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	<title>multilateralismo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Lula é homenageado pela Academia Francesa e destaca multilateralismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 22:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[academia francesa]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[multilateralismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi homenageado nesta quinta-feira (5) pela Academia Francesa, em Paris. Criada em 1635, a instituição já homenageou apenas 19 outros chefes de Estado em seus quase 400 anos de história. Antes de Lula, o único brasileiro reconhecido foi Dom Pedro II, em 1872. Lula considerou a homenagem um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi homenageado nesta quinta-feira (5) pela Academia Francesa, em Paris. Criada em 1635, a instituição já homenageou apenas 19 outros chefes de Estado em seus quase 400 anos de história. Antes de Lula, o único brasileiro reconhecido foi Dom Pedro II, em 1872.</p>
<p>Lula considerou a homenagem um tributo ao Brasil e ao povo brasileiro:</p>
<blockquote><p>“Recebemos com muita gratidão e orgulho”, escreveu em suas redes sociais.</p></blockquote>
<p>Na cerimônia, os membros da academia examinaram a palavra “multilateralismo”, tema central do discurso de Lula e bandeira recorrente de sua atuação internacional.</p>
<blockquote><p>“É insustentável manter ilhas de paz e prosperidade cercadas de violência e miséria”, afirmou o presidente, defendendo soluções coletivas para desafios globais.</p></blockquote>
<p>Após a cerimônia, Lula se reuniu com membros da comunidade brasileira na França, na Prefeitura de Paris, a convite da prefeita Anne Hidalgo.</p>
<blockquote><p>“Eu fiquei orgulhoso porque não sou acadêmico, não tenho diploma universitário. Sou torneiro mecânico de profissão e fico orgulhoso de ter trazido uma palavra para enriquecer o dicionário francês: multilateralismo”, disse Lula.</p></blockquote>
<p>Hidalgo elogiou Lula como uma “lenda viva de um país lendário” e destacou sua trajetória de luta contra a desigualdade:</p>
<blockquote><p>“O senhor decidiu falar em nome dos que não tinham voz”.</p></blockquote>
<p>O encontro reuniu figuras como Lélia Salgado, viúva do fotógrafo Sebastião Salgado, e Ana Lúcia Paiva, filha do ex-deputado Rubens Paiva, morto pela ditadura militar.</p>
<p>Na mesma manhã, Lula foi recebido pelo presidente francês Emmanuel Macron, com quem assinou 20 acordos bilaterais nas áreas de saúde, segurança pública, educação e ciência e tecnologia. A visita oficial de Lula à França prossegue até a próxima terça-feira (10).</p>
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		<title>Chanceler ressalta consenso do Brics contra protecionismo comercial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/chanceler-ressalta-consenso-do-brics-contra-protecionismo-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 19:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[multilateralismo]]></category>
		<category><![CDATA[Protecionismo comercial]]></category>
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					<description><![CDATA[A reunião dos ministros das Relações Exteriores do Brics terminou nesta terça-feira (29) sem uma declaração conjunta do grupo. Mas, segundo o chanceler brasileiro Mauro Vieira, houve consenso dos 11 países membros e dos demais convidados em se opor à guerra tarifária global. &#8220;Eu gostaria de destacar o firme rechaço de todos à ressurgência do protecionismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reunião dos ministros das Relações Exteriores do Brics terminou nesta terça-feira (29) sem uma declaração conjunta do grupo. Mas, segundo o chanceler brasileiro Mauro Vieira, houve consenso dos 11 países membros e dos demais convidados em se opor à guerra tarifária global.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Eu gostaria de destacar o firme rechaço de todos à ressurgência do protecionismo comercial e ao uso de medidas não tarifárias sob pretextos ambientais. A reforma da OMC [Organização Mundial do Comércio] e a plena retomada de seu órgão de solução de controvérsias são essenciais na visão de todos&#8221;, disse Vieira.</p></blockquote>
<p>Questionado se a disputa tarifária entre a China e os Estados Unidos poderia beneficiar o Brasil, o chanceler preferiu destacar o posicionamento do país de respeito às normas globais.</p>
<p>&#8220;Brasil e China têm uma relação muito importante. Temos 200 anos de relações com outros países, como a Argentina. O Brasil é um ator global. Procuramos sempre que haja relações baseadas no direito internacional e respeito às regras. E é isso que vamos continuar fazendo. Sempre prontos a conversar com todos&#8221;, afirmou.</p>
<p>O documento final do encontro no Rio de Janeiro foi assinado apenas pela presidência brasileira do Brics, como forma de dar mais peso à Cúpula de Líderes, que vai ocorrer em julho, disse o ministro Mauro Vieira. Ele reforçou que houve &#8220;compromissos e acordos&#8221; com os demais ministros.</p>
<blockquote><p>“Decidimos fazer uma declaração da presidência, como ocorre regularmente em muitas reuniões, justamente para deixar um caminho aberto para negociarmos com muito cuidado e com muita precisão uma declaração que acontecerá no mês de julho, na ocasião da reunião dos chefes de estado,explicou Mauro Vieira.</p></blockquote>
<h3><strong>Pautas prioritárias</strong></h3>
<p>O chanceler brasileiro destacou que o encontro no Rio de Janeiro foi marcado por forte engajamento político e a busca de uma agenda de soluções para o Brics e o Sul Global, especialmente no ano em que o Brasil sedia a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30).</p>
<p>A Indonésia participou pela primeira vez de uma reunião do grupo como membro efetivo, o que foi saudado como sinal da busca do grupo por maior diversidade, representatividade e justiça global.</p>
<p>Vieira discorreu sobre as diferentes manifestações em defesa do fortalecimento da Organização das Nações Unidas (ONU), principalmente do Conselho de Segurança. O grupo pede mais participação da Ásia, África e América Latina em todos os sistemas multilaterais, o que inclui também a OMC, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.</p>
<p>O chanceler alertou que sem uma arquitetura nova de cooperação global, desafios importantes não poderão ser enfrentados. Ele destacou as áreas da saúde, crise climática e governança da inteligência artificial.</p>
<p>Segundo Mauro Vieira, são áreas em que o Brics pode ser protagonista e coordenar atitudes concretas.</p>
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<div class="title abs-position"><em>Por: Agência Brasil</em></div>
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