 23:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Palestinos]]></category>
		<category><![CDATA[Wael Al-Dahdouh]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista Wael Al-Dahdouh, de 53 anos, estava em meio a uma transmissão ao vivo quando recebeu a devastadora notícia: sua esposa, dois filhos e neto foram vítimas de um bombardeio israelense em Gaza, em 25 de outubro de 2023. Ao longo do conflito, ele também perderia seu filho mais velho, Hamza Dahdouh, de 27 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Wael Al-Dahdouh, de 53 anos, estava em meio a uma transmissão ao vivo quando recebeu a devastadora notícia: sua esposa, dois filhos e neto foram vítimas de um bombardeio israelense em Gaza, em 25 de outubro de 2023. Ao longo do conflito, ele também perderia seu filho mais velho, Hamza Dahdouh, de 27 anos, que era jornalista, em um ataque de míssil em 7 de janeiro do ano seguinte.</p>
<p>As imagens de Wael enterrando seus entes queridos e, em seguida, voltando ao trabalho, tornaram-no um símbolo de resiliência e um rosto reconhecido globalmente durante a guerra em Gaza. Desde então, ele tem estado em Doha, no Catar, se recuperando de ferimentos sofridos em um ataque que tirou a vida de outro jornalista da Al Jazeera, Samer Abudaqa.</p>
<figure id="attachment_74447" aria-describedby="caption-attachment-74447" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-74447" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C440&#038;ssl=1" alt="Jornalista Palestino Está No Catar, Onde Se Recupera De Ferimentos Que Sofreu Em Um Ataque Israelense - Expresso Carioca" width="754" height="440" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C175&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C88&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C438&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74447" class="wp-caption-text">Jornalista palestino está no Catar, onde se recupera de ferimentos que sofreu em um ataque israelense &#8211; Frame/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Em uma entrevista exclusiva à Agência Brasil, Wael Al-Dahdouh compartilhou sua perspectiva sobre a transformação da imprensa em alvo na região, destacando o alto número de jornalistas palestinos mortos desde o início do conflito. Ele enfatizou a necessidade de uma posição mais firme por parte dos veículos de imprensa internacionais para denunciar os ataques contra profissionais de imprensa em Gaza.</p>
<p>Questionado sobre sua motivação para continuar trabalhando na cobertura do conflito, mesmo após sofrer perdas devastadoras, Al-Dahdouh enfatizou a importância de honrar aqueles que foram mortos e a mensagem humanitária que impulsiona seu trabalho.</p>
<p>Quanto às condições enfrentadas pelos jornalistas em Gaza, ele descreveu o ambiente como &#8220;quase impossível&#8221;, destacando os desafios de segurança, falta de infraestrutura e a constante sensação de perigo.</p>
<p>Al-Dahdouh também comentou sobre a cobertura internacional do conflito, expressando o desejo por uma abordagem mais objetiva e profissional por parte dos meios de comunicação, destacando a importância de relatar os fatos sem exageros ou distorções.</p>
<figure id="attachment_74448" aria-describedby="caption-attachment-74448" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-74448" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C627&#038;ssl=1" alt="Wael Al Dahdouh Fazia Uma Transmissão Ao Vivo Quando Recebeu Um Telefonema - Expresso Carioca" width="754" height="627" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C249&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C125&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C624&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74448" class="wp-caption-text">Wael Al-Dahdouh fazia uma transmissão ao vivo quando recebeu um telefonema informando que sua família havia morrido em um bombardeio israelense, em outubro de 2023 &#8211; Frame da TV Al Jazeera/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Sobre as críticas ao presidente brasileiro por comparar a situação em Gaza com o Holocausto judeu, Al-Dahdouh defendeu as declarações de Lula, destacando a realidade da ocupação na Palestina e a necessidade de reconhecimento internacional dessa situação.</p>
<p>Por fim, ao descrever a situação em Gaza, Al-Dahdouh ressaltou a devastação causada pelos ataques, incluindo a destruição de infraestruturas vitais e o impacto humanitário sobre a população civil, chamando a atenção para os crimes de guerra e a urgente necessidade de proteção dos direitos humanos na região.</p>
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		<title>Abastecimento de água via Israel é cortado na Faixa de Gaza, diz ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 14:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Água Potável]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O único abastecimento de água que ainda entrava na Faixa de Gaza via Israel foi totalmente cortado nessa segunda-feira (30), segundo informações do Escritório das Nações Unidas para Assuntos Humanitários (Ocha). A entidade da ONU afirma que as razões para o corte são desconhecidas. “Anteriormente, esta linha fornecia 600 metros cúbicos de água potável por hora”. Israel, por outro lado, garante que não há falta de água na região.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Esse era um dos três aquedutos que abasteciam a Faixa de Gaza ainda em operação. Segundo o Ocha, essa estrutura abastecia o oeste da cidade de Khan Yunis, no sul do enclave, e havia sido reativado no dia 15 de outubro após o corte iniciado em 7 de outubro, dia do ataque do Hamas contra comunidades israelenses que acirrou o conflito na região.</p>
<p>Ainda segundo as Nações Unidas, o consumo de água pela população está 92% menor do que no período pré-hostilidades. O volume desse abastecimento chegou a oscilar ao longo dos dias de conflito, mas não havia sido ainda totalmente interrompido.</p>
<p>Outro aqueduto que abastece, via Israel, a Área Média de Gaza com cerca de 500 metros cúbicos de água foi danificado. No dia 29 de outubro, as autoridades israelenses autorizaram o reparo da estrutura, mas nenhum conserto foi realizado.</p>
<p>“Um terceiro duto que liga Israel ao norte de Gaza também permanece fechado desde 8 de outubro”, informou o Escritório da ONU.</p>
<p>Com isso, a água potável de Gaza está restrita à pequena ajuda humanitária autorizada a entrar via Egito e aos equipamentos de dessalinização da água do mar ainda em operação.</p>
<p>“Na Área Central e no sul de Gaza segue em funcionamento duas centrais de dessalinização de água do mar com cerca de 40% da sua capacidade, juntamente com 120 poços de água e 20 estações de bombeamento”, diz o informe da Ocha.</p>
<p>A situação na parte norte do enclave palestino é ainda mais grave: “Nem a central de dessalinização de água, nem o duto israelense que abastece essas áreas estão operacionais”. Além disso, o transporte de água foi interrompido no norte de Gaza nesta segunda-feira (30) “devido às operações militares em curso”.</p>
<h2>Informe israelense</h2>
<p>Segundo um informe das Forças de Defesa de Israel com data de ontem, não há falta de água em nenhuma região do enclave: &#8220;não há falta de água na Faixa de Gaza.&#8221;</p>
<p>O documento diz ainda que no último sábado (28) Israel abriu um segundo canal para envio de água a Gaza, &#8220;elevando o total de suprimento de água potável para 28,5 milhões de litros por dia&#8221;</p>
<h2>Ajuda humanitária</h2>
<p>Dos 143 caminhões com ajuda humanitária que entraram em Gaza desde o dia 21 de outubro, apenas 15 transportavam água potável (galões e garrafas), tanques de água, equipamento de purificação de água e kits de higiene.</p>
<p>Os cerca de 34 brasileiros e familiares que aguardam autorização para deixar a Faixa de Gaza tem relatado dificuldade em encontrar água potável.</p>
</div>
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