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	<title>música popular brasileira &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Alceu Valença celebra 80 anos com turnê nacional que estreia no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 13:44:11 +0000</pubDate>
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<p>O cantor e compositor pernambucano Alceu Valença inicia neste sábado (14), no Rio de Janeiro, a turnê “80 Girassóis”, criada para celebrar seus 80 anos de vida e mais de cinco décadas de trajetória na música brasileira. A estreia acontece na Farmasi Arena, na capital fluminense, dando início a uma série de shows que passará por cidades como São Paulo, Salvador, Florianópolis, Curitiba, Brasília, Recife, Fortaleza, Belém e Belo Horizonte.</p>
<p>A comemoração antecede o aniversário do artista, que completa oito décadas em 1º de julho, e conta com patrocínio master do Banco do Brasil. Segundo Alceu, o espetáculo foi cuidadosamente planejado após meses de preparação.</p>
<p>“Esta turnê vai ser uma maravilha. Está sendo muito bem projetada pela minha esposa, Yanê Montenegro, e por Júlio Moura. Temos parceiros em vários estados para realizar esse projeto”, afirmou o artista em entrevista.</p>
<p>No palco, Alceu será acompanhado por uma banda formada por Tovinho (teclados e direção musical), Cássio Cunha (bateria), Zi Ferreira (guitarra), Nando Barreto (baixo), André Julião (sanfona) e Costinha (flautas), além das participações de Lui Coimbra (violas e violoncelo) e Natalia Mitre (percussão).</p>
<figure id="attachment_89265" aria-describedby="caption-attachment-89265" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89265" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/13-Turne-80-Girassois-celebra-oito-decadas-do-cantor-Alceu-Valenca-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Turnê 80 Girassóis Celebra Oito Décadas Do Cantor Alceu Valença - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/13-Turne-80-Girassois-celebra-oito-decadas-do-cantor-Alceu-Valenca-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/13-Turne-80-Girassois-celebra-oito-decadas-do-cantor-Alceu-Valenca-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/13-Turne-80-Girassois-celebra-oito-decadas-do-cantor-Alceu-Valenca-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/13-Turne-80-Girassois-celebra-oito-decadas-do-cantor-Alceu-Valenca-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89265" class="wp-caption-text">Turnê 80 Girassóis celebra oito décadas do cantor Alceu Valença. &#8211; Foto: Rodrigo Maluco/PECK e MV Produções</figcaption></figure>
<h3>Espetáculo une música, memória e projeções visuais</h3>
<p>O show foi desenvolvido ao longo de seis meses de ensaios e contará com projeções visuais especiais criadas pelo artista visual Rafael Todeschini, que ajudam a contar a história do cantor. Segundo Alceu, o material inclui imagens raras de seu acervo pessoal.</p>
<p>“Esse show tem projeções incríveis. Dentro desse acervo meu, até minha mãe e meu pai vão aparecer”, revelou.</p>
<p>A turnê também terá atividades paralelas em algumas cidades, incluindo exposições de artes plásticas e sessões de cinema, refletindo a diversidade artística de Alceu, que além da música também atua como cineasta. Entre seus trabalhos no cinema estão o clássico A Noite do Espantalho, dirigido por Sérgio Ricardo, e o filme autoral A Luneta do Tempo.</p>
<h3>Repertório conta história musical do artista</h3>
<p>O repertório da turnê foi pensado como uma narrativa poética que conecta diferentes momentos da carreira do cantor. Entre as canções presentes estão composições inspiradas nas raízes do sertão pernambucano, como “Martelo Agalopado”, além de referências a mestres da música nordestina, como Luiz Gonzaga.</p>
<p>A apresentação também traz clássicos que marcaram gerações, como “Anunciação”, que ultrapassa 200 milhões de reproduções no Spotify, e “Belle de Jour”, que soma mais de 300 milhões de visualizações no YouTube.</p>
<p>Outro momento marcante do espetáculo celebra o lado carnavalesco do artista, conhecido por arrastar multidões com o bloco Bicho Maluco Beleza, que reúne cerca de 1 milhão de foliões em suas apresentações.</p>
<h3>Uma trajetória marcada pela cultura nordestina</h3>
<p>Natural de São Bento do Una, no interior de Pernambuco, Alceu construiu sua obra a partir das referências do sertão, como aboios, toadas de vaqueiros e a tradição do repente. Ao longo da carreira, também transitou entre o popular e o erudito, realizando concertos com orquestras no Brasil e no exterior.</p>
<p>Formado em Direito, o artista chegou a considerar seguir carreira jurídica, mas decidiu dedicar-se à arte — uma escolha que, segundo ele, confirma a frase que ouviu da mãe ainda jovem.</p>
<p>“Ela dizia que eu tinha vindo ao mundo para levar alegria às pessoas. Ainda bem que se confirmou”, brincou o cantor.</p>
<p>Com a turnê “80 Girassóis”, Alceu Valença revisita sua própria história e reafirma sua posição como um dos grandes nomes da música brasileira.</p>
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		<title>Raul Seixas: 80 anos do gênio que fundiu rock, baião, filosofia e rebeldia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 14:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[música popular brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Seixas]]></category>
		<category><![CDATA[rock brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste sábado (28), Raul Seixas completaria 80 anos. O artista, considerado o pai do rock brasileiro, revolucionou a música nacional ao misturar rock’n’roll com baião, filosofia com crítica social, Elvis Presley com Lampião. Em 26 anos de carreira, Raul lançou 17 discos e compôs mais de 300 músicas, muitas delas ainda atuais e cantadas por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee/" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>Neste sábado (28), Raul Seixas completaria 80 anos. O artista, considerado o pai do rock brasileiro, revolucionou a música nacional ao misturar rock’n’roll com baião, filosofia com crítica social, Elvis Presley com Lampião. Em 26 anos de carreira, Raul lançou 17 discos e compôs mais de 300 músicas, muitas delas ainda atuais e cantadas por novas gerações.</p>
<p>Clássicos como <em>Maluco Beleza</em>, <em>Sociedade Alternativa</em>, <em>Metamorfose Ambulante</em> e <em>Ouro de Tolo</em> eternizaram sua figura rebelde e libertária. A caminhada até o estrelato, no entanto, foi marcada por fracassos, tentativas frustradas e persistência. Após o fracasso de sua primeira banda, <em>Os Panteras</em>, Raul passou a trabalhar como produtor na gravadora CBS e participou de projetos experimentais até alcançar o sucesso em 1973, com o disco <em>Krig-ha, Bandolo!</em></p>
<figure id="attachment_84456" aria-describedby="caption-attachment-84456" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-84456" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Bloco-Toca-Raul-no-Rio-de-Janeiro-homenageia-o-cantor-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C392&#038;ssl=1" alt="Bloco Toca Raul, No Rio De Janeiro, Homenageia O Cantor - Expresso Carioca" width="365" height="392" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Bloco-Toca-Raul-no-Rio-de-Janeiro-homenageia-o-cantor-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Bloco-Toca-Raul-no-Rio-de-Janeiro-homenageia-o-cantor-Expresso-Carioca.webp?resize=279%2C300&amp;ssl=1 279w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Bloco-Toca-Raul-no-Rio-de-Janeiro-homenageia-o-cantor-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C161&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-84456" class="wp-caption-text">Bloco Toca Raul, no Rio de Janeiro, homenageia o cantor &#8211; Toca Rauuul/Divulgação</figcaption></figure>
<p>A parceria com Paulo Coelho, no auge dos anos 1970, trouxe temas místicos e contraculturais para sua obra. Mais tarde, compôs com Cláudio Roberto, responsável por hits como <em>Cowboy Fora da Lei</em>, além de dividir o último disco, <em>A Panela do Diabo</em> (1989), com Marcelo Nova.</p>
<p>Segundo o amigo e biógrafo Sylvio Passos, Raul era um “materialista dialético” que estudava ocultismo por curiosidade filosófica. “Ele era um cantor popular com uma obra plural e complexa. Um pesquisador da alma humana”, define Passos.</p>
<p>Apesar do reconhecimento, Raul enfrentou alcoolismo e diversas complicações de saúde, falecendo em 1989, aos 44 anos, vítima de uma parada cardíaca. Desde então, sua memória é celebrada na tradicional Passeata Raulseixista, realizada anualmente em frente ao Theatro Municipal de São Paulo.</p>
<p>Para fãs como Mayara Grosso, que cresceu entre os versos do Maluco Beleza, Raul representa muito mais que música: é afeto, família e resistência. E, como o próprio cantor dizia, para conhecê-lo de verdade, “ouça meus discos, eu estou inteiro lá”.</p>
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		<title>50 Anos sem João da Baiana: O legado do pioneiro do samba é celebrado no cenário musical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 14:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
		<category><![CDATA[cinquentenário da morte]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[João da Baiana]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia em que se completam cinco décadas desde a morte do renomado compositor João da Baiana, o cenário musical presta homenagem ao pioneiro do samba, cujo legado ainda ressoa na cultura brasileira. Nascido João Machado Guedes, em 1887, no Rio de Janeiro, João da Baiana desempenhou papéis multifacetados como compositor popular, cantor, passista e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia em que se completam cinco décadas desde a morte do renomado compositor João da Baiana, o cenário musical presta homenagem ao pioneiro do samba, cujo legado ainda ressoa na cultura brasileira. Nascido João Machado Guedes, em 1887, no Rio de Janeiro, João da Baiana desempenhou papéis multifacetados como compositor popular, cantor, passista e instrumentista.</p>
<p>Filho de Félix José Guedes e Perciliana Maria Constança, João era o caçula de 12 irmãos, único carioca entre eles. O apelido &#8220;João da Baiana&#8221; derivou do fato de sua mãe ser conhecida como Baiana. Crescendo na zona portuária e tornando-se amigo de infância de Donga e Heitor dos Prazeres, João da Baiana foi parte do influente grupo de Pixinguinha, Os Oito Batutas.</p>
<figure id="attachment_72727" aria-describedby="caption-attachment-72727" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/12-Capa-do-LP-Gente-da-Antiga-de-1968-com-Joao-da-Baiana-Pixinguinha-e-Clementina-de-Jesus-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72727" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/12-Capa-do-LP-Gente-da-Antiga-de-1968-com-Joao-da-Baiana-Pixinguinha-e-Clementina-de-Jesus-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C762&#038;ssl=1" alt="Capa Do LP Gente Da Antiga, De 1968, Com João Da Baiana, Pixinguinha E Clementina De Jesus - Expresso Carioca" width="754" height="762" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/12-Capa-do-LP-Gente-da-Antiga-de-1968-com-Joao-da-Baiana-Pixinguinha-e-Clementina-de-Jesus-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/12-Capa-do-LP-Gente-da-Antiga-de-1968-com-Joao-da-Baiana-Pixinguinha-e-Clementina-de-Jesus-Expresso-Carioca.jpg?resize=297%2C300&amp;ssl=1 297w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/12-Capa-do-LP-Gente-da-Antiga-de-1968-com-Joao-da-Baiana-Pixinguinha-e-Clementina-de-Jesus-Expresso-Carioca.jpg?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/12-Capa-do-LP-Gente-da-Antiga-de-1968-com-Joao-da-Baiana-Pixinguinha-e-Clementina-de-Jesus-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C758&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72727" class="wp-caption-text">Capa do LP Gente da Antiga, de 1968, com João da Baiana, Pixinguinha e Clementina de Jesus. &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Rubem Confete, compositor, radialista e estudioso das questões afro-brasileiras, destaca a importância de João da Baiana como percussionista extraordinário. Tocando instrumentos como o pandeiro adufe, ele acrescentou um novo ritmo ao choro, introduzindo a percussão a um gênero musical que anteriormente não a incluía.</p>
<p>Além de sua contribuição musical, João da Baiana foi também uma figura marcante em sua comunidade. Perseguido pela polícia por vadiagem, ele recebeu apoio do senador Pinheiro Machado, que autografou seu pandeiro, proporcionando uma peculiar &#8220;identificação&#8221; quando confrontado pela polícia.</p>
<p>Suas composições, como &#8220;Batuque na Cozinha&#8221; e &#8220;Cabide de Molambo&#8221;, refletem a realidade e as festividades do povo negro da época, quase contemporâneo à abolição da escravatura. João da Baiana continuou ativo na música até sua retirada para a Casa dos Artistas, onde faleceu em 1974 aos 87 anos.</p>
<p>Seu legado é celebrado não apenas nas regravações de suas músicas, mas também em sua influência duradoura na introdução da percussão ao choro e na contribuição para a riqueza da música popular brasileira. Atualmente, alguns de seus pertences estão preservados no acervo do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, representando uma parte tangível do impacto cultural de João da Baiana.</p>
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