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	<title>OPAS &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>OPAS &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil reduz transmissão vertical do HIV e busca certificado internacional da Opas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-reduz-transmissao-vertical-do-hiv-e-busca-certificado-internacional-da-opas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 10:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, entregou nesta terça-feira (3) à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) um relatório com dados que demonstram a redução da transmissão vertical do HIV — de mãe para filho — no Brasil. Em 2023, a taxa ficou abaixo de 2%, e a incidência foi inferior a 0,5 caso por mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, entregou nesta terça-feira (3) à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) um relatório com dados que demonstram a redução da transmissão vertical do HIV — de mãe para filho — no Brasil. Em 2023, a taxa ficou abaixo de 2%, e a incidência foi inferior a 0,5 caso por mil nascidos vivos.</p>
<p>Com esses resultados, o país pleiteia a certificação internacional de eliminação da transmissão vertical do HIV, que, segundo Padilha, fará do Brasil o maior país do mundo a conquistar essa marca. “Essa conquista também é fruto do trabalho incansável de profissionais da saúde, estados, municípios e da reconstrução do SUS, liderada hoje com firmeza pelo presidente Lula e pela ministra Nísia Trindade”, afirmou o ministro.</p>
<p>A entrega do relatório ocorreu no Rio de Janeiro, durante o XV Congresso da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis (SBDST), XI Congresso Brasileiro de Aids e VI Congresso Latino-Americano de IST/HIV/Aids.</p>
<p>O representante da Opas no Brasil, Cristian Morales, destacou que o país pode se juntar ao grupo de 19 nações que já eliminaram a transmissão vertical do HIV. “E o que é mais importante: há milhares de mulheres agora que podem realizar o sonho de ser mães, sem o perigo de transmitir o HIV. Mas temos o desafio de manter o financiamento constante para preservar esses resultados”, alertou.</p>
<h3>Estratégias bem-sucedidas</h3>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade por AIDS no Brasil foi de 3,9 óbitos em 2023, o menor índice desde 2013. A cobertura de pelo menos uma consulta pré-natal, testagem de HIV em gestantes e tratamento das mulheres que vivem com o vírus superou 95% entre 2023 e 2024.</p>
<p>Além disso, o país aposta em estratégias de prevenção como a distribuição gratuita da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), que alcançou 184.619 usuários em 2025. Outro destaque é a expansão dos testes rápidos do tipo duo HIV e sífilis, com prioridade para gestantes.</p>
<p>Com esse conjunto de ações, o Brasil reforça seu compromisso no combate à epidemia e na proteção das futuras gerações.</p>
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		<title>Opas emite alerta para risco de surtos de dengue tipo 3 nas Américas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/opas-emite-alerta-para-risco-de-surtos-de-dengue-tipo-3-nas-americas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 18:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Américas]]></category>
		<category><![CDATA[dengue 3]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OPAS]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta epidemiológico sobre o risco elevado de surtos de dengue tipo 3 nas Américas. Segundo a entidade, o sorotipo já circula em diversos países do continente, incluindo Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México e Peru. A Opas recomenda que os países reforcem a vigilância, o diagnóstico precoce [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta epidemiológico sobre o risco elevado de surtos de dengue tipo 3 nas Américas. Segundo a entidade, o sorotipo já circula em diversos países do continente, incluindo Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.</p>
<p>A Opas recomenda que os países reforcem a vigilância, o diagnóstico precoce e a gestão clínica para conter o avanço da doença. O comunicado também menciona que a Argentina registrou casos do sorotipo 3 em 2024, o que reforça a necessidade de monitoramento constante.</p>
<h3><strong>Risco aumentado e impacto na saúde pública</strong></h3>
<p>O vírus da dengue possui quatro sorotipos distintos, e a imunidade adquirida contra um deles não protege contra os outros. Isso significa que infecções subsequentes com sorotipos diferentes podem elevar o risco de quadros graves.</p>
<p>O ressurgimento do sorotipo 3, que não circulava predominantemente no Brasil desde 2008, preocupa especialistas devido à vulnerabilidade de populações que não tiveram exposição prévia ao vírus. Além disso, o sorotipo tem sido associado a casos graves da doença, mesmo em pacientes sem histórico de infecções anteriores por dengue.</p>
<h3><strong>Números alarmantes</strong></h3>
<p>Em 2024, as Américas registraram mais de <strong>13 milhões de casos de dengue</strong>, sendo <strong>22.684 classificados como graves</strong> (0,17%) e <strong>8.186 mortes</strong> associadas à doença.</p>
<p>Nas primeiras semanas de 2025, 23 países e territórios das Américas contabilizaram <strong>238.659 casos</strong>, sendo a maioria concentrada no Brasil (<strong>87%</strong>). Na sequência aparecem:</p>
<ul>
<li><strong>Colômbia:</strong> 5,6% dos casos</li>
<li><strong>Nicarágua:</strong> 2,5%</li>
<li><strong>Peru:</strong> 2,5%</li>
<li><strong>México:</strong> 2,5%</li>
</ul>
<p>Até o momento, <strong>263 casos foram classificados como graves</strong> e <strong>23 mortes foram confirmadas</strong>.</p>
<p>A Opas reforça que a reintrodução do sorotipo 3 pode agravar a situação epidemiológica, exigindo resposta rápida das autoridades sanitárias para evitar um aumento ainda maior nos casos e nas complicações da dengue na região.</p>
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		<title>Movimento chama a atenção para os malefícios do cigarro eletrônico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/movimento-chama-a-atencao-para-os-maleficios-do-cigarro-eletronico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 15:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação do Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[OPAS]]></category>
		<category><![CDATA[Tabaco]]></category>
		<category><![CDATA[vape]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Mundial sem Tabaco, comemorado nesta sexta-feira (31), a Fundação do Câncer lançou o #movimentovapeOFF, para chamar a atenção para o uso crescente dos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes. Dados da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) mostram que o consumo de vape aumentou 600% nas Américas, nos últimos seis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>No Dia Mundial sem Tabaco, comemorado nesta sexta-feira (31), a Fundação do Câncer lançou o #movimentovapeOFF, para chamar a atenção para o uso crescente dos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes. Dados da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) mostram que o consumo de vape aumentou 600% nas Américas, nos últimos seis anos.</p>
<p>O movimento da Fundação do Câncer faz parte da campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) Proteger as crianças da interferência da indústria do tabaco, que visa evitar a formação de novos fumantes. A campanha pretende que os governos façam cumprir as determinações estabelecidas na Convenção Quadro para Controle do Tabaco (CQCT) e as diretrizes adicionais do Artigo 13, adotadas na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2004 (COP 10), sobre proibição da propaganda, promoção e patrocínio do tabaco.</p>
<p>De acordo com a OMS, as empresas de tabaco gastam mais de US$ 8 bilhões por ano em marketing e publicidade. O foco principal, segundo o diretor executivo da Fundação do Câncer, cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni, é a população mais jovem, onde se dá o início da dependência, tentando estimular o consumo do cigarro eletrônico.</p>
<h2>Pressão</h2>
<p>Maltoni destacou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a proibição de entrada no Brasil do cigarro eletrônico, mas admite que há uma pressão imensa por parte das indústrias de tabaco no sentido de formação de novos fumantes, “o que traz um risco grande para a população mais jovem e mais vulnerável”.</p>
<p>Para comemorar o Dia Mundial sem Tabaco, a fundação optou por lançar o #movimentovapeOFF para passar a mensagem para os jovens que isso é ruim, com conteúdo importante sobre os malefícios que esses dispositivos trazem.</p>
<p>“A ideia do movimento é mobilizar de fato a sociedade, entidades públicas e privadas, para a gente vir juntos nessa causa, com objetivo de oferecer um futuro saudável para os nossos jovens. É por isso que estamos fazendo esse chamado de vir com a gente nesse movimento e se tornar um vapeOFF”, disse Maltoni à Agência Brasil.</p>
<p>De acordo com o médico, há uma falsa ilusão de que o cigarro eletrônico ajuda o fumante a largar o vício. “Isso não acontece. Acaba sendo uma porta de entrada para o vício. A gente já sabe também que quem começa a fumar o cigarro eletrônico tem o dobro de possibilidades de migrar para o cigarro convencional”, alerta.</p>
<p>Maltoni lembrou que não há nenhuma publicação científica que comprove a eficácia da utilização do cigarro eletrônico como instrumento para parar de fumar. “Pelo contrário. Só tem riscos. Há um volume de substâncias tóxicas, de substâncias cancerígenas e, sobretudo, um percentual de nicotina alto, que leva à dependência”.</p>
<p>Com mais de 200 sabores e aromas, de formatos variados, os cigarros eletrônicos enganam os jovens quando, na verdade, provocam catástrofes, como pneumonias graves, queimaduras, explosões, segundo especialistas. “Não tem nada de bom isso”, sustentou Maltoni.</p>
<p>Ele avalia que o grande desafio do movimento é chegar na população que está se formando e é vulnerável à entrada no vício e se transformar em um tabagista. “Acho que o grande desafio do movimento é mobilizar e informar, trazer questões claras”.</p>
<h2>Desafio</h2>
<p>Pesquisa do Ministério da Saúde revela que mesmo proibido no país, o cigarro eletrônico já foi experimentado por cerca de 1 milhão de brasileiros, dos quais 70% são jovens na faixa etária de 15 a 24 anos.</p>
<p>Segundo o epidemiologista e consultor médico da Fundação do Câncer Alfredo Scaff, “além dos diversos malefícios, há uma prevalência de que crianças e adolescentes que usam vapes têm duas vezes mais probabilidade de fumar cigarros tradicionais na vida adulta”.</p>
<p>A Fundação do Câncer está formalizando parceria com o braço social da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), visando lançar um desafio universitário que convoque alunos de universidades públicas e privadas de todo o Brasil e professores para desenvolverem projetos que cheguem nos jovens, com a temática do cigarro eletrônico.</p>
<p>“Eles estão nos apoiando a construir um segundo movimento, um segundo desafio universitário para o Brasil todo, que é, justamente, a gente estimular o desenvolvimento de projetos que cheguem nos mais jovens até o nível secundário escolar, que possam sensibilizá-los, utilizando o linguajar dos jovens para que eles entendam que o cigarro eletrônico é tão ruim ou pior que o cigarro convencional”, disse Scaff.</p>
<p>Esse desafio será lançado no próximo ano. O projeto está sendo desenvolvido em conjunto pela Fundação do Câncer e Anup Social, prevendo-se ainda este ano o lançamento do edital. “Acho que é o único caminho: informação qualificada batendo na tecla e, sobretudo, sensibilizar os mais jovens, adolescentes, universitários. Eles podem ser fortes aliados dessa história”.</p>
<h2>Mortes</h2>
<p>De acordo com a OMS, há 1,3 bilhão de usuários de tabaco em todo o mundo. O tabaco mata cerca de 8 milhões de pessoas por ano, sendo mais de 7 milhões de fumantes ativos e em torno de 1 milhão de não fumantes passivos. Desse total, 1 milhão óbitos ocorrem nas Américas. A expectativa de vida dos fumantes é, pelo menos, 10 anos mais curta do que a dos não fumantes.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Consulta pública sobre cigarros eletrônicos termina nesta sexta-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/consulta-publica-sobre-cigarros-eletronicos-termina-nesta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 13:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[cigarros eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[OPAS]]></category>
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					<description><![CDATA[A fase de consulta pública da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em relação aos cigarros eletrônicos no Brasil chega ao fim nesta sexta-feira, dia 9 de fevereiro. A participação da sociedade pode ser realizada através de um formulário eletrônico disponível no portal da agência. Bastam preencher os campos obrigatórios e enviar as contribuições. Iniciada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fase de consulta pública da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em relação aos cigarros eletrônicos no Brasil chega ao fim nesta sexta-feira, dia 9 de fevereiro. A participação da sociedade pode ser realizada através de um formulário eletrônico disponível no portal da agência. Bastam preencher os campos obrigatórios e enviar as contribuições.</p>
<p>Iniciada em dezembro, a Anvisa concedeu um prazo de 60 dias para que a sociedade opinasse sobre o texto que propõe a manutenção da proibição dos dispositivos eletrônicos para fumar no país. A proposta de norma vai além, incluindo a proibição da fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte, publicidade e divulgação desses produtos para o público, consumidor ou não.</p>
<p>O texto completo da proposta de resolução está disponível no link da consulta pública nº 1.222/2023.</p>
<p>Essa participação social, de caráter consultivo, visa auxiliar a Anvisa nas decisões relacionadas à formulação e definição de políticas públicas em torno dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs).</p>
<p>Após o período de recebimento das contribuições, a Anvisa irá avaliá-las e divulgar um relatório da consulta pública em seu próprio portal, um processo que pode se estender por alguns meses.</p>
<p>Desde 2009, é proibido no Brasil importar, comercializar e fazer propaganda de qualquer tipo de dispositivo eletrônico para fumar, conforme determinação da Anvisa na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 46/2009.</p>
<p>Na época, a agência reguladora justificou a decisão com base no princípio da precaução, devido à falta de dados científicos que comprovem as alegações atribuídas a esses produtos.</p>
<h4><strong>Dispositivos Eletrônicos para Fumar</strong></h4>
<p>Os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) abrangem uma variedade de equipamentos, tecnologias e formatos. Eles podem se apresentar como cigarros eletrônicos descartáveis, mas a maioria utiliza bateria recarregável e refis abertos ou fechados. Esses dispositivos aquecem um líquido para criar aerossóis (vapor) que o usuário inala. Os líquidos (e-liquids ou juice) podem conter nicotina em diferentes concentrações, além de aditivos, sabores e produtos químicos prejudiciais à saúde.</p>
<p>Apesar de serem proibidos, os DEFs são amplamente comercializados em espaços físicos e na internet sob diferentes nomes, como cigarros eletrônicos, vape, vaper, pods, pen-drive, e-cigarette, e-pipe, e-cigar, e-ciggy e tabaco não aquecido (heat not burn), entre outros.</p>
<h4><strong>Posicionamentos</strong></h4>
<p>Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), jovens que usam cigarros eletrônicos têm duas vezes mais chances de se tornarem fumantes na vida adulta. Estudos recentes sugerem que o uso de vapes pode aumentar o risco de doenças cardíacas e distúrbios pulmonares, além de afetar negativamente o desenvolvimento cerebral do feto quando a nicotina é inalada por mulheres grávidas.</p>
<p>Em 2023, 21 países das Américas regulamentaram de alguma forma os cigarros eletrônicos. Oito deles proíbem totalmente sua venda, enquanto os outros 13 adotaram parcial ou totalmente uma ou mais medidas regulatórias. Quatorze países ainda não têm qualquer regulamentação para esses produtos, segundo a Opas.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) manifesta preocupação com o aumento do uso de dispositivos eletrônicos para fumar, especialmente entre os jovens. A entidade é veementemente contra a liberação da comercialização, importação e propaganda desses dispositivos, argumentando que representam uma ameaça à saúde pública.</p>
<p>O Instituto Nacional de Câncer também reitera esse posicionamento, afirmando que nenhum dispositivo eletrônico para fumar é seguro.</p>
<p>Para mais informações sobre cigarros eletrônicos, acesse o site da Anvisa.</p>
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