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	<title>Museus &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cemitérios do país recebem visitas guiadas e viram museus a céu aberto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 16:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[De dia ou de noite, eles percorrem lugares que causam arrepios em muitas pessoas. Entre túmulos e epitáfios, encontram materiais de valor histórico, artístico e cultural. Convictos de que os cemitérios podem ser uma galeria a céu aberto, pesquisadores da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (Abec) organizaram uma agenda de visitas gratuitas pelo país. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De dia ou de noite, eles percorrem lugares que causam arrepios em muitas pessoas. Entre túmulos e epitáfios, encontram materiais de valor histórico, artístico e cultural. Convictos de que os cemitérios podem ser uma galeria a céu aberto, pesquisadores da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (Abec) organizaram uma agenda de visitas gratuitas pelo país. A programação faz parte da 21ª Semana Nacional de Museus, que começou na segunda-feira (15).</p>
<p>Dois eventos já ocorreram na última sexta-feira (12) &#8211; os passeios guiados no Cemitério São Bonifácio, em Curuçá (PA), e no Cemitério do Araçá, na capital paulista. Estão previstos mais 13 eventos, entre os dias 18 e 28 de maio, em Belém, na capital paulista, em  Campinas, Guarulhos, Piracicaba e Jaú, em São Paulo, em Belo Horizonte (MG) e Torres (RS).</p>
<p>No Rio de Janeiro, a visita será no Cemitério São João Batista, no próximo sábado (20, mediada pelas historiadoras Maria de Fátima Fonseca e Marcia Costa Carneiro, ao lado da pedagoga Isabela Silveira. No cemitério, há um número grande de pessoas famosas sepultadas, como o ex-presidentes Floriano Peixoto, o compositor Tom Jobim e o escritor Carlos Drummond de Andrade. Mas a visita desta vez tem enfoque diferente. O tema é a memória do samba e do carnaval, pensada a partir das desigualdades sociais.</p>
<p>“A maior parte dos sambistas cariocas foi sepultada em cemitérios da zona norte, uma vez que o São João Batista é historicamente um local de elites. Ali, os poucos negros estão em áreas menos valorizadas. Na nossa visita, dois exemplos são os jazigos de Clementina de Jesus e Donga”, explica a historiadora Maria de Fátima. “A proposta é chamar a atenção para os cemitérios como locais de memória e história da cidade. As desigualdades sociais têm reflexos nos espaços cemiteriais, o que nos mostra que nem a morte é igual para todos”.</p>
<figure id="attachment_59704" aria-describedby="caption-attachment-59704" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-59704" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?resize=754%2C566&#038;ssl=1" alt="Visitas Em Cemiterios Semana De Museus Cemitério Do Araçá, São Paulo - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-59704" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro (RJ) &#8211; Visitas em cemiterios &#8211; Semana de Museus &#8211; Cemitério do Araçá, São Paulo. &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Maria de Fátima pesquisa no mestrado os funerais das artistas Carmen Miranda e Clara Nunes. O foco é entender mudanças na perspectiva sobre o luto no século 20 e o papel da mídia em estimular a comoção pública. O interesse pelo tema da morte surgiu durante o período mais crítico da pandemia de covid-19. Para ela, foi um jeito de lidar com o próprio medo de morrer.</p>
<p>“Estudar a morte foi a forma que encontrei não apenas para a temer menos, mas também para valorizar a vida. Quando estudamos a história da morte, percebemos o quanto o tema se tornou tabu na sociedade contemporânea. Foi desnaturalizada, quando na verdade é o reverso da vida. Isso interfere na nossa capacidade de elaborar o luto quando perdemos alguém querido. Sofremos mais e sozinhos”.</p>
<p>O estigma sobre a morte é uma das explicações para as visitações em cemitérios ainda serem vistas com desconfiança no Brasil, de acordo com o historiador Paulo Renato Tot Pinto. Ele é de Piracicaba, integra a diretoria da Abec e estuda o tema da morte na música sertaneja. Paulo entende que o país precisa valorizar mais os cemitérios como espaços museológicos, mesmo que fora dos padrões tradicionais. Ele cita exemplos bem-sucedidos de valorização patrimonial e turística, como o cemitério da Recoleta, em Buenos Aires, na Argentina, lugar que, paradoxalmente, recebe muitos brasileiros que visitam o país vizinho.</p>
<p>“Quando você mostra que não é apenas um lugar para sepultar pessoas, mas que lá existem esculturas que foram construídas, entre outras coisas, relações sociais de afeto, elas conseguem entender melhor a cidade dos mortos. Que nada mais é do que um reflexo da cidade dos vivos. Lá você tem ruas, divisões entre o centro e a periferia, a ostentação de materiais. Principalmente quando você analisa sepulturas do século 19 e do início do 20, e vê que as pessoas tentavam se diferenciar socialmente até depois da morte”.</p>
<p>Paulo defende que os cemitérios guardam múltiplas riquezas. Não à toa, a Abec reúne pesquisadores de diversas áreas do conhecimento: história, antropologia, sociologia, pedagogia, arquitetura, geografia e até medicina. Ela foi fundada em 2004, a partir de um encontro que ocorreu na Universidade de São Paulo (USP). Há associados em quase todos os estados do país, em Portugal e nos Estados Unidos. A cada dois anos, eles se encontram para debater sobre esculturas, elementos arquitetônicos, costumes, relações sociais, configuração espacial e outros temas cemiteriais.</p>
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<figure id="attachment_59703" aria-describedby="caption-attachment-59703" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo.-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-59703" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo.-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?resize=754%2C566&#038;ssl=1" alt="Visitas Em Cemiterios Semana De Museus Cemitério Do Araçá, São Paulo. - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo.-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo.-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/17-Visitas-em-cemiterios-Semana-de-Museus-Cemiterio-do-Araca-Sao-Paulo.-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-59703" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro (RJ) &#8211; Visitas em cemiterios &#8211; Semana de Museus &#8211; Cemitério do Araçá, São Paulo. &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Fomentar uma agenda de estudos e de visitas guiadas ajuda, assim, a manter a vida nos cemitérios. Mais do que a morte física, o que preocupa os pesquisadores é a morte pelo apagamento da memória.</p>
<p>“Você morre quando é esquecido. Quando você utiliza o cemitério para visitas e passeios, está rememorando e trazendo à vida aquelas pessoas que estão sepultadas ali. Se elas são esquecidas, realmente morrem e somem da história”, analisa Paulo Renato Tot. “Você vê nos cemitérios do país muita degradação, muito roubo. Quando você ocupa o espaço, ele entra no olhar do Poder Público de forma diferente. E as pessoas entendem que os roubos que acontecem ali não são dos materiais em si, como o bronze. Mas que foram roubados o patrimônio, a história e uma parte da cidade”.</p>
<h2>Programação de visitas aos cemitérios</h2>
<p>18/05 &#8211; Cemitério Santa Izabel &#8211; Belém/PA</p>
<p>19/05 &#8211; Cemitério da Saudade &#8211; Campinas/SP</p>
<p>20/05 &#8211; Cemitério São João Batista &#8211; Rio de Janeiro/RJ</p>
<p>20/05 &#8211; Cemitério São João Batista &#8211; Guarulhos/SP</p>
<p>20/05 &#8211; Necrópole de São Paulo &#8211; São Paulo/SP</p>
<p>20/05 &#8211; Cemitério da Saudade &#8211; Campinas/SP</p>
<p>21/05 &#8211; Cemitério São Judas Tadeu &#8211; Guarulhos/SP</p>
<p>21/05 &#8211; Cemitério da Saudade &#8211; Campinas/SP</p>
<p>21/05 &#8211; Cemitério Municipal Campo Bonito &#8211; Torres/RS</p>
<p>21/05 &#8211; Cemitério da Saudade &#8211; Piracicaba/SP</p>
<p>21/05 &#8211; Cemitério da Consolação &#8211; São Paulo/SP</p>
<p>26/05 &#8211; Cemitério Ana Rosa de Paulo &#8211; Jahu/SP</p>
<p>28/05 &#8211; Cemitério do Bonfim &#8211; Belo Horizonte/MG</p>
<p>Para inscrições e mais informações, acesse a <a href="http://estudoscemiteriais/" target="_blank" rel="noopener">conta oficial da Abec no Instagram</a>.</p>
</div>
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		<title>Museu de Arte do Rio volta a funcionar a partir das terças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/museu-de-arte-do-rio-volta-a-funcionar-a-partir-das-tercas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 14:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir do dia 16 de maio, o Museu de Arte do Rio (MAR) irá ampliar seu funcionamento: o espaço passa a abrir de terça a domingo, das 11h às 18 horas, com entrada no pavilhão de exposições até às 17 horas. A novidade se inicia durante a 21ª edição da Semana Nacional dos Museus, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 16 de maio, o Museu de Arte do Rio (MAR) irá ampliar seu funcionamento: <strong>o espaço passa a abrir de terça a domingo</strong>, das 11h às 18 horas, com entrada no pavilhão de exposições até às 17 horas. A novidade se inicia durante a 21ª edição da Semana Nacional dos Museus, que em 2023 traz o tema &#8220;Museus, sustentabilidade e bem-estar&#8221;. O objetivo é destacar a importância dos museus como espaços que promovem o bem-estar e a sustentabilidade e apoiar três dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU): Saúde e Bem-Estar Global, Ação Climática e Vida na Terra.</p>
<p>Inaugurado em 2013, o MAR é uma iniciativa da Prefeitura do Rio por meio da Secretaria Municipal de Cultura que contou com a parceria da Fundação Roberto Marinho para a sua concepção. A partir de janeiro de 2021, o Museu de Arte do Rio passou a ser gerido pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) apoiando as programações expositivas e educativas. “Somos um espaço democrático onde o encontro de diversos protagonismos é cada vez mais importante e necessário. Por isso, abrir o MAR para o público, de terça-feira a domingo representa, na prática, a missão do Museu de promover o acesso à cultura, numa convergência de esforços e dedicação para ampliar o nosso funcionamento para cariocas e turistas. Com isso, reafirmamos a vocação do MAR como um dos principais espaços dedicados à arte, cultura e educação no país”, afirma Raphael Callou, diretor e chefe da representação da OEI no  Brasil.</p>
<p>Atualmente, o Museu de Arte do Rio conta com oito exposições em cartaz:</p>
<p><strong><em>Um defeito de cor – </em></strong><em>Até 27 de agosto<strong> </strong></em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Principal exposição do MAR, <strong><em>Um Defeito de Cor</em></strong> é uma interpretação do livro homônimo da mineira Ana Maria Gonçalves, que narra a saga de uma mulher africana que, no Brasil, precisa lutar por sua liberdade e reconstruir sua vida. Ao todo, são 400 obras entre desenhos, pinturas, vídeos, esculturas e instalações de mais de 100 artistas de localidades, como Rio de Janeiro, Bahia, Maranhão e até mesmo do continente africano.</p>
<hr />
<p><strong><em>O Bastardo: O Retrato do Brasil é Preto</em></strong><em> – Até 28 de maio </em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Em <strong><em>O Retrato do Brasil é preto</em></strong>, personagens negras, célebres ou anônimas, são protagonistas no repertório visual do artista O Bastardo. Pelas suas obras, nos são apresentados retratos inspirados pelos desenhos de rua; uma celebração de novos heróis e formas de representação.</p>
<hr />
<p><strong><em>Todos iguais, todos diferentes?: Fotografias de Pierre Verger</em></strong><em> – Até 28 de maio </em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Feita em parceria com a Fundação Pierre Verger e com curadoria de Alex Baradel, a exposição <strong><em>Todos iguais, todos diferentes?</em></strong> reúne mais de 200 imagens feitas pelo fotógrafo francês para desvelar uma das contradições mais importantes para um mundo harmonioso: somos todos iguais em sermos diferentes.</p>
<hr />
<p><strong><em>A construção do MAR e a Pequena África</em></strong><em> – Até 25 de junho </em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Uma década de MAR retratada em fotografias e vídeos. Com mais de cem obras, <strong><em>A construção do MAR e a Pequena África</em></strong><em> </em>oferece ao público um panorama de como tudo começou, com imagens do projeto arquitetônico, reformas dos edifícios e até manifestações pela sua permanência</p>
<hr />
<p><strong><em>Leoa: Luz no Caminho</em></strong><em> – Até 27 de agosto</em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Exposição individual da carioca Leoa, <strong><em>Luz no Caminho</em></strong> traz o cotidiano de mulheres negras nas paisagens do subúrbio carioca. Como parte dos 10 anos do MAR, a mostra apresenta uma série de pinturas que tratam de um arranjo visual da vida da jovem artista em Bangu.</p>
<hr />
<p><strong><em>Revenguê: Uma exposição cena de Yhuri Cruz</em></strong><em> – Até 1º de outubro</em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Dividida em quatro núcleos, a mostra individual de Yhuri Cruz, <strong><em>Revenguê</em></strong>, é uma exposição imersiva inspirada numa ficção desenvolvida pelo artista sobre um novo planeta, pelo qual perpassam os temas da vingança da vida e a política da presença. Em alguns momentos, apresenta a performance de Yhuri e outros seis artistas, as próximas apresentações acontecem nos dias  03 e 04 de junho, no Museu.</p>
<hr />
<p><strong><em>César Bahia: Uma poética do recomeço</em></strong><em> – Até 30 de julho</em></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Mais de 200 obras de César Bahia, produzidas entre 2010 e 2023 e que desvelam a sua forte ligação com a cultura afro-brasileira, compõem a exposição <strong><em>Uma poética do recomeço</em></strong>, na qual são recuperadas as técnicas do corte, entalhe, o uso do formão e da marreta que o artista baiano aprendeu com o pai em Fazenda Coutos, no subúrbio de Salvador.</p>
<hr />
<p><strong><em>Jaime Lauriano: Aqui é o Fim do Mundo –</em></strong><em> Até 1º de outubro</em></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Nova exposição individual de Jaime Lauriano, <strong><em>Aqui é o Fim do Mundo</em></strong> coloca o artista em um papel de historiador, pelo qual a partir de esculturas, vídeos, desenhos e outras intervenções pelos signos do nacionalismo, somos convidados a revisitar os mitos formadores do imaginário da sociedade brasileira em sua ligação com o atual contexto político, social e cultural.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Museu de Arte do Rio – MAR</strong></p>
<p><strong>Endereço:</strong> Praça Mauá, 5 – Centro<br />
<strong>Funcionamento:</strong> terça-feira a domingo, das 11h às 18h &#8211; Entrada para o pavilhão de exposições até as 17h<br />
<strong>Valores:</strong> R$20,00 (inteira) R$10,00 (meia)</p>
<p><strong>Mais informações em</strong> <a href="http://www.museudeartedorio.org.br" target="_blank" rel="noopener">www.museudeartedorio.org.br</a></p>
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		<title>Programação do mês indígena nos equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/programacao-do-mes-indigena-nos-equipamentos-da-secretaria-municipal-de-cultura-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 16:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Municial de Cultura do Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[ARENA JOVELINA PÉROLA NEGRA Encontro “Feira, Feijão &#38; Choro” Dom (23/04), às 10h. Grátis. Livre. Encontro especial com indígenas da Aldeia Fulni-ô, com apresentações de danças e instrumentos típicos, oficinas de pintura e exposição de artesanatos Qui (27/04), às 9h. Grátis. Livre. Endereço: Praça Ênio s/nº, Pavuna SIGA: @arena.jovelina Museus MUSEU HISTÓRICO DA CIDADE DO [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ARENA JOVELINA PÉROLA NEGRA</strong></p>
<p><strong>Encontro “Feira, Feijão &amp; Choro”<br />
</strong>Dom (23/04), às 10h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Encontro especial com indígenas da Aldeia Fulni-ô</strong>, com apresentações de danças e instrumentos típicos, oficinas de pintura e exposição de artesanatos<br />
Qui (27/04), às 9h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Praça Ênio s/nº, Pavuna<br />
<strong>SIGA:</strong> <a href="https://www.instagram.com/arena.jovelina/" target="_blank" rel="noopener">@arena.jovelina</a></p>
<hr />
<h3>Museus</h3>
<p><strong>MUSEU HISTÓRICO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO &#8211; MHCRJ</strong></p>
<p>Estrada Santa Marinha, s/n &#8211; Gávea<br />
Peça: Bibliomala conta Aldeia de histórias</p>
<p><strong>Data:</strong> 21 de abril<br />
<strong>Horário: </strong>10h<br />
<strong>Classificação:</strong> Livre<br />
<strong>Ingresso: </strong>Gratuito</p>
<p><strong>Sinopse</strong>: A Bibliomala convida crianças de todas as idades para conhecerem o fantástico mundo da leitura e da literatura em uma sessão de contação de histórias que homenageia os povos indígenas do Brasil. Contos, lendas e livros serão apresentados ao público com abordagem lúdica e interativa mediada por Eliza Morenno, escritora e especialista em literatura infanto-juvenil pela UFRJ.</p>
<p>Dentro do novo projeto museográfico da exposição de longa duração do Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro um dos espaços é TERRA INDÍGENA RIO RIO DE JANEIRO. Convidado pelo Museu, o artista Denilson Baniwa realizou intervenções em gravuras de Rugendas e apresentou textos em português, guarani e inglês ilustrado pela sua obra &#8221; Terra Indígena RJ&#8221;. A maquete da Aldeia Tupinambá e a obra de Antonio Parreiras integram o espaço juntamente com o vídeo Bairros do Rio( animação com vocábulos indígenas que dão nome aos bairros do Rio).</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>Eliza Morenno, escritora e especialista em literatura infanto-juvenil pela UFRJ.</p>
<p><strong>MUSEU DO AMANHÃ </strong></p>
<p><strong>Endereço:</strong> Praça Mauá 1, Centro<br />
<strong>SIGA</strong> <a href="https://www.instagram.com/museudoamanha/" target="_blank" rel="noopener">@museudoamanha</a></p>
<p><strong>Exposição “Nhande Marandu – Uma História de Etnomídia Indígena”, que traz produções contemporâneas dos povos indígenas</strong></p>
<p>Ter a dom, das 11h às 18h (última entrada às 17h). Até 30/04. R$ 30. Livre.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tela de Kobra com Gloria Maria entra em cartaz para exposição gratuita no Muhcab</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tela-de-kobra-com-rosto-de-gloria-maria-entra-em-cartaz-para-exposicao-gratuita-no-muhcab/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 15:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arenas]]></category>
		<category><![CDATA[Areninha]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O luto faz lugar para a arte. O Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab) está exibindo uma grande tela com o rosto da jornalista Gloria Maria, uma figura pioneira da mídia no Brasil, que faleceu na semana passada. A obra é de autoria do muralista Kobra e foi encomendada pelo programa Fantástico da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O luto faz lugar para a arte. O Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab) está exibindo uma grande tela com o rosto da jornalista Gloria Maria, uma figura pioneira da mídia no Brasil, que faleceu na semana passada. A obra é de autoria do muralista Kobra e foi encomendada pelo programa Fantástico da TV Globo. A sugestão de exibição na Gamboa, sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura, partiu do mesmo programa. A visitação é gratuita e começa neste sábado, 11/02.</p>
<p>Confira este e outros programas na agenda da Secretaria Municipal de Cultura de 09 a 15/02.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>MUSEUS</strong></h3>
<figure id="attachment_57438" aria-describedby="caption-attachment-57438" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/10-Tela-de-Kobra-com-rosto-de-Gloria-Maria-entra-em-cartaz-para-exposicao-gratuita-no-Muhcab-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-57438" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/10-Tela-de-Kobra-com-rosto-de-Gloria-Maria-entra-em-cartaz-para-exposicao-gratuita-no-Muhcab-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=800%2C416&#038;ssl=1" alt="Tela De Kobra Com Rosto De Glória Maria Entra Em Cartaz Para Exposição Gratuita No Muhcab - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="800" height="416" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/10-Tela-de-Kobra-com-rosto-de-Gloria-Maria-entra-em-cartaz-para-exposicao-gratuita-no-Muhcab-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/10-Tela-de-Kobra-com-rosto-de-Gloria-Maria-entra-em-cartaz-para-exposicao-gratuita-no-Muhcab-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C156&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/10-Tela-de-Kobra-com-rosto-de-Gloria-Maria-entra-em-cartaz-para-exposicao-gratuita-no-Muhcab-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C399&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/10-Tela-de-Kobra-com-rosto-de-Gloria-Maria-entra-em-cartaz-para-exposicao-gratuita-no-Muhcab-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C390&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57438" class="wp-caption-text">Sala 15 MHC &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p><strong>Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab)<br />
</strong>Rua Pedro Ernesto 80, Gamboa</p>
<p><strong>Tela do artista Kobra em homenagem a Glória Maria<br />
</strong>Qua a sáb, das 10h às 17h. Abertura: 11/02, às 11h. Até 11/03. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Festa “Filhas de Gandhi &#8211; Uma Existência”<br />
</strong>Sex a dom (10, 11 e 12/02), das 10h às 17h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição “OCEE &#8211; Omolu </strong><strong>| </strong><strong>A Cura”,  com 15 fotografias de Bendito Benedito, que registram a arte de terreiro de uma iniciação para o santo Omolu dentro d</strong>o Candomblé (Nação Angola)<br />
Qua a sáb, das 10h às 17h. Até 11/02. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição “Achados do Valongo”, contendo uma pequena amostra dos cerca de 1,3 milhões de artefatos arqueológicos escavados em 2011 na região próxima ao Cais do Valongo<br />
</strong>Qua a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Livre. Permanente.</p>
<p><strong>Exposição “Mural das Lutas Afro-brasileiras”, reunindo três grafiteios: Cazé (Negro Muro), Juliana Fervo e Kajaman<br />
</strong>Qua a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Livre. Permanente.</p>
<p><strong>Exposição “Mural Negro Muro: Zezé Motta”, uma das cinco personagens negras homenageadas em murais pelo Rio<br />
</strong>Qua a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Livre. Permanente.</p>
<p><strong>Exposição “Protagonismos &#8211; Memória, Orgulho e Identidade”, com os curadores Erika Monteiro, Phelipe Rezende e Stephanie Santana<br />
</strong>Qua a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Livre. Permanente.</p>
<p><strong>Museu de Arte do Rio (MAR)<br />
</strong>Praça Mauá 5, Centro</p>
<p><strong>Exposição “Clara Nunes”, reunindo fotos inéditas que exploram a relação da artista com o Rio<br />
</strong>Qui a dom, das 11 às 18h (última entrada às 17h). Até maio. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição “Todos iguai, todos diferentes?”, com mais de 200 fotografias de Pierre Verger, mostrando a relação do fotógrafo francês e seu olhar sobre a diversidade cultural<br />
</strong>Qui a dom, das 11h às 18h (última entrada às 17h). Até maio. R$ 20. Livre.</p>
<p><strong>Exposição “Lataria Espacial”, de Emmanuel  Nassar<br />
</strong>Qui a dom, das 11h às 18h (última entrada às 17h). Até maio. R$ 20 . Livre.</p>
<p><strong>Exposição “Um Defeito de Cor”, uma interpretação do livro de mesmo nome da escritora mineira Ana Maria Gonçalves<br />
</strong>Qui a dom, das 11h às 18h (última entrada às 17h). Até maio. R$ 20. Livre.</p>
<p><strong>Ponto de leitura de “Verão”<br />
</strong>Qui a dom, das 12h às 17h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Museu do Amanhã<br />
</strong>Praça Mauá 1, Centro</p>
<p><strong>Exposição “Amazônia de Sebastião Salgado”, com cerca de 200 fotos, idealizada por Lélia Wanick Salgado, que assina a curadoria<br />
</strong>Ter a dom, das 10h às 17h. Até 12/02. R$ 30. Livre.</p>
<p><strong>Exposição “Nhande Marandu – Uma História de Etnomídia Indígena”, que traz produções contemporâneas dos povos indígenas<br />
</strong>Ter a dom, das 10h às 17h. Até 26/02. R$ 30. Livre.</p>
<p><strong>Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro<br />
</strong>Est. Santa Marinha s/nº, Gávea</p>
<p><strong>Visita teatralizada ao museu<br />
</strong>Sex (10/02), às 9h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Baile do Ferrero &#8211; Carnaval para todas as idades<br />
</strong>Sex (10/02), às 10h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Contação de Histórias de Leleco do samba com Henriette Porciuncula<br />
</strong>Sáb (11/02), às 10h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Bailinho Infantil de Carnaval<br />
</strong>Sáb (11/02), às 11h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição Principal do Museu Histórico da Cidade<br />
</strong>Qui a dom, das 9h às 16h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição &#8220;Júlia Lopes de Almeida &#8211; 160 anos: o retorno de um fenômeno literário&#8221;<br />
</strong>Qui a dom, das 9h às 16h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Barraca Gastronômica Tabuleiro da Baiana<br />
</strong>Todo domingo, das 9 às 16h. Livre.</p>
<p><strong>Visitação à Capela de São João Batista<br />
</strong>Sáb e dom, das 9h às 16h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<h3 style="text-align: center;"><strong>TEATRO</strong></h3>
<p><strong>Espaço Cultural Sérgio Porto<br />
</strong>Rua Humaitá, 163, Humaitá</p>
<p><strong>Performance “A Ilha do Farol”</strong></p>
<p>Qua, às 20h. Até 15/02. R$ 40. Livre.<br />
Texto, direção e atuação: João Vicente<br />
Duração: 60 min<br />
Gênero: PCDs</p>
<p>A performance parte de uma pesquisa cênica performativa cuja temática guia é a perda gradual dos movimentos causada pela Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), os impactos no cotidiano e os questionamentos proporcionados, tanto na condição de ser humano quanto no pensamento como artista/performer. João foi diagnosticado com esta rara doença neurodegenerativa em 2020.</p>
<p><strong>Peça “Como posso não ser Montgomery Clift?”</strong></p>
<p>Sex e sáb, às 20h, e dom, às 19h. Até 12/02. R$ 40. 16 anos.<br />
Texto: Alberto Conejero López<br />
Direção: Fernando Philbert<br />
Elenco: Gustavo Gasparani<br />
Duração: 70 min<br />
Gênero: monólogo</p>
<p>Na trama, Clift abandona o cinema e retorna ao teatro, com o assédio da mídia e da indústria cinematográfica. Ao montar “A Gaivota”, de Tchekov, enfrenta as sequelas do acidente de carro que desfigurou seu rosto, os conflitos com a sua homossexualidade, a conturbada vida familiar e as relações com os colegas de profissão. O espetáculo é dirigido por Fernando Philbert a partir da obra do espanhol Alberto Conejero López, com atuação de Gustavo Gasparini.</p>
<hr />
<p><strong>Sala Municipal Baden Powell<br />
</strong>Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana</p>
<p><strong>Peça “Chico Xavier em Pessoa”</strong></p>
<p>Sáb e dom, às 19h. Até 12/02. R$ 90. Livre.<br />
Texto: Rodrigo Fonseca<br />
Direção: Rogério Faria Jr.<br />
Elenco: Renato Prieto<br />
Duração: 60 min<br />
Gênero: biografia</p>
<p>Renato Prieto, o mais bem-sucedido ator e produtor da dramaturgia kardecista no país, retorna aos palcos interpretando o homem que psicografou mensagens do Além. Texto de Rodrigo Fonseca e direção de Rogério Faria Jr.</p>
<hr />
<p><strong>Teatro Café Pequeno<br />
</strong>Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon</p>
<p><strong>Espetáculo “Pasmado”</strong></p>
<p>Sex e sáb, às 20h, e dom, às 18h. Até 12/02.  R$ 30. Livre.<br />
Texto: Luiz Fernando Pinto<br />
Direção: Priscila Bittencourt e Luiz Fernando Pinto<br />
Elenco: Kamilla Neves e Anderson Barreto<br />
Duração: 70 min<br />
Gênero: drama/desigualdade social</p>
<p>O espetáculo conta a história dos irmãos João e Zezé que moram no Morro do Pasmado, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. A década é 1960, ápice da política de remoções de favelas cariocas, onde mais de 176 mil pessoas foram deslocadas para conjuntos habitacionais construídos na Zona Oeste da cidade. Após o falecimento da mãe, os irmãos herdam “Jurema”, um móvel que acreditam ser muito valioso. João foi contratado recentemente como contínuo em um prédio público no Rio. Zezé tira seu sustento atuando como boleira em uma padaria no Pasmado. Com a notícia de um projeto de remoção dos moradores do Morro, a relação entre os irmãos é colocada à prova. A dinâmica entre a narrativa e os atores é permeada por casos ocorridos no processo de remoções do Rio de Janeiro em diversos momentos de sua história. A direção é de Priscila Bittencourt e Luiz Fernando Pinto, em cena estão os atores Kamilla Neves e Anderson Barreto.</p>
<hr />
<p><strong>Teatro Municipal Gonzaguinha<br />
</strong>Rua Benedito Hipólito 125, Centro</p>
<p><strong>Exibição de curtas “Curta a Favela: Movimento e Reflexão”<br />
</strong>Qui (09/02), às 19h. R$ 20. Livre</p>
<p><strong>Peça “A Volta do Curupira”<br />
</strong>Sáb (11/02), às 16h, e dom (12/02), às 15h. R$ 20. Livre.<br />
Texto: Jean Marx<br />
Direção: Jean Marx<br />
Elenco: Jean Marx, Alessandra Prandi, Carolina Rhoper, Felipe Arouca, Nathalia Macena, Ri Gonçalves e Wildson França<br />
Duração: 60 min<br />
Gênero: infanto-juvenil</p>
<p>Uma linda e divertida história que percorre o imaginário infantil, transportando o público para uma cidade do interior chamada Guariri, onde a floresta está sendo ameaçada para  construção de mais um grande shopping center. No entanto, não será tão fácil assim para o prefeito realizar seus planos, pois os irmãos aventureiros Maria Estrela e Pedro Sol, irão fazer de tudo para atrapalhar a construção do shopping e salvar a floresta, com a ajuda de um amigo  misterioso que vive por lá!</p>
<hr />
<h3 style="text-align: center;"><strong>CULTURA COM AS CRIANÇAS</strong></h3>
<p><strong>Areninha Carioca Sandra Sá<br />
</strong>Rua Doze, 1, Santa Cruz</p>
<p><strong>Espetáculo “Homem Foca”</strong></p>
<p>Sáb (11/02), às 10h. Grátis. Livre.<br />
Direção e atuação: Guga Morales<br />
Duração: 50 min</p>
<p>Foi criado se apresentando ao redor do mundo em praças e ruas, usando uma linguagem universal, conseguiu descobrir uma maneira de encontrar palmas e sorrisos em diferentes culturas, usando técnicas finas de malabarismo e comicidade sempre atraindo muitas pessoas e grande intimidade com o público, transformando o show em algo simples, modesto, carinhoso e único.</p>
<hr />
<p><strong>Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab)<br />
</strong>Rua Pedro Ernesto 80, Gamboa</p>
<p><strong>Espetáculo “Peixinhos do Rio”</strong></p>
<p>Sáb (11/02), às 10h. Grátis. Livre.<br />
Direção: Bárbara Vento<br />
Elenco: Bárbara Vento e Aline Castro<br />
Duração: 60 min</p>
<p>O Coletivo Carimbaby desenvolve atividades de pesquisas da Cultura Popular, com ênfase especial às manifestações populares com raízes no Carimbó, patrimônio cultural imaterial, e o movimento carnavalesco carioca, em Santa Teresa, onde ambos enquanto manifestações populares se encontram, se integram e se transformam ao longo do tempo. Disso trazem um show brincante, cantado e contado, performático ao vivo, chamando o público infantil, e toda à família.</p>
<hr />
<p><strong>Centro Cultural Professora Dyla Sylvia de Sá<br />
</strong>Rua Barão, 1180,  Praça Seca</p>
<p><strong>Espetáculo “Raios de Sol”</strong></p>
<p>Sáb (11/02), às 10h. Grátis. Livre.<br />
Direção: Josué Soares<br />
Elenco: Fernando Dias e Sarah Christina Carvalho<br />
Duração: 45 min</p>
<p>O espetáculo conta a história dos dois últimos palhaços sobreviventes do mundo que se encontram em meio ao lixo e juntos embarcam em uma aventura sustentável pela reconstrução da humanidade, da natureza e da vida.</p>
<hr />
<p><strong>Centro Cultural Parque das Ruínas<br />
</strong>Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa</p>
<p><strong>Espetáculo “Conta um causo, ganha um aplauso”</strong></p>
<p>Sáb (11/02), às 10h. Grátis. Livre.<br />
Direção e atuação: Rosana Reátegui e Warley Goulart<br />
Duração: 55 min</p>
<p>Um repertório especial com os tapetes do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias e ilustrações de tecido originais que trazem narrativas ligadas à Congada de São Benedito – manifestação cultural afromineira tão bem ilustrada por Sérgio Capparelli e Warley Goulart em seu livro “O Congo vem aí” – e a magia da palavra oral nordestina em “O Estribo de Prata”, na voz de Seu Alexandre, personagem icônico da obra literária do alagoano Graciliano Ramos que apresenta o Nordeste Brasileiro como espaço de resistência sociocultural brasileira. Na sessão, entremeada por cantigas da cultura popular brasileira, o grupo narra três contos populares que apresentam o causo como um deslumbrante resultado poético do imaginário popular.</p>
<hr />
<p><strong>Arena Carioca Fernando Torres<br />
</strong>Rua Bernardino de Andrade, 200 &#8211; Parque Madureira (portão 4), Madureira</p>
<p><strong>Espetáculo “A Máquina do Tempo”</strong></p>
<p>Sáb (11/02), às 16h. Grátis. Livre.<br />
Direção: Denise Stutz<br />
Elenco: Gui Stutz<br />
Duração: 45 min</p>
<p>Monólogo musical que conta a história de um menino que usa tudo o que tem no seu quarto para construir uma máquina que o permite viajar pelo tempo. Sozinho em cena, Gui Stutz narra e interpreta essa história que é entremeada por uma trilha sonora com canções originais que ele constrói e grava ao vivo. Em sua aventura pelo tempo, o menino encontra piratas e dinossauros, testemunha Santos Dumont voando no 14-Bis, trabalha num circo na década de 1920  e passa por muitas cidades e países até voltar ao presente. Seu desejo  é observar as florestas, os mares e as cidades para entender como o passado se tornou o presente. A dramaturgia faz uso da música para refletir sobre o tempo e propor a construção de um futuro harmônico e sustentável para o planeta Terra.</p>
<hr />
<p><strong>Teatro de Guignol da Tijuca<br />
</strong>Praça Cmte. Xavier de Brito, Tijuca</p>
<p><strong>Espetáculo “Conta um causo, ganha um aplauso”</strong></p>
<p>Sáb (11/02), às 16h. Grátis. Livre.<br />
Direção e atuação: Rosana Reátegui e Warley Goulart<br />
Duração: 55 min</p>
<p>Um repertório especial com os tapetes do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias e ilustrações de tecido originais que trazem narrativas ligadas à Congada de São Benedito – manifestação cultural afromineira tão bem ilustrada por Sérgio Capparelli e Warley Goulart em seu livro “O Congo vem aí” – e a magia da palavra oral nordestina em “O Estribo de Prata”, na voz de Seu Alexandre, personagem icônico da obra literária do alagoano Graciliano Ramos que apresenta o Nordeste Brasileiro como espaço de resistência sociocultural brasileira. Na sessão, entremeada por cantigas da cultura popular brasileira, o grupo narra três contos populares que apresentam o causo como um deslumbrante resultado poético do imaginário popular.</p>
<hr />
<p><strong>Teatro de Guignol do Méier<br />
</strong>Praça Jardim do Méier, Méier</p>
<p><strong>Espetáculo “O Circo Viajante”</strong></p>
<p>Dom (12/02), às 10h. Grátis. Livre.<br />
Direção e atuação: Cássio Duque e Nathalia Cantarino<br />
Duração: 45 min</p>
<p>A Palhaça Vitória Régia e o Palhaço Tortobias fogem do circo e resolvem viajar com o vento. Caminhando pelo mundo, apresentam números cômicos com elementos de equilibrismo, música, gerando muitas gargalhadas no público que encontram. A cada parada montam seu picadeiro, suas bandeirolas e iniciam a brincadeira.</p>
<hr />
<p><strong>Teatro de Fantoches e Marionetes Carlos Werneck de Carvalho<br />
</strong>Av. Infante Dom Henrique, s/nº, Flameng</p>
<p><strong>Espetáculo &#8220;Querência quer ver o mar”</strong></p>
<p>Dom (12/02), às 10h. Grátis. Livre.<br />
Direção: Berg Farias<br />
Elenco: Ana Luiza Faria, Aruam Galileu, Berg Farias, Carlos Cubério, Fabricio Neri e Julyanna Werneck<br />
Duração: 60 min</p>
<p>Seis meninos brincantes do sertão descobrem um jeito novo de contar uma história, essa história é de uma menina chamada Querência, uma menina cega, negra e pequena nascida em um pedaço de sertão. .E esse sentimento de ver o mar se torna maior, quando certo dia seu pai decide partir em busca de trabalho nos rumos do mar, logo depois sua mãe adoece de saudades e de forma repentina desaparece com o vento. Querência menina fica com a sua doce avó, mas a saudade cresce e essa vontade de mar a impulsiona em ir ao encontro dos seus pais. Numa noite de ventos uivantes e de lua gigante ela sai de seu pedaço de chão, se perdendo pelo caminho, sozinha no meio do mundo, apenas com a ajuda de seu cachorro guia.</p>
<hr />
<p><strong>Centro da Música Carioca Artur da Távola<br />
</strong>Rua Conde do Bonfim, 824, Tijuca</p>
<p><strong>Espetáculo “O Circo Viajante”</strong></p>
<p>Dom (12/02), às 16h. Grátis. Livre.<br />
Direção e atuação: Cássio Duque e Nathalia Cantarino<br />
Duração: 45 min</p>
<p>A Palhaça Vitória Régia e o Palhaço Tortobias fogem do circo e resolvem viajar com o vento. Caminhando pelo mundo, apresentam números cômicos com elementos de equilibrismo, música, gerando muitas gargalhadas no público que encontram. A cada parada montam seu picadeiro, suas bandeirolas e iniciam a brincadeira.</p>
<hr />
<h3 style="text-align: center;"><strong>CENTROS CULTURAIS</strong></h3>
<p><strong>Centro da Música Carioca Artur da Távola<br />
</strong>Rua Conde de Bonfim, 824, Tijuca</p>
<p><strong>Concerto “Labaredas Musicais”</strong></p>
<p>Sex (10/02), às 19h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Concerto “4 Moinhos, uma fábula musical multimídia”<br />
</strong>Sáb (11/02), às 17h. R$ 30. Livre.</p>
<p><strong>Clássicos Domingos apresenta Johnny Rocha no show “Violões Brasileiros”</strong></p>
<p>Dom (12/02), às 11h. R$ 30. Livre.</p>
<p><strong>Exposição de Arte Colagem “Instrumentos Musicais”</strong></p>
<p>Qui a dom, das 10h às 16h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição “Música Brasilis” </strong></p>
<p>Qui a dom, das 10h às 16h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Parque das Ruínas<br />
</strong>Rua Murtinho Nobre 169, Santa Teresa</p>
<p><strong>Exposição “Mátria”</strong></p>
<p>Ter a dom, das 9h às 16h. Até 01/03. Grátis. Livre</p>
<p><strong>Exposição “Imagens de Dentro”</strong></p>
<p>Ter a dom, das 9h às 16h. Até 17/02. Grátis. Livre</p>
<p><strong>Exposição do “</strong><strong>I Prêmio de Fotografia &#8211; Visões Cariocas”</strong></p>
<p>Ter a dom, das 9 às 16h. Até 12/02. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Troca-troca de livros</strong></p>
<p>Ter a dom, das 9 às 16h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Centro de Artes Calouste Gulbenkian<br />
</strong>Rua Benedito Hipólito, 125 &#8211; Praça XI / Centro</p>
<p><strong>Exposição “Emotividade”</strong></p>
<p>Seg a sáb, das 9 às 20h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica<br />
</strong>Rua Luís de Camões 68, Praça Tiradentes, Centro &#8211;  2242-1012</p>
<p><strong>Exposição “Programa Hélio Oiticica”</strong></p>
<p>Seg a sex, das 10h às 18h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá<br />
</strong>Rua Barão 1.180, Praça Seca</p>
<p><strong>Baile de Carnaval da Melhor Idade &#8211; Projeto “Leros, leros e boleros”</strong></p>
<p>Sex (10/02), às 14h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Bailinho infantil de Carnaval</strong></p>
<p>Sáb (11/02), às 15h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Memorial Municipal Getúlio Vargas<br />
</strong>Praça Luís de Camões s/nº, Glória</p>
<p><strong>Peça “A Cartomante”</strong></p>
<p>Qui e sex (09 e 10/02), às 19h, e sáb (11/02), às 15h30. R$ 60. 14 anos.</p>
<p><strong>Encontro Carioca de Sanfoneiros</strong></p>
<p>Dom (12/02), às 14h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição “Vestígios Calcográficos”</strong></p>
<p>Qui a dom, das 10h às 17h. Até 28/02. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição “Por um fio”</strong></p>
<p>Qui a dom, das 10h às 17h. Até 12/02. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Exposição permanente Getúlio Vargas</strong></p>
<p>Qui a dom, das 10h às 17h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Troca-troca de livros</strong></p>
<p>Qui a dom, das 10h às 17h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro<br />
</strong>Rua José Higino 115, Tijuca</p>
<p><strong>Competição Open e Mostra Coreográfica &#8211; GAFIEIRA BRASIL + BRASIL SAMBA CONGRESS</strong></p>
<p>Sex a dom (10 a 12/02), às 18h. R$ 30. Livre.</p>
<p><strong>Performance “D’ÁGUA: um começo sem meio sem fim”, do Coletivo Diário</strong></p>
<p>Sex e sáb (10 e 11/02), às 17h. R$ 20. 14 anos.</p>
<hr />
<h3 style="text-align: center;"><strong>LONAS ARENAS E ARENINHAS</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Areninha Carioca Gilberto Gil<br />
</strong>Av. Marechal Fontenele, 5.000, Realengo</p>
<p><strong>Espetáculo de dança “Cosmogonia Africana &#8211; A Visão de Mundo do Povo Iorubá”</strong></p>
<p>Qua (15/02), às 18h. Grátis. Livre.</p>
<p>Com incentivos do FOCA – Programa de Fomento à Cultura Carioca, da Secretaria Municipal de Cultura – e coordenação de Aninha Catão, o espetáculo de dança “Cosmogonia Africana &#8211; A Visão de Mundo do Povo Iorubá” volta aos palcos dos espaços culturais municipais. Desta vez, o grupo Tambor de Cumba leva suas danças africanas à Zona Oeste da cidade, especificamente à Areninha Carioca Gilberto Gil, em Realengo. Os 120 minutos de espetáculo levam o público, através de danças, tambores e cantos originários do Povo Iorubá, ao processo de criação do mundo e da humanidade na perspectiva religiosa de matriz africana.</p>
<p><strong>Feira Comunitária de Artesanato e Gastronomia</strong></p>
<p>Toda quinta, das 15h às 20h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Areninha Carioca Hermeto Pascoal<br />
</strong>Praça Primeiro de Maio, s/nº, Bangu</p>
<p><strong>Bailinho infantil de Carnaval<br />
</strong>Dom (12/02), às 16h. R$ 20. Livre.</p>
<p><strong>Show de comédia “Nosso Stand-Up”<br />
</strong>Dom (12/02), às 19h. R$ 60. 14 anos.</p>
<hr />
<p><strong>Arena Carioca Fernando Torres<br />
</strong>Rua Bernardino de Andrade, 200 &#8211; Parque Madureira (portão 4), Madureira</p>
<p><strong>Exposição da peça “Impenetrável Macaléia” de Hélio Oiticica<br />
</strong>Ter a dom, das 9h às 18h. Grátis. Livre. Permanente.</p>
<hr />
<p><strong>Arena Carioca Carlos Roberto de Oliveira &#8211; Dicró<br />
</strong>Parque Ary Barroso &#8211; Entrada pela, R. Flora Lôbo, s/nº, Penha Circular</p>
<p><strong>Espetáculo “Rio Maracatu &#8211; 15 anos em dança”<br />
</strong>Sex (10/02), às 19h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Roda de Samba “Batuque na Cozinha sem Fronteiras”<br />
</strong>Dom (12/02), às 15h. R$ 20. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Areninha Carioca Renato Russo<br />
</strong>Parque Poeta Manuel Bandeira, s/nº, Cocotá &#8211; Ilha do Governador</p>
<p><strong>Ecofeira Edição de Carnaval<br />
</strong>Sáb (11/02), às 11h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Festival de cultura pop asiática “Anime Dragon”<br />
</strong>Dom (12/02), às 11h. R$ 30. Livre.</p>
<hr />
<h3 style="text-align: center;"><strong>BIBLIOTECAS</strong></h3>
<p><strong>Biblioteca Euclides da Cunha<br />
</strong>Praça Danaides, s/nº, Cocotá / Ilha do Governador.</p>
<p><strong>Exposição “Possibilidades II”<br />
</strong>Seg a sex, das 9h às 17h. Até 10/02. Grátis. Livre.<br />
<strong>Sarau: </strong>Sex (10/02), às 18h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Troca Livros<br />
</strong>Seg a sex, das 9h às 17h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>“Caixeiro Viajante”: Doação de Livros<br />
</strong>Seg a sex, das 9h às 17h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Biblioteca João do Rio<br />
</strong>Avenida Monsenhor Félix, 512, Irajá</p>
<p><strong>Troca Livros<br />
</strong>Seg a sex, das 9h às 17h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Pegue e Leve: distribuição de livros<br />
</strong>Seg a sex, das 9 às 17h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Biblioteca Municipal José Bonifácio<br />
</strong>Rua Pedro Ernesto 80, Gamboa</p>
<p><strong>Exposição “Livros Afros”<br />
</strong>Qui a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Livre. Permanente.</p>
<p><strong>Troca Livros<br />
</strong>Qui a sáb, das 10h às 17h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Espaço de Leitura Moacyr Teixeira<br />
</strong>Rua Doze, 1, Santa Cruz</p>
<p><strong>Contação de Histórias “Era uma Vez… Um Livro! &#8211; Especial de Carnaval”<br />
</strong>Ter (14/02), às 15h. Grátis. Livre.</p>
<hr />
<p><strong>Biblioteca Annita Porto Martins<br />
</strong>Rua Sampaio Viana 357, Rio Comprido</p>
<p><strong>Exposição de livros sobre Carnaval<br />
</strong>Seg a sex, das 9h às 17h. Até 28/02. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Projeto Adote um Livro<br />
</strong>Todas as terças-feiras, às 10h. Grátis. Livre.</p>
<p><strong>Troca-Troca de Livros<br />
</strong>Seg a sex, das 9h às 17h. Grátis. Livre.</p>
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