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	<title>Orçamento secreto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Orçamento secreto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Relator do Conselho de Ética recomenda a cassação do deputado Glauber Braga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 22:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Ética e Decoro Parlamentar]]></category>
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					<description><![CDATA[O relator do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, Paulo Magalhães (PSD-BA), apresentou, nesta quarta-feira (2), parecer favorável à cassação do mandato do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) por quebra de decoro parlamentar. O documento ainda precisa ser aprovado pelo colegiado antes de seguir para o plenário da Câmara. A representação contra Braga foi apresentada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O relator do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, Paulo Magalhães (PSD-BA), apresentou, nesta quarta-feira (2), parecer favorável à cassação do mandato do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) por quebra de decoro parlamentar. O documento ainda precisa ser aprovado pelo colegiado antes de seguir para o plenário da Câmara.</p>
<p>A representação contra Braga foi apresentada pelo partido Novo, devido às agressões físicas cometidas pelo parlamentar contra um militante do Movimento Brasil Livre (MBL) nas dependências da Câmara. O relator ressaltou que os fatos foram registrados em vídeo e afirmou que a reação do deputado foi &#8220;desproporcional e injustificada&#8221;, afastando a tese de legítima defesa.</p>
<p><strong>Acusações e Defesa</strong></p>
<p>Braga alega ser alvo de perseguição política conduzida pelo ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em conjunto com Paulo Magalhães. Ambos negam as acusações. O relator argumentou que as condutas do deputado violaram o decoro parlamentar e afetaram a honra da instituição.</p>
<p>“As agressões físicas e verbais praticadas pelo representado, sobretudo as ofensas dirigidas ao presidente desta Casa [ex-presidente Lira], não só maculam a integridade física e moral dos envolvidos, mas também atingem a dignidade deste Parlamento”, afirmou Magalhães.</p>
<p>Glauber Braga, por sua vez, sustenta que a tentativa de cassação é uma retaliação por suas denúncias sobre supostas irregularidades no chamado &#8220;orçamento secreto&#8221;, mecanismo de destinação de verbas de emendas parlamentares sem transparência. O PSOL acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a prática.</p>
<p>“Eu não estou lutando contra o relatório do deputado Paulo Magalhães. Estou lutando contra a compra de apoio político viabilizada pelo orçamento secreto”, afirmou Braga.</p>
<p><strong>Processo e Possíveis Consequências</strong></p>
<p>Caso o Conselho de Ética aprove o parecer pela cassação, a decisão será remetida ao plenário da Câmara, onde será necessária maioria absoluta para confirmar a perda do mandato de Braga.</p>
<p>O deputado também criticou a postura de Magalhães ao lembrar que o relator se absteve na votação pela cassação de Chiquinho Brazão (RJ), preso sob a acusação de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco.</p>
<p><strong>Posição de Arthur Lira</strong></p>
<p>No início do processo, Arthur Lira repudiou as declarações de Glauber Braga e afirmou que a conduta do parlamentar justificava a abertura de ação disciplinar. “Merecem pronta repulsa episódios como esse, praticados por um parlamentar que já responde a outro processo no Conselho de Ética”, declarou Lira.</p>
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		<title>Ministro Flávio Dino impõe novas regras para aumentar a transparência das emendas parlamentares</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministro-flavio-dino-impoe-novas-regras-para-aumentar-a-transparencia-das-emendas-parlamentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 23:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
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		<category><![CDATA[Orçamento secreto]]></category>
		<category><![CDATA[Portal da Transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (23), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou novas medidas para aprimorar a transparência em relação às emendas parlamentares ao Orçamento da União. A decisão visa a tornar mais acessível e compreensível a informação sobre os recursos alocados por deputados e senadores. Conforme a determinação, a Controladoria-Geral da União (CGU) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (23), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou novas medidas para aprimorar a transparência em relação às emendas parlamentares ao Orçamento da União. A decisão visa a tornar mais acessível e compreensível a informação sobre os recursos alocados por deputados e senadores.</p>
<p>Conforme a determinação, a Controladoria-Geral da União (CGU) terá um prazo de 30 dias para elaborar um plano de reestruturação do Portal da Transparência. Esta plataforma, que atualmente centraliza os dados sobre os gastos do governo federal, passará por mudanças para garantir que informações referentes às emendas RP8 e RP9, popularmente conhecidas como &#8220;orçamento secreto&#8221;, sejam mais facilmente acessíveis.</p>
<p>Além disso, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos também terá 30 dias para desenvolver um plano de ação que assegure a transparência nas transferências fundo a fundo, que são os recursos repassados de fundos federais para estaduais e municipais.</p>
<p>O ministro Dino também ordenou que as organizações da sociedade civil que gerenciam recursos públicos utilizem a plataforma Transferegov, uma ferramenta dedicada à centralização das transferências da União.</p>
<p>Essa medida segue uma decisão anterior do STF, que declarou inconstitucionais as emendas do &#8220;orçamento secreto&#8221;. No início deste mês, Dino havia determinado que todas as emendas deveriam cumprir critérios de rastreabilidade, após constatar que o Congresso não estava implementando a transparência exigida pela Corte.</p>
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		<title>STF considera orçamento secreto inconstitucional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-considera-orcamento-secreto-inconstitucional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 20:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas]]></category>
		<category><![CDATA[emendas de relator]]></category>
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		<category><![CDATA[RP9]]></category>
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					<description><![CDATA[Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais as emendas de relator do Orçamento, as chamadas RP9, mais conhecidas por orçamento secreto. A corte finalizou hoje (19) o julgamento de ações dos partidos Cidadania, PSB, PSOL e PV, que entendem que as emendas RP9 são ilegais e não estão previstas na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais as emendas de relator do Orçamento, as chamadas RP9, mais conhecidas por orçamento secreto. A corte finalizou hoje (19) o julgamento de ações dos partidos Cidadania, PSB, PSOL e PV, que entendem que as emendas RP9 são ilegais e não estão previstas na Constituição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Até o último dia 15, quando o julgamento foi suspenso, o placar era de 5 votos a 4 contra o orçamento secreto. A presidente do STF e relatora das ações, ministra Rosa Weber, votou pela inconstitucionalidade das emendas RP9  e foi seguida pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Ela considerou que o modelo prejudica a distribuição de recursos, o direito dos parlamentares de participar do ajuste do Orçamento e a sociedade, por dificultar a obtenção de informações sobre a aplicação do dinheiro.</p>
<p>Já os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Nunes Marques votaram pela possibilidade da adoção das emendas, mas com a aplicação de formas proporcionais de distribuição e de fiscalização. E o ministro André Mendonça votou para manter as emendas de relator ao entender que a decisão política sobre o destino dos recursos orçamentários cabe ao Legislativo.</p>
<p>Após a suspensão do julgamento, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que muda as regras dos recursos distribuídos pelas emendas de relator para tornar esses repasses mais transparentes à sociedade.</p>
<p>Nesta segunda-feira (19), ao proferir seu voto, o ministro Ricardo Lewandowski disse que a medida apresentou avanços para “mitigar a enorme discricionariedade que o relator tem na distribuição dos recursos orçamentários”. Entretanto, para ele, as mudanças ainda não estão de acordo com os parâmetros constitucionais de transparência. Já o ministro Gilmar Mendes, último a votar, julgou as ações parcialmente procedentes e avaliou que, apesar da necessidade de se garantir mais transparência, não é possível simplesmente declarar inconstitucional a possibilidade de emendas de relator previrem despesas, restringindo-a a ajustes técnicos.</p>
<p>O apelido de orçamento secreto surgiu da ausência de identificação dos deputados e senadores que indicaram a aplicação de tais recursos. Assim, segundo críticos das RP9, as emendas são usadas pelo Executivo federal para cooptar deputados e senadores a votarem matérias de seu interesse em troca de alocações diretas para órgãos públicos. Os recursos previstos para 2023 estão em torno de R$ 19 bilhões.</p>
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		<title>Congresso Nacional aprova novas regras para orçamento secreto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/congresso-nacional-aprova-novas-regras-para-orcamento-secreto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2022 01:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Regras]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional aprovou, nesta sexta-feira (16), a proposta que trata da transparência nas emendas de relator-geral do Orçamento, as chamadas RP-9, mais conhecidas por orçamento secreto. A matéria segue para promulgação. A votação foi realizada de maneira remota, já que muitos parlamentares estavam fora de Brasília, participando de diplomações de políticos eleitos neste ano. Na [&#8230;]]]></description>
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<p>O Congresso Nacional aprovou, nesta <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />sexta-feira (16), a proposta que trata da transparência nas emendas de relator-geral do Orçamento, as chamadas RP-9, mais conhecidas por orçamento secreto. A matéria segue para promulgação.</p>
<p>A votação foi realizada de maneira remota, já que muitos parlamentares estavam fora de Brasília, participando de diplomações de políticos eleitos neste ano. Na Câmara dos Deputados, o texto-base foi aprovado por 328 votos favoráveis e 66 contrários; no Senado, foram 44 votos favoráveis e 20 contrários. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />Nenhum dos destaques que ainda poderiam modificar o texto foi aprovado.</p>
<p>O texto do relator, senador Marcelo Castro (MDB-PI), prevê novas regras de distribuição dos recursos das emendas de relator, critérios de proporcionalidade e impessoalidade. Os recursos previstos para 2023 estão em torno de R$ 19 bilhões.</p>
<p>Os recursos devem ser distribuídos segundo a proporção das bancadas (80%) e reserva de outros 20% para as Mesas de ambas as Casas, para o relator-geral e o presidente da Comissão Mista de Orçamento. As áreas de saúde e assistência social devem receber <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />ao menos <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />50% do valor das emendas de relator. As <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />indicações devem conter <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />o nome de um parlamentar, mesmo que os recursos sejam destinados para atender indicações de agentes públicos ou representantes da sociedade civil.</p>
<p>A proposta começou a ser discutida por mais de três horas, ontem (15), mas foi interrompida antes da apreciação do mérito. Inicialmente, a previsão era de que a matéria voltasse ao plenário do Congresso apenas na próxima semana.</p>
<p>A apreciação da matéria foi antecipada para <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /><span id="OBJ_PREFIX_DWT135_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />em virtude da suspensão da análise sobre a constitucionalidade do tema no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Com placar de 5 votos a 4 contra o modelo das emendas RP9, a sessão deve ser retomada na próxima <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /><span id="OBJ_PREFIX_DWT137_com_zimbra_date" role="link">segunda</span>-feira (19), última sessão antes do recesso na Corte. Faltam os votos os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A votação foi iniciada <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /><span id="OBJ_PREFIX_DWT139_com_zimbra_date" role="link">ontem</span> <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />(14) com o voto da relatora, ministra Rosa Weber. A presidente do Supremo considerou que o orçamento secreto é inconstitucional por prejudicar a distribuição de recursos, o direito de parlamentares de participarem do ajuste do Orçamento e a sociedade de obter informações sobre a aplicação do dinheiro.</p>
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		<title>Presidente do STF vota contra emendas de relator</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-do-stf-vota-contra-emendas-de-relator/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 23:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, votou hoje (14) pela inconstitucionalidade das emendas de relator ao Orçamento da União, elaborado pelo Congresso Nacional. As emendas são conhecidas como &#8220;orçamento secreto&#8221;.  Rosa Weber considerou que esse tipo de emenda é inconstitucional por prejudicar a distribuição de recursos, o direito de parlamentares de [&#8230;]]]></description>
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<p>A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, votou hoje (14) pela inconstitucionalidade das emendas de relator ao Orçamento da União, elaborado pelo Congresso Nacional. As emendas são conhecidas como &#8220;orçamento secreto&#8221;. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Rosa Weber considerou que esse tipo de emenda é inconstitucional por prejudicar a distribuição de recursos, o direito de parlamentares de participarem do ajuste do Orçamento e a sociedade de obter informações sobre a aplicação do dinheiro.</p>
<p>O julgamento começou na semana passada, quando foram ouvidas as sustentações orais das partes envolvidas. Na sessão desta quarta-feira, a ministra, que é relatora das ações julgadas, proferiu seu voto.</p>
<p>No entendimento da relatora, os parlamentares têm poder para tratar de questões relacionadas ao orçamento, mas as medidas não podem servir a &#8220;projetos de poder&#8221;.</p>
<p>&#8220;A utilização indevida das emendas parlamentares para satisfação de interesses eleitorais representa grave ameaça à consecução de objetivos fundamentais da República, consistente em promover o desenvolvimento nacional equilibrado e sustentável, reduzir as desigualdades sociais e regionais e erradicar a pobreza e marginalização&#8221;, disse a relatora.</p>
<p>A presidente destacou que as emendas de relator sempre existiram no Congresso, mas, a partir de 2019, os valores foram aumentados.</p>
<p>&#8220;No exercício financeiro de 2020, mais de R$ 36 bilhões foram destinados às emendas parlamentares em geral, dos quais R$ 20 bilhões foram consignados apenas a emendas do relator. Sozinho, o relator-geral obteve mais recursos do que todos os demais congressistas, bancadas estaduais e comissões juntos, além de uma quantia 157% superior a todas as emendas parlamentares do ano anterior somadas&#8221;, informou.</p>
<p>Rosa Weber também citou escândalos envolvendo emendas parlamentares, como os &#8220;anões do orçamento&#8221; e a &#8220;máfia das ambulâncias&#8221; para justificar que falhas na fiscalização das emendas podem levar a casos de corrupção e falta de recursos para áreas prioritárias.</p>
<p>&#8220;Os fatos subjacentes ao esquema do orçamento secreto revelam a progressiva tomada do orçamento público federal por congressistas que compõem a base do governo no Congresso, pondo o orçamento federal a serviço das prioridades eleitorais e dos interesses paroquiais dos parlamentares integrantes da coalizão presidencial&#8221;, concluiu.</p>
<p>Após o voto da relatora, o julgamento foi suspenso e será retomado amanhã (15). Mais dez ministros devem votar.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O julgamento é motivado por quatro ações protocoladas no ano passado pelos partidos Cidadania, PSB, PSOL e PV. De acordo com as legendas, a adoção desse tipo de emenda, identificada como RP9, é ilegal e não está prevista na Constituição.</p>
<p>Além disso, os partidos argumentam que as emendas só podem ser usadas como instrumento técnico pelo relator do Orçamento para ajustes no projeto da lei orçamentária.</p>
<p>No entanto, segundo as legendas, as emendas são usadas pelo Executivo federal para cooptar deputados e senadores a votarem matérias de seu interesse em troca de alocações diretas para órgãos públicos, sem a identificação dos deputados e senadores que indicaram a aplicação dos recursos.</p>
<h2>Resolução do Congresso</h2>
<p>No início da sessão, Rosa Weber decidiu manter o julgamento mesmo após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ter enviado um ofício ao STF para comunicar que está em tramitação no Congresso um projeto de resolução para dar mais transparência às emendas de relator.</p>
<p>A presidente elogiou a atitude do Congresso, mas disse que a tramitação não impede a continuação do julgamento.</p>
<p>Pacheco disse ao Supremo que a resolução acaba com a possibilidade de emendas por meio de usuários externos e estabelece outras alterações, como destinação de 50% das emendas para saúde e assistência social, critério de proporcionalidade de distribuição conforme as bancadas e adoção da não impositividade das emendas.</p>
</div>
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