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	<title>Oftalmologia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Oftalmologia na Baixada: inclusão, tecnologia e cuidado humanizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 02:07:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, uma clínica oftalmológica fundada há 25 anos se tornou referência regional não apenas pelo número de atendimentos — mais de 190 mil — mas pelo que construiu fora das salas de exame: um modelo de gestão que combina educação, tecnologia, formação de jovens e atenção humanizada à saúde. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, uma clínica oftalmológica fundada há 25 anos se tornou referência regional não apenas pelo número de atendimentos — mais de 190 mil — mas pelo que construiu fora das salas de exame: um modelo de gestão que combina educação, tecnologia, formação de jovens e atenção humanizada à saúde. Criada pela médica Kátia Mello, a clínica nasceu de forma modesta, com poucos equipamentos, nenhuma estrutura empresarial e o desafio de romper barreiras geográficas, sociais e de gênero.</p>
<figure id="attachment_85199" aria-describedby="caption-attachment-85199" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-85199" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/12-Oftalmologia-na-Baixada-inclusao-tecnologia-e-cuidado-humanizado-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="Oftalmologia Na Baixada Inclusão, Tecnologia E Cuidado Humanizado - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/12-Oftalmologia-na-Baixada-inclusao-tecnologia-e-cuidado-humanizado-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/12-Oftalmologia-na-Baixada-inclusao-tecnologia-e-cuidado-humanizado-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/12-Oftalmologia-na-Baixada-inclusao-tecnologia-e-cuidado-humanizado-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-85199" class="wp-caption-text">Kátia Mello é Médica Oftalmologica &#8211; Foto: DivulgaçãoNotícias</figcaption></figure>
<p><em>“Eu ouvia que mulher jovem não ia aguentar o tranco. Que ninguém procurava especialista na Baixada. Que saúde era coisa pra grandes centros. E que eu devia me contentar com um consultório simples, atendendo convênio. Eu ouvia e seguia”</em>, relembra a fundadora.</p>
<p>Hoje, a unidade — que cresceu de uma sala de 20 metros quadrados para um centro clínico com tecnologia de ponta — se consolidou como um caso de impacto comunitário, inovação na saúde e inclusão profissional. E acaba de receber o Prêmio Sebrae Mulher Empreendedora, por seu modelo pioneiro de gestão integrada.</p>
<h4><strong>Juventude como prioridade</strong></h4>
<p>Sem recursos para contratar equipes completas nos primeiros anos, a solução encontrada foi treinar moradores da própria região. O que parecia improviso virou um dos pilares do projeto: um centro de formação interno, que capacita jovens em situação de vulnerabilidade para atuarem em diversas áreas da saúde, desde recepção e atendimento até apoio técnico e administrativo. Muitos desses jovens tiveram ali seu primeiro emprego formal.</p>
<p><em>“Eu entrei pra ajudar no telefone e saí coordenando triagem”, conta Danielle, de 28 anos, que hoje cursa técnico em enfermagem. “Aqui ninguém é só número. Eles acreditam em você antes mesmo de você saber no que acredita.”</em></p>
<h4><strong>Tecnologia que não exclui</strong></h4>
<p>Além do cuidado com pessoas, a clínica também tem se destacado pela adoção de tecnologias médicas avançadas, como prontuário eletrônico, exames com inteligência artificial e protocolos próprios para triagem de doenças oculares — especialmente voltados à população idosa.</p>
<p>A fundadora é pós-graduada em oftalmogeriatria e liderou a criação de fluxos internos que permitem detectar precocemente condições como glaucoma, catarata e retinopatia diabética, em pacientes acima dos 60 anos. <em>“A inteligência artificial ajuda, mas o que faz diferença é a escuta. O tempo. O olhar atento”,</em> afirma Kátia.</p>
<p>Com a população brasileira envelhecendo rapidamente, especialmente em regiões onde o acesso à medicina preventiva é escasso, o trabalho desenvolvido na Baixada ganha relevância nacional. “Tem idoso que nunca foi ao oftalmologista. Quando chega aqui, vem com medo, vergonha e muitas vezes sem saber que está perdendo a visão há anos”, diz o gerente Fábio Leite, ex-estagiário da unidade.</p>
<h4><strong>Dados com rosto</strong></h4>
<p>Mais do que números, a clínica se fortaleceu como um espaço de histórias. Como a de Dona Cleusa, paciente que chegou praticamente cega após 10 anos sem acesso a tratamento adequado. Após ser submetida a exames e encaminhada para cirurgia, voltou a enxergar. <em>“Ela me disse: ‘Voltei a viver’. E a estagiária que a atendeu pela primeira vez chorava junto”</em>, lembra um dos profissionais da equipe.</p>
<p>Casos como esse se repetem com frequência. <em>“Nosso desafio nunca foi só técnico. Foi mostrar que é possível fazer medicina de ponta, com calor humano e impacto social — mesmo longe dos centros tradicionais”</em>, resume a médica.</p>
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