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	<title>Operação Militar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Operação Militar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Embaixada brasileira em Kiev faz alerta após bombardeios russos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/embaixada-brasileira-em-kiev-faz-alerta-apos-bombardeios-russos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 15:31:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A embaixada brasileira em Kiev, na Ucrânia, divulgou hoje (10) uma nota na qual recomenda aos brasileiros que se encontram naquele país, que permaneçam “em local protegido enquanto durarem os alertas de ameaça aérea”. A nota foi motivada pelo aumento dos bombardeios em diversas cidades ucranianas nesta manhã, bem como a possibilidade de novos ataques. [&#8230;]]]></description>
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<p>A embaixada brasileira em Kiev, na Ucrânia, divulgou hoje (10) uma nota na qual recomenda aos brasileiros que se encontram naquele país, que permaneçam “em local protegido enquanto durarem os alertas de ameaça aérea”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A nota foi motivada pelo aumento dos bombardeios em diversas cidades ucranianas nesta manhã, bem como a possibilidade de novos ataques.</p>
<p>Os desentendimentos entre autoridades russas e ucranianas têm se intensificado após a explosão, no dia 8, de uma ponte rodoviária e ferroviária que liga Rússia e Crimeia, território que foi anexado pelos russos em 2014. Desde então, a península é usada como base para a frota que opera no Mar Negro, e como rota de abastecimento das forças militares russas que atuam no sul da Ucrânia.</p>
<p>“A Embaixada do Brasil em Kiev recomenda fortemente aos brasileiros na Ucrânia a seguir as orientações das autoridades locais e a permanecer em local protegido enquanto durarem os alertas de ameaça aérea. Deslocamentos só devem ser iniciados após o fim do alerta, quando houver condições de segurança”, diz comunicado.</p>
<p>O corpo diplomático brasileiro sugere a seus cidadãos em situação de emergência na Ucrânia que entrem em contato pelo telefone de plantão +380 50 384 5484. “A embaixada reitera sua recomendação de que sejam evitadas todas as viagens à Ucrânia, bem como a permanência no país”, complementou.</p>
<p>Em setembro, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse, em discurso transmitido pelas televisões de seu país, que caso a integridade territorial russa fosse ameaçada usaria “todos os meios disponíveis para proteger” seu povo.</p>
<p>“Isso não é um blefe”, acrescentou. Na sequência, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, anunciou a convocação de mais 300 mil reservistas russos.</p>
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		<title>Rússia amplia sanções contra EUA para incluir esposa e filha de Biden</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/russia-amplia-sancoes-contra-eua-para-incluir-esposa-e-filha-de-biden/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 14:41:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Rússia ampliou nesta terça-feira (28) sua lista de norte-americanos atingidos por sanções, para incluir nela a esposa e a filha do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assim como outras figuras proeminentes do país. O passo foi dado &#8220;como resposta às crescentes sanções dos EUA contra figuras políticas públicas russas&#8221;, disse o Ministério das [&#8230;]]]></description>
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<p>A Rússia ampliou nesta terça-feira (28) sua lista de norte-americanos atingidos por sanções, para incluir nela a esposa e a filha do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assim como outras figuras proeminentes do país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O passo foi dado &#8220;como resposta às crescentes sanções dos EUA contra figuras políticas públicas russas&#8221;, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia em comunicado.</p>
<h2>Otan</h2>
<p>Para o Kremlin, a aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) é um &#8220;bloco agressivo&#8221; que foi criado para o confronto.</p>
<p>A aliança militar anunciou nessa segunda-feira um acúmulo maciço de tropas em toda a Europa, destinado a reforçar suas defesas.</p>
<p>Em conversa telefônica com repórteres, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a campanha da Rússia na Ucrânia, que Moscou chama de &#8220;operação militar especial&#8221;, vai alcançar seus objetivos.</p>
</div>
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		<title>Reino Unido ignora ameaças de Putin e fornece mísseis a Kiev</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reino-unido-ignora-ameacas-de-putin-e-fornece-misseis-a-kiev/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 15:07:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Reino Unido vai fornecer à Ucrânia, pela primeira vez desde o início da ofensiva russa nesse país, mísseis de longo alcance. A decisão, anunciada pelo Ministério britânico da Defesa, chega pouco depois de Moscou ter ameaçado Kiev com mais ataques, caso o Ocidente continuasse a fornecer armas aos ucranianos. “Conforme as táticas da Rússia mudam, [&#8230;]]]></description>
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<p>O Reino Unido vai fornecer à Ucrânia, pela primeira vez desde o início da ofensiva russa nesse país, mísseis de longo alcance. A decisão, anunciada pelo Ministério britânico da Defesa, chega pouco depois de Moscou ter ameaçado Kiev com mais ataques, caso o Ocidente continuasse a fornecer armas aos ucranianos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Conforme as táticas da Rússia mudam, também o nosso apoio à Ucrânia deve mudar”, disse o secretário da Defesa, Ben Wallace, ao comunicar a decisão do governo de Boris Johnson.</p>
<p>Para o Executivo britânico, trata-se de fornecer “armas vitais de que os soldados precisam para defender o seu país de uma invasão não provocada”.</p>
<p>“Esses sistemas de lançamento múltiplo de foguetes, altamente capazes, permitirão que os nossos amigos ucranianos se protejam melhor contra o uso brutal de artilharia de longo alcance que as forças de Putin usaram indiscriminadamente para devastar cidades”, explicou Wallace.O Reino Unido e os Estados Unidos estão entre as nações que mais armas têm fornecido à Ucrânia desde 24 de fevereiro.</p>
<p>O governo britânico não confirmou ainda quantos sistemas M270 de lançamento de mísseis irá fornecer, mas a BBC avança que serão três inicialmente. Os militares ucranianos serão treinados nas próximas semanas sobre a utilização dos novos sistemas.</p>
<p>O novo passo do Reino Unido nesta guerra foi dado em coordenação com os Estados Unidos, que anunciaram na semana passada o fornecimento de um sistema de mísseis a Kiev. A decisão norte-americana foi recebida por Moscou com frustração e com ameaças de retaliação.</p>
<p>O presidente russo, Vladimir Putin, prometeu nesse domingo ataques a novos alvos ucranianos caso os países ocidentais enviem armas de longo alcance à Ucrânia. A ameaça foi aparentemente ignorada pelo Reino Unido. “Vamos usar as nossas armas”, ameaça Putin.</p>
<p>O sistema de lançamento múltiplo de mísseis do Reino Unido, agora cedido à Ucrânia, consegue disparar 12 mísseis terra-terra em apenas um minuto, tendo a capacidade de atingir alvos numa distância máxima de 80 quilômetros.</p>
<p>Este sistema, o M270, assemelha-se ao que Washington ofereceu a Kiev – o M142 Mobility Artillery Rocket System (Himars). Tanto o Reino Unido quanto os Estados Unidos forneceram o armamento de longo alcance sob a condição de que a Ucrânia não o utilizará para atingir território russo.</p>
<p>A garantia ucraniana não tranquilizou, porém, o presidente russo. “Na minha opinião, todo este alarido sobre o fornecimento de novas armas tem apenas um objetivo: arrastar o conflito armado tanto quanto possível”.</p>
<p>“Se [os sistemas de mísseis] forem fornecidos, vamos tirar as conclusões necessárias e usar as nossas armas, que são mais do que suficientes, para atingir os alvos que ainda não atingimos até o momento”, alertou o líder.</p>
<p>No mesmo dia, várias explosões abalaram a capital ucraniana. Foram os primeiros ataques a Kiev em várias semanas, enquanto os combates mais intensos se faziam sentir na região leste do Donbass.</p>
<h2>Londres fornece especialistas</h2>
<p>Hoje, o secretário britânico da Justiça anunciou que uma equipe especializada de advogados e policiais vai prestar assistência ao procurador que, neste momento, investiga alegados crimes de guerra cometidos pela Rússia na Ucrânia.</p>
<p>A equipa inclui um agente da Polícia Metropolitana, destacado no Tribunal Penal Internacional com sede em Haia, nos Países Baixos.</p>
<p>Pertencem também à equipe sete advogados com experiência em direito penal internacional.</p>
<p>O Tribunal Penal Internacional iniciou uma investigação que pode visar altos funcionários russos considerados responsáveis por crimes de guerra, crimes contra a humanidade ou genocídio.</p>
<p><em><strong>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</strong></em></p>
<p><em><strong>Por: <a href="https://www.rtp.pt/" target="_blank" rel="noopener">RTP</a></strong></em></p>
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		<title>Guerra na Ucrânia completa 100 dias com 14 milhões de deslocados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/guerra-na-ucrania-completa-100-dias-com-14-milhoes-de-deslocados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 14:56:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há precisamente 100 dias, em 24 de fevereiro, tropas russas invadiram a Ucrânia. Mais de 14 milhões de pessoas estão deslocadas. Para a Organização das Nações Unidas (ONU), é a maior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. A ONU confirmou a morte de mais de 4 mil civis na guerra, mas admite que esse número [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Há precisamente 100 dias, em 24 de fevereiro, tropas russas invadiram a Ucrânia. Mais de 14 milhões de pessoas estão deslocadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para a Organização das Nações Unidas (ONU), é a maior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>A ONU confirmou a morte de mais de 4 mil civis na guerra, mas admite que esse número está muito aquém da realidade.</p>
<h2>Lugansk</h2>
<p>Ao completar 100 dias de conflitos, a Rússia começa a alcançar as primeiras grandes vitórias contra o Exército ucraniano em Donbass. O relatório diário dos serviços britânicos de informação militar mostra que as tropas russas “controlam 90% de Lugansk”, no Leste da Ucrânia, e que deverão conseguir o controle total da região “nas duas próximas semanas”.</p>
<p>A guerra na Ucrânia atinge nesta sexta-feira (3) a marca dos 100 dias. O período é marcado pela pior crise de refugiados e deslocados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, com milhões de pessoas em fuga e milhares de mortos.</p>
<p>Após meses com a acumulação de tropas nas fronteiras do país vizinho e de vários desmentidos de que uma invasão estava sendo planejada, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou, em 24 de fevereiro, o lançamento de uma &#8220;operação militar especial&#8221; para &#8220;a desmilitarização e a desnazificação&#8221; da Ucrânia.</p>
<p>Desde então, a ofensiva militar russa na Ucrânia deixou um rastro de destruição no território ucraniano e causou a fuga de mais de 14 milhões de pessoas de suas casas – mais de 8 milhões de deslocados internos e mais de 6,8 milhões para países vizinhos -, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que classifica a crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).</p>
<p>A ONU confirmou a morte de mais de 4 mil civis na guerra desde 24 de fevereiro, mas a organização admite que esses números estão muito aquém da realidade. Também segundo organização, cerca de 15 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.</p>
<p>A invasão russa foi condenada pela comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento à Ucrânia e a imposição à Rússia de sanções que atingem praticamente todos os setores.</p>
<p>Nos últimos 100 dias, a ofensiva militar de Moscou em solo ucraniano teve igualmente sérias e históricas repercussões na segurança europeia. Em maio passado, a Finlândia e a Suécia formalizaram o pedido de adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), confirmando o fim de uma neutralidade militar histórica naquela que é considerada a maior alteração da arquitetura de segurança europeia em décadas.</p>
<p>Nesta semana, a Dinamarca realizou referendo, em que dois terços dos eleitores votaram a favor de o país aderir à política de defesa comum europeia, algo que a diplomacia de Copenhague admite ocorrer em julho.</p>
<p>Na última quinta-feira, em intervenção por vídeo no Parlamento do Luxemburgo, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, admitiu que a Rússia controla cerca de 20% do território da Ucrânia.</p>
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		<title>Guerra: Rússia intensifica ataque no Leste da Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/guerra-russia-intensifica-ataque-no-leste-da-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 14:30:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Rússia intensificou os ataques ao Leste e Sul da Ucrânia, informou Kiev nesta quinta-feira (28). O presidente russo, Vladimir Putin, ameaçou retaliação rápida contra quaisquer países ocidentais que se envolverem em nome da Ucrânia. Mais de dois meses depois da invasão que destruiu cidades, mas não conseguiu capturar a capital Kiev, a Rússia montou esforço para tomar duas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Rússia intensificou os ataques ao Leste e Sul da Ucrânia, informou Kiev nesta quinta-feira (28). O presidente russo, Vladimir Putin, ameaçou retaliação rápida contra quaisquer países ocidentais que se envolverem em nome da Ucrânia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Mais de dois meses depois da invasão que destruiu cidades, mas não conseguiu capturar a capital Kiev, a Rússia montou esforço para tomar duas províncias do Leste, em batalha que o Ocidente vê como ponto de virada decisivo na guerra.</p>
<p>&#8220;O inimigo está aumentando o ritmo da operação ofensiva. Os ocupantes russos estão exercendo fogo intenso em quase todas as direções&#8221;, disse o comando militar da Ucrânia sobre a situação no <em>front</em> no Leste.</p>
<p>O comando afirmou que o principal ataque da Rússia foi perto das cidades de Slobozhanske e Donets, ao longo de uma rodovia estratégica, na linha de frente que liga a segunda maior cidade da Ucrânia, Kharkiv, à Izyum, ocupada pelos russos. O governador regional de Kharkiv disse que as forças russas estão intensificando os ataques a partir de Izyum, mas as tropas ucranianas se mantêm firmes.</p>
<p>Embora as forças russas tenham sido expulsas do Norte da Ucrânia no mês passado, elas estão fortemente entrincheiradas no Leste e ainda mantêm uma faixa do Sul que tomaram em março.</p>
<p>A Ucrânia informou que houve fortes explosões durante a noite na cidade de Kherson, no Sul, a única capital regional que a Rússia capturou desde a invasão. Tropas russas usaram gás lacrimogêneo e granadas de efeito moral na quarta-feira, para reprimir manifestações pró-ucranianas. Agora estão bombardeando toda a região ao redor e atacando Mykolaiv e Kryvyi Rih, cidade natal do presidente Volodymyr Zelenskiy.</p>
<p>Kiev acusa Moscou de planejar falso referendo de independência no Sul ocupado. Segundo a mídia estatal russa, autoridade de uma autodenominada &#8220;comissão militar-civil&#8221; pró-Rússia em Kherson disse que a área começaria a usar o rublo, moeda da Rússia, a partir de 1º de maio.</p>
<p>Os países ocidentais aumentaram as entregas de armas para a Ucrânia nos últimos dias, à medida que os combates no Leste se intensificaram. Representantes de mais de 40 países se reuniram esta semana, em uma base aérea dos Estados Unidos na Alemanha, e se comprometeram a enviar armas pesadas, como artilharia, para o que se espera ser uma vasta batalha de exércitos inimigos ao longo de uma linha de frente fortificada.</p>
<p>Washington agora espera que as forças ucranianas possam não apenas repelir o ataque da Rússia no Leste, mas enfraquecer suas Forças Armadas, para que não possam mais ameaçar os vizinhos. A Rússia afirma que isso equivale a uma &#8220;guerra por procuração&#8221; da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) contra ela.</p>
<p>&#8220;Se alguém pretende intervir de fora nos eventos em andamento e criar ameaças estratégicas para a Rússia, que são inaceitáveis, devem saber que nossos ataques de retaliação serão rápidos como um raio&#8221;, disse Putin a parlamentares em São Petersburgo.</p>
<p>&#8220;Temos todas as ferramentas para isso, coisas que ninguém mais pode se gabar de ter agora. E não vamos nos gabar, vamos usá-las se necessário. E quero que todos saibam disso&#8221;, acrescentou.</p>
</div>
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		<title>Polônia desvaloriza corte de gás russo e quer importar dos EUA e Golfo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/polonia-desvaloriza-corte-de-gas-russo-e-quer-importar-dos-eua-e-golfo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 14:34:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polônia garante que conseguirá &#8220;lidar&#8221; com a ausência de gás russo e considera importar dos Estados Unidos e países do Golfo, depois de a gigante da energia Gazprom ter suspendido todas as exportações para territórios polaco e búlgaro. A alegação é a recusa de Varsóvia e Sófia de pagarem em rublos, conforme Moscou exige. A União Europeia (UE) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Polônia garante que conseguirá &#8220;lidar&#8221; com a ausência de gás russo e considera importar dos Estados Unidos e países do Golfo, depois de a gigante da energia Gazprom ter suspendido todas as exportações para territórios polaco e búlgaro. A alegação é a recusa de Varsóvia e Sófia de pagarem em rublos, conforme Moscou exige. A União Europeia (UE) prometeu, entretanto, responder à &#8220;injustificável e inaceitável&#8221; decisão russa. A Bulgária fala em &#8220;chantagem&#8221;.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Estou certo de que vamos encontrar formas de lidar com isso”, afirmou à BBC o vice-ministro polaco dos Negócios Estrangeiros, Marcin Przdacz, acrescentando que Varsóvia já planejava deixar de importar gás russo até o fim do ano, quando seu contrato com a empresa Gazprom expira.</p>
<p>“A Polônia tomou algumas decisões há vários anos a fim de estar preparada para uma situação como essa”, disse Przdacz. “Agora, há opções para importar gás de outros parceiros”, incluindo os Estados Unidos e nações do Golfo&#8221;.</p>
<p>A partir de 1º de maio, nova ligação a um gasoduto na Lituânia dará a Varsóvia acesso ao gás desse país. Para outubro, está prevista a inauguração do gasoduto “Baltic Pipe”, que virá desde a Noruega e poderá substituir a maioria do gás que antes chegava da Rússia.</p>
<p>Segundo Przdacz, o anúncio de Moscou só veio provar que a Rússia “não é um parceiro confiável em nenhuma área de negócio” e, por isso, as demais nações europeias deveriam interromper suas importações de energia.</p>
<p>Varsóvia destaca que suas reservas de energia estão asseguradas. A ministra do Ambiente, Anna Moskwa, disse que não existe ainda a necessidade de retirar gás das reservas do país e garantiu que o abastecimento aos consumidores não será cortado.</p>
<p>A empresa estatal polaca de gás (PGNiG) &#8211; que só no primeiro trimestre do ano comprou 53% de gás da Rússia &#8211; confirmou a suspensão do fornecimento russo. O mesmo ocorreu com a Bulgária, onde 90% do abastecimento vinham até agora da russa Gazprom.</p>
<p>O primeiro-ministro búlgaro considerou, nesta quarta-feira, que o corte russo é “grave violação do contrato atual e o equivalente a chantagem”. Segundo Kiril Petkov, a Bulgária está, neste momento, revendo todos os seus contratos com a Gazprom, uma vez que “esta chantagem unilateral é inaceitável”.</p>
<h2>Ameaça</h2>
<p>O líder parlamentar da Rússia disse que a gigante do gás Gazprom tomou a decisão certa ao suspender totalmente o fornecimento de gás à Polônia e Bulgária. Ele defendeu que Moscou faça o mesmo com outros países &#8220;hostis&#8221;.</p>
<p>&#8220;O mesmo deve ser feito em relação a outros países que são hostis à Rússia&#8221;, escreveu Vyacheslav Volodin, presidente da Duma (câmara baixa do Parlamento russo) na rede social Telegram.</p>
<p>A Polônia, por sua vez, afirmou que está pronta para ajudar a Alemanha a importar gás de outros países. Berlim anunciou a intenção de encontrar alternativas ao fornecimento russo.</p>
<p>“Estamos prontos para expressar nossa solidariedade à Alemanha e apoiá-la na total interrupção do petróleo russo”, declarou a ministra polaca do Ambiente, Anna Moskwa, à rádio estatal Polskie.</p>
<h2>União Europeia</h2>
<p>A União Europeia (UE) considera  “injustificável e inaceitável” a decisão da empresa Gazprom de interromper o abastecimento a alguns clientes europeus. A presidente do bloco, Ursula von der Leyen, adiantou que Bruxelas prepara resposta coordenada para conter a escalada de ações de Moscou.</p>
<p>&#8220;O anúncio pela Gazprom de suspensãso unilateral da entrega de gás a clientes na Europa é mais uma tentativa da Rússia de utilizar o produto como instrumento de chantagem. Isto é injustificado e inaceitável e mostra, mais uma vez, a falta de confiabilidade da Rússia como fornecedor de gás, [mas] estamos preparados para este cenário&#8221;, reagiu a presidente da Comissão Europeia.</p>
<p>Em declaração divulgada hoje, ela assegurou que está em &#8220;estreito contato com todos os Estados-membros&#8221;.</p>
<p>&#8220;Temos trabalhado para assegurar entregas alternativas e os melhores níveis de armazenamento possíveis em toda a UE. Os Estados-membros estabeleceram planos de contingência para esse cenário e trabalhamos com eles em coordenação e solidariedade&#8221;.</p>
<p>De acordo com a líder do Executivo comunitário, &#8220;uma reunião do grupo de coordenação do gás será realizada nesta quarta-feira. &#8220;Estamos definindo nossa resposta coordenada. Continuaremos também a trabalhar com parceiros internacionais para assegurar fluxos alternativos e com os líderes mundiais para garantir a segurança do aprovisionamento energético na Europa&#8221;, adiantou.</p>
<p>Neste momento, o armazenamento de todo o gás europeu está em 32%. Os Estados-membros negociam regras de emergência que  permitam aumentar esse índice para 80% até novembro deste ano, assegurando o armazenamento para o próximo inverno, quando o consumo de gás é maior.</p>
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		<title>Organização do Tratado do Atlântico Norte desmente recuo anunciado de tropas russas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/organizacao-do-tratado-do-atlantico-norte-desmente-recuo-anunciado-de-tropas-russas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 14:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, disse que é falsa a informação por parte de Moscou de mandar recuar as tropas. Para Stoltenberg, as tropas não estão recuando, e sim reagrupando-se em território ucraniano. O secretário-geral da Otan acredita que o objetivo é reforçar a posição russa na região do Donbass, no Leste da Ucrânia. [&#8230;]]]></description>
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<p>O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, disse que é falsa a informação por parte de Moscou de mandar recuar as tropas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />Para Stoltenberg, as tropas não estão recuando, e sim reagrupando-se em território ucraniano.</p>
<p>O secretário-geral da Otan acredita que o objetivo é reforçar a posição russa na região do Donbass, no Leste da Ucrânia.</p>
<p>Jens Stoltenberg também acredita que as Forças Armadas ucranianas estão conseguindo resistir à invasão russa, com a ajuda do armamento que tem sido disponibilizado por países aliados.</p>
<h2>Reino Unido</h2>
<p>Relatório diário do Ministério da Defesa do Reino Unido diz que as forças de Moscou ainda ocupam posições a leste e oeste de Kiev.</p>
<p>Os bombardeios continuam em Chernihiv e há também relatos de ataques nos arredores da capital Kiev.</p>
<p>Há, no entanto, a informação de que a Rússia teria retirado 300 soldados de Chernobyl, com sintomas de exposição a altas doses de radiação.</p>
<h2>Cruz Vermelha</h2>
<p>Imagens aéreas confirmam ataque a um armazém da Cruz Vermelha em Mariupol.</p>
<p>O local estava vazio e, por isso, não há registro de mortos ou feridos.</p>
<p>O local atacado servia para armazenamento de ajuda humanitária.</p>
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		<title>Bombardeios noturnos prosseguem na região de Kiev</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bombardeios-noturnos-prosseguem-na-regiao-de-kiev/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 14:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bombardeios]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia prometeu um alívio da ofensiva militar em Chernihiv e Kiev, mas os ataques continuam. Na capital ucraniana, a última noite não foi muito diferente das anteriores e a instabilidade se mantem. As tropas russas continuam sem conseguir chegar ao centro de Kiev. Em Irpin, existe o receio de que muitas áreas estejam minadas, e [&#8230;]]]></description>
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<p>A Rússia prometeu um alívio da ofensiva militar em Chernihiv e Kiev, mas os ataques continuam. Na capital ucraniana, a última noite não foi muito diferente das anteriores e a instabilidade se mantem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As tropas russas continuam sem conseguir chegar ao centro de Kiev.</p>
<p>Em Irpin, existe o receio de que muitas áreas estejam minadas, e os habitantes não podem regressar à cidade.</p>
<h2>Odessa</h2>
<p>No Sul da Ucrânia, os combates mantêm a mesma intensidade. Há cidades estratégicas atacadas pela Rússia que a Ucrânia tenta defender a todo custo.</p>
<p>Na última noite, em Odessa, as antiaéreas estiveram em ação.</p>
<h2>Zelenskiy</h2>
<p>A comunidade internacional reagiu com pouco entusiasmo e muita desconfiança ao anúncio feito pela Rússia de que iria reduzir drasticamente a presença militar em Kiev e Chernihiv.</p>
<p>O Reino Unido, os Estados Unidos e a própria Ucrânia acreditam que pode estar em causa um simples reposicionamento de forças e que não podem ser afastadas possíveis ofensivas em larga escala.</p>
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		<title>Rússia: promessa de reduzir ação militar não significa cessar-fogo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/russia-promessa-de-reduzir-acao-militar-nao-significa-cessar-fogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 23:28:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[A promessa da Rússia de reduzir as operações militares em Kiev e no Norte da Ucrânia não representa um cessar-fogo, e as negociações de um acordo formal com Kiev ainda têm longo caminho a percorrer. A afirmação foi feita hoje (29) pelo principal negociador de Moscou nas conversas de paz com a Ucrânia, Vladimir Medinsky. Mais cedo, [&#8230;]]]></description>
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<p>A promessa da Rússia de reduzir as operações militares em Kiev e no Norte da Ucrânia não representa um cessar-fogo, e as negociações de um acordo formal com Kiev ainda têm longo caminho a percorrer. A afirmação foi feita hoje (29) pelo principal negociador de Moscou nas conversas de paz com a Ucrânia, Vladimir Medinsky.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Mais cedo, negociadores russos se comprometeram a reduzir drasticamente a atividade militar em torno da capital ucraniana, Kiev, e da cidade de Chernihiv, no Norte, no sinal mais claro de progresso em direção a um acordo de paz.</p>
<p>&#8220;Isso não é um cessar-fogo, mas essa é a nossa aspiração: chegar gradualmente a uma redução do conflito, pelo menos nessas frentes&#8221;, disse VMedinsky em entrevista à agência de notícias Tass, referindo-se à promessa russa.</p>
<p>Para ele, a Rússia deu um segundo grande passo ao concordar com possível reunião entre os presidentes dos dois países assim que um acordo de paz for alcançado.</p>
<p>&#8220;No entanto, para preparar esse acordo em uma base mutuamente aceitável, ainda temos um longo caminho a percorrer&#8221;, afirmou.</p>
<p><a href="https://www.reuters.com/?edition-redirect=br" target="_blank" rel="noopener">Por: Reuters</a></p>
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		<title>Kiev suspende corredores humanitários para evitar provocações</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/kiev-suspende-corredores-humanitarios-para-evitar-provocacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 14:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Civis]]></category>
		<category><![CDATA[corredores humanitários]]></category>
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					<description><![CDATA[Kiev anunciou que nenhum corredor humanitário para retirada de civis será usado hoje (28) para evitar &#8220;eventuais provocações&#8221; russas, antes de uma nova sessão presencial de negociações entre as delegações russa e ucraniana na Turquia. &#8220;Os nossos serviços de informações avisaram sobre possíveis provocações nas rotas dos corredores humanitários, portanto, por razões de segurança para [&#8230;]]]></description>
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<p>Kiev anunciou que nenhum corredor humanitário para retirada de civis será usado hoje (28) para evitar &#8220;eventuais provocações&#8221; russas, antes de uma nova sessão presencial de negociações entre as delegações russa e ucraniana na Turquia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Os nossos serviços de informações avisaram sobre possíveis provocações nas rotas dos corredores humanitários, portanto, por razões de segurança para os civis, nenhum corredor humanitário estará aberto hoje&#8221;, disse a vice-primeira-ministra ucraniana, Iryna Vereshchuk, em mensagem no Telegram.</p>
<p>Os corredores humanitários são geralmente organizados a cada dia, a partir das cidades mais afetadas pelos combates, para permitir a retirada de civis.</p>
<p>A Ucrânia tem denunciado repetidamente ataques russos a esses corredores, especialmente ao redor da cidade cercada e devastada de Mariupol, no Sul do país.</p>
<p>Dois corredores para retirada de cidadãos da região de Dombass foram criados nesse domingo, segundo a agência de notícias ucraniana Unian, já tendo sido transferidas para território seguro cerca de mil pessoas.</p>
<p>Inicialmente, estava prevista continuidade do trabalho hoje na rota de evacuação de Mariupol e a abertura de um corredor na região de Sumy.</p>
<p>&#8220;Continuamos a trabalhar em acordos para abrir outras rotas de corredores humanitários&#8221;, garantiu Vereshchuk em mensagem de vídeo divulgada ontem.</p>
<p>A Rússia lançou, em 24 de fevereiro, ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.119 civis, incluindo 139 crianças, e feriu 1.790, entre os quais 200 crianças, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.</p>
<p>A guerra provocou a fuga de 10 milhões de pessoas, incluindo mais de 3,8 milhões de refugiados em países vizinhos e quase 6,5 milhões de deslocados internos.</p>
<p>A ONU estima que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.</p>
<p>A invasão russa foi condenada pela comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento à Ucrânia e o reforço de sanções econômicas e políticas a Moscou.</p>
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