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	<title>OAB &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>OAB &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>OAB-RJ Lança cartilha inédita sobre direitos das pessoas com HIV/AIDS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oab-rj-lanca-cartilha-inedita-sobre-direitos-das-pessoas-com-hiv-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 12:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial de Luta]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HIV/Aids]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ), lançou nesta segunda-feira (1º) a sua primeira cartilha dedicada aos direitos das pessoas que vivem com HIV/Aids. A iniciativa marca o Dia Mundial de Luta contra a Aids e integra as ações do Dezembro Vermelho, campanha nacional de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ), lançou nesta segunda-feira (1º) a sua primeira cartilha dedicada aos direitos das pessoas que vivem com HIV/Aids. A iniciativa marca o Dia Mundial de Luta contra a Aids e integra as ações do Dezembro Vermelho, campanha nacional de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e de combate ao preconceito.</p>
<p>Chamado de Manual de Apoio para Pessoas Vivendo com HIV/Aids, o documento reúne informações sobre garantias legais, políticas públicas, serviços disponíveis e orientações práticas para enfrentar situações de violação de direitos — ainda comuns diante do estigma que persiste na sociedade brasileira.</p>
<h3>Um guia para proteção e acesso à justiça</h3>
<p>A cartilha apresenta conteúdos sobre sigilo da sorologia, direitos na área da saúde, benefícios previdenciários, políticas de inclusão, além de explicar conceitos como sorofobia — termo que se refere ao preconceito, discriminação ou medo direcionado a pessoas vivendo com HIV, tipificado como crime no Brasil.</p>
<p>O material foi elaborado pela Coordenadoria de Apoio às Pessoas Vivendo com HIV/Aids, vinculada à Diretoria de Defesa da Diversidade da OAB-RJ, e lançado durante o evento <em>Outubro Vermelho: acessibilidade de direitos e saúde às pessoas vivendo com HIV/Aids e ISTs</em>.</p>
<p>Segundo Nélio Georgini, diretor de Defesa da Diversidade da OAB-RJ, a iniciativa supre uma lacuna histórica dentro da instituição.<br />
“Esta é a primeira cartilha voltada para portadores do HIV/Aids da história da OAB. Muitas pessoas vulneráveis não têm condições de acessar especialistas em direito da saúde. Pensamos este material tanto para advogados quanto para o público que mais precisa. Informação e acesso judiciário são fundamentais”, afirmou.</p>
<h3>Informação como instrumento de combate ao preconceito</h3>
<p>A presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basilio, destacou a importância do manual no enfrentamento à desinformação.<br />
“A informação é sempre uma ferramenta essencial de esclarecimento e conscientização, especialmente no combate ao preconceito. Esta cartilha leva orientação jurídica a quem vive com HIV/Aids e reforça a prevenção para toda a sociedade”, declarou.</p>
<h3>Cenário global e nacional</h3>
<p>Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) revelam que mais de 40 milhões de pessoas vivem com HIV/Aids no mundo. No Brasil, o número ultrapassa um milhão, reforçando a urgência de políticas de informação, acolhimento e ampliação de direitos.</p>
<p>Com sua primeira cartilha dedicada ao tema, a OAB-RJ busca fortalecer a rede de proteção e contribuir para uma sociedade mais justa e menos discriminatória — onde o conhecimento seja, acima de tudo, instrumento de dignidade.</p>
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		<title>Polícia desarticula esquema do “falso advogado” em seis estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-desarticula-esquema-do-falso-advogado-em-seis-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[falso advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Golpes]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira (20) desmantelou uma rede criminosa responsável pelo chamado golpe do “falso advogado”, esquema que atuava em pelo menos seis estados do país. Ao todo, 11 pessoas foram presas em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. A Justiça expediu 66 ordens judiciais, incluindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira (20) desmantelou uma rede criminosa responsável pelo chamado golpe do “falso advogado”, esquema que atuava em pelo menos seis estados do país. Ao todo, 11 pessoas foram presas em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. A Justiça expediu 66 ordens judiciais, incluindo mandados de prisão, busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias ligadas aos suspeitos.</p>
<p>As investigações, iniciadas há cinco meses pela Delegacia de Combate a Estelionatos de Joinville (SC), revelaram que os criminosos invadiam sistemas do governo federal e de Tribunais de Justiça para obter informações de processos e dados de clientes. De posse dessas informações, entravam em contato com as vítimas se passando por advogados, solicitando depósitos referentes a supostas custas processuais para liberar alvarás ou acelerar trâmites judiciais.</p>
<h3><strong>Golpe milionário</strong></h3>
<p>Segundo a Polícia Civil, os valores exigidos variavam entre R$ 30 mil e R$ 100 mil, mas alguns casos chegaram a ultrapassar R$ 500 mil. Um dos advogados que tiveram sua identidade utilizada foi <strong>Guilherme Aquino Reusing Pereira</strong>, vice-presidente da OAB de Joinville, cuja cliente chegou a transferir R$ 20 mil acreditando tratar-se de um pagamento legítimo.</p>
<p>“Os criminosos usavam até fotos de advogados reais em aplicativos de mensagens para dar credibilidade ao golpe”, explicou Pereira.</p>
<h3><strong>Alerta às vítimas</strong></h3>
<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem registrado aumento expressivo das denúncias. Apenas em São Paulo, mais de 3 mil casos foram reportados desde 2024. Para conter o avanço, a entidade lançou uma <strong>cartilha de prevenção</strong> e montou uma força-tarefa para orientar profissionais e clientes.</p>
<p>A Polícia orienta que, ao receber contatos suspeitos, a população:</p>
<ul>
<li><strong>confira sempre os canais oficiais do advogado no Cadastro Nacional da OAB</strong>;</li>
<li><strong>desconfie de números de telefone diferentes ou de solicitações de PIX</strong>;</li>
<li><strong>confirme informações diretamente com o escritório responsável pelo processo</strong>;</li>
<li>registre boletim de ocorrência em caso de tentativa de golpe.</li>
</ul>
<blockquote><p>“A grande lição é: nunca faça pagamentos sem validar diretamente com seu advogado de confiança. Golpistas usam informações reais, mas manipulam os clientes para extorquir valores”, reforçou Artur José Dian, delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo.</p></blockquote>
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		<title>Exposição em São Paulo exibe peças originais da escravidão e propõe reflexão histórica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/exposicao-em-sao-paulo-exibe-pecas-originais-da-escravidao-e-propoe-reflexao-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 13:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
		<category><![CDATA[Peças]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB SP) realiza até sábado (24) a primeira edição da Semana de Memória e Resistência Negra. O destaque da programação é a exposição Ecos do Silêncio, que apresenta ao público documentos e objetos originais do período da escravidão no Brasil, reunidos ao longo de 15 anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB SP) realiza até sábado (24) a primeira edição da <em>Semana de Memória e Resistência Negra</em>. O destaque da programação é a exposição Ecos do Silêncio, que apresenta ao público documentos e objetos originais do período da escravidão no Brasil, reunidos ao longo de 15 anos pela advogada, cineasta e pesquisadora Mabel de Souza.</p>
<p>A coleção nasceu após Mabel visitar o Museu de Criminologia em Rothenburg Ob Der Tauber, na Alemanha, onde percebeu como os europeus expõem suas memórias históricas sem subterfúgios. Inspirada por essa abordagem, ela passou a adquirir instrumentos de tortura e documentos históricos por conta própria em diversos estados brasileiros. Alguns itens foram pagos em até 60 parcelas.</p>
<p>Entre os objetos expostos estão a canga, o viramundo e os colares de ferro com sinos, que restringiam movimentos e denunciavam tentativas de fuga de pessoas escravizadas. “Essas peças falam por si só. Todas são originais. Corpos estiveram ali. Gritos. Elas ecoam mesmo”, afirmou Mabel, emocionada.</p>
<p>A exposição também marca o lançamento do livro <em>Engenhosidade Perversa</em>, obra na qual a autora aprofunda sua pesquisa sobre os instrumentos de suplício e o sistema escravocrata.</p>
<p>Para a presidente da Comissão da Verdade Sobre a Escravidão Negra da OAB SP, Cristiane Natachi, a proximidade com os objetos históricos provoca um impacto impossível de ignorar. “Saber é diferente de ver. Sentir o arrepio na espinha muda a forma como entendemos nosso papel na sociedade e no Direito”, diz.</p>
<p>A exposição e a semana temática buscam, além da memória, promover o reconhecimento da resistência negra e propor um diálogo necessário sobre os reflexos da escravidão na estrutura social e jurídica do país até hoje.</p>
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		<item>
		<title>Lula indica advogada Daniela Teixeira para o STJ</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-indica-advogada-daniela-teixeira-para-o-stj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 23:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a indicação da advogada Daniela Teixeira, que atua no Distrito Federal, para o cargo de ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na vaga reservada à advocacia. Teixeira fazia parte de uma lista tríplice elaborada na semana passada pelos ministros do STJ e enviada ao presidente da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a indicação da advogada Daniela Teixeira, que atua no Distrito Federal, para o cargo de ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na vaga reservada à advocacia. Teixeira fazia parte de uma lista tríplice elaborada na semana passada pelos ministros do STJ e enviada ao presidente da República para a indicação. Era a única mulher da lista. Agora, caberá ao Senado Federal proceder uma sabatina e aprovar o nome da advogada para a Corte Superior.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Daniela Teixeira tem 51 anos de idade, é formada pela Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), possuiu especialização em direito econômico e empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e é mestre em direito pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Foi conselheira federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e vice-presidente da OAB no Distrito Federal.</p>
<p>O STJ é a corte responsável por uniformizar a interpretação da lei federal em todo o Brasil. É de sua responsabilidade a solução definitiva dos casos civis e criminais que não envolvam matéria constitucional nem a justiça especializada (como a Justiça do Trabalho e a Justiça Militar).</p>
<p>Em postagem nas redes sociais, a primeira-dama Janja Lula Silva celebrou a escolha do presidente. <em>&#8220;Muito contente com a indicação da advogada Daniela Teixeira para o STJ. Como tenho dito com frequência, é extremamente importante que mulheres ocupem cada vez mais espaços de decisão e poder. Parabéns, Daniela!&#8221;</em>, escreveu.</p>
<p>O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil divulgou nota celebrando a indicação de Daniela Teixeira. &#8220;<em>Candidata mais votada na eleição para formação da lista sêxtupla da advocacia ao posto, a OAB Nacional entende que Daniela Teixeira possui as qualidades e pré-requisitos necessários ao cargo e reúne todas as condições para representar a advocacia na Corte com altivez&#8221;</em>, diz.</p>
<p>Os ministros do STJ também encaminharam uma outra lista, esta com quatro nomes, para a vaga reservada a desembargadores estaduais. Caberá também ao presidente Lula a escolha de dois dos nomes da lista para outras duas vagas no tribunal, que também passarão por sabatina no Senado. A decisão de Lula sobre essas vagas ainda não foi anunciada. A lista quádrupla é formada pelos desembargadores Carlos Von Adamek (TJSP), José Afrânio Vilela (TJMG), Elton Leme (TJRJ) e Teodoro Santos (TJCE).</p>
<p>A partir de outubro, uma nova vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) será aberta com a aposentadoria compulsória da ministra Rosa Weber, que completará 75 anos (idade limite de permanência na Corte). Será a segunda indicação do presidente Lula para a mais alta Corte do país, em seu terceiro mandato, que começou este ano. Em junho, ele já havia indicado o advogado Cristiano Zanin na vaga aberta com a aposentadoria de Ricardo Lewandowski.</p>
<h2>Sétima ministra</h2>
<p>Caso tenha o nome aprovado pelo Senado, Daniela Teixeira se tornará a sétima mulher na atual composição do STJ, tribunal que possui 33 cadeiras.</p>
<p>O STJ é presidido pela ministra Maria Tereza de Assis Moura, indicada em 2006, no primeiro mandato de Lula.</p>
<p>Também fazem parte do tribunal as ministras Regina Helena Costa, última mulher a tomar posse, em 2013, além de Assusete Magalhães, Laurita Vaz, Nancy Andrigui e Isabel Galotti.</p>
<p>Em 1999, a ex-ministra Eliana Calmon e atual ministra Nancy foram as primeiras indicadas para o STJ. No ano seguinte, Ellen Gracie foi a primeira mulher indicada para o Supremo Tribunal Federal.</p>
<p><em>* Colaborou André Richter</em></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Entenda a nova lei que equipara a injúria racial ao racismo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entenda-a-nova-lei-que-equipara-a-injuria-racial-ao-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jan 2023 15:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[equiparação]]></category>
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		<category><![CDATA[Injúria Racial]]></category>
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					<description><![CDATA[A equiparação do crime de injúria racial ao de racismo, sancionada nesta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, corrige uma distorção, afirmam especialistas ouvidos pela Agência Brasil. “Essa mudança na lei vem reparar uma grande injustiça”, diz o presidente da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) em São Paulo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A equiparação do crime de injúria racial ao de racismo, sancionada nesta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, corrige uma distorção, afirmam especialistas ouvidos pela Agência Brasil. “Essa mudança na lei vem reparar uma grande injustiça”, diz o presidente da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) em São Paulo, Irapuã Santana do Nascimento da Silva, em referência à Lei 14.532 de 2023.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Irapuã explica que o crime de racismo está previsto pela Lei 7.716 de 1989, mas que, em 1997, houve uma mudança que acabou criando a diferenciação entre as ofensas racistas dirigidas diretamente a uma pessoa e a discriminação racial. “Se observarmos o que aconteceu dentro do processo legislativo, na calada da noite, simplesmente colocaram a injúria racial no Código Penal em vez de colocar na Lei 7.716.”</p>
<p>Assim, na prática, a injúria se tornou um crime menos grave, com pena menor, que poderia ter a possibilidade de punição extinta após um prazo determinado, diferentemente do racismo, que é imprescritível. Do mesmo modo, a injúria racial previa a possibilidade de o acusado responder em liberdade com o pagamento de fiança, o que não é autorizado no caso de racismo.</p>
<p>De acordo com Irapuã, a mudança legal acompanha os entendimentos recentes dos tribunais superiores. Em outubro de 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o crime de injúria racial não prescreve e que os casos poderiam ser enquadrados criminalmente como racismo.</p>
<p>O professor da Faculdade Presbiteriana Mackenzie e autor do livro <em>Racismo Recreativo</em>, Adilson Moreira, diz que a injúria racial é uma das modalidades de discriminação por raça, cor ou origem.</p>
<p>Segundo Moreira, racismo é quando se comete um ato intencional e arbitrário para colocar uma pessoa racializada em desvantagem. Isso pode acontecer pela negação de direitos, pela não prestação de serviço por uma instituição pública ou privada, pelo impedimento ao acesso a postos de trabalho. Essas condutas já estavam explicitamente proibidas pela lei que punia o racismo.</p>
<p>A injúria, ressalta Moreira, é o ataque à honra, no caso da ofensa racial, envolvendo a cor, raça ou origem da pessoa. “[É] quando uma determinada mensagem afeta o senso de dignidade pessoal.”</p>
<p>Apesar da diferenciação entre as condutas que vigorava até a semana passada, o professor afirma que a intenção das ações é a mesma. “É um ato intencional que procura impor uma desvantagem a alguém”, destaca. “Motivados por estereótipos, por falsas generalizações sobre um determinado grupo, pela ideia de que essas pessoas, por serem inferiores, não merecem nem as mesmas oportunidades, nem o mesmo nível de respeitabilidade social que pessoas brancas têm.”</p>
<h2>Falta de punição</h2>
<p>Porém, a diferenciação legal entre injúria e racismo fazia com que, na prática, não houvesse punição para a maior parte dos crimes. “Praticamente ninguém foi até hoje condenado pelo crime de racismo”, diz. “O que muitos advogados sempre fizeram era solicitar a desclassificação do crime de racismo para o crime de injúria racial”, acrescenta.</p>
<p>Na avaliação de Moreira, isso também tem a ver com a aplicação da lei pela polícia e pelo Judiciário. “Grande parte do dos juízes dos tribunais tem pouco ou nenhum conhecimento do que é racismo, do que é discriminação, do que é o direito antidiscriminatório. E, além disso, nossos tribunais são fundamentalmente compostos por pessoas brancas, heterossexuais de classe alta. Portanto, sempre houve uma negação da relevância social do racismo, seja pelos delegados, seja pelo Ministério Público, e também pelos juízes.”</p>
<p>A nova lei acerta, na opinião do professor, ao trazer penas mais duras se as ofensas racistas ocorreram em ambientes culturais, esportivos ou pelo humor. Para Moreira, piadas e supostas brincadeiras são uma forma usada para praticar o racismo de forma escamoteada. “Quando pessoas brancas, ou instituições controladas por pessoas brancas, utilizam o humor hostil para reproduzir estereótipos raciais para atingir pessoas negras, asiáticas e indígenas”, explica.</p>
<p>O professor enfatiza que o ódio e desprezo expressos dessa maneira, muitas vezes, servem para garantir o espaço das pessoas brancas nas melhoras posições sociais, em detrimento das negras e indígenas. “O que está por trás desse racismo maroto é a supremacia branca [ideia de que as populações brancas são superiores às demais]”, enfatiza sobre as ações que acabam criando ambientes em que as pessoas negras não conseguem permanecer.</p>
<p>Citando um exemplo real, Moreira contou o caso em que uma mulher negra que assumiu cargo de chefia em um banco e foi alvo de um ataque coordenado com piadas e ofensas racistas por outros funcionários de seu setor. Ela acabou pedindo demissão por causa do nível de hostilidade no ambiente de trabalho. Se ela tivesse sido simplesmente demitida, o caso poderia ser enquadrado como racismo, enquanto as ofensas, antes da nova lei, poderiam ser classificadas apenas como injúria racial, apesar de terem o mesmo resultado na prática.</p>
<p>As penas para injúria na nova lei, inicialmente entre dois e cinco anos de prisão e multa, também podem ser aumentadas caso as ofensas sejam feitas para atacar a religiosidade de alguém. De acordo com Moreira, ataques às religiões de matriz africana são um problema “muito grave” no Brasil e têm partido, essencialmente, de “radicais religiosos” de algumas correntes evangélicas.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Entenda a diferença entre injúria racial e crime de racismo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entenda-a-diferenca-entre-injuria-racial-e-crime-de-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 May 2022 13:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[vereador Camilo Cristófaro]]></category>
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					<description><![CDATA[A principal diferença entre o crime de injúria racial e racismo é a quem é dirigida a ofensa. Nessa sexta-feira (20), a corregedoria da Câmara Municipal de São Paulo aprovou a abertura de processo disciplinar contra o vereador Camilo Cristófaro (Avante) por uma frase racista dita por ele em sessão da Casa. A Agência Brasil conversou com [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>A principal diferença entre o crime de injúria racial e racismo é a quem é dirigida a ofensa. Nessa sexta-feira (20), a corregedoria da Câmara Municipal de São Paulo aprovou a abertura de processo disciplinar contra o vereador Camilo Cristófaro (Avante) por uma frase racista dita por ele em sessão da Casa. A Agência Brasil conversou com o presidente da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil São Paulo (OAB-SP), Irapuã Santana do Nascimento da Silva, que explicou a diferença entre as tipificações penais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Se você tem uma ofensa dirigida para uma pessoa ou um grupo determinado de pessoas, que você consiga destacar essas pessoas, é injúria racial. Quando você tem um número grande de pessoas sem conseguir individualizar, se você pratica essa ofensa para toda uma coletividade, você tem o crime de racismo. No caso do vereador, como ele fala que é coisa de preto, isso acaba trazendo uma ofensa a toda a comunidade negra, que são mais de 100 milhões de pessoas”, explicou o presidente da comissão.</p>
<p>No último dia 3 de maio, Camilo Cristófaro participava de forma remota de uma sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Aplicativos, na Câmara Municipal de São Paulo. Como o microfone do vereador estava aberto, o áudio da fala dele com outra pessoa acabou vazando para a reunião: “Não lavaram a calçada, é coisa de preto, né?”, foi a frase ouvida durante a sessão.</p>
<p>Irapuã Santana do Nascimento da Silva acrescenta que a pena prevista para os dois crimes é igual, de um a três anos de detenção. A diferença está no tratamento da injúria racial como um crime que cabe fiança e pode prescrever, o que não se aplica aos casos de racismo. O advogado explica, no entanto, que essa confusão teve origem em 1997 quando o crime de injúria racial foi incluído no Código Penal, e não na lei dos crimes de racismo, <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7716.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 7.716, de 1989</a>.</p>
<p>“Como o crime de injúria está previsto no Código Penal, as pessoas falaram: olha, se tá fora da lei de crime de racismo, ela não pode ser colocada como um crime imprescritível e inafiançável. Veio daí essa diferenciação, mas, na verdade, se a gente for pegar tudo na origem, era tudo equiparado”, apontou. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em um caso específico, que o crime de injúria não é prescritível.</p>
<p>“O Supremo fez esse julgamento dentro de um processo que era de <em>habeas corpus</em>, então esse tipo de julgamento não irradia para outras matérias, só cria efeitos para aquele processo. Existe agora a ação, que é a Ação Direta de Inconstitucionalidade, que é justamente para colocar esse entendimento para todo o ordenamento jurídico. Por enquanto, continua da mesma forma: injúria racial é afiançável e prescritível; e o crime de racismo é imprescritível e inafiançável”, apontou o representante da OAB.</p>
<p>Outro caminho para equiparar o crime de injúria racial com o de racismo é a aprovação de uma lei no Congresso Nacional. Nesta semana, o Senado Federal aprovou um projeto de lei com esse entendimento. “Ele [projeto] precisa ir para Câmara para passar pelo processo legislativo, votação, deliberação e a partir daí segue para sanção ou veto presidencial. Basicamente, a gente teria essa interpretação correta, de que o crime de injúria é uma espécie de crime de racismo e, por esse motivo, seria inafiançável e imprescritível.”</p>
<p>O projeto de lei em votação no Congresso também estabelece o aumento da pena para dois a cinco anos e que os ofensores ficam proibidos por três anos de participarem de eventos esportivos, artísticos e culturais.</p>
<p>O advogado reforça que diversos tipos de prova podem compor um processo de injúria racial ou racismo. “Todas as formas possíveis de demonstrar que aquele fato ocorreu podem influenciar no julgamento do processo. Às vezes, não se tem uma prova cabal, mas tem indício. Testemunha, vídeo, áudio, foto, um <em>post</em>, qualquer coisa nesse sentido vai servir de um elemento para que o magistrado, na hora de julgar o caso, possa se convencer de que aquele fato criminoso ocorreu e a partir daí fazer a aplicação da pena.”</p>
<p>No caso do vereador de São Paulo, além do processo administrativo, ele pode responder criminalmente pela prática de racismo. “Inclusive, seria cabível até uma ação civil pública indenizatória para que ele reparasse a violação que aconteceu com ofensa em relação a toda coletividade”, avalia Silva. Cristófaro nega que tenha sido racista e se referiu ao episódio como uma “brincadeira” em resposta, na ocasião.</p>
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