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	<title>Obra &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Prédio da primeira fábrica de moagem do Brasil será revitalizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 01:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O prédio centenário do Moinho Fluminense, no Rio de Janeiro, será reformado para criação de um espaço multiuso. A antiga fábrica, que ocupa quatro quadras, vai abrigar escritórios, restaurantes, comércio e atrativos culturais, como exposições, shows e eventos.   Fundado em 1887 na Gamboa, bairro da zona portuária da cidade, o moinho funcionou por 130 anos. Foi [&#8230;]]]></description>
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<p>O prédio centenário do Moinho Fluminense, no Rio de Janeiro, será reformado para criação de um espaço multiuso. A antiga fábrica, que ocupa quatro quadras, vai abrigar escritórios, restaurantes, comércio e atrativos culturais, como exposições, <em>shows</em> e eventos.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Fundado em 1887 na Gamboa, bairro da zona portuária da cidade, o moinho funcionou por 130 anos. Foi a primeira fábrica de moagem industrial do Brasil. Sua operação foi autorizada pela Princesa Isabel.</p>
<p>“Durante muito tempo, o Rio foi capital do país, O Moinho, por exemplo, chegou a receber por um tempo todo o trigo consumido pelos brasileiros. Revitalizar estes imóveis nos ajuda a contar a história da cidade e do país e é parte essencial de processos de revitalização como o Porto Maravilha”, informa a assessoria da Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos (CCPar).</p>
<p>De acordo CCPar, toda a fachada do complexo será preservada e revitalizada. A primeira etapa do projeto, que contempla as obras das fachadas e dos prédios históricos, deve começar até o final do ano.</p>
<p>O prazo para conclusão desta etapa é 2024. Posteriormente, novas edificações serão construídas em dois terrenos anexos, que fazem parte do complexo.</p>
<p>Mesmo antes da restauração, o Moinho já vem recebendo atividades culturais. Em novembro do ano passado, parte de seu espaço foi cedido para montagem de exposição posteriormente exibida no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM). Foi ocupado, também, pela Junta Local, feira de alimentos de produtores locais.</p>
<p>O imóvel foi adquirido em 2019 pelo Grupo Autonomy Investimentos. Para o projeto de revitalização foram contratados dois escritórios de arquitetura, um dos Estados Unidos e outro do Rio de Janeiro, que trabalharão em parceria.</p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão de Vitor Abdala</em></p>
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		<title>RJ: prédio histórico da estação Leopoldina terá reforma parcial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rj-predio-historico-da-estacao-leopoldina-tera-reforma-parcial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 20:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Barão de Mauá]]></category>
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					<description><![CDATA[O histórico prédio da Estação Barão de Mauá, conhecido como Estação Leopoldina, na área central do Rio de Janeiro, vai passar por uma reforma parcial. O acordo judicial entre o Ministério Público Federal (MPF) e a concessionária SuperVia, que opera as linhas de trem urbano, foi assinado na semana passada. O prédio pertence à União [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O histórico prédio da Estação Barão de Mauá, conhecido como Estação Leopoldina, na área central do Rio de Janeiro, vai passar por uma reforma parcial. O acordo judicial entre o Ministério Público Federal (MPF) e a concessionária SuperVia, que opera as linhas de trem urbano, foi assinado na semana passada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O prédio pertence à União e ao estado do Rio de Janeiro e, pelos termos do contrato de concessão, a SuperVia é responsável pela gare, que corresponde à área de embarque da estação, e pelo pátio com quatro plataformas de embarque. O acordo prevê a reforma da gare e das plataformas da estação, inaugurada em 1926.</p>
<p>Segundo o MPF, em março a Secretaria de Patrimônio da União contratou empresa para elaborar o projeto básico de reforma e restauro do prédio principal, que já foi apresentado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), já que o prédio foi tombado em 2008.</p>
<p>O procurador da República Sergio Gardenghi Suiama, responsável pela ação civil pública, ressaltou que, com o acordo, será possível devolver a estação para uso da comunidade.</p>
<p>“O acordo garante não apenas a reforma da gare e das plataformas da Estação Leopoldina, mas também, e principalmente, a transformação do espaço em um centro cultural, contemplando a história do sistema ferroviário. A transformação de antigas estações de trem em espaços culturais e de lazer é uma tendência em todo o mundo. Esperamos que, em alguns meses, o triste cenário atual de degradação de um imóvel histórico tão relevante para a história da cidade e do país seja substituído por outro no qual a população possa dispor de mais um equipamento cultural na cidade”.</p>
<h2>Obras</h2>
<p>A SuperVia informou que as obras começam após a aprovação do projeto pelo Iphan e a previsão é que o trabalho dure 12 meses. O diretor-presidente da SuperVia, Antonio Carlos Sanches, destacou a importância histórica do local.</p>
<blockquote><p>“A estação Leopoldina faz parte de um dos melhores capítulos da história do Rio de Janeiro e do país. Esperamos que o nosso projeto ajude a resgatar a memória desse período em que o país depositou grande expectativa no seu futuro com o início do processo de industrialização”.</p></blockquote>
<p>De acordo com a SuperVia, os pisos e revestimentos centenários das plataformas serão recuperados e as estruturas em concreto armado, pilares e laje de cobertura passarão por reparos e impermeabilização. Também serão instaladas novas redes de iluminação na gare e nas plataformas e de tratamento das águas pluviais.</p>
<p>A gare terá o piso, as fachadas internas e as esquadrias revitalizadas. As telhas e o forro interno da cobertura serão substituídos e a estrutura recuperada. Os dois banheiros públicos serão readequados e colocados em operação. Também será instalado um sistema de proteção de descargas atmosféricas e adequação das instalações de combate a incêndio.</p>
<p>De acordo com o Iphan, existem atualmente dois projetos para a recuperação da Estação Leopoldina. O primeiro, um projeto emergencial de intervenções, foi aprovado pelo Iphan e contemplado pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). O segundo foi protocolado pela SuperVia este ano e está sendo analisado “com prioridade” pelo Instituto.</p>
<p>“Cabe esclarecer que parte da edificação está sob concessão da Supervia. A estação está sob responsabilidade do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério da Economia. O Iphan vem acompanhando de perto a situação deste bem cultural e destaca a importância do monumento não apenas para o Rio de Janeiro, mas também para o Patrimônio Cultural Brasileiro”, informou o órgão.</p>
<h2>Estação</h2>
<p>O projeto da estação Barão de Mauá é do arquiteto inglês Robert Prentice, inspirada na Estação Victoria, de Londres. Inaugurada em 1926, a gare oferecia serviços como cafeteria, barbeiro, engraxate, charutaria e agência bancária.</p>
<p>Os passageiros embarcavam para locais como Vila Inhomirim, Guapimirim, Petrópolis, Friburgo e Campos, no estado do Rio de Janeiro, e também para fora do estado, como Vitória e Zona da Mata de Minas Gerais.</p>
<p>Entre 1994 e 1998, a estação operou o famoso Trem de Prata, que fazia o trajeto Rio – São Paulo. A SuperVia deixou de operar trens na estação Barão de Mauá em 2001, mas até 2015 o local chegou a ser utilizado para eventos culturais.</p>
<p>Desde então, o espaço está fechado ao público, com a fachada deteriorada e tomada por pichações.</p>
<p>A Estação Barão de Mauá-Leopoldina foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) em 1991 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2008, incluída na Lista do Patrimônio Cultural Ferroviário.</p>
<p>FOTO</p>
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<h2>Processo</h2>
<p>O MPF alertou, em 2018, que a estação corria o risco de pegar fogo, caso não passasse por obras emergenciais, e propôs na justiça uma ação civil pública, ainda em 2013, para que o patrimônio histórico fosse restaurado.</p>
<p>Em setembro do ano passado, o juiz federal Paulo André Espírito Santo Bonfadini decidiu procedente o pedido do MPF e condenou os proprietários do imóvel a executar “as providências necessárias à restauração e reparo dos danos ao prédio principal e anexo, fachadas, marquises e telhados da Estação”. À SuperVia coube, de acordo com a sentença, reformar a gare e as plataformas de embarque, bem como a manutenção e limpeza do terreno.</p>
<p>O acordo com o MPF prevê também a instalação de um Centro Cultural que contemple a “história do sistema ferroviário como fonte principal de conhecimento, com exposição fixa de conteúdos históricos e de dados atuais da ferrovia”. Além de salas de aulas para atividades de música, dança, teatro e artesanato, um local para apresentação e um ambiente para exposição temporária.</p>
<p>O centro deverá ser instalado em até um ano após o término da reforma e deverá contar com um investimento mínimo de R$ 500 mil. A SuperVia também demonstrou interesse em instalar no local uma Universidade Corporativa, para cursos de capacitação dos funcionários com treinamentos, palestras e cursos como auxiliar de maquinista, maquinista e controlador.</p>
<p>O acordo reconheceu que os trens, vagões e demais bens móveis que se encontram na estação não são responsabilidade da SuperVia.</p>
</div>
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		<title>Perícia avalia rede elétrica em local de acidente na Marginal Tietê</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pericia-avalia-rede-eletrica-em-local-de-acidente-na-marginal-tiete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 19:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cratera]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma perícia técnica foi iniciada hoje (18) no local onde aconteceu um acidente em um local de obras, da Linha 6 &#8211; Laranja do Metrô, na Marginal Tietê, no início de fevereiro. A informação foi confirmada pela concessionária Linha Uni, responsável pela obra da linha 6-laranja. Segundo a concessionária, a Companhia de Transmissão de Energia [&#8230;]]]></description>
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<p>Uma perícia técnica foi iniciada hoje (18) no local onde aconteceu um acidente em um local de obras, da Linha 6 &#8211; Laranja do Metrô, na Marginal Tietê, no início de fevereiro. A informação foi confirmada pela concessionária Linha Uni, responsável pela obra da linha 6-laranja.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a concessionária, a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (ISA CTEEP) iniciou a perícia técnica no local para conferir a integridade da rede de transmissão de energia. Para isso, será aberta uma cavidade paralela à marginal, na via local. A estimativa é de que esse trabalho seja concluído em uma semana.</p>
<p>A companhia de transmissão confirmou a perícia e informou que o objetivo é avaliar se o acidente trouxe danos ao sistema de transmissão de energia. Segundo a companhia, o trabalho não vai impactar no fornecimento de energia para a população e deve durar até o dia 22 de fevereiro.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>O acidente aconteceu no dia 1° de fevereiro em um canteiro de obras da Linha 6, próximo da ponte Freguesia do Ó. Não houve vítimas, mas o acidente <a href="https://www.expressocarioca.com.br/apos-obras-emergenciais-rodizio-de-veiculos-e-retomado-em-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener">abriu uma cratera</a> na Marginal Tietê, fazendo com que a pista local continue interditada para o trânsito de veículos.</p>
<p>As causas do acidente ainda são desconhecidas e estão sendo investigadas pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar as causas do acidente e os danos urbanísticos e ambientais que podem ter decorrido do evento.</p>
<p>A Linha 6 &#8211; Laranja do Metrô vai ligar a região central da capital paulista à zona norte. O projeto prevê a construção de 15 estações. Quando concluída, a linha deve atender 600 mil pessoas por dia.</p>
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