<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mulher Negra &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/mulher-negra/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Jul 2024 14:12:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Mulher Negra &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Festival Latinidades 2024 exalta a mulher negra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/festival-latinidades-2024-exalta-a-mulher-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jul 2024 14:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Latinidades]]></category>
		<category><![CDATA[latinidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Negra]]></category>
		<category><![CDATA[negra]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=78089</guid>

					<description><![CDATA[Começou nesta sexta-feira (5), em Salvador, a 17ª edição do Festival Latinidades, o maior evento cultural brasileiro de exaltação da mulher negra como potência social, criativa e econômica. A programação gratuita segue até o domingo (7). O tema da edição deste ano é Vem ser Fã de Mulheres Negras. “Um chamado para reconhecer e celebrar a força transformadora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Começou nesta sexta-feira (5), em Salvador, a 17ª edição do Festival Latinidades, o maior evento cultural brasileiro de exaltação da mulher negra como potência social, criativa e econômica. A <a href="https://latinidades.com.br/salvador/" target="_blank" rel="noopener">programação gratuita</a> segue até o domingo (7).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O tema da edição deste ano é <em>Vem ser Fã de Mulheres Negras</em>. “Um chamado para reconhecer e celebrar a força transformadora dessas mulheres, ato que pode ser interpretado como revolucionário em uma sociedade machista e racista como a brasileira”, sublinha Jacqueline Fernandes, diretora-geral e idealizadora do festival.</p>
<p>“Ser fã na verdade é muito mais do que uma palavrinha”, declarou em entrevista.  “Numa sociedade racista e machista, em que ceifam mulheres negras, [ser fã delas] é algo verdadeiramente revolucionário”.</p>
<p>Presente no calendário cultural brasileiro desde 2007, quando a primeira edição do festival foi realizada no Distrito Federal, neste ano o Latinidades expandiu horizontes, aportando sua programação multilinguagens também na Bahia, em Goiás e São Paulo.</p>
<p>Em todos os casos, a programação reforça a contribuição das mulheres negras para a sociedade em diferentes áreas, com destaque para o papel estratégico das artes e da cultura na promoção da equidade de gênero e raça.</p>
<p>Na sexta-feira, as apresentações foram abertas com o espetáculo da dançarina e professora Vânia Oliveira, seguido por debates e uma sessão da peça <em>Medeia Negra</em>, concebido pela atriz e escritora Márcia Limma e dirigido por Tânia Fariase.</p>
<p>Neste sábado, de 14h às 17h, tem lugar a parte literária do festival, com conversas e lançamentos de obras com temática negra. Um dos livros foi escrito com base na experiência do projeto Estamos Prontas, tocado em parceria com o Movimento Mulheres Negras Decidem e o Instituto Marielle Franco, cuja meta foi fortalecer 27 lideranças negras pré-candidatas de todo o país que concorriam a uma cadeira no Legislativo em seus territórios. Em seguida, ocorre um recital da advogada, maquiadora, retratista e poeta Luciene Nascimento.</p>
<p>“Eu acho que o maior pano de fundo do festival é o afeto e o reconhecimento do lugar da mulher negra em todos os estratos sociais”, avalia a produtora cultural Sueide Matos.</p>
<p>“Eu acho que o mais profundo e o mais forte é o amor. É como esse festival é capaz de emocionar com tanto amor entre os povos e as mulheres pretas no Brasil”, complementou.</p>
<p>O domingo está reservado ao quarto Concerto Internacional Contra o Racismo, realizado pela Coalizão Global Contra o Racismo Sistêmico e pela Reparação, uma plataforma de ação global contra o racismo criada pelo Instituto Afrodescendente de Estudos, Pesquisa e Desenvolvimento, em conjunto com o Centro das Mulheres Afro, da Costa Rica.</p>
<p>No concerto, se apresentarão artistas da América Latina como Sasha Campbell (Costa Rica), William Cepeda (Puerto Rico), Bel and Quinn (Haiti-Canada) e Sued Nunes (Brasil).</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">78089</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Celebrando a Força e a Resiliência da Mulher Negra, Latina e Caribenha no Dia 25 de Julho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/celebrando-a-forca-e-a-resiliencia-da-mulher-negra-latina-e-caribenha-no-dia-25-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 09:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afro-Caribenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Afro-Latino-Americanas]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Latina e Caribenha]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Negra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=61087</guid>

					<description><![CDATA[No dia 25 de julho, um brilhante e significativo marco é celebrado em todo o mundo, uma data destinada a honrar e homenagear a mulher negra, latina e caribenha, suas lutas, conquistas e as ricas contribuições que têm feito à sociedade. Esse dia especial é um chamado para a reflexão sobre a trajetória dessas mulheres [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 25 de julho, um brilhante e significativo marco é celebrado em todo o mundo, uma data destinada a honrar e homenagear a mulher negra, latina e caribenha, suas lutas, conquistas e as ricas contribuições que têm feito à sociedade. Esse dia especial é um chamado para a reflexão sobre a trajetória dessas mulheres notáveis, suas conquistas históricas e o impacto que continuam a exercer na construção de um mundo mais justo e igualitário.</p>
<p>A história do dia 25 de julho remonta à década de 1990, quando mulheres afrodescendentes de diferentes países da América Latina e do Caribe se reuniram em um importante encontro em Santo Domingo, na República Dominicana. Esse encontro ficou conhecido como o &#8220;Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas&#8221;, e aconteceu entre os dias 19 e 25 de julho de 1992.</p>
<p>Esse evento histórico foi um marco na luta pela valorização e reconhecimento das mulheres negras, latinas e caribenhas, que há séculos vinham sendo marginalizadas e subestimadas. Foi nesse contexto que, em 25 de julho de 1992, as participantes do encontro decidiram instituir o Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha, com o objetivo de dar visibilidade às suas pautas e demandas específicas.</p>
<p>Desde então, o dia 25 de julho tem sido uma data emblemática para reforçar a importância da inclusão e representatividade dessas mulheres nos diversos setores da sociedade. As celebrações e homenagens neste dia se manifestam de diversas formas, como seminários, debates, palestras, manifestações culturais, entre outros eventos que visam destacar suas histórias e lutas.</p>
<p>A mulher negra, latina e caribenha tem sido uma protagonista fundamental em diversas áreas, que vão desde a política à ciência, da literatura às artes, da educação à economia. Seus nomes e suas contribuições têm deixado um legado marcante e inspirador em todo o mundo. Grandes figuras históricas como a escritora afro-americana Maya Angelou, a pintora mexicana Frida Kahlo, a ativista afrocolombiana Victoria Santa Cruz e a cientista cubana Gerty Cori são apenas alguns exemplos do impacto dessas mulheres nas respectivas esferas em que atuaram.</p>
<p>No entanto, apesar de suas conquistas e contribuições, a mulher negra, latina e caribenha ainda enfrenta desafios diários relacionados à discriminação, ao racismo estrutural e às desigualdades sociais. A celebração do dia 25 de julho é, portanto, um lembrete constante de que é preciso continuar lutando por um mundo onde todas as mulheres sejam reconhecidas em sua diversidade e empoderadas em suas identidades.</p>
<p>Hoje, mais do que nunca, a sociedade precisa reconhecer o valor da mulher negra, latina e caribenha e apoiar suas demandas por igualdade de oportunidades, respeito e justiça. É necessário que governos, instituições e a sociedade como um todo trabalhem em conjunto para eliminar todas as formas de discriminação e construir uma sociedade mais inclusiva, na qual todas as mulheres tenham espaço para crescer e prosperar.</p>
<p>Em conclusão, o dia 25 de julho é uma data de celebração e também de reflexão. É um momento para honrar a resiliência, a força e as conquistas das mulheres negras, latinas e caribenhas, ao mesmo tempo em que nos desafia a lutar por um mundo mais igualitário e justo para todas. A sua história é um capítulo essencial da narrativa humana, e é responsabilidade de cada um de nós garantir que suas vozes sejam ouvidas e suas histórias sejam contadas. Afinal, somente quando reconhecemos a importância e o valor da diversidade é que podemos construir um futuro verdadeiramente próspero e inclusivo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">61087</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Liza Lou reflete sobre exemplo de colorismo no BBB: “Um passo de libertação das dores da miscigenação”</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/liza-lou-reflete-sobre-exemplo-de-colorismo-no-bbb-um-passo-de-libertacao-das-dores-da-miscigenacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 14:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polarize]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Melhor Preta]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=58323</guid>

					<description><![CDATA[A discussão sobre identidade ainda é muito limitada no país e, muitas vezes, pessoas negras de pele clara acabam sendo afastadas de seus verdadeiros traços culturais e ancestralidade. Isso pode ser visto em rede nacional, durante o programa Big Brother Brasil, onde a participante Paula afirmou só ter descoberto ser uma mulher preta, após conversar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão sobre identidade ainda é muito limitada no país e, muitas vezes, pessoas negras de pele clara acabam sendo afastadas de seus verdadeiros traços culturais e ancestralidade. Isso pode ser visto em rede nacional, durante o programa Big Brother Brasil, onde a participante Paula afirmou só ter descoberto ser uma mulher preta, após conversar com outros colegas de confinamento. Essa pauta é levantada do trabalho da cantora e compositora Liza Lou, que enfrentou todo um processo e hoje vem se reconhecendo e se libertando da cultura no embranquecimento.</p>
<figure id="attachment_58324" aria-describedby="caption-attachment-58324" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/10-Liza-Lou-reflete-sobre-exemplo-de-colorismo-no-BBB-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-58324" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/10-Liza-Lou-reflete-sobre-exemplo-de-colorismo-no-BBB-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=400%2C557&#038;ssl=1" alt="Liza Lou Reflete Sobre Exemplo De Colorismo No BBB - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="400" height="557" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/10-Liza-Lou-reflete-sobre-exemplo-de-colorismo-no-BBB-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/10-Liza-Lou-reflete-sobre-exemplo-de-colorismo-no-BBB-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=215%2C300&amp;ssl=1 215w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58324" class="wp-caption-text">Liza Lou &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Recentemente, Liza lançou o single “África Brasil”, que fala exatamente sobre esse empoderamento e liberdade para inspirar outras mulheres a olharem para seus traços e histórias. “Isso é muito importante. É sobre isso que eu tento falar em África Brasil. Quando eu falo que toda menina preta tem o direito de conhecer essa história, olha o quão dentro de uma cultura de embranquecimento, essa mulher foi posta. Olha quantos acessos negados em relação a história dela ela teve. É uma busca, é um resgate ancestral e histórico, quando a gente para, olha e entende quem nós somos e da onde a gente veio”, declara.</p>
<p>A cantora conta que, assim como Paula, ela passou por essa mesma situação.</p>
<blockquote><p><em>“Alguns anos eu venho me questionando sobre quem eu sou, sobre pensar: ‘caramba, eu sou uma mina preta de mais para ser branca, branca demais para ser preta’. Eu vivi coisas que uma mulher branca não vive, sabe? mas ao mesmo tempo também não vivo coisas que as mulheres pretas vivem. Então, qual é meu lugar de vivência? Qual é meu lugar de fala nisso tudo?”</em>, diz.</p></blockquote>
<p>Liza declara que quer, cada vez mais, usar sua arte para transmitir toda sua experiência e para abrir espaços para esta causa que precisa ser conversada. “Quando eu falo que todo passo em direção à sua história, seja um passo de libertação das dores da miscigenação. O que são essas dores da miscigenação? Porque as mulheres pretas foram brutalmente agredidas, foram estupradas, foram abusadas! E tem outro lugar também dessa dor de miscigenação, que é a dor de não saber quem a gente é, a dor de não reconhecer a nossa história, de não reconhecer a nossa identidade. Essa é a dor”, declara.</p>
<p>“O Brasil foi formado por mãos pretas. O Brasil tem origem preta. ÁFRICA BRASIL. Eu recebi mensagens de pessoas falando: ‘Liza, eu me identifico com essa música’, e outras perguntando: ‘Liza, você acha que tu sofre as mesmas coisas que uma mulher preta retinta?”. Óbvio que não, eu tenho certeza que não. E quando eu lancei esse som não foi no intuito de competir dores ou igualar elas. Foi no intuito de abrir espaço para esse reconhecimento racial. Foi no intuito de reconhecer a África como MÃE, A ORIGEM. Eu tô, assim, muito feliz que o bbb tá trazendo essas reflexões pra gente”, finaliza.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">58323</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
