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	<title>narcoterrorismo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Estados Unidos passam a classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 02:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos anunciou que irá classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi divulgada pelo Departamento de Estado norte-americano e deve entrar em vigor no próximo dia 5 de junho. Além da nova classificação, as duas facções brasileiras também foram incluídas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos anunciou que irá classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi divulgada pelo Departamento de Estado norte-americano e deve entrar em vigor no próximo dia 5 de junho.</p>
<p>Além da nova classificação, as duas facções brasileiras também foram incluídas na lista de “Terroristas Globais Especialmente Designados”, mecanismo utilizado pelos Estados Unidos para ampliar sanções financeiras, restrições internacionais e medidas de combate a organizações consideradas ameaças transnacionais.</p>
<p>Segundo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a decisão faz parte da estratégia do governo Donald Trump de endurecer o combate ao tráfico internacional de drogas e ao crime organizado na América Latina.</p>
<p>A medida, porém, provocou reações políticas e diplomáticas no Brasil. Integrantes do governo federal demonstraram preocupação com possíveis consequências relacionadas à soberania nacional e à ampliação da influência norte-americana em ações de segurança pública dentro do território brasileiro.</p>
<p>O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Celso Amorim, afirmou que o Brasil defende cooperação internacional no combate ao crime organizado, mas rejeita qualquer possibilidade de intervenção estrangeira baseada na classificação das facções como terroristas.</p>
<p>Pela legislação brasileira, PCC e Comando Vermelho são enquadrados como organizações criminosas, e não como grupos terroristas. O entendimento do governo federal é que as facções não possuem motivação política, ideológica, religiosa ou racial, critérios previstos na Lei Antiterrorismo brasileira para caracterização de terrorismo.</p>
<p>A decisão dos Estados Unidos ocorre após meses de pressão de setores da oposição brasileira e de aliados internacionais do governo Trump. O senador Flávio Bolsonaro esteve em Washington nesta semana e se reuniu com Marco Rubio. Um dia antes, também participou de encontro com Donald Trump ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro.</p>
<p>Nos bastidores, a classificação das facções brasileiras vinha sendo discutida desde o início do ano por autoridades norte-americanas. Em março, veículos internacionais já apontavam que o Departamento de Estado finalizava estudos técnicos para formalizar a inclusão do PCC e do CV na lista de organizações terroristas estrangeiras.</p>
<p>Especialistas em relações internacionais avaliam que a medida pode gerar impactos econômicos e jurídicos relevantes, especialmente em operações financeiras monitoradas pelos Estados Unidos. Empresas e instituições ligadas, direta ou indiretamente, a atividades investigadas podem passar a sofrer sanções mais rígidas do sistema financeiro internacional.</p>
<p>Analistas também apontam que a classificação fortalece instrumentos de rastreamento de dinheiro, cooperação policial internacional e bloqueio de ativos relacionados às facções criminosas. Por outro lado, setores do governo brasileiro e pesquisadores alertam para riscos de interferência política e diplomática nas políticas de segurança pública do país.</p>
<p>O PCC e o Comando Vermelho são considerados atualmente as duas maiores organizações criminosas do Brasil, com atuação em tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro, comércio ilegal de armas e expansão de redes criminosas em diferentes países da América do Sul e da Europa.</p>
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		<title>Crise de segurança no Equador desperta preocupação internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 14:16:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crise no Equador]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[narcoterrorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Narcotráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise de segurança pública que assolou o Equador no último final de semana tornou-se motivo de inquietação para os países vizinhos. Na terça-feira (9), o governo brasileiro expressou sua preocupação, condenando as ações violentas perpetradas por grupos criminosos organizados em diversas cidades equatorianas. O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota afirmando que está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crise de segurança pública que assolou o Equador no último final de semana tornou-se motivo de inquietação para os países vizinhos. Na terça-feira (9), o governo brasileiro expressou sua preocupação, condenando as ações violentas perpetradas por grupos criminosos organizados em diversas cidades equatorianas. O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota afirmando que está atento à situação dos cidadãos brasileiros no país e disponibilizou um número de telefone, incluindo WhatsApp, para assistência consular.</p>
<p>A Argentina também se manifestou, oferecendo seu apoio às autoridades e ao povo equatoriano. O governo argentino expressou solidariedade e disponibilidade para enviar membros das forças de segurança, caso necessário, diante da onda de violência que já resultou em pelo menos dez mortes. A ministra da Segurança argentina, Patricia Bullrich, lamentou a transformação do Equador de um país tranquilo com baixo índice de homicídios para uma nação dominada pelo narcoterrorismo.</p>
<p>O governo dos Estados Unidos está acompanhando de perto os relatos de violência, sequestros e explosões no Equador. Um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano afirmou que estão prontos para prestar assistência diante da situação preocupante.</p>
<p>O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais, destacando a disposição em fornecer apoio conforme solicitado pelo governo equatoriano. Enquanto isso, o Peru declarou estado de emergência em toda a fronteira de 1,5 mil quilômetros com o Equador e anunciou o envio das forças armadas para vigiar a área em colaboração com a polícia. O primeiro-ministro peruano, Alberto Otárola, revelou que será implementado um controle mais rigoroso sobre o trânsito de pessoas e migrantes que entram no país.</p>
<p>A violência, que resultou em pelo menos dez mortes, incluindo dois agentes da polícia, em vários ataques armados registrados na terça-feira, continua a despertar preocupações e mobilizar esforços internacionais para conter a crise no Equador.</p>
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