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	<title>Oriente Médio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Oriente Médio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ameaça de saída do Irã da Copa de 2026 coloca Fifa diante de impasse inédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 00:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques Aéreos]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de o Irã desistir da Copa do Mundo de 2026 abriu um cenário inédito para a Fifa, que já avalia alternativas caso a seleção confirme sua saída do torneio. A ameaça foi levantada após o ministro dos Esportes iraniano, Ahmad Donyamali, declarar que o país não tem condições de disputar o Mundial diante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="252" data-end="673">A possibilidade de o Irã desistir da Copa do Mundo de 2026 abriu um cenário inédito para a Fifa, que já avalia alternativas caso a seleção confirme sua saída do torneio. A ameaça foi levantada após o ministro dos Esportes iraniano, Ahmad Donyamali, declarar que o país não tem condições de disputar o Mundial diante da escalada da guerra envolvendo Estados Unidos e Israel.</p>
<p data-start="675" data-end="1008">A Copa de 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho, com sedes nos Estados Unidos, Canadá e México. O Irã já havia garantido vaga no torneio ao liderar seu grupo nas eliminatórias asiáticas e estava previsto para integrar o Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.</p>
<p data-start="1010" data-end="1380">A declaração do governo iraniano ocorreu após bombardeios realizados por Estados Unidos e Israel que, segundo autoridades do país, provocaram a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, intensificando o conflito regional. Para o ministro do Esporte, diante desse cenário “não há condições de participar da Copa do Mundo”.</p>
<h3 data-section-id="1hzo8gl" data-start="1382" data-end="1411">O que a Fifa pode fazer</h3>
<p data-start="1412" data-end="1703">Embora o Irã ainda não tenha formalizado oficialmente a desistência, a Fifa já considera diferentes caminhos caso isso ocorra. Pelos regulamentos da competição, a entidade possui ampla liberdade para decidir como preencher a vaga deixada pela seleção.</p>
<p data-start="1705" data-end="1748">Entre as possibilidades analisadas estão:</p>
<ul data-start="1750" data-end="2023">
<li data-section-id="17sp8z9" data-start="1750" data-end="1839">
<p data-start="1752" data-end="1839">Convocar outra seleção asiática, respeitando a distribuição continental de vagas;</p>
</li>
<li data-section-id="epi9u5" data-start="1840" data-end="1940">
<p data-start="1842" data-end="1940">Escolher um país eliminado nas eliminatórias, possivelmente o melhor colocado na repescagem;</p>
</li>
<li data-section-id="1sldwwx" data-start="1941" data-end="2023">
<p data-start="1943" data-end="2023">Manter o torneio com uma vaga aberta, hipótese considerada pouco provável.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2025" data-end="2288">Entre os possíveis substitutos mencionados nos bastidores do futebol internacional estão seleções como Iraque ou Emirados Árabes Unidos, dependendo dos resultados das repescagens e das decisões políticas envolvidas.</p>
<h3 data-section-id="1dyy837" data-start="2290" data-end="2323">Impacto político no Mundial</h3>
<p data-start="2324" data-end="2619">A eventual retirada iraniana expõe o impacto direto das tensões geopolíticas no esporte. A presença da seleção já era considerada delicada porque o Mundial será sediado justamente pelos Estados Unidos, país diretamente envolvido no conflito com Teerã.</p>
<p data-start="2621" data-end="2885">Mesmo assim, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, chegou a afirmar que o time iraniano seria bem-vindo no torneio. Ainda assim, a decisão final dependerá da posição oficial do governo e da federação de futebol do Irã.</p>
<p data-start="2887" data-end="3129">Se confirmada, seria uma das raras desistências de uma seleção já classificada para uma Copa do Mundo, criando um desafio logístico e político para a organização do maior torneio do futebol mundial.</p>
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		<title>Trump volta a defender controle sobre Gaza e recebe resposta firme do Hamas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-volta-a-defender-controle-sobre-gaza-e-recebe-resposta-firme-do-hamas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 19:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Palestinos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em visita ao Catar durante seu giro pelo Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a provocar tensões ao declarar nesta quinta-feira (15) seu desejo de assumir o controle da Faixa de Gaza. A proposta foi imediatamente rejeitada pelo grupo Hamas, que afirmou que Gaza “não está à venda” e reiterou que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em visita ao Catar durante seu giro pelo Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, voltou a provocar tensões ao declarar nesta quinta-feira (15) seu desejo de <strong>assumir o controle da Faixa de Gaza</strong>. A proposta foi imediatamente rejeitada pelo grupo Hamas, que afirmou que <strong>Gaza “não está à venda”</strong> e reiterou que o território é parte integral da Palestina.</p>
<p>“Gaza é parte integrante do território palestino — não é um imóvel à venda no mercado aberto”, declarou <strong>Basem Naim</strong>, membro do Bureau Político do Hamas. “Estamos preparados para fazer todos os sacrifícios para preservar nossa pátria e garantir o futuro de nosso povo.”</p>
<p>Durante conversa com empresários no Catar, Trump afirmou que a região devastada pela guerra poderia ser transformada em uma &#8220;zona de liberdade&#8221; sob administração norte-americana. “Se for necessário, eu ficaria orgulhoso se os Estados Unidos a tivessem, a conquistassem e a tornassem uma zona de liberdade. Que coisas boas aconteçam”, declarou o presidente, segundo a agência Reuters.</p>
<p>Em fevereiro, Trump já havia sugerido transformar Gaza em uma espécie de “Riviera do Oriente Médio”, após uma emigração em massa da população palestina. A proposta foi amplamente condenada por líderes palestinos, países árabes e até pela Organização das Nações Unidas (ONU), que consideraram a ideia uma forma de <strong>limpeza étnica</strong>.</p>
<h3>Conflito e resistência</h3>
<p>O Hamas classificou as declarações como provocativas e reafirmou que os EUA, ao apoiar os bombardeios israelenses, <strong>não estão promovendo paz ou segurança no mundo</strong>. “O presidente Trump possui a influência e a autoridade necessárias para tornar isso [a paz] realidade, caso haja vontade política”, disse Naim. “Mas enquanto persistirem a guerra e o genocídio em Gaza, o mundo não será mais seguro.”</p>
<p>O grupo, considerado uma <strong>organização terrorista</strong> pelos Estados Unidos, União Europeia e Israel, defende que apenas o povo palestino tem o direito de escolher sua liderança e decidir seu destino. Naim ainda afirmou que o Hamas está disposto a transferir o controle administrativo de Gaza para qualquer órgão palestino acordado nacionalmente, caso sejam realizadas <strong>eleições livres e justas</strong>.</p>
<h3>Raízes do conflito</h3>
<p>O atual ciclo de violência foi deflagrado em 7 de outubro de 2023, quando combatentes do Hamas invadiram vilarejos israelenses, matando cerca de <strong>1.200 pessoas</strong> e sequestrando outras <strong>220</strong>. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva de grandes proporções sobre a Faixa de Gaza, que já deixou mais de <strong>54 mil palestinos mortos</strong> e causou o <strong>colapso da infraestrutura civil</strong>.</p>
<p>Desde março de 2025, Israel impõe um bloqueio total à ajuda humanitária. A fome e a destruição afetam milhões de civis. Para o Hamas, os ataques de outubro foram um ato de “autodefesa” contra mais de 76 anos de ocupação israelense e a falta de avanços políticos internacionais.</p>
<p>“Temos repetidamente exigido eleições democráticas. A história não começou em 7 de outubro”, destacou Naim.</p>
<h3>Planos de anexação</h3>
<p>Enquanto isso, o governo de <strong>Benjamin Netanyahu</strong> aprovou um plano para <strong>conquistar e manter Gaza sob controle militar</strong>. O primeiro-ministro israelense condiciona o fim da ofensiva à destruição total do Hamas e à libertação dos reféns ainda mantidos pelo grupo.</p>
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		<title>Guerra no Oriente Médio pode aumentar preço do diesel, diz Petrobras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/guerra-no-oriente-medio-pode-aumentar-preco-do-diesel-diz-petrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 19:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Preços]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, disse, nesta segunda-feira (9), no Rio de Janeiro, que a guerra do Oriente Médio deve provocar um aumento de volatilidade nos preços do petróleo. Acentuou que a decisão sobre um possível reajuste nos preços dos combustíveis no Brasil, caso haja uma elevação nos derivados em decorrência do cenário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, disse, nesta segunda-feira (9), no Rio de Janeiro, que a guerra do Oriente Médio deve provocar um aumento de volatilidade nos preços do petróleo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Acentuou que a decisão sobre um possível reajuste nos preços dos combustíveis no Brasil, caso haja uma elevação nos derivados em decorrência do cenário internacional, depende do comportamento de cada um, entre eles, a gasolina e, principalmente, o diesel.</p>
<p>Ele ponderou, no entanto, que a política de preços, que não é só da Petrobras, mas do país, poderá mostrar, neste momento, que tem dado certo e reduzir os efeitos das variações internacionais [de preços].</p>
<h2>Política de preços</h2>
<p><em>“Na guerra, provavelmente vai ter aumento de volatilidade. [Haverá] variações muito especulativas em cima disso aí e [a situação] vai mostrar como é útil e como está dando certo a política de preços atual, pelo menos da Petrobras, como ela é capaz de mitigar um pouco esses efeitos”</em>, afirmou ao chegar para participar de um evento organizado pela Câmara de Comércio Noruega e Brasil, pelo<em> Innovation Norway </em>e pelo consulado geral da Noruega, no Rio.</p>
<p>Prates afirmou, ainda, que a Petrobras não está se preparando especificamente para isso, mas que não há muito mais a ser feito do que a petroleira já vem realizando.</p>
<p><em>“Não porque a gente acordou agora nesta segunda-feira com este processo [a guerra]. A gente vai ver. Na verdade, não tem que fazer muito mais do que a gente já está fazendo. Ter habilidade de ir acompanhando os preços, principalmente do diesel, e ir se organizando de acordo com isso. Se tiver que haver ajuste, a gente vai fazer ajuste”</em>, finalizou.</p>
</div>
</div>
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