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	<title>Observatório Nacional &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Observatório Nacional &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Observatório Nacional lança edital do programa “Meninas Cientistas do ON”</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/observatorio-nacional-lanca-edital-do-programa-meninas-cientistas-do-on/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 15:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil. Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[meninas cientistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Observatório Nacional (ON), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, lançou no último dia 11 o primeiro edital do programa “Meninas Cientistas do ON”, voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que se identificam com o gênero feminino. A iniciativa, criada em celebração ao Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, marca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Observatório Nacional (ON), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, lançou no último dia 11 o primeiro edital do programa “Meninas Cientistas do ON”, voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que se identificam com o gênero feminino.</p>
<p>A iniciativa, criada em celebração ao Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, marca a primeira ação estruturada da instituição dedicada à iniciação científica de meninas, com foco no estímulo à vocação científica e tecnológica.</p>
<p>O programa busca incentivar novos talentos e promover o contato direto com métodos e técnicas de pesquisa. As participantes terão vivência prática em projetos supervisionados por pesquisadoras e pesquisadores do ON, com ênfase no desenvolvimento do pensamento científico, da criatividade e da capacidade de resolução de problemas.</p>
<h2>Duas equipes serão selecionadas</h2>
<p>Nesta primeira edição, o edital prevê a seleção de duas equipes:</p>
<ul>
<li>uma na área de geofísica;</li>
<li>outra em astronomia.</li>
</ul>
<p>Cada grupo deverá ser composto por uma professora orientadora e quatro alunas da mesma escola pública de educação básica, reconhecida pelo MEC, localizada na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>A professora será responsável pela seleção das estudantes e pela inscrição da equipe por meio do link oficial disponibilizado pelo Observatório Nacional.</p>
<p>As atividades exigem dedicação de quatro horas semanais, sendo de uma a duas horas presenciais no campus do ON, em São Cristóvão, e o restante do tempo na própria escola.</p>
<h2>Bolsas para incentivar permanência</h2>
<p>O edital prevê bolsa mensal de R$ 300 para cada aluna participante e R$ 500 para a professora orientadora. O apoio financeiro tem como objetivo fortalecer a permanência das estudantes nas atividades científicas e ampliar o acesso feminino a áreas estratégicas para o país.</p>
<p>A ação integra as políticas institucionais do Observatório Nacional voltadas à promoção da diversidade e da equidade de gênero na ciência, alinhadas a iniciativas internacionais que buscam ampliar a participação feminina nas áreas STEM.</p>
<p>As inscrições seguem abertas, e as equipes interessadas devem acompanhar o cronograma oficial disponível na página do programa para não perder os prazos de submissão e avaliação.</p>
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		<title>Céu de primavera promete espetáculo: chuva de meteoros Orionídeas poderá ser vista em todo o Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ceu-de-primavera-promete-espetaculo-chuva-de-meteoros-orionideas-podera-ser-vista-em-todo-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 17:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva de Meteoros]]></category>
		<category><![CDATA[chuva de meteoros Orionídeas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os céus brasileiros se preparam para um espetáculo natural de rara beleza: a chuva de meteoros Orionídeas, que atingirá seu pico de observação nas madrugadas desta terça (21) para quarta (22) e de quarta (22) para quinta (23). De acordo com o Observatório Nacional (ON), o fenômeno poderá ser visto em todas as regiões do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os céus brasileiros se preparam para um espetáculo natural de rara beleza: a chuva de meteoros Orionídeas, que atingirá seu pico de observação nas madrugadas desta terça (21) para quarta (22) e de quarta (22) para quinta (23). De acordo com o Observatório Nacional (ON), o fenômeno poderá ser visto em todas as regiões do país, com excelente visibilidade entre meia-noite e o amanhecer.</p>
<p>A chuva é formada por fragmentos do cometa Halley, que deixa rastros de poeira e rochas ao passar pelo Sistema Solar. Quando esses detritos entram na atmosfera terrestre, queimam e produzem os riscos luminosos que cruzam o céu. Segundo o astrônomo Marcelo De Cicco, coordenador do Projeto Exoss, os meteoros serão “extremamente rápidos e brilhantes, chegando a impressionantes 66 quilômetros por segundo”.</p>
<p>O nome Orionídeas vem da constelação de Órion, uma das mais reconhecíveis do céu, onde estão as famosas Três Marias. É dessa região que os meteoros parecem “nascer”, próximos à estrela Betelgeuse — embora possam surgir em qualquer ponto do firmamento.</p>
<h3>Como observar o fenômeno</h3>
<p>O pico da Orionídeas acontece em um momento privilegiado: a Lua Nova, com apenas 2% de iluminação, deixará o céu mais escuro e facilitará a observação. Em condições ideais, será possível ver de 15 a 20 meteoros por hora.</p>
<p>Não é necessário telescópio ou qualquer equipamento especial — apenas um local escuro, longe das luzes urbanas e céu limpo. Especialistas recomendam cerca de 30 minutos de adaptação à escuridão para os olhos se ajustarem antes da observação.</p>
<h3>Ciência e espetáculo</h3>
<p>Mais do que um show visual, a Orionídeas tem também importância científica. O estudo das chuvas de meteoros ajuda a calcular o volume e o período de entrada de detritos na Terra, contribuindo para a segurança de satélites e missões espaciais.</p>
<p>Além disso, a análise da composição dos meteoros fornece informações valiosas sobre a origem dos cometas e a formação do Sistema Solar.</p>
<p>Descoberto em 1705 por Edmond Halley, o cometa que dá origem ao fenômeno passa pela Terra a cada 75 a 76 anos. Sua última aparição foi em 1986, e a próxima está prevista para 2061. Até lá, os fragmentos que deixou seguem cruzando os céus — garantindo, a cada outubro, uma das mais belas experiências de observação astronômica.</p>
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		<title>Cometa que passará perto da Terra poderá ser visto no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cometa-que-passara-perto-da-terra-podera-ser-visto-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 12:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS)]]></category>
		<category><![CDATA[cometa do século]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos cometas mais importantes a passar perto da Terra neste século, estará visível com maior nitidez neste mês de outubro. Apelidado de &#8220;Cometa do Século&#8221;, a máxima aproximação do cometa à Terra ocorrerá no domingo, (13). Segundo o pesquisador Filipe Monteiro, do Observatório Nacional (ON), “a distância equivale a 70.724.459 quilômetros, enquanto seu periélio (maior aproximação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos cometas mais importantes a passar perto da Terra neste século, estará visível com maior nitidez neste mês de outubro. Apelidado de &#8220;Cometa do Século&#8221;, a máxima aproximação do cometa à Terra ocorrerá no domingo, (13). Segundo o pesquisador Filipe Monteiro, do Observatório Nacional (ON), “a distância equivale a 70.724.459 quilômetros, enquanto seu periélio (maior aproximação ao Sol) ocorreu na sexta-feira (27 de setembro)” .<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Durante o mês de agosto e até a última semana de setembro, o cometa esteve ofuscado pelo brilho do Sol, devido à baixa elongação (proximidade aparente ao Sol), o que dificultou sua observação. Antes, na semana de 22 de setembro, ele pôde ser visto no céu ao amanhecer.<br />
Monteiro disse que entre os dias 7 e 11 de outubro, o cometa voltará a se aproximar muito do Sol, mas, após essa fase, será possível observá-lo logo após o pôr do sol.</p>
<h2>Olho nu</h2>
<p>De acordo com o pesquisador, ainda não é possível garantir que o cometa será visível a olho nu, pois a intensidade do brilho desses corpos celestes pode ser imprevisível. &#8220;É possível que seja necessário o uso de binóculos ou telescópios para observá-lo&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Observação</h2>
<p>Para se obter melhor visão do “Cometa do Século” é essencial escolher um local longe da poluição luminosa. Quem quiser observá-lo deve se posicionar com os olhos ou instrumentos voltados para o horizonte leste, onde o Sol nasce, por volta das 4h30 da madrugada. Monteiro informou que “talvez seja possível identificar uma mancha difusa que pode ser melhor visualizada com o auxílio de instrumentos como binóculos ou câmeras”.</p>
<p>Na segunda metade de outubro, o cometa poderá ser visto logo após o pôr do sol, no horizonte oeste, enquanto transita pela constelação do Sextante. (setembro), Serpente e Ofiúco (outubro). Todo o Brasil poderá testemunhar a passagem do cometa C/2023 A3.</p>
<p>Monteiro esclareceu que “a maior dificuldade será encontrar um local com o horizonte oeste desobstruído, pois o cometa estará baixo no céu, a uma altura de até 30 graus”, acrescentou.</p>
<h2>Nome</h2>
<p>O apelido “Cometa do Século” foi dado ao C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) porque seu brilho é comparável ao do cometa Hale-Bopp, que atingiu magnitude semelhante em 1997, sendo um dos mais brilhantes do século 20.</p>
<p>A letra “C” indica que é um cometa não periódico, ou seja, ele se origina na Nuvem de Oort e pode passar pelo Sistema Solar apenas uma vez ou demorar milhares de anos para retornar.</p>
<p>A designação “2023 A3” revela que foi o terceiro objeto desse tipo descoberto na primeira quinzena de janeiro de 2023, enquanto o sufixo Tsuchinshan-ATLAS faz referência às instituições envolvidas na sua descoberta.</p>
<p>Filipe Monteiro esclareceu que os cometas são remanescentes da formação do sistema solar, compostos por poeira, rocha e diferentes tipos de gelo. Eles variam em tamanho, sendo alguns de até dezenas de quilômetros de diâmetro. &#8220;À medida que se aproximam do Sol, os cometas aquecem e liberam gases e poeira, formando suas caudas brilhantes&#8221;, concluiu.</p>
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		<title>Primavera começa às 3h50 deste sábado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/primavera-comeca-as-3h50-deste-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 15:49:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[equinócio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Primavera]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa na madrugada deste sábado (23), mais precisamente às 3h50 da madrugada, a primavera no hemisfério sul. É neste horário que ocorre o chamado equinócio de primavera, quando o dia e a noite têm a mesma duração. É também neste horário que acontece, no hemisfério norte, o equinócio de outono. Segundo o Observatório Nacional, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Começa na madrugada deste sábado (23), mais precisamente às 3h50 da madrugada, a primavera no hemisfério sul. É neste horário que ocorre o chamado equinócio de primavera, quando o dia e a noite têm a mesma duração. É também neste horário que acontece, no hemisfério norte, o equinócio de outono.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o Observatório Nacional, o que marca as estações do ano é exatamente a maneira como os raios solares incidem nos hemisférios.</p>
<p><em>“Além da temperatura, um dos efeitos que evidenciam as estações é a variação dos comprimentos dos dias, ou seja, a quantidade de tempo que o Sol fica acima do horizonte”</em>, informou o Observatório Nacional, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
<p>As estações são mais percebidas na medida em que se afastam da linha do equador &#8211; linha imaginária que divide os dois hemisférios. Assim sendo, as características de cada estação praticamente não existem nas regiões próximas a essa linha.</p>
<p><em>“No início da primavera, os dias terão aproximadamente o mesmo comprimento das noites. No hemisfério sul, os dias vão ficando cada vez maiores e as noites cada vez menores, até o maior dia do ano, que ocorre no início do verão, que neste ano será no dia 22 de dezembro”</em>, explicou Josina Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional.</p>
<h2>Rotação da Terra</h2>
<p>As diferentes estações do ano decorrem da inclinação do eixo de rotação da Terra em relação ao plano de órbita; e da posição do planeta em seu movimento de translação ao redor do Sol.</p>
<p><em>“À medida que a Terra orbita o Sol, seu eixo inclinado sempre aponta na mesma direção e isso faz com que diferentes partes da Terra recebam os raios diretos do Sol”</em>, esclarece o Observatório.</p>
<p>Os solstícios e os equinócios não ocorrem sempre nos mesmos dias do ano. Em alguns anos, por exemplo, ele pode ser no dia 22. Em outros, a exemplo deste ano, podem acontecer no dia 23. Entre os motivos dessas diferenças está o de que o tempo decorrido entre dois equinócios é menor que o ano sideral, definido como o tempo de translação da Terra em torno do Sol.</p>
<p><em>“O nosso Calendário Gregoriano baseia-se no ano trópico e institui um ano bissexto em todos os anos divisíveis por quatro, exceto para séculos inteiros, que só são bissextos se forem múltiplos de 400. Isso faz com que o instante do início de uma estação seja próximo ao instante do início da mesma estação quatro anos antes ou quatro anos depois”</em>, finalizou o Observatório.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Governo cria Observatório Nacional de Direitos Humanos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-cria-observatorio-nacional-de-direitos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 15:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portaria publicada nesta segunda-feira (18) no Diário Oficial da União cria o Observatório Nacional de Direitos Humanos (ObservaDH), que estabelece metas e objetivos da nova plataforma. A ferramenta digital reunirá informações e fará análise dos dados, que servirão de base para o planejamento e a avaliação das políticas públicas do setor. De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Portaria publicada nesta segunda-feira (18) no <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-571-de-11-de-setembro-de-2023-510381280" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a> cria o Observatório Nacional de Direitos Humanos (ObservaDH), que estabelece metas e objetivos da nova plataforma. A ferramenta digital reunirá informações e fará análise dos dados, que servirão de base para o planejamento e a avaliação das políticas públicas do setor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), o ObservaDH terá como base de dados várias fontes como censos, pesquisas e amostras disponibilizadas por instituições como o disque 100, da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), o Judiciário e o sistema de segurança pública. São dados sobre públicos considerados prioritários para as ações do governo, como crianças e adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+, pessoas em situação de rua e privadas de liberdade.</p>
<p>Os indicadores e informações deverão ser compilados de forma que possam embasar ações e estimular a produção de pesquisas orientadas para investigar questões relevantes à promoção dos direitos humanos. Os dados também servirão para a elaboração de material educativo a ser utilizado na formação de cidadãos e de agentes públicos, com foco na promoção da diversidade e da equidade.</p>
<p>“Nosso objetivo é que essa plataforma gere frutos também para a educação e a cultura em direitos humanos, desde a mídia até as escolas”, disse a secretária executiva do ministério, Rita Oliveira.</p>
<p>A ferramenta será coordenada pela secretaria executiva do MDHC, que também promoverá articulação e parcerias institucionais para acesso à base de dados e a troca de informações necessárias à construção dos indicadores. A gestão do conteúdo será exercida pela recém-criada Coordenação-Geral de Indicadores e Evidências em Direitos Humanos</p>
<h2>Cooperação</h2>
<p>A criação do ObservaDH é parte de um plano de ação do governo federal que busca governança e políticas públicas baseadas em evidências. Para isso, também foi firmado, na última sexta-feira (15), acordo de cooperação técnica com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), para a realização de estudos sobre a execução de políticas de direitos humanos e cidadania.</p>
<p>O acordo terá duração de três anos, que poderão ser prorrogados, e funcionará nos moldes do que já ocorre desde 2022, na gestão da <a href="https://inclua.ipea.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Plataforma de Recursos Pró-equidade</a> em Políticas Públicas (Inclua).</p>
</div>
</div>
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		<title>Noite desta quarta-feira terá Superlua Azul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/noite-desta-quarta-feira-tera-superlua-azul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 16:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Blue Moon]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Superlua]]></category>
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					<description><![CDATA[A noite desta quarta-feira (30) será de Superlua Azul. A Blue Moon &#8211;  termo utilizado para a segunda lua cheia do mês &#8211; terá, hoje, uma versão maior e mais brilhante. É que ela estará em seu ponto de órbita mais próximo da Terra, o chamado perigeu. Musa inspiradora de uma das canções mais conhecidas do mundo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A noite desta quarta-feira (30) será de Superlua Azul. A <em>Blue Moon </em>&#8211;  termo utilizado para a segunda lua cheia do mês &#8211; terá, hoje, uma versão maior e mais brilhante. É que ela estará em seu ponto de órbita mais próximo da Terra, o chamado perigeu.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Musa inspiradora de uma das canções mais conhecidas do mundo, composta por Richard Rodgers e Lorenz Hart, a <em>Blue Moon</em> – enquanto música – foi eternizada em vozes como as de Frank Sinatra, Elvis Presley, Ella Fitzgerald e Billie Holiday.</p>
<h2>Menor distância</h2>
<p>A maior aproximação entre a Terra e a Lua será às 22h35 &#8211; no horário de Brasília &#8211; quando a Lua estará a  357.181 quilômetros da Terra. Segundo o Observatório Nacional, a distância média até nosso satélite natural é de cerca de 384.400 quilômetros.</p>
<p>Astrônoma do Observatório Nacional, Josina Nascimento explica que a Superlua ocorre de uma a seis vezes por ano, mas em alguns casos a proximidade é ainda maior porque a órbita da Lua é elíptica e não circular.</p>
<h2>Brilho</h2>
<p>Esse ponto de maior proximidade ocorre quando ela se encontra no perigeu, como na noite de hoje. O ponto mais afastado chama-se apogeu. “Os observadores poderão notar uma lua mais brilhante do que outras luas. O fenômeno poderá ser visto em todas as regiões do planeta”, explica Josina Nascimento.</p>
<h2>Próxima do horizonte</h2>
<p>Segundo a astrônoma, todas as luas cheias nascem no horizonte (a leste), quando o Sol se põe (a oeste), e se põem (a oeste) quando o Sol nasce (a leste), portanto é possível ver a Lua durante toda a noite e de qualquer lugar do país.</p>
<p>Josina acrescenta que uma boa hora para observar a Superlua é quando ela estiver mais próxima do horizonte, logo após o pôr do sol, ou no dia seguinte, antes do nascer do Sol. Nessa posição, ela parecerá ainda maior, podendo apresentar “belas variações de tonalidade, devido às partículas suspensas na atmosfera”.</p>
<p>&#8220;O evento de uma Superlua atrai ainda mais os olhares para o céu, nos ajudando a divulgar e popularizar a ciência. E, além disso, é um evento que pode ser visto por muitas horas (durante toda a noite), de qualquer lugar do mundo e por qualquer pessoa, porque é visível a olho nu”, finalizou a astrônoma.</p>
</div>
</div>
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		<title>Eclipse solar amanhã só poderá ser visto em regiões remotas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eclipse-solar-amanha-so-podera-ser-visto-em-regioes-remotas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 14:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Poucos verão com os próprios olhos, mas muitos poderão acompanhar – na página do Observatório Nacional no Youtube – o eclipse solar em regiões remotas do planeta. Será na tarde deste sábado (30). O fenômeno só poderá ser observado por quem estiver na parte sul da América do Sul, especialmente no extremo do continente, onde o eclipse será mais intenso, abrangendo entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Poucos verão com os próprios olhos, mas muitos poderão acompanhar – na <a href="https://www.youtube.com/user/observatorionacional" target="_blank" rel="noopener">página do Observatório Nacional</a> no Youtube – o eclipse solar em regiões remotas do planeta. Será na tarde deste sábado (30).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O fenômeno só poderá ser observado por quem estiver na parte sul da América do Sul, especialmente no extremo do continente, onde o eclipse será mais intenso, abrangendo entre 40% e 54% do disco do Sol.</p>
<p>Segundo o Observatório Nacional, o eclipse poderá ser visto também em partes da Antártica e na parte sul dos oceanos Pacífico e Atlântico.</p>
<p>Este é o primeiro dos dois eclipses solares previstos para este ano – nenhum observável no Brasil. Ele terá início às 15h45 (horário de Brasília).</p>
<p>A retransmissão ao vivo, do Observatório Nacional, terá início um pouco mais cedo, às 15h. Nela, os amantes da astronomia terão muitas atrações, promete a astrônoma Josina Nascimento.</p>
<p>Além de explicar como ocorrem os eclipses, ela disponibilizará imagens de outro fenômeno solar, visto a partir de Marte. “São imagens obtidas do ponto de vista marciano, flagradas pelo rover Perseverance, que está em Marte. O vídeo mostra o momento em que a lua Fobos passou em frente ao Sol. É imperdível”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> a astrônoma.</p>
<h2>Lua entre o Sol e a Terra</h2>
<p>De acordo com o Observatório Nacional, eclipses solares ocorrem quando a Lua fica entre o Sol e a Terra, projetando uma sombra sobre o planeta. A sombra mais escura, onde toda a luz solar é bloqueada, é chamada umbra. Em torno da umbra se define a sombra mais clara, a penumbra, onde a luz solar é parcialmente bloqueada.</p>
<p>Se o observador está na estreita faixa da Terra atingida pela umbra, ele vai ver o eclipse total. Se está na área atingida pela penumbra, verá como parcial. “E nos casos em que não há definição da umbra, como os eclipses solares de 2022, temos somente eclipse parcial”.</p>
<p>Em média, um eclipse total do Sol ocorre a cada 18 meses, mas por serem visíveis somente em estreita faixa sobre a Terra, parecem muito raros.</p>
<h2>Cuidados para a observação</h2>
<p>A observação de eclipses solares nunca deve ser feita nem a olho nu, nem com óculos escuros, chapas de Raio X ou filmes fotográficos, porque a claridade e o calor do Sol podem danificar seriamente a retina.</p>
<p>Uma sugestão dada por especialistas é de que interessados em fazer esse tipo de observação procurem, em lojas de ferragens ou de materiais de construção, o chamado vidro de solda. A tonalidade desse vidro deve ser, no mínimo, 14. O vidro deve ser colocado diante dos olhos para uma observação segura do Sol.</p>
<h2>Outras retransmissões</h2>
<p>Diante do grande interesse causado pela astronomia, o Observatório Nacional tem feito diversas<em> lives</em>, nas quais comenta eventuais fenômenos que estejam ocorrendo.</p>
<p>A retransmissão do eclipse solar não será a única deste sábado. Mais cedo, às 4h, Josina fará outra transmissão, na qual mostrará imagens e comentará a conjunção entre os dois planetas mais brilhantes: Júpiter e Vênus.</p>
<p>Como o fenômeno continuará pelos próximos dias, está prevista outra<em> live</em>, no mesmo horário, domingo (1º). “As <em>lives</em> sobre essa conjunção serão muito especiais porque mostrarão algo que não é visível a olho nu: a participação de Netuno nesse alinhamento”, disse ela.</p>
<p>“Isso será possível porque mostraremos imagens captadas a partir dos telescópios de astrônomos profissionais e amadores, parceiros do Observatório”, completou.</p>
<p>Todas as <em>lives</em> serão transmitidas pela página do Observatório Nacional no Youtube. Para acessá-la, <a href="https://www.youtube.com/user/observatorionacional" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
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