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	<title>Nações Unidas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Relatório Global de Tráfico Humano 2024: Cresce 25% o número de vítimas, com mulheres e crianças como principais Alvos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[O tráfico de pessoas voltou a crescer significativamente, registrando um aumento global de 25% no número de vítimas em 2022, após uma queda durante a pandemia de covid-19. O Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas 2024, divulgado nesta quarta-feira (11) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), destaca que mulheres e meninas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tráfico de pessoas voltou a crescer significativamente, registrando um aumento global de 25% no número de vítimas em 2022, após uma queda durante a pandemia de covid-19. O Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas 2024, divulgado nesta quarta-feira (11) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), destaca que mulheres e meninas continuam a representar a maioria das vítimas, com taxas alarmantes de exploração sexual e trabalho forçado.</p>
<p>Abrangendo dados de 156 países e cobrindo 95% da população mundial, o relatório analisa o período entre 2020 e 2022, com informações preliminares de 2023. Durante esse intervalo, foram registrados mais de 202 mil casos de tráfico humano, com um aumento expressivo de 47% no tráfico para trabalho forçado, comparado ao período anterior à pandemia.</p>
<h3>Crianças e Mulheres: Grupos Mais Vulneráveis</h3>
<p>Entre os principais achados, o estudo aponta que crianças constituíram 38% das vítimas notificadas em 2022, com meninas respondendo por 22% e sendo predominantemente traficadas para exploração sexual. Meninos (16%) foram alvo principalmente de trabalho forçado e outras formas de exploração, como atividades criminosas.</p>
<p>O aumento de crianças desacompanhadas e separadas ao longo de rotas migratórias, especialmente na Europa e América do Norte, contribuiu para o crescimento dos casos. Desde 2019, o número de vítimas infantis subiu 31%, com um crescimento de 38% entre as meninas.</p>
<p>As mulheres adultas representaram 39% das vítimas, enquanto 61% de todas as vítimas globais eram do sexo feminino. Mulheres e meninas são traficadas não apenas para exploração sexual, mas também para trabalho forçado, casamentos forçados e outras atividades exploratórias.</p>
<h3>Tráfico e Contextos de Instabilidade</h3>
<p>O relatório também relaciona o aumento do tráfico humano a crises globais, como conflitos armados e desastres climáticos. Instabilidade e deslocamentos forçados ampliam a vulnerabilidade de populações, especialmente em regiões de baixos rendimentos e em rotas migratórias internacionais.</p>
<p>Embora o tráfico para trabalho forçado tenha superado o tráfico para exploração sexual em números absolutos, condenações de traficantes continuam desproporcionais. Em 2022, 70% dos traficantes condenados estavam envolvidos em exploração sexual, enquanto apenas 17% foram responsabilizados por trabalho forçado, que representou 42% das vítimas no mesmo período.</p>
<h3>Desafios e Recomendações</h3>
<p>A ONU destaca que a maioria dos casos de tráfico é conduzida por grupos do crime organizado, com homens representando 70% dos investigados e condenados. O número de condenações globais ainda não recuperou os níveis pré-pandemia, mas registrou aumento de 36% em relação a 2020.</p>
<p>“O aumento alarmante do tráfico de meninas para exploração sexual em várias regiões exige ações urgentes”, alerta o UNODC. Recomendações incluem investigações centradas na vítima, programas de proteção personalizados e políticas robustas de prevenção.</p>
<p>O relatório conclui que esforços coordenados entre a comunidade internacional e governos nacionais são essenciais para enfrentar o tráfico humano, garantindo proteção às vítimas e responsabilização dos traficantes, especialmente em um cenário global marcado por crescentes desafios sociais e climáticos.</p>
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		<title>Lula se Reúne com Líderes Mundiais em Nova York</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-se-reune-com-lideres-mundiais-em-nova-york/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 15:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Geral da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nações Unidas]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conclui hoje sua agenda na sede das Nações Unidas, em Nova York, após discursar na abertura da 79ª Assembleia Geral. Nesta quarta-feira (25), ele tem uma série de encontros bilaterais com líderes de outros países, incluindo Cyril Ramaphosa, da África do Sul, Gustavo Petro, da Colômbia, e Bernardo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conclui hoje sua agenda na sede das Nações Unidas, em Nova York, após discursar na abertura da 79ª Assembleia Geral. Nesta quarta-feira (25), ele tem uma série de encontros bilaterais com líderes de outros países, incluindo Cyril Ramaphosa, da África do Sul, Gustavo Petro, da Colômbia, e Bernardo Arévalo, da Guatemala.</p>
<p>A reunião com o presidente sul-africano Ramaphosa está marcada para às 9h30 (horário de Brasília). Em seguida, Lula se encontrará com Petro ao meio-dia e, por último, com Arévalo às 12h30. Todos os compromissos ocorrerão na sede da ONU.</p>
<p>Além dos encontros bilaterais, Lula participará de um almoço de trabalho sobre o Novo Pacto Financeiro Global, que visa combater a pobreza e fortalecer a luta contra as mudanças climáticas. Essa proposta, lançada pela França durante a COP 27 em 2022, busca reformar o sistema financeiro global para enfrentar os desafios do aquecimento global.</p>
<p><strong>Participação no G20</strong></p>
<p>Ainda pela manhã, Lula participa da Sessão de Abertura da Reunião Ministerial do G20. Este evento, que ocorre pela primeira vez na sede da ONU, está aberto a todos os membros da organização. O Brasil preside o G20 desde setembro de 2022 e continuará a liderar o grupo até novembro deste ano.</p>
<p>Em seu discurso na Assembleia Geral, Lula enfatizou temas prioritários para o Brasil no G20, como o combate às desigualdades, à fome e às mudanças climáticas, além da reforma das instituições de governança global. &#8220;Hoje, o mundo produz alimentos em quantidade suficiente para erradicar a fome. O que falta são condições de acesso a esses alimentos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Lula também mencionou a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que será lançada em novembro no Rio de Janeiro, como um dos principais resultados da presidência brasileira do G20, enfatizando seu caráter inclusivo e solidário.</p>
<p>Antes de retornar a Brasília, o presidente concederá uma coletiva de imprensa para fazer um balanço de sua viagem e dos compromissos firmados durante sua estadia em Nova York.</p>
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		<title>Lula vai à Assembleia Geral da ONU, em Nova York</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-vai-a-assembleia-geral-da-onu-em-nova-york/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 22:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nações Unidas]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da 78ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Estados Unidos, que neste ano tem o tema Paz, Prosperidade, Progresso e Sustentabilidade. O presidente permanecerá no país de 19 a 21 de setembro. Como ocorre todos os anos, o presidente do Brasil, fará [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da 78ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Estados Unidos, que neste ano tem o tema Paz, Prosperidade, Progresso e Sustentabilidade. O presidente permanecerá no país de 19 a 21 de setembro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Como ocorre todos os anos, o presidente do Brasil, fará o discurso inaugural de chefes de Estado, na abertura do debate geral, que concentrará os líderes dos 193 países membros da ONU. Antes, nos dias 16 e 17 de setembro, o presidente Lula estará em Havana, capital de Cuba, para participar da Cúpula de Líderes do G77 + China.</p>
<p>Os detalhes das duas viagens internacionais foram anunciados, em Brasília, pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), nesta quinta-feira (14).</p>
<h2>Assembleia Geral</h2>
<p>O secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do MRE, embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey, destacou que a viagem a Nova York é o ponto alto da agenda internacional do presidente Lula, este ano, após presença em seguidos encontros estrangeiros, como do Brics (bloco composto por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e do grupo G20.</p>
<p>Sem revelar o teor do discurso que o presidente Lula fará na abertura da Assembleia Geral da ONU, o embaixador Carlos Cozendey disse apenas que será a oportunidade para que o presidente Lula diga à comunidade internacional e, também, aos próprios brasileiros, quais são as linhas principais da política externa brasileira, em diferentes temas.</p>
<h2>Agendas bilaterais</h2>
<p>O presidente Lula participará, ainda Nova York, de uma série de encontros bilaterais. Até o momento, o Itamaraty confirma o encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres; com o diretor da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom; e com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.</p>
<p>De acordo com o Itamaraty, nesse último encontro, com a liderança norte-americana, os dois presidentes devem anunciar um plano em defesa da criação de vagas de trabalho decente ao redor do mundo, com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A iniciativa poderá contar com a participação de outros países interessados. <em>“É uma iniciativa global para o avanço dos direitos trabalhistas na economia do século 21. A ideia é que um grupo de países, com apoio da OIT, crie uma agenda de discussão e programas de ação para o futuro do trabalho decente”</em>, disse o embaixador.</p>
<p>Outros encontros do presidente brasileiro, em Nova York, ainda poderão ser agendados pelo MRE.</p>
<h2>Agendas da ONU</h2>
<p>Nos dias 18, 19 e 20, a Organização das Nações Unidas convidou os países membros da entidade a participarem de duas reuniões, classificadas de alto nível, quando os debates ocorrem com os chefes de Estado.</p>
<p>O embaixador Cozendey adiantou que ainda não está confirmada a presença do presidente Lula nessas duas reuniões.</p>
<p>A primeira é a Cúpula dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos na Agenda 2030 da ONU. O objetivo é dar reforço político ao cumprimento das 17 metas relacionadas a aspectos ambientais e sociais, aprovadas ainda em 2015.</p>
<p><em>“É uma espécie de revisão de meio de período desses objetivos de desenvolvimento sustentável. Há uma série de avaliações feitas pelos organismos técnicos das Nações Unidas e de outros organismos internacionais, que indicam que, durante a pandemia, houve dificuldade de avançar no cumprimento desses objetivos e, até mesmo, um certo retrocesso em alguns desses objetivos”</em>, esclareceu o embaixador Carlos Cozendey.</p>
<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, ainda convocou os chefes de Estado a participarem, no dia 20, da Cúpula de Ambição Climática. O objetivo é incentivar os governos a avançarem no cumprimento dos objetivos da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCC, em inglês) e o Acordo de Paris, firmado na 21ª Conferência das Partes (COP 21) e, se for o caso, até redefinirem compromissos ambientais para combater as mudanças climáticas.</p>
<p><em>“Sabemos que o UNFCC tem as suas reuniões das partes, as COPs, realizadas anualmente. E teremos, em 2025, a COP 30, aqui no Brasil. Será um momento importante de redefinição dos compromissos nacionais”</em>, disse o secretário.</p>
<h2>Reuniões ministeriais</h2>
<p>O presidente Lula viajará aos Estados Unidos acompanhado de uma comitiva de ministros, que ainda terá os nomes confirmados.</p>
<p>Os ministros deverão participar de diversas reuniões temáticas nas áreas de direitos humanos, saúde, desarmamento, entre outras.</p>
<p>O embaixador Carlos Cozendey confirmou que o ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, representará o Brasil em reuniões do grupo L69, que defende a expansão dos membros permanentes e não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU, órgão central que trata de ameaças à paz e segurança internacionais.</p>
<p><em>“Não é uma reforma simples e não depende da vontade do Brasil. Então, é um trabalho de construção ao longo de muitos anos”</em>, disse.</p>
<p>Além desse tema, estão também marcadas reuniões de ministros dos países do Brics, do Fórum de Diálogo entre Índia, Brasil e África do Sul (Ibas), do Mercosul, e do grupo de chanceleres da América do Sul.</p>
<p>O MRE informou ainda que ocorrerão três reuniões sobre saúde, com ministros da área para tratar da prevenção, prontidão e resposta a pandemias, com a negociação de um acordo internacional para estabelecer regras de cooperação; da cobertura universal de saúde para discutir experiências como a praticada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil; do combate à tuberculose, pela emergência da doença.</p>
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