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	<title>Mulheres empreendedoras &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Empreendedorismo Feminino: Informalidade e os desafios das políticas públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 16:54:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na vendinha de frutas na porta de casa, no carrinho de pipoca em frente à igreja, com roupas e perfumes no porta-malas do carro ou no salão de cabeleireiro improvisado no quintal, milhões de mulheres no Brasil encontram no empreendedorismo uma alternativa de sustento e autonomia. No entanto, muitas dessas iniciativas operam na informalidade, um cenário que desafia as políticas públicas e limita o crescimento dos negócios.</p>
<p>A questão foi debatida nesta terça-feira (18) no painel &#8220;Vozes do Empreendedorismo Feminino: Conectando Saberes e Ações&#8221;, promovido pelo governo federal. Especialistas e gestores públicos destacaram que facilitar o acesso ao crédito e oferecer capacitação são medidas fundamentais para impulsionar essas empreendedoras e fortalecer seus negócios.</p>
<h3>Informalidade e desafios</h3>
<p>Segundo dados apresentados no evento, 70% das mulheres empreendedoras são mães e têm um faturamento médio de aproximadamente R$ 2 mil. A professora Daiane Batista, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), destacou que muitas dessas mulheres recorrem ao empreendedorismo por necessidade, devido a dificuldades no mercado formal de trabalho.</p>
<figure id="attachment_82363" aria-describedby="caption-attachment-82363" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82363" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Empreendedorismo Feminino Informalidade E Os Desafios Das Políticas Públicas - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82363" class="wp-caption-text">Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participa do painel &#8220;Vozes do Empreendedorismo Feminino: Conectando Saberes e Ações&#8221;, como parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher, Foto Antônio Cruz/Agência Brasilícias</figcaption></figure>
<p>“As mulheres empreendem porque enfrentam barreiras no emprego formal, mas também porque precisam conciliar o trabalho com a maternidade e outras responsabilidades domésticas”, explicou Daiane. A pesquisadora também destacou que a informalidade é ainda maior entre mulheres negras, cujos negócios frequentemente são conduzidos dentro de suas próprias casas.</p>
<p>Para elas, a criatividade e a resiliência são essenciais para manter os negócios funcionando. “As empreendedoras precisam o tempo todo criar soluções para viabilizar suas iniciativas sem acesso a capital”, afirmou a professora.</p>
<h3>Pesquisa revela principais dificuldades</h3>
<p>Caroline Moreira de Aguiar, líder de educação e projetos do Instituto Rede Mulher Empreendedora, apresentou uma pesquisa nacional que evidencia os desafios enfrentados por essas mulheres. O acesso ao crédito e a gestão financeira aparecem como os principais obstáculos.</p>
<p>“O faturamento dessas empreendedoras dificilmente ultrapassa os R$ 2 mil, e muitas vezes o que ganham é reinvestido no próprio negócio, impedindo o crescimento”, explicou Caroline. Segundo o levantamento, a sobrecarga é uma realidade para essas mulheres, que, além de suas empresas, são responsáveis pelo cuidado com filhos, idosos e outras tarefas domésticas. Esse cenário impacta diretamente o tempo disponível para gerir e expandir os negócios.</p>
<p>As dificuldades são ainda maiores para mulheres negras e pardas, que relataram um nível elevado de sobrecarga e menos acesso a oportunidades.</p>
<h3>Políticas públicas e crédito para empreendedoras</h3>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, ressaltou a importância de políticas públicas voltadas para as empreendedoras. Segundo ela, o governo federal tem investido em programas que oferecem qualificação e acesso a recursos financeiros.</p>
<p>“Precisamos garantir que as mulheres tenham acesso ao crédito e possam vender seus produtos em mercados internos e externos”, afirmou a ministra. Ela enfatizou que diferentes grupos de empreendedoras enfrentam desafios específicos, como as mulheres da Amazônia, do Nordeste, quilombolas e indígenas, e que o governo precisa atuar nessas frentes para reduzir desigualdades.</p>
<p>O secretário executivo do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Tadeu Alencar, destacou a importância da Estratégia Nacional do Empreendedorismo Feminino, que busca facilitar o acesso ao crédito para mulheres empreendedoras. Ele citou o programa Procred 360, parte do programa Acredita, que oferece financiamento de até 30% do faturamento do ano anterior para microempreendedores. No caso de negócios liderados por mulheres, esse percentual sobe para 50%.</p>
<p>“É fundamental que mulheres quilombolas, indígenas, da agricultura familiar e das periferias tenham acesso a esses recursos”, afirmou Alencar. Ele também ressaltou que, apesar da percepção de que mulheres representam maior risco financeiro, elas se mostram melhores pagadoras do que os homens.</p>
<p>Com medidas que ampliem o acesso ao crédito e capacitação, especialistas acreditam que o cenário do empreendedorismo feminino pode avançar, fortalecendo negócios e garantindo maior autonomia econômica para milhões de mulheres no Brasil.</p>
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