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	<title>Mudança do Clima &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Mudança do Clima &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Extrativistas marcham na COP30 por reconhecimento no combate à crise climática</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/extrativistas-marcham-na-cop30-por-reconhecimento-no-combate-a-crise-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 09:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelas ruas de Belém, sob a luz simbólica das tradicionais porongas, centenas de extrativistas de diferentes biomas brasileiros marcharam na tarde desta quinta-feira (13) para reivindicar reconhecimento e protagonismo nas políticas climáticas globais. O ato, batizado de Porongaço dos Povos da Floresta, reuniu seringueiros, castanheiros, ribeirinhos, pescadores artesanais, quebradeiras de coco e outras comunidades tradicionais, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelas ruas de Belém, sob a luz simbólica das tradicionais porongas, centenas de extrativistas de diferentes biomas brasileiros marcharam na tarde desta quinta-feira (13) para reivindicar reconhecimento e protagonismo nas políticas climáticas globais. O ato, batizado de Porongaço dos Povos da Floresta, reuniu seringueiros, castanheiros, ribeirinhos, pescadores artesanais, quebradeiras de coco e outras comunidades tradicionais, reforçando o papel estratégico dessas populações na proteção de ecossistemas vitais.</p>
<p>A mobilização ocorreu paralelamente às negociações da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontece na capital paraense. Entoando o lema “a morte da floresta é o fim da nossa vida”, os participantes defenderam a inclusão formal dos territórios extrativistas nas metas de mitigação e adaptação climática do Brasil.</p>
<h3>A força simbólica da poronga</h3>
<p>A marcha iluminou Belém ao fim da tarde graças às porongas — lamparinas usadas por seringueiros para se deslocar pela floresta. O objeto, que virou símbolo da luta do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), remete à resistência histórica liderada por Chico Mendes, nos anos 1970 e 1980, contra grileiros e a exploração predatória da Amazônia.</p>
<p>“Se a floresta não está bem, nós não estamos bem”, afirmou Letícia Moraes, vice-presidente do CNS e moradora da Ilha do Marajó. Para ela, os territórios tradicionais são extensão direta da vida de seus povos. “A relação de cuidado existe porque nascemos e vivemos aqui. Não nos sentimos donos, mas parte da floresta.”</p>
<h3>Territórios que estocam carbono e mantêm a vida</h3>
<p>Dados do CNS mostram que reservas extrativistas e projetos agroextrativistas protegem mais de 42 milhões de hectares, cerca de 5% do território nacional. Esses biomas armazenam aproximadamente 25,5 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente, o que representa onze anos das emissões totais brasileiras — um volume decisivo para o equilíbrio climático.</p>
<p>Na COP30, as comunidades extrativistas são representadas por Joaquim Belo, enviado especial do movimento. Ele atua diretamente nas negociações internacionais para garantir que os serviços ecossistêmicos prestados por essas populações sejam reconhecidos como ações essenciais para enfrentar a crise climática.<br />
“Nós somos parte da solução”, destacou.</p>
<h3>Documento entregue a Marina Silva</h3>
<p>A marcha teve início na Praça Eneida de Moraes e terminou na Aldeia Cabana, no bairro Pedreira, onde as lideranças entregaram um documento oficial à ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</p>
<p>A carta exige que reservas extrativistas, reservas de desenvolvimento sustentável e demais territórios tradicionais sejam incorporados à NDC brasileira (Contribuição Nacionalmente Determinada) e aos tratados climáticos nacionais e internacionais. O texto solicita ainda investimentos contínuos e estruturados para proteção territorial, gestão comunitária e incentivo a práticas sustentáveis.</p>
<h3>A ministra e a memória de Chico Mendes</h3>
<p>No discurso aos extrativistas, Marina Silva resgatou sua própria trajetória como seringueira no Acre e reforçou a importância desses grupos como guardiões da floresta.</p>
<p>“A tecnologia dos povos da floresta é o próprio modo de vida”, afirmou. “Indígenas, ribeirinhos, seringueiros e quebradeiras de coco protegem biodiversidade, sequestram carbono e mantêm vivo o coração do planeta. Mas é preciso ampliar políticas públicas.”</p>
<p>O Porongaço encerrou-se como um dos atos mais simbólicos da COP30, destacando que a transição climática justa só será possível com o reconhecimento daqueles que há gerações mantêm a floresta em pé — não apenas como território, mas como parte inseparável de suas próprias vidas.</p>
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		<title>Lula propõe antecipação de metas climáticas no G20 e reitera compromisso com o fim do desmatamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-propoe-antecipacao-de-metas-climaticas-no-g20-e-reitera-compromisso-com-o-fim-do-desmatamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 17:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP29]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança do Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a cúpula do G20, realizada nesta terça-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu que as principais economias do mundo antecipem suas metas de neutralidade climática para 2040 ou 2045, dez anos antes do previsto. O objetivo é combater com maior urgência os impactos das mudanças climáticas e limitar o aquecimento global. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a cúpula do G20, realizada nesta terça-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu que as principais economias do mundo antecipem suas metas de neutralidade climática para 2040 ou 2045, dez anos antes do previsto. O objetivo é combater com maior urgência os impactos das mudanças climáticas e limitar o aquecimento global.</p>
<p>“Aos países desenvolvidos, faço este apelo: assumam a responsabilidade histórica. Sem isso, não terão credibilidade para exigir ambição dos demais,” afirmou Lula na abertura da sessão dedicada ao desenvolvimento sustentável e transição energética.</p>
<p><strong>Responsabilidade Comum e Diferenciada</strong></p>
<p>Lula enfatizou que a justiça climática exige que nações industrializadas, responsáveis por grande parte das emissões históricas de gases de efeito estufa, liderem os esforços globais. Segundo ele, embora todos os países devam contribuir, o princípio das “responsabilidades comuns, porém diferenciadas” deve ser a bússola para guiar as ações climáticas.</p>
<p>O presidente lembrou que os países do G20, que respondem por 80% das emissões globais, têm papel central no enfrentamento do desafio climático. Ele defendeu que os integrantes do grupo apresentem Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) mais ambiciosas e abrangentes, alinhadas à meta de limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C.</p>
<p><strong>Brasil Líder na Preservação e Energias Renováveis</strong></p>
<p>Lula destacou o compromisso brasileiro com a preservação ambiental e a transição energética. Ele anunciou que o desmatamento no Brasil será erradicado até 2030 e ressaltou os avanços na matriz energética do país, que já conta com 90% de sua eletricidade proveniente de fontes renováveis.</p>
<p>“Somos líderes em biocombustíveis e avançamos em energia eólica, solar e no desenvolvimento de hidrogênio verde,” declarou. O presidente também celebrou a criação do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, que remunera nações em desenvolvimento que preservam florestas nativas.</p>
<p><strong>Críticas e Chamados à Ação</strong></p>
<p>Lula criticou o descumprimento das promessas financeiras do Acordo de Paris, lembrando que os US$ 100 bilhões anuais prometidos pelos países ricos para apoiar a transição climática nunca se concretizaram. “Hoje, falamos em trilhões de dólares, mas esses recursos estão sendo desperdiçados em armamentos, enquanto o planeta agoniza,” disse.</p>
<p>Ele pediu maior integração internacional, sugerindo a criação de um Conselho de Mudança do Clima na ONU para articular esforços fragmentados. Também apontou a necessidade de avançar nas discussões durante a COP29, em Baku, e destacou que a COP30, em Belém, será crucial para alcançar mudanças significativas.</p>
<p>“Não podemos adiar para Belém o que deve ser tratado agora. A COP30 será a última chance de evitar uma ruptura irreversível no sistema climático,” alertou.</p>
<p><strong>Apelo Final</strong></p>
<p>Encerrando seu discurso, Lula reafirmou o compromisso do Brasil com a preservação ambiental e convidou os líderes mundiais a agirem com coragem e determinação: “A esperança renasce a cada compromisso assumido em defesa da vida e do futuro do planeta.”</p>
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		<title>Decreto regulamenta a Política Nacional sobre Mudança do Clima</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/decreto-regulamenta-a-politica-nacional-sobre-mudanca-do-clima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 15:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança do Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal publicou hoje (20) no Diário Oficial da União (DOU) um decreto para regulamentar as regras do mercado de baixo carbono no país. Ele estabelece procedimentos para a elaboração de planos setoriais de mitigação das mudanças climáticas para diversos setores da economia e também institui o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O governo federal publicou hoje (20) no <a href="http://in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-11.075-de-19-de-maio-de-2022-401425370" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a> (DOU) um decreto para regulamentar as regras do mercado de baixo carbono no país. Ele estabelece procedimentos para a elaboração de planos setoriais de mitigação das mudanças climáticas para diversos setores da economia e também institui o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa. A medida atende a uma determinação da legislação ambiental.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em vigor desde 2009, a legislação que instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima diz que cabe ao governo editar norma com os procedimentos para os planos setoriais “visando a consolidação de uma economia de baixo consumo de carbono” para atender metas gradativas de redução de emissões de gases do efeito estufa em decorrência da atividade humana.</p>
<p>Essa política deverá ser aplicada &#8211; considerada a especificidade de cada setor &#8211; na geração e distribuição de energia elétrica, no transporte público urbano e nos sistemas modais de transporte interestadual de cargas e passageiros.</p>
<p>Além desses setores, ela também tem que ser feita na indústria de transformação e na de bens de consumo duráveis, nas indústrias químicas fina e de base, na indústria de papel e celulose, na mineração, na indústria da construção civil, nos serviços de saúde e na agropecuária.</p>
<h2>Emissão de gases</h2>
<p>Segundo o decreto, caberá aos Ministérios do Meio Ambiente e da Economia o papel de propor esses planos com metas gradativas para a redução das emissões, mensuráveis e verificáveis, consideradas as especificidades dos agentes setoriais, levando em conta, dentre outros critérios, os níveis de emissão de gases.</p>
<p>O texto afirma que os setores envolvidos terão um prazo de 180 dias, a partir da publicação do decreto, para indicar “proposições para o estabelecimento de curvas de redução de emissões de gases de efeito estufa, considerado o objetivo de longo prazo de neutralidade climática”. O prazo poderá ser prorrogado igual período.</p>
<p>Ainda de acordo com o texto, os planos deverão ser aprovados por um comitê interministerial que trata da mudança do clima e do crescimento verde.</p>
<p>Já o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Sinare) tem por finalidade ser uma “central única de registro de emissões, remoções, reduções e compensações de gases de efeito estufa e de atos de comércio, de transferências, de transações e de aposentadoria de créditos certificados de redução de emissões”, que, pelo decreto, deverá ter mecanismos de integração com o mercado regulado internacional.</p>
<p>Também caberá aos dois ministérios elaborar regras sobre o registro, padrão de certificação, credenciamento de certificadoras e centrais de custódia e a implementação, a operacionalização e a gestão do Sinare.</p>
</div>
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