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	<title>operação Tempus Veritatis &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>operação Tempus Veritatis &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ministro do STF liberta ex-assessor de Bolsonaro envolvido em trama golpista</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministro-do-stf-liberta-ex-assessor-de-bolsonaro-envolvido-em-trama-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 14:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Na quinta-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou a libertação do coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-assessor direto do ex-presidente Jair Bolsonaro e suspeito de participar de uma trama golpista. Ao conceder a liberdade a Câmara, Moraes estabeleceu medidas restritivas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento semanal em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na quinta-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou a libertação do coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-assessor direto do ex-presidente Jair Bolsonaro e suspeito de participar de uma trama golpista.</p>
<p>Ao conceder a liberdade a Câmara, Moraes estabeleceu medidas restritivas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento semanal em juízo e proibição de sair do Distrito Federal. Além disso, o coronel está proibido de se comunicar com outros investigados ou usar redes sociais. Ele também teve seu porte de armas cancelado e estava detido no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília.</p>
<p>Câmara foi preso durante a Operação Tempus Veritatis, realizada em 8 de fevereiro pela Polícia Federal, sob suspeita de envolvimento em atos preparatórios para um golpe de Estado, visando manter Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições de 2022. Sua defesa nega qualquer participação.</p>
<p>De acordo com um relatório da PF, Câmara teria monitorado o ministro Moraes como parte do suposto plano de golpe, além de trabalhar em estreita coordenação com Bolsonaro.</p>
<p>A decisão de Moraes de soltar o coronel seguiu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou o grupo criminoso investigado desarticulado e a liberdade de Câmara como não ameaçadora para as investigações em curso.</p>
<p>A Agência Brasil está tentando contato com a defesa de Câmara, que sempre negou envolvimento em qualquer conspiração golpista.</p>
<p>Na mesma semana, em uma investigação paralela sobre os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, Moraes determinou a libertação do coronel Jorge Eduardo Naime Barreto, o último membro da antiga cúpula da PMDF que estava detido. Barreto foi denunciado pela PGR por omissão durante os ataques que resultaram na invasão e depredação da sede dos Três Poderes.</p>
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		<title>Bolsonaro se hospeda na Embaixada da Hungria após perder passaporte</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bolsonaro-se-hospeda-na-embaixada-da-hungria-apos-perder-passaporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 22:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Embaixada da Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[New York Times]]></category>
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					<description><![CDATA[Após ter seu passaporte apreendido pela Polícia Federal, o ex-presidente Jair Bolsonaro permaneceu por dois dias na Embaixada da Hungria em Brasília, entre os dias 12 e 14 de fevereiro deste ano. A informação foi revelada pelo jornal The New York Times nesta segunda-feira (25). O periódico norte-americano sugere que Bolsonaro, atualmente alvo de investigações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após ter seu passaporte apreendido pela Polícia Federal, o ex-presidente Jair Bolsonaro permaneceu por dois dias na Embaixada da Hungria em Brasília, entre os dias 12 e 14 de fevereiro deste ano. A informação foi revelada pelo jornal The New York Times nesta segunda-feira (25).</p>
<p>O periódico norte-americano sugere que Bolsonaro, atualmente alvo de investigações criminais, poderia estar tentando escapar da justiça brasileira, uma vez que não pode ser detido em uma embaixada estrangeira que o tenha acolhido, estando assim legalmente fora do alcance das autoridades nacionais.</p>
<figure id="attachment_75484" aria-describedby="caption-attachment-75484" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-75484" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/25-Bolsonaro-passou-duas-noites-na-embaixada-da-Hungria-apos-operacao-e-apreensao-de-passaporte-diz-jornal.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C466&#038;ssl=1" alt="Bolsonaro Passou Duas Noites Na Embaixada Da Hungria Após Operação E Apreensão De Passaporte, Diz Jornal - Expresso Carioca" width="754" height="466" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/25-Bolsonaro-passou-duas-noites-na-embaixada-da-Hungria-apos-operacao-e-apreensao-de-passaporte-diz-jornal.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/25-Bolsonaro-passou-duas-noites-na-embaixada-da-Hungria-apos-operacao-e-apreensao-de-passaporte-diz-jornal.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/25-Bolsonaro-passou-duas-noites-na-embaixada-da-Hungria-apos-operacao-e-apreensao-de-passaporte-diz-jornal.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/25-Bolsonaro-passou-duas-noites-na-embaixada-da-Hungria-apos-operacao-e-apreensao-de-passaporte-diz-jornal.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C464&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-75484" class="wp-caption-text">Imagem: Reprodução/NYT</figcaption></figure>
<p><em>&#8220;A permanência na embaixada sugere que o ex-presidente estava tentando aproveitar sua amizade com um colega líder de extrema direita, o primeiro-ministro Viktor Orban, da Hungria, numa tentativa de fugir do sistema judicial brasileiro enquanto enfrenta investigações criminais em seu país&#8221;</em>, destaca o jornal.</p>
<p>O The New York Times teve acesso às imagens das câmeras de segurança da embaixada, que mostram Bolsonaro hospedado no local por dois dias, acompanhado por seguranças e funcionários da embaixada, incluindo o embaixador Miklós Halmai.</p>
<p>As imagens, aliadas a imagens de satélite, revelam que Bolsonaro chegou à embaixada na tarde do dia 12 de fevereiro e partiu na tarde do dia 14 de fevereiro. Durante sua estadia, a embaixada estava praticamente desocupada, com exceção de alguns diplomatas húngaros que estavam de férias devido ao feriado de carnaval.</p>
<p>No dia 14 de fevereiro, os diplomatas húngaros teriam instruído os funcionários brasileiros, que deveriam voltar ao trabalho no dia seguinte, a permanecerem em casa pelo restante da semana.</p>
<p>Em resposta, a defesa de Bolsonaro confirmou sua estada na embaixada da Hungria, alegando que foi para manter contatos com autoridades do país amigo. Os advogados do ex-presidente ressaltaram seu bom relacionamento com o primeiro-ministro húngaro e enfatizaram que Bolsonaro discutiu cenários políticos das duas nações durante sua hospedagem.</p>
<p>Por sua vez, a Embaixada da Hungria ainda não se pronunciou sobre a permanência de Bolsonaro em suas instalações.</p>
<p>O passaporte de Bolsonaro foi apreendido pela Polícia Federal durante a Operação Tempus Veritatis, realizada em 8 de fevereiro, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A operação foi desencadeada após o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, firmar acordo de colaboração premiada com investigadores da PF.</p>
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		<title>Bolsonaro insiste no afastamento de Moraes do inquérito sobre golpe</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bolsonaro-insiste-no-afastamento-de-moraes-do-inquerito-sobre-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 18:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um novo recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando o afastamento do ministro Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito que investiga uma suposta trama golpista durante seu mandato. Os advogados argumentam o impedimento de Moraes, destacando, entre outros pontos, seu possível interesse no caso. Na semana passada, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um novo recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando o afastamento do ministro Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito que investiga uma suposta trama golpista durante seu mandato.</p>
<p>Os advogados argumentam o impedimento de Moraes, destacando, entre outros pontos, seu possível interesse no caso. Na semana passada, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, negou um pedido semelhante da defesa.</p>
<p>Barroso justificou sua decisão afirmando que a defesa não conseguiu demonstrar claramente nenhuma das causas que justificariam o impedimento, conforme previsto em lei. Entretanto, em uma nova petição protocolada nesta segunda-feira (26), os sete advogados que representam Bolsonaro voltaram a insistir na mesma linha de argumentação.</p>
<p>Os advogados afirmam que, na decisão que autorizou a Operação Tempus Veritatis, que investiga a trama golpista, Moraes escreveu uma narrativa que o colocava como vítima central das supostas ações investigadas. Essa narrativa, segundo a defesa, evidencia o interesse pessoal do ministro no caso.</p>
<p>Baseando-se nas investigações da Polícia Federal, que apontam para a existência de um plano que envolvia até mesmo a prisão de Moraes, os advogados argumentam que o ministro não poderia atuar como relator por ter um interesse direto no caso. Agora, o recurso, um agravo regimental, será apreciado por Barroso, que pode reavaliar sua posição ou encaminhar a argumentação para o plenário.</p>
<p>De acordo com as investigações da Operação Tempus Veritatis, Bolsonaro e seus aliados, incluindo militares de alto escalão do governo, teriam planejado um golpe de Estado a ser executado após a derrota do ex-presidente na eleição de 2022.</p>
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		<title>Defesa de Bolsonaro solicita afastamento de Alexandre de Moraes da relatoria e pede a devolução de passaporte</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/defesa-de-bolsonaro-solicita-afastamento-de-alexandre-de-moraes-da-relatoria-e-pede-a-devolucao-de-passaporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 15:49:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado da relatoria das investigações que envolvem uma suposta organização criminosa. Alegam que Moraes não pode ser ao mesmo tempo interessado na causa e juiz do caso, uma vez que ele é mencionado nas investigações como alvo dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado da relatoria das investigações que envolvem uma suposta organização criminosa. Alegam que Moraes não pode ser ao mesmo tempo interessado na causa e juiz do caso, uma vez que ele é mencionado nas investigações como alvo dos supostos golpistas.</p>
<p>O pedido, protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF), também solicita a devolução do passaporte de Bolsonaro, apreendido no âmbito da Operação Tempus Veritatis, autorizada por Moraes. O ex-presidente está proibido de deixar o país ou de se comunicar com os demais investigados.</p>
<p>A defesa argumenta que Moraes determinou medidas cautelares contra pessoas que supostamente lhe causam receio pessoal, assumindo assim a condição de vítima e de julgador ao mesmo tempo. O pedido foi endereçado ao presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, e assinado por sete advogados, incluindo o criminalista Paulo Cunha Bueno e Fabio Wajngarten, ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência.</p>
<p>A Polícia Federal, em relatório encaminhado ao Supremo, informou ter colhido indícios de que Bolsonaro teria recebido e solicitado alterações em uma minuta de decreto para realizar um golpe de Estado, que incluía intervenção na Justiça Eleitoral e a prisão de Moraes.</p>
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		<item>
		<title>Defesa de Bolsonaro pede ao Supremo que passaporte seja devolvido</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/defesa-de-bolsonaro-pede-ao-supremo-que-passaporte-seja-devolvido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2024 16:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente Jair Bolsonaro, por meio de sua defesa, pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) devolva seu passaporte, que foi apreendido no âmbito da Operação Tempus Veritatis, que investiga a existência de uma organização criminosa que teria planejado um golpe de Estado no país.  Os advogados argumentam que a apreensão não preenche requisitos legais, por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ex-presidente Jair Bolsonaro, por meio de sua defesa, pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) devolva seu passaporte, que foi apreendido no âmbito da Operação Tempus Veritatis, que investiga a existência de uma organização criminosa que teria planejado um golpe de Estado no país. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os advogados argumentam que a apreensão não preenche requisitos legais, por não ter sido demonstrado, segundo a defesa, risco real de fuga, por exemplo. Eles pedem que a retenção do passaporte seja substituída pela obrigação de pedir autorização para deixar o país por mais de sete dias.</p>
<p>No pedido, a defesa sustenta que Bolsonaro “desde o início do processo tem cooperado de maneira irrestrita com as autoridades, comparecendo pontualmente a todos os chamados e colaborando ativamente para o esclarecimento dos fatos”.</p>
<p>A apreensão do passaporte foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, a pedido da Polícia Federal e com aval da Procuradoria-Geral da República. Essa foi a única medida cautelar tendo Bolsonaro como alvo. Os demais investigados, incluindo militares de alta patente, também tiveram os passaportes apreendidos, bem como foram proibidos de se comunicar entre si.</p>
<p>A defesa do ex-presidente sustenta ainda que a retenção do passaporte viola o direito à locomoção e teria adquirido caráter de antecipação de pena. Para os advogados, Bolsonaro “está sendo tratado como culpado, não só por este Juízo como também pelos veículos de comunicação”.</p>
<p>Na petição, os advogados acrescentam que durante todo o ano de 2023 Bolsonaro precisou se ausentar do país apenas uma vez, para comparecer à posse do presidente argentino Javier Milei, e que avisou sobre a viagem ao Supremo com antecedência.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Exército afirma que respeitará decisões legais em relação à Operação Tempus Veritatis da PF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/exercito-afirma-que-respeitara-decisoes-legais-em-relacao-a-operacao-tempus-veritatis-da-pf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Feb 2024 18:22:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exercito]]></category>
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					<description><![CDATA[Exército emitiu um comunicado garantindo que as medidas relacionadas aos alvos da Operação Tempus Veritatis, conduzida pela Polícia Federal (PF), serão estritamente baseadas nas decisões judiciais. A operação, que investiga uma possível organização criminosa envolvida na tentativa de golpe de Estado e desrespeito ao Estado Democrático de Direito, tem entre seus alvos diversos militares que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Exército emitiu um comunicado garantindo que as medidas relacionadas aos alvos da Operação Tempus Veritatis, conduzida pela Polícia Federal (PF), serão estritamente baseadas nas decisões judiciais.</p>
<p>A operação, que investiga uma possível organização criminosa envolvida na tentativa de golpe de Estado e desrespeito ao Estado Democrático de Direito, tem entre seus alvos diversos militares que ocuparam cargos no governo de Jair Bolsonaro.</p>
<p>Por meio de nota divulgada pelo Centro de Comunicação Social do Exército, enfatizou-se que as investigações estão sob a condução de um inquérito designado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e conduzido pela PF.</p>
<p>O Exército reiterou seu compromisso com a legalidade e a harmonia entre os diferentes órgãos da República, enfatizando sua colaboração com as autoridades policiais nas investigações em curso. Além disso, ressaltou que quaisquer medidas a serem adotadas serão realizadas em estrita conformidade com as determinações judiciais relacionadas ao caso.</p>
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		<title>Em vídeo, Bolsonaro orienta ministros a questionar urnas e Judiciário</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/em-video-bolsonaro-orienta-ministros-a-questionar-urnas-e-judiciario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 19:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou público, nesta sexta-feira (9), um vídeo de uma hora e trinta minutos de duração de uma reunião na qual o ex-presidente Jair Bolsonaro orienta sua equipe ministerial a disseminar informações que coloquem em dúvida a segurança das urnas eletrônicas e a credibilidade do Poder Judiciário. Bolsonaro diz que “providências” deveriam ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou público, nesta sexta-feira (9), um vídeo de uma hora e trinta minutos de duração de uma reunião na qual o ex-presidente Jair Bolsonaro orienta sua equipe ministerial a disseminar informações que coloquem em dúvida a segurança das urnas eletrônicas e a credibilidade do Poder Judiciário.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Bolsonaro diz que “providências” deveriam ser tomadas para mantê-lo no poder. Ao longo do vídeo, o ex-presidente cita uma série de argumentos que deveriam ser reproduzidos por seus ministros.</p>
<p>O vídeo, gravado em 5 de julho de 2022, é uma das provas apresentadas pelo STF no âmbito da Operação <em>Tempus Veritatis</em>, deflagrada na quinta-feira (8) pela Polícia Federal para investigar uma suposta organização criminosa cuja atuação teria resultado na tentativa malsucedida de golpe de Estado no 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Demonstrando preocupação com uma possível vitória do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro cobra de seus ministros, que adotem discursos de tom crítico a instituições como STF e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele diz ainda que buscaria apoio junto a embaixadores.</p>
<p>“Vamos esperar chegar 2023, 2024 para se f&#8230;? [e depois se perguntar] ‘por que eu não tomei uma providência lá atrás?’”, questionou Bolsonaro em um trecho do vídeo, para, na sequência, ordenar, aos ministros, que adotem sempre o mesmo discurso do presidente.</p>
<h2>“Falem o que vou falar”</h2>
<p>Segundo Bolsonaro, a “providência” a ser tomada não envolveria uso de força. Dirigindo-se ao ex-ministro da Defesa general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, Bolsonaro acrescenta: “Não é dar tiro. ‘Ah, Paulo Sérgio, vamos botar as tropas nas ruas, tocar fogo e metralhar’. Não é isso. Daqui para frente, quero que todo ministro fale o que vou falar aqui. E se o ministro não quiser falar, vai ter que falar para mim por que ele não quer falar&#8230; Agora, se não tiver argumentos para me demover do que eu vou mostrar, não vou querer papo com este ministro. Está no lugar errado”.</p>
<p>“Nós sabemos que, se a gente reagir depois das eleições, vai ter um caos no Brasil. Vai virar uma grande guerrilha, uma fogueira, o Brasil. Agora, alguém tem dúvida de que a esquerda, como está indo, vai ganhar as eleições? Não adianta eu ter 80% dos votos. Eles vão ganhar as eleições”, diz o ex-presidente.</p>
<p>Mais adiante no vídeo, Bolsonaro diz saber que não ganhará “guerra de papel e caneta”, e cobra mais contundência nos discursos dos ministros, e diz que fará o mesmo junto a embaixadores.</p>
<h2>Embaixadores</h2>
<p>“A gente tem de ser mais contundente, como vou começar a ser com os embaixadores. Porque, se aparece o Lula com 51% no dia 2 de outubro, acabou. A gente deve reagir ou vai ser um caos. Vai pegar fogo no Brasil”, disse.</p>
<p>Em outro momento do vídeo, Bolsonaro informou sobre uma reunião que teria com “metade dos embaixadores”, e que, na semana seguinte falaria com “a outra metade”, bem como autoridades do Judiciário, para mostrar o que, segundo ele, “estaria acontecendo”.</p>
<p>Bolsonaro então levanta suspeitas sobre a atuação dos ministros do STF Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. “Os caras estão preparando tudo para o Lula ganhar no primeiro turno, na fraude”.</p>
<p>“Alguém tem dúvida do que vai acontecer no dia 2 de outubro? Qual resultado que vai estar às 22h na televisão? Alguém tem dúvida disso? Aí a gente vai ter que entrar com um recurso no Supremo Tribunal Federal. Vai pra p…. Ninguém quer virar a mesa, ninguém quer dar o golpe. Ninguém quer botar a tropa na rua, fechar isso, fechar aquilo. Mas nós estamos vendo o que está acontecendo. Vamos esperar o quê?”, acrescentou.</p>
<h2>Mais críticas</h2>
<p>As críticas ao STF continuam. “O nosso Supremo aqui é um poder à parte. É um super-supremo. Ele decide tudo. Muitas vezes fora das quatro linhas. Não dá para gente ganhar o jogo com o pessoal atirando tijolo da arquibancada em cima dos jogadores nossos, com juízes que a toda hora dão impedimento. É difícil a gente ganhar o jogo assim”.</p>
<p>Na decisão apresentada pelo STF, o ministro Alexandre de Moraes diz que a investigação da PF concluiu que a “organização criminosa” atuava em cinco eixos, e que um deles seria dedicado a atacar “as instituições (STF, TSE), o sistema eletrônico de votação e a higidez do processo eleitoral”.</p>
<p>“Na presente representação, a Polícia Federal enumera os núcleos de atuação do grupo criminoso, existentes e atuantes para operacionalizar medidas para desacreditar o processo eleitoral; planejar e executar o golpe de Estado e abolir o Estado Democrático de Direito, com a finalidade de manutenção e permanência de seu grupo no poder”, afirmou o ministro.</p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe title="Vídeo da reunião entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus ministros, realizada em 05/07/2022" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GyHSGwWZnq0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Bolsonaro e militares são alvos da Operação Tempus Veritatis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bolsonaro-e-militares-sao-alvos-da-operacao-tempus-veritatis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 14:52:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[operação Tempus Veritatis]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Operação Tempus Veritatis tem, como alvo, diversos militares que integraram o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Diante da notícia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (8), esperar que o rigor da lei seja aplicado contra aqueles que atacaram a democracia, ao financiar os acampamentos que culminaram na tentativa de golpe [&#8230;]]]></description>
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<p>A Operação Tempus Veritatis tem, como alvo, diversos militares que integraram o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Diante da notícia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (8), esperar que o rigor da lei seja aplicado contra aqueles que atacaram a democracia, ao financiar os acampamentos que culminaram na tentativa de golpe do dia 8 de janeiro de 2022.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os investigados estão o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, o ex-ministro da Casa Civil general Walter Souza Braga Netto e o ex-ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.</p>
<p>“É muito difícil um presidente da República comentar sobre uma operação da Polícia Federal que ocorre em segredo de Justiça. Espero que não ocorra nenhum excesso e seja aplicado o rigor da lei. Sabemos dos ataques à democracia. Precisamos saber quem financiou os acampamentos. Vamos esperar as investigações”, <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1755553407027257395" target="_blank" rel="noopener">afirmou Lula</a>.</p>
<p>A declaração foi um recorte de trecho da entrevista concedida por Lula à Rádio Itatiaia. O comentário se referia à operação que cumpre 33 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva, além de 48 medidas cautelares que incluem a proibição de manter contato com outros investigados, a proibição de se ausentar do país, com entrega dos passaportes no prazo de 24 horas e a suspensão do exercício de funções públicas .</p>
<p>As medidas judiciais foram expedidas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Entre elas está a de apreender o passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>A operação é deflagrada após o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, ter fechado acordo de colaboração premiada com investigadores da PF. O acordo foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e já recebeu a homologação do STF.</p>
<p>Também por meio de redes sociais, o advogado de Bolsonaro, Fábio Wajngarten disse que “em cumprimento às decisões de hoje, o presidente Jair Bolsonaro entregará o passaporte às autoridades competentes. Já determinou que seu auxiliar direto, que foi alvo da mesma decisão e que se encontrava em Mambucaba, retorne para sua casa em Brasília, atendendo a ordem de não manter contato com os demais investigados”, <a href="https://twitter.com/fabiowoficial/status/1755562400143610190" target="_blank" rel="noopener">postou Wajngarten</a>.</p>
<p><strong>Segundo a investigação, entre os alvos da operação estão:</strong></p>
<p>&#8211; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno Ribeiro Pereira;</p>
<p>&#8211; ex-ministro da Casa Civil e da Defesa general Walter Souza Braga Netto;</p>
<p>&#8211; ex-ministro da Defesa general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira;</p>
<p>&#8211; major da reserva Ângelo Martins Denicoli;</p>
<p>&#8211; coronel reformado do Exército Aílton Gonçalves Moraes Barros;</p>
<p>&#8211; coronel Guilherme Marques Almeida;</p>
<p>&#8211; tenente-coronel Hélio Ferreira Lima;</p>
<p>&#8211; tenente-coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros</p>
<p>&#8211; ex-comandante-geral da Marinha almirante Almir Garnier Santos;</p>
<p>&#8211; general Mário Fernandes;</p>
<p>&#8211; ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército general Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira;</p>
<p>&#8211; general de Brigada reformado Laércio Vergílio;</p>
<p>&#8211; Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho;</p>
<p>&#8211; ex-ministro da Justiça, Anderson Torres;</p>
<p>&#8211; presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.</p>
<p><strong>Há mandados de prisão contra:</strong></p>
<p>&#8211; o ex-assessor especial de Bolsonaro Felipe Martins</p>
<p>&#8211; coronel Bernardo Romão Correa Neto</p>
<p>&#8211; coronel da reserva Marcelo Costa Câmara</p>
<p>&#8211; major Rafael Martins de Oliveira.</p>
<p>As medidas judiciais estão sendo cumpridas nos seguintes estados: Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. O Exército Brasileiro acompanha o cumprimento de alguns mandados.</p>
<p><em>*Colaborou Felipe Pontes</em></p>
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