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	<title>MUltas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>MUltas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>MPF pede suspensão de multas em pedágios Free Flow na Via Dutra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mpf-pede-suspensao-de-multas-em-pedagios-free-flow-na-via-dutra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 16:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação civil pública para suspender a aplicação de multas por falta de pagamento no sistema de cobrança eletrônica de pedágio, conhecido como Free Flow, implantado na Via Dutra (BR-116) em trechos da capital paulista, Guarulhos e Arujá. A rodovia é administrada pela concessionária Motiva desde 2022. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação civil pública para suspender a aplicação de multas por falta de pagamento no sistema de cobrança eletrônica de pedágio, conhecido como Free Flow, implantado na Via Dutra (BR-116) em trechos da capital paulista, Guarulhos e Arujá. A rodovia é administrada pela concessionária Motiva desde 2022.</p>
<p>De acordo com os procuradores, o Free Flow não pode ser classificado juridicamente como pedágio, mas como um serviço alternativo de conveniência, destinado a evitar congestionamentos em vias laterais. Por isso, a inadimplência não configuraria infração administrativa de trânsito, mas sim uma relação de consumo, que deveria ser regulada pelo Código de Defesa do Consumidor e pelo Código Civil.</p>
<p>O MPF alerta que o modelo pode gerar milhões de multas indevidas, levando motoristas ao superendividamento e até à suspensão do direito de dirigir, o que seria inconstitucional. O argumento se baseia em dados da BR-101 (Rio-Santos), onde o sistema já funciona: em 15 meses, foram registradas mais de 1 milhão de autuações, somando R$ 268 milhões em penalidades.</p>
<p>Na Dutra, o risco é ainda maior, segundo a ação, já que o trecho abriga o maior tráfego pendular do país, com cerca de 350 mil veículos diários circulando entre cidades da Grande São Paulo.</p>
<h3>Reações</h3>
<p>Procurada, a concessionária Motiva informou que ainda não foi notificada oficialmente e que, quando isso ocorrer, adotará as medidas cabíveis previstas em lei.</p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) declarou que só se manifestará nos autos após receber notificação formal, mas ressaltou que o Free Flow é considerado uma inovação no modelo de concessões rodoviárias, trazendo benefícios como maior fluidez, segurança viária e conforto aos usuários. A agência destacou ainda que o sistema foi amplamente discutido em audiências públicas antes de sua implementação.</p>
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		<title>X vai pagar R$ 28,6 milhões em multas para retomar operações no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/x-vai-pagar-r-286-milhoes-em-multas-para-retomar-operacoes-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 23:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que irá pagar R$ 28,6 milhões em multas para regularizar suas operações no Brasil. A decisão foi comunicada nesta terça-feira (1º) ao ministro Alexandre de Moraes, que havia determinado o bloqueio da plataforma por descumprimento de ordens judiciais. As multas são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que irá pagar R$ 28,6 milhões em multas para regularizar suas operações no Brasil. A decisão foi comunicada nesta terça-feira (1º) ao ministro Alexandre de Moraes, que havia determinado o bloqueio da plataforma por descumprimento de ordens judiciais.</p>
<p>As multas são decorrentes de bloqueios anteriores, que somam R$ 18 milhões em contas do X e da Starlink, ambas empresas de Elon Musk. Além disso, há R$ 10 milhões aplicados por infrações relacionadas ao uso da plataforma Cloudflare e uma penalidade de R$ 300 mil contra Rachel Villa Nova, advogada representante da rede.</p>
<p>Moraes determinou que o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) desbloqueiem as contas da rede social, conforme solicitado pelos advogados da empresa. A plataforma já cumpriu a determinação de reativar sua representação no Brasil, indicando Rachel Villa Nova como representante legal.</p>
<p>O X foi retirado do ar no Brasil no mês passado após o fechamento de seu escritório no país. A decisão foi tomada após a rede social não cumprir ordens para remover perfis que divulgavam mensagens consideradas antidemocráticas, resultando em multas e outras sanções.</p>
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		<title>CNJ Autoriza repasse de multas para combate às queimadas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cnj-autoriza-repasse-de-multas-para-combate-as-queimadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 22:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[penas pecuniárias]]></category>
		<category><![CDATA[poder judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou nesta terça-feira (17) o repasse de recursos arrecadados com multas e penas pecuniárias para apoiar o combate às queimadas em todo o Brasil. A decisão faz parte de um esforço nacional para conter a destruição ambiental, especialmente causada por queimadas criminosas. Além disso, o CNJ determinou que juízes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou nesta terça-feira (17) o repasse de recursos arrecadados com multas e penas pecuniárias para apoiar o combate às queimadas em todo o Brasil. A decisão faz parte de um esforço nacional para conter a destruição ambiental, especialmente causada por queimadas criminosas.</p>
<p>Além disso, o CNJ determinou que juízes em todo o país priorizem o julgamento de processos relacionados a infrações ambientais, incluindo a imposição de medidas cautelares como buscas, apreensões e prisões preventivas.</p>
<p>O modelo de repasse será semelhante ao adotado pelo Judiciário para ajudar a Defesa Civil do Rio Grande do Sul após as enchentes que devastaram parte do estado em maio de 2024, quando R$ 198 milhões foram destinados para socorro.</p>
<p>Ontem (16), o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, enfatizou a necessidade de uma ação rigorosa contra as queimadas criminosas, destacando a preocupação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a impunidade dos responsáveis.</p>
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		<title>Multas por desmatamento na Amazônia aumentam 219% no 1º trimestre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/multas-por-desmatamento-na-amazonia-aumentam-219-no-1o-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 14:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de multas por desmatamento e outras infrações na região amazônica, no primeiro trimestre de 2023, aumentou 219%, se comparado à média do mesmo período dos anos de 2019 a 2022. Os dados são do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Somam-se às multas, as apreensões de bens e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O número de multas por desmatamento e outras infrações na região amazônica, no primeiro trimestre de 2023, aumentou 219%, se comparado à média do mesmo período dos anos de 2019 a 2022. Os dados são do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<p>Somam-se às multas, as apreensões de bens e produtos relacionados às infrações ambientais, que tiveram alta de 133%, e o número de embargos de propriedades, que cresceu 93%, no mesmo período. O Ibama aponta que essas medidas descapitalizam os infratores e impedem que obtenham financiamentos bancários, além de restringir o comércio de produtos ilegais.</p>
<p>Se observadas somente as operações realizadas contra os invasores do território indígena Yanomami, localizado nos estados do Amazonas e Roraima, desde 6 de fevereiro até o momento, o Ibama destruiu 285 acampamentos de garimpeiros, oito aeronaves, 23 barcos, três tratores e 124 motores. Também foram apreendidos 21 mil litros de combustível, 22 toneladas do minério cassiterita, 5 kg de mercúrio, entre outros equipamentos de apoio logístico ao garimpo ilegal.</p>
<p>Em todo o Brasil, as autuações ambientais do instituto aumentaram 78%, de janeiro a março deste ano, em relação ao mesmo intervalo de meses, dos quatro anos anteriores.</p>
<p>O Ibama justifica que os aumentos das multas, apreensões de bens e produtos e embargos de propriedades ocorreram devido à retomada das atribuições do órgão ambiental do governo federal e o comando do combate ao desmatamento pela área ambiental.</p>
</div>
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		<title>Ordem Pública aplica multas por irregularidades no carnaval do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ordem-publica-aplica-multas-por-irregularidades-no-carnaval-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2023 16:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ambulantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Se as ruas do Rio de Janeiro foram tomadas por foliões dispostos a acabar com a saudade do carnaval, suspenso por dois anos por causa da pandemia de covid-19, para atender tanta gente tem também um batalhão de ambulantes vendendo desde água a artigos de enfeites. Isso tudo, claro, sem esquecer a bolsa chamada doleira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Se as ruas do Rio de Janeiro foram tomadas por foliões dispostos a acabar com a saudade do carnaval, suspenso por dois anos por causa da pandemia de covid-19, para atender tanta gente tem também um batalhão de ambulantes vendendo desde água a artigos de enfeites. Isso tudo, claro, sem esquecer a bolsa chamada doleira para guardar documentos, dinheiro e celulares e evitar a perda para assaltantes. Com todo esse movimento, os catadores de materiais recicláveis também estão conseguindo mais trabalho e juntam sacos e sacos de latinhas de bebidas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A fiscalização dos ambulantes no entorno do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no centro, e nos blocos em diversos bairros, está sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) e da Guarda Municipal do Rio (GM-Rio), que fazem ações preventivas de monitoramento e fiscalização de trânsito.</p>
<p>No ordenamento de trânsito, nessa sexta-feira (17) foram aplicadas 462 multas e 46 delas resultaram em veículos rebocados. Aos ambulantes, os agentes aplicaram 61 multas e apreenderam 1.406 produtos irregulares, como bebidas em garrafa de vidro. A fiscalização flagrou também 498 ambulantes irregulares, que foram removidos das ruas.</p>
<h2>Praias</h2>
<p>Nas praias, as ações dos agentes terminaram com multas a 47 barraqueiros por estarem loteando as areias.</p>
<p>Até o dia 26 deste mês, 4 mil agentes serão empregados nas operações da Seop e Guarda Municipal. “Do total do efetivo, 1.481 guardas municipais atuarão exclusivamente nas ações de trânsito, além de operarem nos bloqueios estabelecidos pela CET-Rio no entorno da Passarela do Samba e da Nova Intendente Magalhães. Também para o deslocamento dos carros alegóricos, e nos trajetos dos blocos, com foco na segurança viária e na diminuição de impactos no trânsito” informou.</p>
<h2>Saúde</h2>
<p>No primeiro dia de desfiles das escolas de samba da Série Ouro a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) atendeu 265 pessoas nos sete postos médicos em funcionamento no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Entre elas, 22 pessoas foram transferidas para unidades municipais de saúde. O atendimento começou às 19h de sexta-feira. Os postos da SMS Rio estão localizados nos setores 1 (concentração), 2, 7, 8, 10 (Rua Salvador de Sá), 11 e Apoteose (dispersão) e funcionarão até o final dos desfiles.</p>
<p>A estrutura montada tem 32 leitos, oito deles de suporte avançado. Os pacientes com quadros mais graves, são removidos em ambulâncias com UTI móvel, coordenada pela Central Municipal de Regulação para hospitais ou UPAs da rede. “São 16 ambulâncias com suporte avançado (UTI móvel) em cada dia de desfile das escolas da Série Ouro, Grupo Especial e no sábado das campeãs. Para o desfile das crianças, serão 10 viaturas disponíveis”, completou.</p>
<p>Ontem também, equipes da Secretaria de Assistência Social distribuíram 249 pulseiras de identificação para crianças e adolescentes no Sambódromo. A secretaria trabalha em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Até terça-feira (21) serão disponibilizadas 10 mil pulseiras.</p>
</div>
</div>
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		<title>Código de Trânsito Brasileiro completa 25 anos com avanços</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/codigo-de-transito-brasileiro-completa-25-anos-com-avancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 14:41:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNH]]></category>
		<category><![CDATA[CTB]]></category>
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					<description><![CDATA[No próximo dia 22, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) completa 25 anos. Para o professor de Engenharia de Transportes do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Rômulo Orrico, o documento mudou o cenário no trânsito, colocando prioridades muito claras para pedestres, motoristas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>No próximo dia 22, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) completa 25 anos. Para o professor de Engenharia de Transportes do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Rômulo Orrico, o documento mudou o cenário no trânsito, colocando prioridades muito claras para pedestres, motoristas, ciclistas e motociclistas, ordenando o uso de vias e rodovias. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Neste sentido, ele foi um baita de um avanço em relação ao que nós tínhamos”, disse. A criação da pontuação na carteira nacional de habilitação (CNH) foi também muito importante, afirmou o professor.</p>
<p>A legislação endureceu as penalidades e as multas para motoristas imprudentes e embriagados e ainda os obrigou a fazer curso antes de dirigir. “A regra é muito positiva”, opinou. No interior do país, contudo, e em grandes condomínios de classe econômica alta, ainda são vistas grandes falhas. “É comum encontrar desrespeito ao código. É preciso mudar alguns comportamentos”, sugeriu.</p>
<h2>Lei seca</h2>
<p>Para Rômulo Orrico, o CTB melhorou a segurança e deu margem, por exemplo, para que fosse criada a lei seca. Em relação ao cinto de segurança, pesquisa feita no âmbito da Coppe, antes da obrigatoriedade do cinto, em 1989, mostrava que apenas 2% a 4% das pessoas usavam o acessório corretamente.</p>
<p>“Hoje, a gente estranha se alguém está sem cinto”, observou. Advertiu, contudo, que algumas pessoas ainda resistem a cumprir a norma, que estende o uso do equipamento ao banco traseiro dos veículos. “É muito comum o não uso. Acho que hoje depende muito de fazê-lo aplicar, de educar para que as pessoas se conscientizem de que aquilo é uma medida importante para suas vidas”, argumentou.</p>
<p>Em relação às bicicletas, o código estabelece que não devem ser usadas nem na calçada, nem na contramão, ”mas é uma coisa que a gente vê com frequência”. Orrico frisou que se vê um movimento ativista de uso da bicicleta muito importante, com muita ação positiva em termos de redução de velocidade e ciclovias, mas ainda se encontra um comportamento bastante adverso que é usar a bicicleta na contramão e sobre a calçada.</p>
<p>Ele disse que é preciso educar mais a população sobre as regras do trânsito e fazer avançar o cumprimento das leis. A grande maioria dos motociclistas, por exemplo, insiste em andar entre veículos nas ruas e rodovias.</p>
<p>“É contra a lei. O CTB diz que &#8211; para um carro ultrapassar outro &#8211; é necessário deixar, no mínimo, um metro de afastamento lateral. Se uma motocicleta passa entre dois carros, ela não consegue botar um metro para cada lado. Isso é grave. Em São Paulo, é perigosíssimo. O curioso é que a velocidade caiu, talvez devido ao aumento da frota em circulação e engarrafamentos, mas o perigo continua e nem sempre é possível anotar a placa das motos. É mais um comportamento temerário do que a velocidade”, salientou.</p>
<h2>Mais rigor</h2>
<p>O professor da Coppe/UFRJ elencou, ainda, entre os pontos positivos do Código de Trânsito Brasileiro, a questão da segurança no trânsito. Ele acredita que um maior rigor com os condutores contribuiu para reduzir o número de acidentes.</p>
<p>“Acho que podia ser maior ainda (o rigor), porque existe um comportamento muito egoísta em relação, por exemplo, às infrações cometidas detectadas eletronicamente pelos pardais eletrônicos”. Para ele, o rigor é importante e, se houve infração, “é fazer cumprir a lei”.</p>
<p>O CTB é um processo de educação e de ação pública importante, mas é preciso que a multa chegue rápido, opinou. Estudo feito em Nova York, em 2010, apontou que, naquele ano, houve menos mortes de trânsito na cidade do que há um século. Isso ocorreu devido ao programa de tolerância zero e mudança de engenharia de tráfego, ajustando semáforos e a circulação de veículos, além de educação no trânsito. “Os americanos têm uma lógica muito forte de policiamento e de punição também, um julgamento muito rápido”, justificou.</p>
<p>O professor Orrico propôs a criação eventual de uma justiça de trânsito no Brasil, tendo em vista o aumento da frota de veículos no país, que já alcançou 100 milhões, incluindo motos. “Que não fosse tolerante com mortes no trânsito, com motoristas bêbados. Que julgasse rápido”, disse. Frisou que é preciso ter rapidez nessas questões. “Se a justiça tarda, ela é pouco eficaz”.</p>
<h2>Fiscalização</h2>
<p>Ele defende a necessidade de retomar as ações de fiscalização e de educação e voltar a ter um controle de velocidade nas estradas brasileiras, para não haver sensação de impunidade. Outro cuidado muito grande que se deve ter é com as motocicletas, tendo em vista o crescimento acentuado da frota, em paralelo ao aumento de acidentes e de mortes, inclusive de pedestres, por motocicletas. Outro problema das motos é a sensação de impunidade, na medida em que a velocidade impede que se anote a placa do veículo.</p>
<p>Para diminuir o problema, ele sugeriu que o Brasil poderia adotar o exemplo da Colômbia, que estabeleceu a política de obrigatoriedade do uso de colete e capacete com as placas escritas para proteção da segurança civil. Isso significa que o motorista e o veículo são identificáveis e podem ser multados.</p>
<p>A sensação de impunidade fica mais difícil, ponderou. Outro efeito secundário é a diminuição da quantidade de roubos e furtos de motocicletas. “Não zera, mas reduz e inibe”. O Brasil poderia adotar essa medida para a segurança viária, alertou.</p>
<p>Ele disse, a seguir, que as autoridades têm que discutir também como as novas tecnologias podem ajudar a ter um trânsito mais eficiente e mais seguro, e com maior qualidade. Para que as coisas melhorem, é preciso usar tecnologia da informação e engenharia social, além de discutir como essas tecnologias podem ajudar diversas formas de transportes úteis para a sociedade.</p>
<h2>Educação</h2>
<p>A futura professora do Departamento de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, Marina Baltar, que deve ser nomeada ainda este mês, afirmou que o CTB é bem completo porque pensa tanto na educação da população como na fiscalização do trânsito.</p>
<p>Para ela, muitas vezes há críticas por ele buscar essa educação somente via punição financeira. “Mas a gente vê que é um resultado positivo quando se pensa em velocidade. O que termina funcionando é quando a gente implanta radar e nota que as pessoas passam a respeitar”, disse.</p>
<p>O CTB é atualizado de forma permanente. Marina apontou mudanças favoráveis, como a implantação da lei seca, que foi algo que veio já com o código em curso e que mudou muito a realidade. Ela acredita que o Rio de Janeiro é um dos lugares em que a lei seca mais funcionou. Houve maior mudança no comportamento das pessoas, principalmente nas cidades.</p>
<p>Para o futuro, ela acredita que é necessário pensar em segurança viária. Hoje se busca, constantemente, nos estudos e na prática, a redução de mortes no trânsito. É preciso entender melhor o que está levando a essas mortes e buscar legislar em cima disso, sugeriu.</p>
<p>Marina concordou com o professor Orrico no sentido de trazer para o Brasil, na área de motociclistas, a obrigatoriedade de os condutores usarem capacetes e coletes com o número da placa estampado, porque a medida contribuiria para reduzir o número de acidentes e facilitaria a identificação dos motoqueiros e dos veículos. “É uma ideia interessante”, frisou.</p>
<p>Para que o CTB seja cumprido em todos os seus regulamentos, a professora defendeu que o ponto mais crítico é que haja expansão da fiscalização. “A gente tem a lei, mas precisa colocá-la em prática”.</p>
<p>Nas cidades maiores, até os motociclistas têm o costume de usar capacete, mas, no interior do Brasil, há pouco uso, que se atribui à falta de maior fiscalização, como a que gerou mudança na população com o cinto de segurança. “Foi com muita campanha e muita fiscalização. Hoje, parece que virou costume. A gente precisa conseguir isso agora no banco de trás, para que vire um costume na população”, observou.</p>
<p>Marina Baltar é formada em engenharia civil pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com mestrado e doutorado em engenharia de transportes pela Coppe. De 2012 a 2018, atuou na Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), cuidando do planejamento e execução dos planos de mobilidade dos grandes eventos e grandes obras da cidade, como Copa das Confederações, Copa do Mundo, Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e obras do BRT Transbrasil.</p>
<h2>Novas regras</h2>
<p>Entre as novas regras de trânsito que entram em vigor este ano, está a multa por excesso de peso. Os fabricantes de veículos de carga deverão informar na estrutura dos veículos o limite técnico de peso para cada modelo. Quem estiver trafegando com peso acima do permitido receberá multa de R$ 130,16, além de receber quatro pontos na carteira nacional de habilitação.</p>
<p>Para pessoas jurídicas que não identificarem o condutor que cometeu uma infração no veículo de uma empresa, a multa equivalerá ao dobro do valor da multa original. Ou seja, se um condutor cometer uma infração grave, terá multa de R$ 195,23, mas essa multa por não identificação antecipada do motorista pela empresa será o dobro, ou seja, R$ 390,46.</p>
<p>Outra nova regra do CTB diz que a carteira nacional de habilitação não pode ser suspensa ou bloqueada em situações em que o condutor esteja em processo de defesa prévia, por exemplo, durante a suspensão ou cassação. Com isso, o condutor não perde o direito de dirigir até o final do processo.</p>
<p>Outro mecanismo que entrará em vigor este ano é relativo à idade do motorista. A regra estabelece que a validade da carteira nacional de habilitação (CNH) é inversamente proporcional à idade do condutor, ou seja, quanto mais jovem, por mais tempo valerá a CNH. Com isso, condutores com até 49 anos de idade terão a carteira válida por 10 anos, enquanto motoristas entre 50 e 69 anos terão de renovar a CNH a cada 5 anos. Já os condutores com 70 anos ou mais precisarão fazer a renovação a cada três anos.</p>
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		<title>Bloqueios já resultaram em mais de R$ 5,5 milhões em multas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 16:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio de Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[manifestantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de R$ 5,5 milhões em multas já foram aplicadas contra manifestantes que bloqueiam rodovias por todo o país. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (2) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Em nota, a pasta disse que os valores das 912 multas variam, conforme o tipo de infração, entre R$ 5 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Mais de R$ 5,5 milhões em multas já foram aplicadas contra manifestantes que bloqueiam rodovias por todo o país. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (2) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Em nota, a pasta disse que os valores das 912 multas variam, conforme o tipo de infração, entre R$ 5 mil e R$ 17 mil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503compilado.htm" target="_blank" rel="noopener">Código de Trânsito Brasileiro</a>, é penalizado com infração gravíssima o condutor que utiliza veículos para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulação na via sem autorização de entidade de trânsito. A multa mais cara, de R$ 17 mil, é destinada àqueles identificados como organizadores dos bloqueios.</p>
<p><em>“Em caso de reincidência, aplica-se em dobro a multa no período de 12 meses. Ainda de acordo com o CTB, as penalidades são aplicáveis a pessoas físicas ou jurídicas que incorram na infração”</em>, informou o Ministério.</p>
<p>Os motoristas podem consultar as infrações na <a href="http://https//www.gov.br/prf/pt-br/servicos/multas/nada-consta" target="_blank" rel="noopener">página da Polícia Rodoviária Federal (PRF)</a>.</p>
<h2>Bloqueios</h2>
<p>Segundo a Polícia Rodoviária Federal, no início da manhã desta quarta-feira 17 estados ainda apresentavam bloqueios em estradas, apesar de 563 interdições liberadas.</p>
<p>A ação começou após manifestantes bolsonaristas se mostrarem inconformados com a proclamação do resultado das eleições pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com vitória do candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, no domingo (31). Ontem (1), o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, veio a público e condenou os bloqueios nas estradas.</p>
<p><em>“As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedade, destruição do patrimônio e direito de ir e vir&#8221;</em>, disse Bolsonaro.</p>
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