<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>O Legado &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/o-legado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Oct 2025 21:53:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>O Legado &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>“O Legado – Um diálogo com Caio Fernado Abreu&#8221; estreia no Sesc Copacabana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/o-legado-um-dialogo-com-caio-fernado-abreu-estreia-no-sesc-copacabana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 21:53:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícas]]></category>
		<category><![CDATA[O Legado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86252</guid>

					<description><![CDATA[Exatos 30 anos após a montagem de “Pela Noite”, texto de Caio Fernando Abreu, um grupo de atores decide remontar a peça. A estreia do espetáculo, em 1995, foi assistida e aplaudida pelo próprio escritor, que escreveu duas cartas, até agora inéditas, para o diretor, Renato Farias. Para a remontagem, três homens gays que viveram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exatos 30 anos após a montagem de “</span><i><span style="font-weight: 400;">Pela Noite</span></i><span style="font-weight: 400;">”, texto de </span><b>Caio Fernando Abreu</b><span style="font-weight: 400;">, um grupo de atores decide remontar a peça. A estreia do espetáculo, em 1995, foi assistida e aplaudida pelo próprio escritor, que escreveu duas cartas, até agora inéditas, para o diretor, </span><b>Renato Farias</b><span style="font-weight: 400;">. Para a remontagem, três homens gays que viveram o auge das décadas de 1980 e 1990 são convidados a contar sobre os seus amores interrompidos pela chegada do HIV. Este é o ponto de partida de “</span><b>O Legado – Um diálogo com Caio Fernando Abreu</b><span style="font-weight: 400;">”, espetáculo inédito escrito e dirigido por </span><b>Renato Farias</b><span style="font-weight: 400;"> para celebrar os </span><b>20 anos</b><span style="font-weight: 400;"> da </span><b>Companhia de Teatro Íntimo</b><span style="font-weight: 400;">. Jogando luz sobre o legado que Caio, e a geração que viveu a época em que a AIDS chegou ao Brasil, deixou para as gerações mais jovens, a montagem prioriza o amor e a alegria de viver para contar essas histórias. Aprovado pelo Sesc RJ Pulsar, o espetáculo estreia dia </span><b>16 de outubro</b><span style="font-weight: 400;">, às </span><b>20h</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Teatro de Arena </b><span style="font-weight: 400;">do </span><b>Sesc Copacabana</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-86254" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/15-O-Legado-%E2%80%93-Um-dialogo-com-Caio-Fernado-Abreu-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C566&#038;ssl=1" alt="O Legado – Um Diálogo Com Caio Fernado Abreu estreia No Sesc Copacabana - Expresso Carioca" width="400" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/15-O-Legado-%E2%80%93-Um-dialogo-com-Caio-Fernado-Abreu-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/15-O-Legado-%E2%80%93-Um-dialogo-com-Caio-Fernado-Abreu-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/15-O-Legado-%E2%80%93-Um-dialogo-com-Caio-Fernado-Abreu-estreia-no-Sesc-Copacabana-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />A história encenada é, também, um diálogo entre realidade e ficção. De fato, houve a montagem da peça e a presença de Caio na plateia. “Eu recebi três cartas dele e coloco duas delas em cena para que a voz do Caio abra ‘</span><b><i>O Legado</i></b><i><span style="font-weight: 400;">’</span></i><span style="font-weight: 400;">. São as cartas que escreveu quando seguimos nos relacionando após o espetáculo que ele assistiu, meses antes de nos deixar, em fevereiro de 1996”, adianta Renato Farias. Passados 10 anos do encontro com o escritor, em 2005 Renato fundou a Companhia de Teatro Íntimo, encenando o espetáculo “</span><i><span style="font-weight: 400;">Os Dragões</span></i><span style="font-weight: 400;">”, uma adaptação de “</span><b><i>Os Dragões Não Conhecem o Paraíso</i></b><span style="font-weight: 400;">‟, outro texto de Caio Fernando Abreu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A estreia de </span><i><span style="font-weight: 400;">‘Os Dragões’</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi no palco do Sesc Copacabana, para onde voltamos agora, e retomando o diálogo com Caio, esse escritor que nunca nos abandonou. O tema LGBTQIAPN+ é muito importante para nós. Paralelo ao meu trabalho com o teatro, trabalho com comunicação e saúde na Fiocruz, o que me permitiu contribuir, nos anos 1990 e 2000, com a construção da resposta brasileira à epidemia de HIV-AIDS. O Brasil foi protagonista mundial dessa resposta e isso é uma coisa que pouca gente sabe. Uma outra questão crucial é o fato de que hoje é possível viver e conviver saudavelmente com o HIV, por isso nosso foco no trabalho é celebrar a vida e os amores que tivemos”, pondera Renato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos estigmas que envolveram a doença nos anos 1980, Renato nem quer ouvir falar &#8211; mas da relação saudável das pessoas que vivem com HIV, sim. E é nessa busca pelo prazer e a alegria de estar junto, da necessidade de cuidar e ser cuidado, que o dramaturgo e diretor enxerga um legado a ser trazido para as novas gerações. “A peça traz três gerações que se intercalam, e a diferença do impacto do HIV em cada uma. A geração mais velha, que é a minha, em torno dos 60 anos, foi tolhida pela doença e teve que assimilar a necessidade de usar camisinha. A geração seguinte, hoje por volta dos 40/45 anos, já associava sexo e camisinha de maneira mais natural. E a geração atual, felizmente, tem mais liberdade, por que, além do preservativo, e dos avanços com a medicação, tem PrEP e PEP. O HIV já pode, como diz minha amiga Márcia Rachid, ser considerado ‘Uma Sentença de Vida’”, celebra Farias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ator </span><b>Thiago Mendonça</b><span style="font-weight: 400;">, também fundador da Companhia de Teatro Íntimo, lembra: “Nasci em 1980, era uma criança que assistia novela e logo virei fã de Lauro Corona. Ele influenciou diretamente minha escolha em ser ator. Vi o meu primeiro ídolo partir repentinamente, sem, na época, entender por que. Depois, criança, ainda, vi outros artistas como Cazuza e Renato Russo falarem mais abertamente sobre suas sexualidades e sorologias. Madonna também me educou através de suas músicas e entrevistas. Hoje gozo do privilégio de viver em um tempo em que podemos ter mais liberdade e direitos. Isso também é um legado importante das gerações anteriores”, relaciona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Colocando, lado a lado, o elenco da Companhia e atores convidados, a montagem conta com </span><b>Alain Catein</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Aleh Silva</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Dodi Cardoso</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Gabriel Contente</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>João Manoel</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Márcio Januário</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Orlando Caldeira</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Renato Farias</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Thiago Mendonça</b><span style="font-weight: 400;">. Os atores interpretam casais de três gerações e a montagem toma cuidados na condução de sua dramaturgia. “Somos homens gay cis em cena, ainda que haja um ator que é não-binárie. No início da epidemia fomos colocados pelo preconceito da sociedade como protagonistas em relação à doença. Ao longo das últimas décadas, assumimos o protagonismo para lutar contra os preconceitos e gritar: nós existimos e queremos ser respeitados! Um legado que propusemos foi, justamente, canalizar esse protagonismo para que a sociedade entenda que pessoas LGBTQIAPN+ também têm relações amorosas e saudáveis”, sublinha Renato. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E foi justamente a permanência dos estigmas um dos motivos que trouxeram o tema à cena. “O Brasil segue sendo o país que mais mata pessoas LGBTQIAPN+ no mundo. Então é um tema que precisa voltar, e o estamos trazendo de uma maneira leve e bem humorada, falando das dores das tristezas das perdas sim, mas também lembrando que amor e sexo são coisas saudáveis, que precisam ser vividas. É uma maneira de tirar a culpa que vem vindo de geração em geração e colocar o prazer e o autoconhecimento através da sexualidade no centro da vida”, pontua Renato, que recentemente lançou o livro “</span><b><i>O poema-em-cena &amp; o teatro íntimo: a construção da pedagogia da intimidade</i></b><span style="font-weight: 400;">” (Ed. Multifoco / </span><a href="https://abre.ai/nBSM" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://abre.ai/nBSM</span></a><span style="font-weight: 400;">) como parte das celebrações dos 20 anos da Companhia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falar de legado é convidar o público a pensar na troca realizada entre essas gerações. Mas Renato Farias admite que a temática, que é forte e abrangente, não pode ser resumida a um legado específico. “É um legado de valorização da vida, do amor, da alegria, das relações, das amizades, do permitir ser cuidado e da importância de cuidar. Mas também da importância de ser feliz a partir de sexualidades bem vividas, saudáveis, sem culpa. Isso tudo é o legado de uma geração que teve que conviver brutalmente com a pandemia da AIDS e que foi percebendo que só passamos por aquela fase horrorosa porque estávamos juntos uns dos outros”, encerra. </span></p>
<hr />
<p><b>SERVIÇO</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“</span></i><b><i>O Legado – Um diálogo com Caio Fernando Abreu”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temporada</span><span style="font-weight: 400;">: 16 de outubro a 09 de novembro de 2025</span></p>
<p><strong>Horário</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> Quinta-feira a sábado, às 20h. Domingo, às 18h<br />
</span><strong>Local</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> Arena do Sesc Copacabana<br />
</span><strong>Endereço</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> Rua Domingos Ferreira, 160 &#8211; Copacabana &#8211; Rio de Janeiro</span></p>
<p><strong>Ingressos</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> R$ 30 (inteira); R$ 15 (meia entrada para casos previstos por lei, estendida a professores e classe artística mediante apresentação de registro profissional, convênio e programa Mesa Brasil); R$ 10 (credencial plena); Gratuito (público PCG).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bilheteria &#8211; Horário de funcionamento</span><span style="font-weight: 400;">: Terça a sexta-feira &#8211; das 9h às 20h; Sábados, domingos e feriados &#8211; das 14h às 20h</span></p>
<p><strong>Informações</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> (21) 3180-5226<br />
</span><strong>Classificação Indicativa</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> 18 anos</span></p>
<p><strong>Duração</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> 80 minutos</span></p>
<p><strong>Instagram: </strong><a href="https://www.instagram.com/teatrointimo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://www.instagram.com/teatrointimo/</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86252</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
