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	<title>núcleo político &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>PF realiza buscas em núcleo político suspeito de uso ilegal da Abin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 14:13:54 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal está cumprindo, nesta segunda-feira (29), novos mandados de busca e apreensão como parte da Operação Vigilância Aproximada, com o intuito de investigar o possível envolvimento do núcleo político no uso ilegal de informações obtidas através da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).</p>
<p>De acordo com os investigadores, esta nova fase busca identificar os principais destinatários e beneficiários das informações produzidas de forma ilegal por meio de ações clandestinas da agência. Oito mandados de busca e apreensão estão sendo executados, sendo cinco no Rio de Janeiro e três em Brasília, Formosa (GO) e Salvador (BA).</p>
<p>A Operação Vigilância Aproximada foi iniciada na quinta-feira (25) com o objetivo de investigar uma organização criminosa que operava dentro da Abin. Suspeita-se que, nessas atividades, foram utilizadas técnicas de investigação semelhantes às das polícias judiciárias, porém sem qualquer controle judicial ou do Ministério Público.</p>
<p>Na semana passada, a investigação teve como alvo o ex-diretor da Abin e deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), nomeado diretor-geral da agência em 2019 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e exonerado em março de 2022 durante o governo Lula.</p>
<p>O uso ilegal da Abin envolvia o monitoramento ilícito de autoridades públicas e outras pessoas, utilizando ferramentas de geolocalização de dispositivos móveis sem autorização judicial, como a ferramenta First Mile. Essa prática já havia sido denunciada à Anatel por operadoras de telefonia.</p>
<p>Esta operação é uma continuação das investigações da Operação Última Milha, iniciada em outubro do ano passado, que apontou para a existência de uma estrutura paralela na Abin, utilizada para produzir informações para fins políticos e midiáticos, além de interferir em investigações da Polícia Federal.</p>
<p>Os investigados podem responder por crimes como invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações sem autorização judicial.</p>
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