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	<title>OMS &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>OMS &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>OMS seleciona vacinas e tratamentos contra ebola para testes em meio a novo surto na África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a seleção de vacinas e tratamentos experimentais contra o ebola que passarão por testes clínicos durante o atual surto registrado na República Democrática do Congo. A medida faz parte de uma mobilização internacional para conter a disseminação da doença e ampliar as opções terapêuticas disponíveis em regiões afetadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a seleção de vacinas e tratamentos experimentais contra o ebola que passarão por testes clínicos durante o atual surto registrado na República Democrática do Congo. A medida faz parte de uma mobilização internacional para conter a disseminação da doença e ampliar as opções terapêuticas disponíveis em regiões afetadas pelo vírus.</p>
<p>Segundo a OMS, os estudos serão realizados em parceria com autoridades sanitárias congolesas, pesquisadores internacionais e organizações de saúde pública. O objetivo é avaliar a eficácia e a segurança de imunizantes e medicamentos considerados promissores no combate ao vírus.</p>
<p>A decisão ocorre em meio ao aumento de casos suspeitos no leste do Congo, onde equipes médicas monitoram centenas de pacientes com sintomas compatíveis com ebola. Países vizinhos, como Uganda, também confirmaram registros da doença, ampliando o alerta internacional.</p>
<p>De acordo com a OMS, quatro vacinas foram selecionadas para os testes clínicos. Entre elas estão versões atualizadas de imunizantes já utilizados em surtos anteriores e novas formulações desenvolvidas para ampliar proteção contra variantes do vírus.</p>
<p>Além das vacinas, três tratamentos antivirais e terapias com anticorpos monoclonais também foram escolhidos para avaliação clínica. Os testes devem analisar capacidade de redução da mortalidade, tempo de recuperação dos pacientes e controle da progressão da doença.</p>
<p>O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a resposta rápida da comunidade científica é fundamental para conter o avanço do surto. “Temos ferramentas promissoras e precisamos agir rapidamente para avaliar sua eficácia e salvar vidas”, declarou.</p>
<p>As equipes de saúde também intensificaram ações de rastreamento de contatos, isolamento de pacientes, vacinação em áreas de risco e campanhas de informação pública. A OMS alertou que conflitos armados e dificuldades logísticas em algumas regiões do Congo podem dificultar o controle do surto.</p>
<p>O ebola é uma doença viral grave que provoca febre hemorrágica e pode levar à morte em poucos dias. A transmissão ocorre por contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas ou superfícies contaminadas. Em surtos anteriores, a taxa de mortalidade chegou a superar 50% dos casos registrados.</p>
<p>A atual estratégia da OMS busca acelerar pesquisas clínicas sem comprometer critérios de segurança científica. Segundo a entidade, os resultados obtidos durante o surto poderão ajudar no desenvolvimento de protocolos globais para futuras emergências sanitárias relacionadas ao ebola.</p>
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		<title>OMS confirma oito casos de hantavírus ligados à cepa Andes em surto registrado em navio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-confirma-oito-casos-de-hantavirus-ligados-a-cepa-andes-em-surto-registrado-em-navio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 20:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou oito casos de hantavírus relacionados ao surto registrado a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, que navegava pelo Atlântico. Segundo a entidade, todos os diagnósticos identificados até agora envolvem a cepa Andes, considerada a única variante conhecida do hantavírus capaz de ser transmitida entre pessoas em situações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou oito casos de hantavírus relacionados ao surto registrado a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, que navegava pelo Atlântico. Segundo a entidade, todos os diagnósticos identificados até agora envolvem a cepa Andes, considerada a única variante conhecida do hantavírus capaz de ser transmitida entre pessoas em situações de contato próximo e prolongado.</p>
<p>De acordo com o boletim mais recente divulgado pela OMS, até o dia 13 de maio foram contabilizados 11 casos no total, sendo oito confirmados, dois considerados prováveis e um inconclusivo. O surto também já provocou três mortes, duas delas confirmadas laboratorialmente como decorrentes da infecção.</p>
<p>Os novos registros foram identificados após o desembarque e repatriação de passageiros do cruzeiro em diferentes países. Entre os casos recentes está o de uma pessoa na França que apresentou sintomas durante o retorno ao país. Outro passageiro foi diagnosticado na Espanha após chegar ao território espanhol, embora permaneça sem sintomas. Um terceiro caso segue sob investigação nos Estados Unidos após resultado laboratorial inconclusivo.</p>
<p>A OMS acompanha o episódio em cooperação com autoridades sanitárias internacionais desde que os primeiros casos foram detectados entre passageiros e tripulantes do navio. O MV Hondius partiu de Ushuaia, na Argentina, no início de abril para uma expedição marítima que incluía regiões isoladas do Atlântico Sul.</p>
<p>Especialistas acreditam que o vírus tenha sido introduzido no navio por um passageiro contaminado antes do embarque, possivelmente após passagem por áreas endêmicas da Argentina ou do Chile, locais onde a cepa Andes circula naturalmente entre roedores silvestres.</p>
<p>Apesar da preocupação internacional, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nos últimos dias que ainda não há sinais de disseminação ampla da doença.</p>
<blockquote><p>“Neste momento, não há indícios de que estejamos presenciando o início de um surto maior.”</p></blockquote>
<p>As autoridades sanitárias seguem realizando rastreamento internacional de contatos, já que passageiros do navio viajaram para diversos países após o desembarque. Governos europeus, africanos e americanos monitoram pessoas que tiveram contato próximo com casos confirmados durante voos, estadias em hotéis e períodos de quarentena.</p>
<p>O hantavírus é uma doença rara transmitida principalmente pelo contato com urina, fezes ou saliva de roedores infectados. A variante Andes, identificada neste surto, é considerada incomum por também permitir transmissão entre humanos em determinadas circunstâncias. A doença pode provocar febre, dores musculares, dificuldade respiratória e, nos quadros mais graves, síndrome pulmonar grave com risco elevado de morte.</p>
<p>Até o momento, autoridades internacionais avaliam que o risco de disseminação em larga escala permanece baixo, embora novos casos ainda possam surgir nas próximas semanas devido ao período de incubação do vírus.</p>
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		<title>Dia Mundial do Rim alerta para doenças renais silenciosas e necessidade de diagnóstico precoce</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dia-mundial-do-rim-alerta-para-doencas-renais-silenciosas-e-necessidade-de-diagnostico-precoce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Renais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Rim]]></category>
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					<description><![CDATA[Celebrado nesta quinta-feira (12), o Dia Mundial do Rim chama atenção para os riscos das doenças renais, que muitas vezes se desenvolvem de forma silenciosa e podem comprometer seriamente a saúde quando não identificadas precocemente. Entidades médicas reforçam a importância de ampliar a conscientização, o diagnóstico precoce e as ações de prevenção. Em 2025, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Celebrado nesta quinta-feira (12), o Dia Mundial do Rim chama atenção para os riscos das doenças renais, que muitas vezes se desenvolvem de forma silenciosa e podem comprometer seriamente a saúde quando não identificadas precocemente. Entidades médicas reforçam a importância de ampliar a conscientização, o diagnóstico precoce e as ações de prevenção.</p>
<p>Em 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar a doença renal crônica como uma prioridade global de saúde pública. A condição passou a integrar o grupo das principais doenças crônicas não transmissíveis, ao lado de enfermidades cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas.</p>
<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), essa decisão reforça a necessidade de políticas voltadas à educação em saúde, à prevenção e ao acesso ao tratamento adequado. A entidade também destaca que fatores ambientais e condições de vida podem influenciar o risco de desenvolver problemas renais ao longo da vida.</p>
<p>Os rins desempenham funções essenciais no organismo, como a filtragem do sangue, a eliminação de toxinas por meio da urina e a regulação do equilíbrio de sais minerais e líquidos no corpo. Esses órgãos também produzem hormônios que participam do controle da pressão arterial e de outras funções metabólicas.</p>
<p>Entre os principais fatores associados ao desenvolvimento de doenças renais estão diabetes, hipertensão arterial, histórico familiar, obesidade, sedentarismo e tabagismo. O uso frequente ou inadequado de determinados medicamentos — especialmente anti-inflamatórios — também pode prejudicar o funcionamento dos rins quando não há acompanhamento médico.</p>
<p>Especialistas alertam que, por avançarem sem sintomas evidentes em muitos casos, as doenças renais costumam ser diagnosticadas apenas em estágios mais avançados. Por isso, a realização de exames periódicos e o acompanhamento médico são considerados fundamentais para detectar alterações e evitar a progressão do problema.</p>
<p>Campanhas realizadas no Dia Mundial do Rim buscam ampliar a informação sobre hábitos que contribuem para a saúde renal, como manter alimentação equilibrada, hidratação adequada, prática regular de atividades físicas e controle de doenças crônicas.</p>
<p>A mobilização internacional também reforça a importância de políticas públicas que garantam acesso ao diagnóstico e ao tratamento das doenças renais, consideradas um desafio crescente para os sistemas de saúde em todo o mundo.</p>
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		<item>
		<title>OMS alerta para uso crescente de cigarros eletrônicos entre adolescentes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-alerta-para-uso-crescente-de-cigarros-eletronicos-entre-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 20:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou nesta segunda-feira (6) um alerta sobre o aumento do consumo de cigarros eletrônicos entre adolescentes. Segundo novo relatório, pelo menos 15 milhões de jovens entre 13 e 15 anos já utilizam esses dispositivos em todo o mundo. O levantamento aponta ainda que os adolescentes têm nove vezes mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou nesta segunda-feira (6) um alerta sobre o aumento do consumo de cigarros eletrônicos entre adolescentes. Segundo novo relatório, pelo menos 15 milhões de jovens entre 13 e 15 anos já utilizam esses dispositivos em todo o mundo.</p>
<p>O levantamento aponta ainda que os adolescentes têm nove vezes mais risco de iniciar o hábito em comparação aos adultos.</p>
<p>“O uso de cigarros eletrônicos está alimentando uma nova onda de dependência da nicotina”, afirmou Etienne Krug, diretor do Departamento de Controle de Doenças Crônicas da OMS, durante a apresentação do relatório em Genebra, na Suíça. Ele destacou que, apesar de serem promovidos como alternativa ao cigarro tradicional, os dispositivos “estão viciando os jovens mais cedo e ameaçando décadas de progresso”.</p>
<h3>Panorama global</h3>
<p>O Relatório Global sobre Tendências da Prevalência do Tabaco 2000-2024 e Projeções 2025-2030, baseado em mais de dois mil inquéritos em 97% da população mundial, estima que já existam mais de 100 milhões de usuários de cigarros eletrônicos – 86 milhões de adultos e 15 milhões de adolescentes, concentrados sobretudo em países de renda mais alta.</p>
<p>Apesar do crescimento do uso desses dispositivos, a OMS ressalta uma queda no consumo do tabaco convencional: de 1,38 bilhão de fumantes no início do século para 1,24 bilhão em 2024, uma redução de 19,5%. A projeção é de que até 2030 o índice global chegue a 17,4% da população.</p>
<h3>Diferenças de gênero e idade</h3>
<p>Entre as mulheres, a queda foi expressiva: de 16,5% em 2000 para 6,6% em 2024. Já entre os homens, a redução foi de 49,8% para 32,5%.</p>
<p>Por faixa etária, os adultos entre 45 e 54 anos ainda concentram maior prevalência de fumantes (25%), embora o índice já tenha sido de 42,1%. Entre jovens de 15 a 24 anos, a queda foi de 20,3% para 12,1%.</p>
<p>Regionalmente, a Europa lidera o consumo com 24,1% de fumantes, seguida das Américas (14%) e da África (9,5%). A região também registra as taxas mais altas de uso entre adolescentes de 13 a 15 anos, com média de 11,6%, sem diferença significativa entre meninos e meninas.</p>
<p>Na <strong>América Latina</strong>, Chile (26,7%) e Argentina (23,5%) têm os índices mais elevados, enquanto Paraguai (6,4%) e Panamá (4,8%) figuram entre os mais baixos.</p>
<h3>Apelo da OMS</h3>
<p>“Quase 20% dos adultos ainda usam produtos de tabaco e nicotina. Não podemos baixar a guarda agora”, alertou Jeremy Farrar, diretor-geral adjunto da OMS para promoção da saúde.</p>
<p>O organismo pede que governos atuem de forma “rápida e enérgica” para conter a expansão dos produtos eletrônicos de nicotina, reforcem políticas de prevenção e ampliem as restrições à publicidade e à venda a menores de idade.</p>
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		<item>
		<title>OMS alerta: mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais no mundo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-alerta-mais-de-1-bilhao-de-pessoas-vivem-com-transtornos-mentais-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 17:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[impacto econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Tedros Adhanom]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos mentais]]></category>
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					<description><![CDATA[OMS, transtornos mentais, impacto econômico, Tedros AdhanomUm relatório divulgado nesta terça-feira (2) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que mais de 1 bilhão de pessoas convivem atualmente com transtornos mentais, como ansiedade e depressão, em todas as regiões do planeta. A agência das Nações Unidas classificou o cenário como um dos maiores desafios da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="tag" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/oms-0">OMS, </a><a class="tag" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/transtornos-mentais">transtornos mentais, </a><a class="tag" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/impacto-economico">impacto econômico, </a><a class="tag" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tedros-adhanom">Tedros Adhanom</a>Um relatório divulgado nesta terça-feira (2) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que mais de 1 bilhão de pessoas convivem atualmente com transtornos mentais, como ansiedade e depressão, em todas as regiões do planeta. A agência das Nações Unidas classificou o cenário como um dos maiores desafios da saúde pública global, com impactos humanos e econômicos de grande escala.</p>
<p>Segundo a OMS, ansiedade e depressão estão entre os transtornos mais comuns e já representam a segunda maior causa de incapacidade a longo prazo, comprometendo a qualidade de vida de milhões de pessoas. Mulheres são desproporcionalmente mais afetadas, apontou o estudo.</p>
<h3><strong>Suicídio: consequência devastadora</strong></h3>
<p>Os números também mostram a gravidade da questão do suicídio, responsável por 721 mil mortes em 2021, sendo uma das principais causas de óbito entre jovens em diferentes países e contextos socioeconômicos.</p>
<p>Apesar de esforços internacionais, o progresso para reduzir esses índices é considerado insuficiente: até 2030, a meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é diminuir em um terço a taxa de suicídios. No ritmo atual, porém, a queda não deve ultrapassar <strong>12%</strong>.</p>
<h3><strong>Impacto econômico</strong></h3>
<p>O custo econômico dos transtornos mentais é igualmente alarmante. Só ansiedade e depressão somam uma perda anual estimada em US$ 1 trilhão para a economia global, principalmente devido à queda de produtividade.</p>
<h3><strong>Chamado à ação</strong></h3>
<p>O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, reforçou que ampliar os investimentos em saúde mental é uma medida inadiável:</p>
<blockquote><p>“Investir em saúde mental significa investir em pessoas, comunidades e economias — um investimento que nenhum país pode se dar ao luxo de negligenciar.”</p></blockquote>
<p>A entidade defende que o cuidado em saúde mental seja tratado como direito básico, e não privilégio, e cobra maior cooperação internacional para reduzir estigmas e ampliar o acesso a serviços de prevenção e tratamento.</p>
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		<item>
		<title>OMS alerta: 1 em cada 6 pessoas no mundo sofre com a solidão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-alerta-1-em-cada-6-pessoas-no-mundo-sofre-com-a-solidao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 10:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos]]></category>
		<category><![CDATA[Isolamento Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que uma em cada seis pessoas no mundo sofre com a solidão, sentimento que afeta de forma significativa a saúde e o bem-estar e pode estar relacionado a mais de 870 mil mortes por ano — cerca de 100 por hora. Entre os jovens de 13 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que uma em cada seis pessoas no mundo sofre com a solidão, sentimento que afeta de forma significativa a saúde e o bem-estar e pode estar relacionado a mais de 870 mil mortes por ano — cerca de 100 por hora. Entre os jovens de 13 a 29 anos, até 21% se dizem solitários, com índices mais elevados entre adolescentes e em países de baixa renda.</p>
<p>A solidão, segundo a OMS, é o descompasso entre as conexões sociais desejadas e as reais, e não deve ser confundida com o isolamento social físico, como o que ocorreu durante a pandemia. A entidade ressalta que o problema vai além do emocional e aumenta os riscos de doenças graves, como AVC, infarto, diabetes e depressão. Pessoas solitárias têm o dobro de chances de desenvolver transtornos mentais e 22% mais chance de ter rendimento escolar inferior, além de enfrentar mais dificuldades no mercado de trabalho.</p>
<p>Grupos como pessoas com deficiência, LGBTQIA+, refugiados, indígenas e minorias étnicas são especialmente vulneráveis à solidão, por enfrentarem barreiras sociais e discriminação. Entre os idosos, um em cada três sofre com a falta de conexão.</p>
<p>A OMS também aponta causas estruturais para o problema, como baixa renda, escolaridade, políticas públicas frágeis, saúde precária e excesso de tempo online, especialmente entre os mais jovens, como um fator agravante.</p>
<p>Como resposta, o relatório propõe um plano de ação global com cinco frentes: políticas públicas, produção de conhecimento, intervenções práticas, monitoramento com indicadores de conexão social e campanhas de mobilização para mudar normas sociais.</p>
<p>“Mesmo pequenos gestos podem fazer a diferença: ligar para um amigo, participar de um grupo local, cumprimentar um vizinho ou desligar o celular para ouvir alguém com atenção”, diz a OMS. A organização reforça que combater a solidão é essencial não só para a saúde individual, mas para construir comunidades mais saudáveis, seguras e resilientes.</p>
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		<item>
		<title>ONU Alerta para 2 mil novas infecções diárias de HIV sem financiamento dos EUA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-alerta-para-2-mil-novas-infeccoes-diarias-de-hiv-sem-financiamento-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 19:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Unaids]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU alertou nesta segunda-feira (24) que o mundo poderá registrar cerca de 2 mil novas infecções diárias por HIV e um aumento de dez vezes nas mortes relacionadas à doença caso o financiamento dos Estados Unidos não seja retomado ou substituído. O corte abrupto nos recursos afeta diretamente serviços essenciais de tratamento e prevenção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ONU alertou nesta segunda-feira (24) que o mundo poderá registrar cerca de 2 mil novas infecções diárias por HIV e um aumento de dez vezes nas mortes relacionadas à doença caso o financiamento dos Estados Unidos não seja retomado ou substituído.</p>
<p>O corte abrupto nos recursos afeta diretamente serviços essenciais de tratamento e prevenção do HIV/Aids. Segundo a diretora-executiva do Unaids, Winnie Byanyima, a suspensão do financiamento está resultando no fechamento de clínicas e na demissão em massa de profissionais de saúde, comprometendo anos de avanços no combate à epidemia.</p>
<h3><strong>Impacto Global do Corte de Recursos</strong></h3>
<p>A decisão dos EUA de interromper a maior parte da sua ajuda externa foi tomada pelo ex-presidente Donald Trump ao assumir o cargo. Embora o Departamento de Estado tenha afirmado que programas vitais do Plano de Emergência do Presidente para o Alívio da Aids (PEPFAR) continuariam, a realidade no campo é diferente, com serviços essenciais sendo drasticamente reduzidos.</p>
<p>“Estamos testemunhando o fechamento repentino de muitas clínicas e a perda de milhares de profissionais de saúde. Isso resultará em um aumento significativo nas novas infecções e nas mortes relacionadas ao HIV”, afirmou Byanyima em coletiva de imprensa em Genebra.</p>
<p>Se os recursos da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) não forem retomados até abril ou substituídos por outro governo, estima-se que 6,3 milhões de pessoas possam morrer de Aids nos próximos quatro anos.</p>
<h3><strong>Cenário Preocupante e Possíveis Consequências</strong></h3>
<p>Em 2023, aproximadamente 600 mil pessoas morreram de Aids em todo o mundo. Caso o financiamento permaneça suspenso, esse número pode crescer exponencialmente.</p>
<p>O governo Trump justificou a suspensão dos recursos sob a política &#8220;America First&#8221;, alegando que a medida visava cortar gastos e eliminar desperdícios. No entanto, especialistas alertam que os cortes estão comprometendo não apenas a assistência médica global, mas também os esforços preventivos que poderiam evitar a propagação do vírus.</p>
<p>O Unaids, que recebe 35% de seu orçamento dos Estados Unidos, luta agora para encontrar fontes alternativas de financiamento. Enquanto isso, milhões de pessoas correm o risco de perder acesso ao tratamento e à prevenção do HIV, ameaçando reverter os avanços conquistados nas últimas décadas no combate à epidemia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>OMS Espera que Trump reconsidere saída dos EUA da entidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-espera-que-trump-reconsidere-saida-dos-eua-da-entidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 15:51:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) manifestou esperança de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconsidere a decisão de retirar o país de sua lista de Estados-membros. O anúncio da saída dos Estados Unidos da agência de saúde das Nações Unidas foi feito por Trump na segunda-feira (20), logo após sua cerimônia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) manifestou esperança de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconsidere a decisão de retirar o país de sua lista de Estados-membros. O anúncio da saída dos Estados Unidos da agência de saúde das Nações Unidas foi feito por Trump na segunda-feira (20), logo após sua cerimônia de posse.</p>
<p>“A OMS desempenha um papel crucial na proteção da saúde e da segurança da população mundial, incluindo os norte-americanos, ao abordar causas profundas de doenças, construir sistemas de saúde mais fortes e detectar, prevenir e responder a emergências em saúde, incluindo surtos em locais perigosos, onde outros não podem ir”, afirmou a organização.</p>
<p>Em nota publicada nesta terça-feira (21), a OMS ressaltou que os Estados Unidos estão entre os membros fundadores da entidade e têm desempenhado papel ativo na definição e gestão de seus trabalhos desde a criação, junto com outros 193 Estados-membros, por meio da Assembleia Mundial da Saúde e do conselho executivo.</p>
<h4>Histórico de contribuição</h4>
<p>“Por mais de sete décadas, a OMS e os Estados Unidos salvaram incontáveis vidas e protegeram norte-americanos e toda a população global de ameaças à saúde. Juntos, eliminamos a varíola e levamos a poliomielite à beira da erradicação. Instituições norte-americanas contribuíram e foram beneficiadas por sua adesão como Estado-membro da OMS”, destacou a nota da entidade.</p>
<p>A OMS concluiu expressando esperança de que os Estados Unidos reconsiderem sua decisão, propondo um diálogo construtivo para manter a parceria. “Essa colaboração é essencial para o bem-estar de milhões de pessoas em todo o mundo”, afirmou.</p>
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		<title>OMS alerta: uma em cada seis pessoas no mundo vive com deficiência significativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência significativa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que 1,3 bilhão de pessoas, ou cerca de uma em cada seis no planeta, vivem com algum tipo de deficiência significativa. Esse número reflete a magnitude do desafio enfrentado por indivíduos que, frequentemente, encontram barreiras para acessar cuidados de saúde adequados. “Pessoas com deficiência têm direito ao mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que 1,3 bilhão de pessoas, ou cerca de uma em cada seis no planeta, vivem com algum tipo de deficiência significativa. Esse número reflete a magnitude do desafio enfrentado por indivíduos que, frequentemente, encontram barreiras para acessar cuidados de saúde adequados.</p>
<p>“Pessoas com deficiência têm direito ao mais alto padrão de cuidado em saúde possível, assim como pessoas sem deficiência”, reforçou a entidade em comunicado oficial.</p>
<p>O Relatório Global sobre Igualdade na Saúde para Pessoas com Deficiência, divulgado pela OMS, aponta que, embora avanços tenham ocorrido em alguns países, as disparidades ainda são profundas. Muitas pessoas com deficiência enfrentam condições desiguais em diversas áreas da vida, incluindo o próprio sistema de saúde, resultando em maior mortalidade, piores condições de saúde e limitações no cotidiano.</p>
<p>Segundo o relatório, esses desafios não são inevitáveis, mas fruto de condições injustas que poderiam ser resolvidas. A OMS enfatizou que os países têm obrigações legais, previstas na legislação internacional sobre direitos humanos, para combater essas desigualdades e garantir acesso equitativo à saúde para todos.</p>
<p>A entidade também faz um apelo aos estados-membros para implementar políticas e medidas práticas que promovam igualdade na saúde. Além disso, a OMS destacou a importância da participação ativa da sociedade civil, incluindo organizações representativas de pessoas com deficiência, para defender e contribuir com a promoção de um padrão de saúde elevado para todos.</p>
<p>O relatório é um alerta global para a necessidade de transformar sistemas de saúde e estruturas sociais, garantindo que ninguém seja deixado para trás no acesso a serviços essenciais.</p>
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		<title>OMS Anuncia necessidade de US$ 135 milhões para combate à epidemia de Mpox</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 22:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[mpox]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, fez um apelo enfático por esforços globais coordenados para enfrentar a crescente epidemia de mpox. Em reunião com autoridades sanitárias de diversos países, Tedros destacou que a organização estima um custo de US$ 135 milhões nos próximos seis meses para implementar um plano de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, fez um apelo enfático por esforços globais coordenados para enfrentar a crescente epidemia de mpox. Em reunião com autoridades sanitárias de diversos países, Tedros destacou que a organização estima um custo de US$ 135 milhões nos próximos seis meses para implementar um plano de resposta eficaz, visando conter a disseminação da doença.</p>
<p>&#8220;Precisamos agir rapidamente e de forma conjunta&#8221;, afirmou Tedros durante a apresentação do Plano Estratégico Global de Preparação e Resposta à Mpox em Genebra. &#8220;A nova epidemia de mpox é controlável, mas isso requer uma ação coesa entre agências internacionais, parceiros da sociedade civil, pesquisadores, fabricantes e Estados-Membros.&#8221;</p>
<p><strong>Impacto Global e Ação Internacional</strong></p>
<p>A crise não se limita a questões financeiras. A Organização Internacional para as Migrações (OIM) solicitou US$ 18,5 bilhões para oferecer serviços de saúde essenciais a migrantes e populações deslocadas em regiões da África, onde o risco de surtos de mpox é elevado. Amy Pope, diretora-geral da OIM, ressaltou a vulnerabilidade dessas populações e a necessidade urgente de proteção.</p>
<p>“A propagação da mpox na África Oriental, Chifre da África e sul da África é particularmente alarmante para migrantes e comunidades frequentemente negligenciadas”, alertou Pope. A OIM, integrante do sistema da ONU, atua como a principal organização intergovernamental dedicada à promoção de uma migração segura e ordenada.</p>
<p><strong>Situação Atual e Medidas de Vigilância</strong></p>
<p>O cenário global da epidemia de mpox revela que pelo menos seis países africanos, incluindo República Democrática do Congo, Uganda e Quênia, já registraram casos da nova variante 1b. A situação também preocupa outros continentes: Suécia e Indonésia confirmaram casos em pacientes que estiveram recentemente em regiões africanas afetadas.</p>
<p>No Brasil, até o momento, não há registro da nova variante da mpox. Em 2024, o país confirmou 791 casos da variante 2b. A prioridade das autoridades brasileiras, segundo o Ministério da Saúde, é fortalecer a vigilância para assegurar respostas rápidas e eficazes diante de possíveis surtos.</p>
<p>Na Argentina, uma embarcação que partiu do Brasil foi colocada em quarentena após um tripulante apresentar sintomas compatíveis com a mpox. Após exames, foi confirmado que o caso se tratava de varicela, descartando, assim, a presença da nova variante da mpox no país.</p>
<p>Este artigo reescrito enfatiza a necessidade urgente de ações globais coordenadas e o impacto da epidemia em diferentes partes do mundo, ao mesmo tempo que apresenta detalhes sobre as medidas de vigilância e resposta implementadas pelos países.</p>
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