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	<title>Ômicron &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Ômicron &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Técnicos pedem vacinas para impedir que variantes sofram mutações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2022 22:51:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diante do aumento de casos de covid-19, autoridades sanitárias internacionais estão em alerta. O registro de novos casos da doença tem a ver com o surgimento de novas subvariantes da Ômicron, BQ.1 e XBB. Segundo os primeiros estudos, elas podem ser mais transmissíveis e resistentes às barreiras vacinais. O mais recente Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado na [&#8230;]]]></description>
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<p>Diante do aumento de casos de covid-19, autoridades sanitárias internacionais estão em alerta. O registro de novos casos da doença tem a ver com o surgimento de novas subvariantes da Ômicron, BQ.1 e XBB. Segundo os primeiros estudos, elas podem ser mais transmissíveis e resistentes às barreiras vacinais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O mais recente Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado na última quinta-feira (10), sinaliza para o aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com resultado laboratorial positivo para Covid-19 na população adulta do Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.</p>
<p>Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ainda não é possível afirmar que esse crescimento esteja relacionado especificamente com as identificações recentes de novas sublinhagens identificadas em alguns pontos do país.</p>
<p>Em alguns estados, o sinal é mais claro nas faixas etárias a partir de 18 anos. A exceção é o Rio Grande do Sul, que apresenta essa tendência apenas nas faixas etárias a partir de 60 anos.</p>
<p>“Como os dados laboratoriais demoram mais a entrar no sistema, espera-se que os números de casos das semanas recentes sejam maiores do que o observado nessa atualização, podendo, inclusive, aumentar o total de estados em tal situação”, disse o pesquisador da Fiocruz.</p>
<h2>Crianças</h2>
<p>Quando o recorte foi feito por capitais, a Fiocruz identificou maior predominância em crianças. As exceções são Manaus, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, que apresentam crescimento nas faixas etárias acima de 60 anos.</p>
<p>Segundo o médico Werciley Júnior, coordenador da Infectologia da rede Santa, em Brasília, as crianças devem ser um foco de atenção importante. “Apesar da doença em crianças ser uma forma normalmente leve, a gente tem dois aspectos. O primeiro é que nelas, quando a forma é grave, há uma alta taxa de mortalidade. O outro é que as crianças são carreadoras do vírus para dentro de casa. Se elas estiverem imunizadas, vão diminuir muito sua capacidade de transmissão”, alertou.</p>
<p>Ainda segundo o médico infectologista, apesar de até o momento os casos no país serem leves, registros positivos preocupam especialmente entre os não vacinados. O especialista ressaltou que o grande medo da comunidade médica e de autoridades sanitárias é que essa variante sofra uma nova mutação e fuja totalmente da vacina causando doenças graves.</p>
<p>“A gente sabe que a taxa de vacinação mais ou menos estacionou com duas doses. As pessoas não estão fazendo a terceira dose que houve uma redução gigantesca”, observou, acrescentando que esse público pode desenvolver formas graves da doença.</p>
<p>Segundo o médico, a vacina tem dois pontos importantes. O primeiro deles é proteger as pessoas de modo que quem tiver a doença desenvolve a forma leve.</p>
<p>O outro ponto é que, com anticorpos trazidos pela vacina “mesmo que parcialmente funcionando”, o paciente infectado diminui a carga viral e não consegue transmitir o vírus para a mesma quantidade de pessoas que transmitia sem a imunização.</p>
<h2>Proteção</h2>
<p>Além da vacinação, o infectologista recomendou que pessoas com comorbidades voltem a usar máscaras de proteção facial, evitem aglomerações e, em caso de suspeita, façam o teste para evitar contaminação de outras pessoas.</p>
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		<title>Fiocruz confirma subvariante Ômicron BQ.1 na cidade do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fiocruz-confirma-subvariante-omicron-bq-1-na-cidade-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2022 22:48:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi identificada na cidade do Rio de Janeiro a circulação local da subvariante Ômicron BQ.1 do novo coronavírus, causador da pandemia de covid-19. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde , a confirmação ocorreu por meio de sequenciamento genético feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). “No momento, a recomendação é para que aqueles que [&#8230;]]]></description>
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<p>Foi identificada na cidade do Rio de Janeiro a circulação local da subvariante Ômicron BQ.1 do novo coronavírus, causador da pandemia de covid-19. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde , a confirmação ocorreu por meio de sequenciamento genético feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“No momento, a recomendação é para que aqueles que ainda não tomaram a dose de reforço da vacina contra a covid-19 procurem uma unidade de saúde a partir de segunda-feira (7), para concluir o esquema de imunização’, alerta a secretaria.</p>
<p>Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a subvariante pode estar relacionada com o aumento no número de casos verificada nas últimas semanas.</p>
<p>“Essa subvariante pode sim estar provocando um aumento de número de casos nesse momento. É uma subvariante que não tem nenhum sinal de maior gravidade do que outras subvariantes, mas merece toda atenção para aquela população que ainda não se vacinou. Então as pessoas que não tomaram a dose de reforço devem procurar uma unidade de saúde para realizar a dose de reforço, porque a vacina protege contra a subvariante para internação e para óbito”.</p>
<p>No município, 25% da população adulta não recebeu a primeira dose de reforço da vacina contra a covid-19. A segunda dose foi aplicada em 34,7% dos maiores de 18 anos.</p>
<h2>Testagem</h2>
<p>A Secretaria de Estado de Saúde informou que enviou ontem (4) ofício aos 92 municípios do estado recomendando a ampliação da testagem para covid-19, devido ao aumento na taxa de positividade para a doença.</p>
<p>“Uma análise dos últimos 15 dias realizada pela vigilância estadual apontou que a taxa de positividade dos testes de RT-PCR e antígeno para covid-19 tiveram aumento. A taxa de RT-PCR passou de 3% para 7% e a de antígeno, de 5% para 16%”.</p>
<p>O secretário de estado de Saúde, Alexandre Chieppe, alerta que o aumento de casos é verificado em diversos países.</p>
<p>“Estamos observando em diversos países do mundo um aumento na transmissão de coronavírus relacionado ainda à variante Ômicron, que é a prevalente também no estado do Rio de Janeiro. Neste momento, a transmissão ainda é baixa no estado, mas temos acompanhado o cenário em outros estados, como São Paulo, e temos um plano de contingência, que será colocado em prática se necessário”.</p>
<p>De acordo com a secretária, no momento não se verifica a prevalência do Sars-CoV-2 entre as doenças respiratórias no estado.</p>
<p>“O levantamento mostrou ainda que, embora a taxa de positividade para covid-19 tenha aumentado, os vírus respiratórios com maior circulação foram o rinovírus, com 21% de prevalência, e o adenovírus, com 17%. O vírus SARS-CoV-2 aparece em 4% das amostras testadas”.</p>
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		<title>Saúde confirma primeiro caso de subvariante da Ômicron no país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/saude-confirma-primeiro-caso-de-subvariante-da-omicron-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 21:50:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi identificado o caso de mais uma variante do novo coronavírus no Brasil. O Instituto Butantan informou que encontrou uma pessoa infectada com a subvariante denominada XE, que mistura duas modalidades da Ômicron. O caso foi confirmado pelo Ministério da Saúde, que divulgou nota anunciando que recebeu a notificação do Instituto Butantan. A pasta acrescentou que “mantém o [&#8230;]]]></description>
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<p>Foi identificado o caso de mais uma variante do novo coronavírus no Brasil. O Instituto Butantan informou que encontrou uma pessoa infectada com a subvariante denominada XE, que mistura duas modalidades da Ômicron.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O caso foi confirmado pelo Ministério da Saúde, que divulgou nota anunciando que recebeu a notificação do Instituto Butantan. A pasta acrescentou que “mantém o constante monitoramento do cenário epidemiológico da covid-19”.</p>
<p>A variante XE é uma combinação de duas cepas diferentes da Ômicron: BA.1 e BA.2. O primeiro caso foi mapeado na cidade de Londres, em janeiro deste ano. Segundo o Instituto Butantan, a taxa de crescimento da XE é 10% superior à da cepa BA.2.</p>
<p>Contudo, o Instituto informa que ainda não há evidências suficientes acerca de mudanças, vantagens e desvantagens da circulação a nova variante em aspectos como gravidade, transmissão e eficácia de vacinas já existentes.</p>
</div>
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		<title>Média móvel de óbitos caiu 60,4% desde o pico da Ômicron, diz Saúde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/media-movel-de-obitos-caiu-604-desde-o-pico-da-omicron-diz-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2022 14:38:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou queda de 60,4% na média móvel de óbitos por covid-19 desde o pico nas ocorrências causadas pela variante Ômicron. Segundo o Ministério da Saúde, o recuo foi de 895,36, em 18 de fevereiro, para 354,3, registrado na segunda-feira (21). A média móvel de casos caiu 77,7% desde o dia 5 de fevereiro, [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O Brasil registrou queda de 60,4% na média móvel de óbitos por covid-19 desde o pico nas ocorrências causadas pela variante Ômicron. Segundo o Ministério da Saúde, o recuo foi de 895,36, em 18 de fevereiro, para 354,3, registrado na segunda-feira (21). A média móvel de casos caiu 77,7% desde o dia 5 de fevereiro, quando a pandemia atingiu a máxima histórica de casos, registrando média de 183 mil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a pasta, a vacinação contra a covid-19 é a principal responsável pela queda nos registros. Atualmente, 91,38% da população acima de 12 anos está vacinada com a primeira dose (D1) e 85,35% desse mesmo público está imunizada com a dose única ou com a segunda dose (D2).</p>
<p>Pesquisa da Universidade de Oxford indica que a vacinação aumenta em até 100 vezes a imunidade contra a doença. Até o momento, 41% do público vacinável tomou o reforço. Atualmente, 59,4 milhões de brasileiros estão prontos para o recebimento da dose de reforço, mas ainda não voltaram aos postos de vacinação. A mesma pesquisa indica 17,6 milhões de pessoas só receberam a primeira dose.</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>Ao todo, foram distribuídas 464,8 milhões de vacinas contra a covid-19. Dessas, 391,5 milhões de doses chegaram aos braços dos brasileiros como D1 e D2 – respectivamente 171,8 milhões e 153,7 milhões.</p>
<p>Na etapa da dose de reforço, 63,3 milhões de brasileiros acima de 18 anos, público-alvo dessa estratégia, receberam a proteção. Quanto ao público infantil, 8,9 milhões de crianças entre 5 e 11 anos tomaram a D1.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Cientistas estudarão efeitos de variantes da covid-19 na gravidez</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cientistas-estudarao-efeitos-de-variantes-da-covid-19-na-gravidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 19:03:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cientistas da Universidade de Oxford informaram hoje (15) que vão avaliar os efeitos das novas variantes do novo coronavírus em mulheres grávidas e recém-nascidos, bem como da vacinação contra a covid-19 em complicações durante a gravidez e após o parto. O estudo será feito menos de um ano depois que a universidade concluiu que mulheres grávidas com covid-19 [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>Cientistas da Universidade de Oxford informaram hoje (15) que vão avaliar os efeitos das novas variantes do novo coronavírus em mulheres grávidas e recém-nascidos, bem como da vacinação contra a covid-19 em complicações durante a gravidez e após o parto.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O estudo será feito menos de um ano depois que a universidade concluiu que mulheres grávidas com covid-19 e seus filhos recém-nascidos enfrentavam maiores riscos de complicações, como parto prematuro e risco de falência de órgãos, do que se sabia anteriormente.</p>
<p>Os pesquisadores disseram que o estudo visa preencher lacunas, incluindo os efeitos de novas variantes do vírus, como a Ômicron, em um grupo de alto risco que registrou taxas baixas &#8220;alarmantes&#8221; de vacinação.</p>
<p>“Os efeitos da covid-19 na gravidez foram subestimados e insuficientemente estudados”, disse o professor da Universidade de Oxford José Villar, um dos autores do estudo.</p>
<p>&#8220;As mulheres grávidas nem foram incluídas nos testes de vacinas, o que permitiu que &#8216;informações&#8217; não científicas e assustadoras fossem amplamente divulgadas.&#8221;</p>
<p>Muitas autoridades de saúde globais disseram que as vacinas durante a gravidez são seguras. Estudo divulgado nos Estados Unidos no mês passado mostrou que elas não estavam associadas a parto prematuro ou recém-nascidos com baixo peso.</p>
<p><em><strong>Por: Reuters</strong></em></p>
</div>
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		<title>Anvisa indefere pedidos de registro de três autotestes de covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-indefere-pedidos-de-registro-de-tres-autotestes-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 15:31:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indeferiu pedidos de registros de três autotestes de covid-19. De acordo com a agência, os pedidos foram negados devido à falta de estudos e documentos completos sobre os produtos que solicitaram autorização. As empresas já foram informadas por meio de Ofício Eletrônico sobre os pontos de ajustes necessários [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indeferiu pedidos de registros de três autotestes de covid-19. De acordo com a agência, os pedidos foram negados devido à falta de estudos e documentos completos sobre os produtos que solicitaram autorização.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As empresas já foram informadas por meio de Ofício Eletrônico sobre os pontos de ajustes necessários para cada produto antes que uma nova submissão possa ser feita, informou a Anvisa, por meio de nota enviada.</p>
<p>“Estes são os resultados dos primeiros pedidos de registro de autotestes avaliados pela Agência. A publicação de ontem (segunda feira, 7 de fevereiro) do <em>Diário Oficial da União</em> traz outros três autotestes que também tiveram seus pedidos negados. Mas nestes casos a negativa aconteceu porque os pedidos foram feitos antes da vigência da norma que regulamentou os autotestes para Covid19 no Brasil”, informou a Anvisa.</p>
<p>Os registros indeferidos são das empresas <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-364-de-3-de-fevereiro-de-2022-378405184" target="_blank" rel="noopener">LMG Lasers</a>; <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-364-de-3-de-fevereiro-de-2022-378405184" target="_blank" rel="noopener">Medlevensohn</a>; e <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-387-de-4-de-fevereiro-de-2022-378383522" target="_blank" rel="noopener">Okay Technology</a>. As duas resoluções com os indeferimentos (nº 364 e nº 387) foram publicados no <em>Diário Oficial da União</em> de ontem (7).</p>
<p>A Anvisa contabiliza 33 pedidos de registro para autotestes de covid-19 – número que não considera os pedidos feitos antes da vigência da norma.</p>
<p>Destes, três tiveram indeferimentos já publicados no <em>Diário Oficial da União</em>; quatro produtos tiveram a análise concluída e aguardam a publicação do resultado; nove encontram-se em análise pela área técnica; e 17 foram distribuídos para a área e, atualmente, aguardam o início da análise.</p>
</div>
</div>
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		<title>Fiocruz confirma casos da linhagem BA.2 da variante Ômicron</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fiocruz-confirma-casos-da-linhagem-ba-2-da-variante-omicron/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2022 23:57:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Fiocruz identificou, a partir da técnica de sequenciamento genético, dois casos da linhagem BA.2 da variante Ômicron, um no estado do Rio de Janeiro e outro no de Santa Catarina, conforme divulgado pelas secretarias estaduais de Saúde. A informação foi divulgada neste sábado (5) pela Fiocruz. A confirmação foi realizada pelo Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Fiocruz identificou, a partir da técnica de sequenciamento genético, dois casos da linhagem BA.2 da variante Ômicron, um no estado do Rio de Janeiro e outro no de Santa Catarina, conforme divulgado pelas secretarias estaduais de Saúde. A informação foi divulgada neste sábado (5) pela Fiocruz.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A confirmação foi realizada pelo Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atua como Centro de Referência Nacional em vírus respiratórios junto ao Ministério da Saúde e que vem atuando no mapeamento de genomas do vírus desde o início da pandemia. O laboratório integra a Rede Genômica Fiocruz.</p>
<p>O diagnóstico inicial foi feito pelos laboratórios dos estados por meio do exame RT-qPCR. As amostras foram encaminhadas para o Laboratório de Vírus Respiratório e Sarampo do IOC/Fiocruz para a realização do sequenciamento genômico, o que confirmou a presença da subvariante BA.2.</p>
<p>Os resultados finais foram informados às secretarias de Saúde dos dois estados e ao Ministério da Saúde, de acordo com os protocolos de referência. Segundo a Fiocruz, a nova linhagem é mais contagiosa, mas ainda é desconhecido se ela é mais perigosa.</p>
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		<title>Fiocruz aponta piora na ocupação de leitos de UTI por covid-19 no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 22:15:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[A ocupação de leitos públicos de unidade de terapia intensiva (UTI) para adultos com covid-19 está piorando com a rápida disseminação da variante Ômicron, avaliaram pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no boletim do Observatório Covid-19 divulgado hoje (26). &#8220;Não se pode ignorar que o quadro está piorando, apesar de estar claro que o cenário [&#8230;]]]></description>
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<p>A ocupação de leitos públicos de unidade de terapia intensiva (UTI) para adultos com covid-19 está piorando com a rápida disseminação da variante Ômicron, avaliaram pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no boletim do Observatório Covid-19 divulgado hoje (26).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Não se pode ignorar que o quadro está piorando, apesar de estar claro que o cenário com a vacinação é muito diferente daquele observado em momentos anteriores mais críticos da pandemia, nos quais se dispunha de muito mais leitos&#8221;, diz o boletim, que pondera que pessoas totalmente imunizadas são pouco suscetíveis a essas internações, mas comorbidades graves ou idade avançada podem deixá-las vulneráveis.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que, mesmo com uma proporção menor de casos gerando internações em UTI, os números se tornam expressivos por causa da grande transmissibilidade da variante Ômicron, que é mais contagiosa.</p>
<p>O aumento no número de internações já levou 12 estados à zona de alerta intermediário, em que entre 60% e 80% dos leitos de UTI estão ocupados. Além disso, as internações chegaram à zona crítica, com ao menos 80% de leitos ocupados, em Pernambuco (81%), Espírito Santo (80%), Goiás (82%), Piauí (82%), Rio Grande do Norte (83%), Mato Grosso do Sul (80%) e Distrito Federal (98%).</p>
<p>O boletim informa que, entre as 25 capitais com taxas divulgadas, nove estão na zona de alerta crítico: Porto Velho (89%), Rio Branco (80%), Macapá (82%), Fortaleza (93%), Natal (percentual estimado de 89%), Belo Horizonte (95%), Rio de Janeiro (98%), Cuiabá (89%) e Brasília (98%).</p>
<p>&#8220;É fundamental empreender esforços para avançar na vacinação e controlar a disseminação da Covid-19, com o endurecimento da obrigatoriedade de uso de máscaras e de passaporte vacinal em locais públicos, e deflagrar campanhas para orientar a população sobre o autoisolamento ao aparecimento de sintomas, evitando, inclusive, a transmissão intradomiciliar&#8221;, destaca o boletim.</p>
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		<title>É &#8220;perigoso&#8221; pensar que pandemia está perto do fim, diz OMS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/e-perigoso-pensar-que-pandemia-esta-perto-do-fim-diz-oms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 14:52:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) disse nesta segunda-feira (24) que é perigoso dizer que a variante Ômicron do novo coronavírus, que se mostrou altamente transmissível, é a última cepa que surgirá e que o mundo está no fim da pandemia de covid-19. Tedros afirmou, que é possível neste ano sair da fase [&#8230;]]]></description>
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<p>O diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) disse nesta segunda-feira (24) que é perigoso dizer que a variante Ômicron do novo coronavírus, que se mostrou altamente transmissível, é a última cepa que surgirá e que o mundo está no fim da pandemia de covid-19.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Tedros afirmou, que é possível neste ano sair da fase aguda da pandemia, em que a covid-19 representa emergência sanitária global, se estratégias e ferramentas como testes e vacinas forem utilizadas de forma abrangente e correta.</p>
<p>Na abertura de reunião do Conselho Executivo da OMS, Tedros disse que desde que a Ômicron foi identificada pela primeira vez, há pouco mais de nove semanas, mais de 80 milhões de casos foram relatados à organização, mais que em todo o ano de 2020.</p>
<blockquote><p>&#8220;As condições são ideais para que surjam mais variantes&#8221;, acrescentou.</p></blockquote>
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		<title>Covid-19: internações de menores de 18 anos em UTI sobem 61% em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 19:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre novembro do ano passado e janeiro deste ano, a internação de menores de 18 anos com covid-19 em unidades de terapia intensiva (UTI) cresceu 61,3%. A informação foi dada hoje (19) pelo governador de São Paulo, João Doria, que lembrou que esse dado reforça a necessidade de que esse público também seja vacinado contra [&#8230;]]]></description>
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<p>Entre novembro do ano passado e janeiro deste ano, a internação de menores de 18 anos com covid-19 em unidades de terapia intensiva (UTI) cresceu 61,3%. A informação foi dada hoje (19) pelo governador de São Paulo, João Doria, que lembrou que esse dado reforça a necessidade de que esse público também seja vacinado contra a covid-19.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No dia 15 de novembro de 2021 haviam 106 pacientes menores de 18 anos internados em estado grave no estado de São Paulo por causa da covid-19. Já na última segunda-feira (17), esse número subiu para 171 internações em UTIs. “Os dados da Secretaria de Saúde mostram alta de 61% na hospitalização de menores de 18 anos em UTIs, nos últimos dois meses, no estado de São Paulo. Os dados evidenciam a necessidade de acelerarmos a vacinação infantil”, disse o governador.</p>
<p>“Os dados evidenciam que a variante Ômicron do novo coronavírus está contaminando rapidamente nossas crianças e que a vacinação é urgente e fundamental para prevenir casos graves, internações e óbitos nessa população”, reforçou Jean Gorinchteyn, secretário estadual de Saúde.</p>
<h2>Crescimento de internações</h2>
<p>Com a chegada da variante Ômicron, as internações em unidades de terapia intensiva de São Paulo cresceram não somente entre as crianças e adolescentes, mas em todos os públicos. “Temos observado uma crescente de novas internações nas últimas cinco semanas, mas especialmente nas últimas duas semanas epidemiológicas tivemos quase 89% de elevação”, falou o secretário.</p>
<p>Hoje, o estado tem uma taxa de ocupação de leitos de UTI de 54,17%, com 2.842 pessoas internadas em estado grave e 5.556 em enfermarias. Na semana passada, a taxa de ocupação estava em 39,01%, com 1.824 pessoas internadas em estado grave e 3.679 pessoas internadas em enfermarias de todo o estado. Apesar desse aumento, o número de pessoas internadas ainda é inferior ao que foi observado no pico da segunda onda da pandemia, ocorrida entre os meses de março e maio do ano passado.</p>
<p>&#8220;É muito importante lembrarmos que, a despeito desses números percentuais, quando olhamos o número absoluto, vemos que os internados em UTIs são 2.842. No pico da primeira onda, tivemos 6,5 mil internados. No pico da segunda onda, só nas UTIs, tivemos 13,1 mil pessoas internados. Portanto, é um número bem menor hoje&#8221;, disse o secretário. Segundo ele, o menor número de pessoas internadas hoje se deve à vacinação. “Isso é o resultado sim da vacinação. Vacinar é proteger tanto das formas graves quanto das fatais”.</p>
<p>De acordo com João Gabbardo, secretário executivo do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, o aumento das internações neste momento ocorre principalmente por pessoas que estão internadas não por covid-19, mas por outras doenças e que acabam testando positivo para o novo coronavírus.</p>
<p>“É muito diferente do que observamos em outras fases da pandemia. As pessoas procuravam atendimento porque apresentavam Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com falta de ar, dispneia, baixa saturação. Elas internavam nas UTIS e enfermarias para tratar covid-19. Mas hoje as pessoas internam por outras razões: por um problema cardiológico, neurológico e ou mesmo a gestante que vai ao hospital para fazer o parto. Sem sintoma nenhum, elas são testadas e  apresentam teste positivo [para covid-19]”, disse ele, citando uma pesquisa feita na cidade de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, entre mulheres gestantes e que demonstrou que 40% delas apresentam teste positivo para a covid-19, mesmo sem apresentar quaisquer sintomas da doença.</p>
<p>“O que acontece: quando testa positivo para a covid-19 é creditado uma internação para paciente covid-19. Ele [paciente] não internou por problema de covid-19, mas ele é internado em leito de covid-19 porque ele precisa de isolamento”, explicou. “Esse aumento das internações hospitalares está ocorrendo em pessoas que internaram por outras razões e que foram testadas positivas para covid-19. Isso é consequência da vacinação. Elas apresentam positiva mas não apresentam sintomas ou sintomas leves”, explicou Gabbardo.</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>A vacinação de crianças entre 5 e 11 anos de idade teve início na última sexta-feira em São Paulo. Neste momento estão sendo vacinadas crianças indígenas, com comorbidades ou com deficiência. Para esta vacinação está sendo utilizado o imunizante da Pfizer/BioNTech, que é um pouco diferente da vacina que é aplicada em adultos e tem uma dosagem menor. O governo de São Paulo espera que amanhã (20), a partir das 10h, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) aprove o uso da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e pelo laboratório chinês Sinovac, para crianças e adolescentes entre 3 e 17 anos. Caso a Anvisa aprove esse imunizante, São Paulo tem um estoque de 15 milhões de doses dessa vacina, podendo vacinar todas as crianças do estado nessa faixa etária no prazo de três semanas e ainda distribuir parte das doses para outros estados.</p>
<p>Segunda Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, os estudos feitos em crianças com a vacina CoronaVac tem demonstrado uma efetividade de cerca de 90% para prevenção de casos graves, superior ao que é observado entre adultos. O esquema vacinal é o mesmo para o adulto: são aplicadas duas doses, com intervalo de 28 dias entre elas. Essa vacina já vem sendo aplicada em crianças em países como Chile e China e tem se mostrado segura.</p>
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