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	<title>OMC &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>EUA aceitam consultas na OMC, mas alegam “segurança nacional” contra Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-aceitam-consultas-na-omc-mas-alegam-seguranca-nacional-contra-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 14:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos aceitaram o pedido de consultas do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as tarifas de 50% impostas pelo governo Donald Trump a produtos brasileiros. No entanto, a Casa Branca alegou que parte das acusações envolve questões de “segurança nacional”, que, segundo Washington, não podem ser revistas pela entidade multilateral. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos aceitaram o pedido de consultas do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as tarifas de 50% impostas pelo governo Donald Trump a produtos brasileiros. No entanto, a Casa Branca alegou que parte das acusações envolve questões de “segurança nacional”, que, segundo Washington, não podem ser revistas pela entidade multilateral.</p>
<p>Em resposta publicada pela OMC, os EUA afirmaram que as sobretaxas e as investigações comerciais em curso são “necessárias para proteger interesses estratégicos”, incluindo a economia e a política externa do país.</p>
<blockquote><p>“As tarifas são necessárias para lidar com a emergência nacional decorrente dos grandes e persistentes déficits anuais de mercadorias, que ameaçam a segurança nacional e a economia dos Estados Unidos. Questões de segurança nacional são políticas e não passíveis de resolução na OMC”, diz o documento.</p></blockquote>
<p>Washington também acusou o Brasil de adotar práticas que estariam “minando o Estado de Direito<strong>”</strong> e ameaçando interesses norte-americanos.</p>
<h3>Disputa mais política que prática</h3>
<p>No início de agosto, o Brasil acionou a OMC contra as tarifas de 50%, acusando os EUA de violarem compromissos assumidos em acordos multilaterais. O pedido de consultas é a primeira etapa de uma disputa comercial. Caso não haja entendimento em até 60 dias, Brasília poderá solicitar a abertura de um painel de julgamento.</p>
<p>Contudo, o processo tem caráter sobretudo simbólico, já que o mecanismo de solução de controvérsias da OMC está esvaziado e tem dificuldade em aplicar sanções efetivas.</p>
<p>O Itamaraty afirmou que pretende ampliar os elementos da queixa, incluindo novos pontos caso o litígio avance para a fase de painel.</p>
<h3>Acusações brasileiras</h3>
<p>No pedido, o Brasil aponta quatro violações principais por parte dos EUA:</p>
<ul>
<li><strong>Tratamento desigual:</strong> isenção a alguns parceiros comerciais enquanto o Brasil foi punido;</li>
<li><strong>Tarifas acima do limite:</strong> a alíquota de 50% supera o teto acordado pelos EUA na OMC;</li>
<li><strong>Discriminação:</strong> aplicação de condições menos favoráveis do que as registradas na lista oficial de concessões comerciais americanas;</li>
<li><strong>Medidas unilaterais:</strong> descumprimento dos procedimentos previstos nos acordos multilaterais para resolução de controvérsias.</li>
</ul>
<p>Com a aceitação das consultas, o próximo passo será a tentativa de mediação dentro da OMC. Se não houver consenso, a disputa pode evoluir para painel — o que ampliaria a tensão diplomática entre Brasília e Washington.</p>
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		<title>Brasil rebate acusações dos EUA e diz que Pix não discrimina empresas estrangeiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-rebate-acusacoes-dos-eua-e-diz-que-pix-nao-discrimina-empresas-estrangeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 16:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[25 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[seção 301]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro negou, nesta segunda-feira (18), que o Pix discrimine empresas estrangeiras ou configure prática desleal no comércio bilateral com os Estados Unidos. A defesa, assinada pelo chanceler Mauro Vieira e enviada ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), sustenta que o sistema de pagamentos instantâneos administrado pelo Banco Central é neutro, seguro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro negou, nesta segunda-feira (18), que o Pix discrimine empresas estrangeiras ou configure prática desleal no comércio bilateral com os Estados Unidos. A defesa, assinada pelo chanceler Mauro Vieira e enviada ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), sustenta que o sistema de pagamentos instantâneos administrado pelo Banco Central é neutro, seguro e alinhado a iniciativas semelhantes em outros países.</p>
<p>O documento de 91 páginas, divulgado no site da USTR, responde à investigação aberta em julho a pedido do governo Donald Trump, que mira não apenas o Pix, mas também temas como pirataria, etanol, desmatamento e decisões judiciais envolvendo redes sociais.</p>
<h3>Pix x FedNow</h3>
<p>Na resposta, o Brasil destacou que o Pix segue boas práticas internacionais e não cria barreiras para empresas estrangeiras. O texto cita o FedNow, lançado recentemente pelo Federal Reserve, como exemplo de que outros bancos centrais adotam modelos semelhantes.</p>
<p>“Diferentes governos estão fornecendo infraestrutura para pagamentos instantâneos, incluindo a União Europeia, a Índia e os Estados Unidos”, afirmou o governo, reforçando que o sistema brasileiro não tem caráter protecionista.</p>
<h3>Contestação jurídica</h3>
<p>O Itamaraty também questionou a legitimidade da investigação americana, conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, e afirmou que medidas unilaterais como essa são inconsistentes com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>
<p>“O Brasil não reconhece a legitimidade de instrumentos unilaterais como a Seção 301”, diz o texto, ressaltando que a participação na apuração ocorre em “espírito de diálogo e esclarecimento de fatos” e não representa reconhecimento de jurisdição.</p>
<h3>Propriedade intelectual e redes sociais</h3>
<p>O documento rebate ainda a acusação de pirataria e destacou que o país mantém um regime “robusto” de proteção à propriedade intelectual, compatível com os acordos da OMC.</p>
<p>Em relação às redes sociais, o Brasil negou que decisões judiciais — inclusive do Supremo Tribunal Federal (STF) — tenham discriminado companhias americanas. Segundo o governo, medidas como bloqueios e multas fazem parte do funcionamento do Estado de Direito, assim como ocorre nos próprios Estados Unidos.</p>
<h3>Etanol, desmatamento e aeronáutica</h3>
<p>Sobre o etanol, a defesa destacou que o Brasil historicamente aplica tarifas baixas para importações e cumpre compromissos multilaterais. No tema do desmatamento, reforçou que políticas ambientais brasileiras não configuram barreiras comerciais.</p>
<p>No setor aeronáutico, o país lembrou que aplica tarifa zero para produtos americanos e que empresas brasileiras geram empregos nos EUA, demonstrando a integração das cadeias produtivas.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A resposta brasileira será analisada pelo USTR. Uma audiência pública está marcada para 3 de setembro, quando empresas, entidades e órgãos governamentais poderão se manifestar. A decisão final sobre o caso caberá ao governo Trump e é considerada imprevisível.</p>
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		<item>
		<title>Lula critica sobretaxas dos EUA e defende livre comércio em visita ao Japão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-critica-sobretaxas-dos-eua-e-defende-livre-comercio-em-visita-ao-japao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 14:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Sobretaxas]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem de Lula ao Japão]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante sua visita ao Japão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos, alertando para os impactos negativos da política protecionista adotada pelo presidente Donald Trump. A sobretaxa de 25% sobre carros importados, anunciada recentemente pelo governo norte-americano, foi classificada por Lula como uma decisão que pode prejudicar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante sua visita ao Japão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos, alertando para os impactos negativos da política protecionista adotada pelo presidente Donald Trump. A sobretaxa de 25% sobre carros importados, anunciada recentemente pelo governo norte-americano, foi classificada por Lula como uma decisão que pode prejudicar a própria economia dos EUA, elevando os preços e contribuindo para a inflação.</p>
<h4><strong>Reação à Taxação do Aço Brasileiro</strong></h4>
<p>Além da medida sobre os automóveis, Lula destacou sua preocupação com a tarifa de 25% sobre as importações de aço e alumínio do Brasil, que impacta diretamente o comércio bilateral. O governo brasileiro pretende recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para tentar reverter a decisão. Caso a negociação não seja bem-sucedida, o Brasil pode adotar medidas de retaliação, aplicando sobretaxas sobre produtos norte-americanos.</p>
<p>&#8220;Se ele [Trump] acha que taxar tudo que os Estados Unidos importam vai ajudar, eu acho que vai ser prejudicial aos próprios EUA&#8221;, afirmou Lula. O presidente também alertou para os riscos do retrocesso do livre comércio global e reforçou sua defesa do multilateralismo econômico.</p>
<figure id="attachment_82605" aria-describedby="caption-attachment-82605" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82605" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-cerimonia-de-boas-vindas.-Palacio-Imperial-do-Japao-Expresso-Carioca.jpeg?resize=754%2C539&#038;ssl=1" alt="Presidente Da República, Luiz Inácio Lula Da Silva, Durante Cerimônia De Boas Vindas. Palácio Imperial Do Japão - Expresso Carioca" width="754" height="539" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-cerimonia-de-boas-vindas.-Palacio-Imperial-do-Japao-Expresso-Carioca.jpeg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-cerimonia-de-boas-vindas.-Palacio-Imperial-do-Japao-Expresso-Carioca.jpeg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-cerimonia-de-boas-vindas.-Palacio-Imperial-do-Japao-Expresso-Carioca.jpeg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-cerimonia-de-boas-vindas.-Palacio-Imperial-do-Japao-Expresso-Carioca.jpeg?resize=120%2C86&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-cerimonia-de-boas-vindas.-Palacio-Imperial-do-Japao-Expresso-Carioca.jpeg?resize=350%2C250&amp;ssl=1 350w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-cerimonia-de-boas-vindas.-Palacio-Imperial-do-Japao-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C536&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82605" class="wp-caption-text">Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de boas-vindas. Palácio Imperial do Japão. Foto: Ricardo Stuckert / PR &#8211; Ricardo Stuckert / PR</figcaption></figure>
<h4><strong>Negociações com o Japão e Exportação de Carne Brasileira</strong></h4>
<p>Na viagem oficial, Lula também trabalhou para fortalecer a relação comercial com o Japão, principalmente na abertura do mercado japonês para a carne bovina brasileira. Durante encontro com o primeiro-ministro Shigeru Ishiba, foi anunciado que uma missão técnica japonesa será enviada ao Brasil para avaliar a qualidade do rebanho e avançar nos protocolos sanitários.</p>
<p>&#8220;Temos uma carne de muita qualidade e com preço competitivo. Acredito que, ainda este ano, teremos uma solução para essa questão&#8221;, disse o presidente.</p>
<p>Além disso, Lula reforçou o compromisso de impulsionar um acordo comercial entre o Mercosul e o Japão, priorizando a facilitação das trocas entre os dois blocos econômicos. O Brasil assume a presidência do Mercosul no segundo semestre, e Lula prometeu empenho para concretizar essa parceria.</p>
<h4><strong>Parcerias e Investimentos Japoneses no Brasil</strong></h4>
<p>Durante o Fórum Empresarial Brasil-Japão, Lula se reuniu com empresários dos setores de agronegócio, energia, logística e siderurgia, convidando investidores japoneses a ampliarem sua presença no Brasil. Um dos destaques da agenda foi o acordo entre a Embraer e a companhia aérea japonesa ANA, que prevê a compra de 20 jatos modelo E-190.</p>
<figure id="attachment_82603" aria-describedby="caption-attachment-82603" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-82603" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-reuniao-com-integrantes-da-Associacao-Brasileira-das-Industrias-Exportadoras-de-Carnes-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Luiz Inácio Lula Da Silva, Durante Reunião Com Integrantes Da Associação Brasileira Das Indústrias Exportadoras De Carnes - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-reuniao-com-integrantes-da-Associacao-Brasileira-das-Industrias-Exportadoras-de-Carnes-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-reuniao-com-integrantes-da-Associacao-Brasileira-das-Industrias-Exportadoras-de-Carnes-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-reuniao-com-integrantes-da-Associacao-Brasileira-das-Industrias-Exportadoras-de-Carnes-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/27-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-durante-reuniao-com-integrantes-da-Associacao-Brasileira-das-Industrias-Exportadoras-de-Carnes-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82603" class="wp-caption-text">Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com integrantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC). Hotel Imperial &#8211; Japão Foto: Ricardo Stuckert / PR &#8211; Ricardo Stuckert / PR</figcaption></figure>
<p>O encontro resultou na assinatura de dez acordos bilaterais entre Brasil e Japão, abrangendo comércio, indústria, meio ambiente e inovação tecnológica. Além disso, 80 parcerias entre empresas, universidades e bancos foram firmadas para aprofundar a cooperação estratégica entre os países.</p>
<h4><strong>Compromisso com o Clima e Agenda Internacional</strong></h4>
<p>Lula também aproveitou a visita para pedir o apoio do Japão na COP30, conferência climática da ONU que será realizada em Belém, no Pará, em 2025. O presidente destacou a importância da colaboração global para o combate às mudanças climáticas e criticou o avanço do negacionismo climático e do protecionismo econômico.</p>
<p>Após encerrar sua visita ao Japão, o presidente segue para Hanói, no Vietnã, dando continuidade à sua agenda na Ásia, em busca de novas parcerias comerciais e diplomáticas para o Brasil.</p>
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		<title>Presidente destaca à OMC papel do Brasil na segurança alimentar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-destaca-a-omc-papel-do-brasil-na-seguranca-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 14:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil tem papel importante no fornecimento de alimentos e insumos agrícolas em meio ao aumento da insegurança alimentar global, disse hoje (18) o presidente Jair Bolsonaro à diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala. O presidente e o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, reuniram-se nesta segunda-feira com a diplomata, [&#8230;]]]></description>
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<p>O Brasil tem papel importante no fornecimento de alimentos e insumos agrícolas em meio ao aumento da insegurança alimentar global, disse hoje (18) o presidente Jair Bolsonaro à diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala. O presidente e o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, reuniram-se nesta segunda-feira com a diplomata, que visita o Brasil.</p>
<p>Segundo o Itamaraty, Bolsonaro destacou a importância do comércio de produtos agrícolas e de insumos, como fertilizantes, para garantir a segurança alimentar mundial. O presidente também disse que o país tem expectativas de que a 12ª Reunião Ministerial da OMC tenha resultados concretos.</p>
<p>Durante o encontro, o chanceler Carlos França disse que a OMC tem a missão, neste momento, de contribuir para amenizar os impactos da pandemia de covid-19 e da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre as cadeias internacionais de produção e de distribuição de alimentos. O ministro informou que o Brasil está empenhado em que a reunião ministerial resulte em avanço nas negociações dos quatro principais eixos: comércio e saúde, agricultura, subsídios à pesca e reforma da OMC.</p>
<p>Além de conversar com o presidente e com o chanceler, a diretora-geral da OMC proferiu palestra no Instituto Rio Branco. Ela também se reuniu com parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e representantes do agronegócio.</p>
<p>Amanhã (19), Ngozi Okonjo-Iweala estará em São Paulo, onde se reunirá com representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na ocasião, a diretora da OMC receberá um documento com as 13 prioridades listadas para o setor. Ngozi Okonjo-Iwealala também participará de um encontro com mulheres empreendedoras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
</div>
</div>
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