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	<title>mpox &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>mpox &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>São Paulo confirma segundo caso de mpox do grupo I no estado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sao-paulo-confirma-segundo-caso-de-mpox-do-grupo-i-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 13:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[erupção cutânea]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou o segundo caso de mpox do grupo I registrado no estado. O paciente é um homem de 39 anos, morador de Portugal, que apresentou os primeiros sintomas no fim de dezembro, já em território brasileiro. Ele procurou atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou o segundo caso de mpox do grupo I registrado no estado. O paciente é um homem de 39 anos, morador de Portugal, que apresentou os primeiros sintomas no fim de dezembro, já em território brasileiro. Ele procurou atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, onde permaneceu internado por um dia antes de receber alta e retornar ao país de origem.</p>
<p>Em nota oficial, a secretaria informou que, até o momento, não há registro de pessoas com sintomas entre os contatos identificados no local onde o paciente esteve hospedado, indicando que não houve evidência de transmissão secundária.</p>
<p>Este é o segundo registro da variante do grupo I em São Paulo. O primeiro ocorreu em 2025, envolvendo uma mulher de 29 anos, que apresentou boa evolução clínica e se recuperou completamente. As autoridades reforçam que a mpox do grupo I é considerada mais agressiva em comparação a outras variantes do vírus e pode ser letal em alguns casos, o que exige vigilância epidemiológica reforçada.</p>
<h3>O que é a mpox</h3>
<p>A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, pertence ao mesmo gênero da varíola humana, embora, na maioria dos casos, apresente menor taxa de letalidade. Trata-se de uma doença viral zoonótica, cuja transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato direto com pessoas infectadas, com materiais contaminados ou com animais silvestres portadores do vírus.</p>
<h3>Sintomas e orientação à população</h3>
<p>Os principais sinais e sintomas incluem erupções cutâneas ou lesões na pele, inchaço dos linfonodos (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e sensação de fraqueza.</p>
<p>A Secretaria de Saúde orienta que pessoas com sintomas compatíveis procurem imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica. Também é recomendada a redução do contato próximo com outras pessoas, como forma de prevenir a disseminação do vírus.</p>
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		<title>Casos de mpox no Brasil este ano já superam o total de 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/casos-de-mpox-no-brasil-este-ano-ja-superam-o-total-de-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 15:13:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mpox]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[De janeiro a agosto, o Brasil registrou 945 casos confirmados ou prováveis de mpox. O número supera o total de casos notificados ao longo de todo o ano passado, quando foram contabilizados 853 casos. Há ainda 264 casos suspeitos da doença. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde por meio de informe semanal. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>De janeiro a agosto, o Brasil registrou 945 casos confirmados ou prováveis de mpox. O número supera o total de casos notificados ao longo de todo o ano passado, quando foram contabilizados 853 casos. Há ainda 264 casos suspeitos da doença. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde por meio de informe semanal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o boletim, o Sudeste concentra a maior parte dos casos de mpox no país, 80,7% ou 763 do total. Os estados com maiores quantitativos de casos são São Paulo (487 ou 51,5%), Rio de Janeiro (216 ou 22,9%), Minas Gerais (52 ou 5,5%) e Bahia (39 ou 4,1%). Não houve registro de casos confirmados ou prováveis no Amapá, em Tocantins e no Piauí.</p>
<p>Dos municípios com maior número de casos confirmados e prováveis da doença estão São Paulo (343 ou 36,3%), Rio de Janeiro (160 ou 16,9%), Belo Horizonte (43 ou 4,6%), Salvador (28 ou 3%) e Brasília (20 ou 2,1%). Dentre os atuais 264 casos suspeitos de mpox no Brasil, o estado de São Paulo responde por 40,5%, com 107 casos.</p>
<p>O perfil de casos confirmados e prováveis no Brasil, segundo o informe, continua sendo majoritariamente composto por pessoas do sexo masculino (897 ou 94,9%) na faixa etária de 18 a 39 anos (679 ou 75,7%). Apenas um caso foi registrado na faixa etária até 4 anos. Até o momento, não foram registrados casos confirmados e prováveis em gestantes.</p>
<p>O ministério contabiliza ainda 69 hospitalizações por mpox (7,3% do total de casos), sendo 37 (3,9%) para manejo clínico e oito (0,8%) para isolamento, enquanto em 24 casos (2,5%) não foi descrito o motivo para a hospitalização. Além disso, cinco casos (0,5%) precisaram de internação em unidade de terapia intensiva (UTI).</p>
<p>De acordo com a pasta, não foram registrados óbitos por mpox no Brasil ao longo deste ano. Também não foram notificados no país casos da nova variante 1b. A cepa foi identificada pela primeira vez em setembro do ano passado na República Democrática do Congo, que enfrenta surtos da doença desde 2022.</p>
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		<title>OMS Anuncia necessidade de US$ 135 milhões para combate à epidemia de Mpox</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-anuncia-necessidade-de-us-135-milhoes-para-combate-a-epidemia-de-mpox/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 22:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[mpox]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, fez um apelo enfático por esforços globais coordenados para enfrentar a crescente epidemia de mpox. Em reunião com autoridades sanitárias de diversos países, Tedros destacou que a organização estima um custo de US$ 135 milhões nos próximos seis meses para implementar um plano de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, fez um apelo enfático por esforços globais coordenados para enfrentar a crescente epidemia de mpox. Em reunião com autoridades sanitárias de diversos países, Tedros destacou que a organização estima um custo de US$ 135 milhões nos próximos seis meses para implementar um plano de resposta eficaz, visando conter a disseminação da doença.</p>
<p>&#8220;Precisamos agir rapidamente e de forma conjunta&#8221;, afirmou Tedros durante a apresentação do Plano Estratégico Global de Preparação e Resposta à Mpox em Genebra. &#8220;A nova epidemia de mpox é controlável, mas isso requer uma ação coesa entre agências internacionais, parceiros da sociedade civil, pesquisadores, fabricantes e Estados-Membros.&#8221;</p>
<p><strong>Impacto Global e Ação Internacional</strong></p>
<p>A crise não se limita a questões financeiras. A Organização Internacional para as Migrações (OIM) solicitou US$ 18,5 bilhões para oferecer serviços de saúde essenciais a migrantes e populações deslocadas em regiões da África, onde o risco de surtos de mpox é elevado. Amy Pope, diretora-geral da OIM, ressaltou a vulnerabilidade dessas populações e a necessidade urgente de proteção.</p>
<p>“A propagação da mpox na África Oriental, Chifre da África e sul da África é particularmente alarmante para migrantes e comunidades frequentemente negligenciadas”, alertou Pope. A OIM, integrante do sistema da ONU, atua como a principal organização intergovernamental dedicada à promoção de uma migração segura e ordenada.</p>
<p><strong>Situação Atual e Medidas de Vigilância</strong></p>
<p>O cenário global da epidemia de mpox revela que pelo menos seis países africanos, incluindo República Democrática do Congo, Uganda e Quênia, já registraram casos da nova variante 1b. A situação também preocupa outros continentes: Suécia e Indonésia confirmaram casos em pacientes que estiveram recentemente em regiões africanas afetadas.</p>
<p>No Brasil, até o momento, não há registro da nova variante da mpox. Em 2024, o país confirmou 791 casos da variante 2b. A prioridade das autoridades brasileiras, segundo o Ministério da Saúde, é fortalecer a vigilância para assegurar respostas rápidas e eficazes diante de possíveis surtos.</p>
<p>Na Argentina, uma embarcação que partiu do Brasil foi colocada em quarentena após um tripulante apresentar sintomas compatíveis com a mpox. Após exames, foi confirmado que o caso se tratava de varicela, descartando, assim, a presença da nova variante da mpox no país.</p>
<p>Este artigo reescrito enfatiza a necessidade urgente de ações globais coordenadas e o impacto da epidemia em diferentes partes do mundo, ao mesmo tempo que apresenta detalhes sobre as medidas de vigilância e resposta implementadas pelos países.</p>
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		<title>Argentina descarta caso de Mpox em tripulante de navio que saiu do Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/argentina-descarta-caso-de-mpox-em-tripulante-de-navio-que-saiu-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 14:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde da Argentina descartou a suspeita de mpox em um tripulante de navio que havia saído do Brasil e estava em quarentena. Após exames laboratoriais, as autoridades sanitárias argentinas confirmaram que o tripulante estava com varicela, e não com mpox, como inicialmente suspeitado. O navio em questão passou pelo Porto de Santos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde da Argentina descartou a suspeita de mpox em um tripulante de navio que havia saído do Brasil e estava em quarentena. Após exames laboratoriais, as autoridades sanitárias argentinas confirmaram que o tripulante estava com varicela, e não com mpox, como inicialmente suspeitado.</p>
<p>O navio em questão passou pelo Porto de Santos, em São Paulo, no início de agosto, antes de seguir para a Argentina. No Brasil, a vigilância sanitária dos portos e aeroportos é responsabilidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme destacou o Ministério da Saúde brasileiro.</p>
<p>Em comunicado, o governo brasileiro assegurou que a variante 1b da mpox, que anteriormente levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma emergência de saúde pública de importância internacional, não está em circulação no Brasil. Em 2024, o país confirmou 791 casos de mpox, todos da variante 2b, que já é conhecida pelas autoridades de saúde.</p>
<p>O Ministério da Saúde também reforçou seu compromisso com a vigilância contínua da doença. Na última quinta-feira (15), a pasta instalou o Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE), que será responsável por coordenar as ações relacionadas à resposta a casos de mpox, garantindo rapidez e eficácia na gestão da doença.</p>
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		<title>Mpox: conheça sintomas e tire principais dúvidas sobre a doença</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mpox-conheca-sintomas-e-tire-principais-duvidas-sobre-a-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 02:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alerta global]]></category>
		<category><![CDATA[emergência em saúde pública]]></category>
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		<category><![CDATA[mpox]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou esta semana que o cenário de mpox no continente africano constitui emergência em saúde pública de importância internacional em razão do risco de disseminação global da doençae de uma potencial nova pandemia. Este é o mais alto nível de alerta da entidade. De acordo com a organização, surtos da doença [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou esta semana que o cenário de mpox no continente africano constitui emergência em saúde pública de importância internacional em razão do risco de disseminação global da doençae de uma potencial nova pandemia. Este é o mais alto nível de alerta da entidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a organização, surtos da doença vêm sendo reportados na República Democrática do Congo há mais de uma década e as infecções têm aumentado de forma sustentada ao longo dos últimos anos. Em 2024, os casos já superam o total registrado ao longo de todo o ano de 2023 e somam mais de 14 mil, além de 524 mortes.</p>
<p>Entre 2022 e 2023, a mpox já havia figurado como emergência global em meio à propagação do vírus em diversos países. O número de casos relatados à época atingiu seu pico em agosto de 2022 e começou a diminuir gradualmente até abril de 2023. Ainda assim, a OMS reforçou que a doença continuava a apresentar desafios à saúde pública.</p>
<p>Pouco mais de um ano após o fim do primeiro decreto, a mpox voltou a figurar como emergência global em saúde pública.</p>
<p><strong>Confira, a seguir, as principais perguntas e respostas sobre a doença (com base na OMS e na Organização Pan-Americana da Saúde):</strong></p>
<h2>O que é a mpox?</h2>
<p>Causada pelo vírus Monkeypox, a doença pode se espalhar entre pessoas e, ocasionalmente, do ambiente para pessoas, através de objetos e superfícies que foram tocados por um paciente infectado. Em regiões onde o vírus está presente entre animais selvagens, a doença também pode ser transmitida para humanos que tenham contato com os animais infectados.</p>
<h2>Quais são os sintomas da doença?</h2>
<p>A mpox pode causar uma série de sinais e sintomas. Embora algumas pessoas apresentem sintomas menos graves, outras podem desenvolver quadros mais sérios e necessitar de atendimento em unidades de saúde.</p>
<figure id="attachment_78922" aria-describedby="caption-attachment-78922" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-78922" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Paciente-com-lesoes-na-pele-provocadas-mpox-na-Republica-Democratica-do-Congo-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C302&#038;ssl=1" alt="Paciente Com Lesões Na Pele Provocadas Mpox, Na República Democrática Do Congo - Expresso Carioca" width="463" height="302" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Paciente-com-lesoes-na-pele-provocadas-mpox-na-Republica-Democratica-do-Congo-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Paciente-com-lesoes-na-pele-provocadas-mpox-na-Republica-Democratica-do-Congo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Paciente-com-lesoes-na-pele-provocadas-mpox-na-Republica-Democratica-do-Congo-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-78922" class="wp-caption-text">Paciente com lesões na pele provocadas mpox, na República Democrática do Congo &#8211; Foto: CDC/BRIAN W.J. MAHY</figcaption></figure>
<p>O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode começar com ou ser seguido de febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.</p>
<p>As lesões também podem ser encontradas na boca, na garganta, no ânus, no reto, na vagina ou nos olhos. O número de feridas pode variar de uma a milhares. Algumas pessoas desenvolvem ainda inflamação no reto, que pode causar dor intensa, além de inflamação dos órgãos genitais, provocando dificuldade para urinar.</p>
<h2>Como é a transmissão?</h2>
<p>O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele. Durante o surto global de 2022/2023, a infecção se espalhou sobretudo por via sexual.</p>
<p>Pessoas com mpox são consideradas infecciosas até que todas as lesões tenham formado crostas e essas crostas caiam, formando uma nova camada de pele. A doença também pode ser transmitida enquanto as lesões nos olhos e no restante do corpo (boca, garganta, olhos, vagina e ânus) não cicatrizarem, o que geralmente leva de duas a quatro semanas.</p>
<p>É possível que o vírus persista por algum tempo em vestimentas, roupas de cama, toalhas, objetos, eletrônicos e superfícies que tenham sido tocadas por uma pessoa infectada. Outra pessoa que toque nesses objetos pode adquirir o vírus se tiver cortes ou escoriações ou mesmo ao tocar olhos, nariz, boca e outras membranas mucosas sem antes lavar as mãos.</p>
<p>A mpox pode ser transmitida durante a gravidez, da gestante para o feto, e durante ou após o parto, através do contato pele a pele.</p>
<p>Não está claro se as pessoas que não apresentam sintomas podem propagar a doença.</p>
<p>O vírus também pode ser transmitido para humanos quando a pessoa entra em contato com um animal infectado, incluindo algumas espécies de macacos e roedores terrestres (como esquilos). O contato, nestes casos, pode acontecer por meio de mordidas e arranhões ou durante atividades como caça e preparo do alimento. O vírus pode ser contraído ainda através da ingestão de animais infectados, caso a carne não esteja bem cozida.</p>
<h2>Quem pode contrair mpox?</h2>
<p>Qualquer pessoa que tenha contato físico próximo com alguém que apresente sintomas de mpox ou com um animal infectado corre risco de infecção. É provável que as pessoas vacinadas contra a varíola humana tenham certa proteção contra a mpox. Entretanto, é pouco provável que jovens tenham sido vacinados contra a varíola humana, já que a distribuição das doses foi praticamente interrompida em todo o mundo por ser a primeira doença humana erradicada, ainda em 1980. Mesmo vacinados contra a varíola humana, devem adotar medidas de proteção.</p>
<p>Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm risco de apresentar sintomas mais graves e de morte por mpox. Profissionais de saúde também apresentam risco elevado devido à maior exposição ao vírus.</p>
<p>O risco de infecção por mpox não se limita a pessoas sexualmente ativas, gays, bissexuais e homens que fazem sexo com homens (HSH).</p>
<p>Qualquer pessoa que tenha contato próximo com alguém que apresente sintomas está em risco e qualquer pessoa com múltiplos parceiros sexuais também está em risco.</p>
<h2>Mpox pode matar?</h2>
<p>Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas, mas, em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e mesmo a morte. Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm maior risco de sintomas mais graves e de morte pela infecção.</p>
<p>Quadros graves causados pela mpox podem incluir lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. As complicações se manifestam ainda por meio de infecção bacteriana grave causada pelas lesões de pele, encefalite, miocardite ou pneumonia, além de problemas oculares.</p>
<p>Pacientes com mpox grave podem precisar de internação, cuidados intensivos e medicamentos antivirais para reduzir a gravidade das lesões e encurtar o tempo de recuperação. Dados disponíveis mostram que entre 0,1% e 10% das pessoas infectadas pelo vírus morreram, sendo que as taxas de mortalidade podem divergir por conta de fatores como acesso a cuidados em saúde e imunossupressão subjacente.</p>
<h2>Como reduzir o risco de contrair mpox?</h2>
<p>Você pode reduzir o risco de infecção limitando o contato com pessoas que estão sob suspeita de mpox ou que foram diagnosticadas com a doença:</p>
<p>&#8211; Quando se aproximar de alguém infectado, a pessoa doente deve utilizar máscara (comum ou cirúrgica), sobretudo se tiver lesões na boca ou se estiver tossindo. Você também deve usar máscara.</p>
<p>&#8211; Evite o contato pele a pele sempre que possível e use luvas descartáveis se precisar ter contato direto com as lesões.</p>
<p>&#8211; Use máscara ao manusear vestimentas ou roupas de cama do doente, caso a pessoa infectada não possa fazê-lo sozinha.</p>
<p>&#8211; Lave regularmente as mãos com água e sabão ou utilize álcool em gel, especialmente após o contato com uma pessoa infectada.</p>
<p>&#8211; Roupas, lençóis, toalhas, talheres e pratos dos infectados devem ser lavados com água morna e detergente.</p>
<p>&#8211; Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descarte os resíduos contaminados (como curativos) de forma adequada.</p>
<p>&#8211; Em países onde há animais portadores do vírus Mpox, evite contato desprotegido com animais selvagens, sobretudo se estiverem doentes ou mortos (incluindo contato com carne e sangue do animal).</p>
<p>&#8211; Alimentos com partes de animais devem ser bem cozidos antes de serem consumidos.</p>
<h2>Existe tratamento para mpox?</h2>
<p>Os sintomas da doença, muitas vezes, desaparecem por conta própria, sem a necessidade de tratamento. É importante cuidar da pele que apresenta erupções, deixando-as secar ou, se possível, cobrindo-as com um curativo úmido para proteger a área.</p>
<p>Evite tocar em qualquer ferida na boca ou nos olhos. Pode-se utilizar enxaguantes bucais e colírios, desde que se evitem produtos com cortisona.</p>
<p>O profissional de saúde pode recomendar o uso de imunoglobulina vaccinia (VIG) para casos graves. Um antiviral desenvolvido para tratar a varíola humana, o tecovirimat, comercializado como TPOXX, também foi aprovado para o tratamento da mpox.</p>
<h2>Tem vacina contra a mpox?</h2>
<p>Anos de estudo levaram ao desenvolvimento de doses atualizadas e mais seguras para a varíola humana. Três delas (MVA-BN, LC16 e OrthopoxVac) também foram aprovadas para a prevenção da mpox. De acordo com a OMS, apenas pessoas que estão em risco (como alguém que teve contato próximo com um paciente) ou que integram algum grupo de alto risco para exposição ao vírus devem ser consideradas para a vacinação.</p>
<p>A imunização em massa contra a mpox, neste momento, não é recomendada.</p>
<p>Para a maioria das pessoas em risco, as vacinas disponíveis oferecem proteção contra a infecção e quadros graves. Depois de receber a dose, entretanto, a orientação é continuar a tomar os devidos cuidados para evitar contrair e espalhar o vírus, já que a imunidade somente se instala algumas semanas após a vacinação.</p>
<p>A OMS alerta que, desde que a varíola humana foi erradicada, em 1980, a maioria das doses contra a doença e que também combatem a mpox não está amplamente disponível e não há certeza de quando haverá estoque para o público prioritário. Em alguns países, as vacinas podem estar disponíveis em quantidades limitadas e para uso conforme orientações nacionais.</p>
<p>O Ministério da Saúde do Brasil informou que negocia a aquisição emergencial de 25 mil doses de vacina contra a mpox.</p>
<p>Alguns estudos demostraram que pessoas vacinadas contra a varíola humana no passado podem ter alguma proteção contra a mpox. Elas podem precisar, entretanto, de uma dose de reforço.</p>
<h2>Crianças e adolescentes podem contrair a doença?</h2>
<p>Crianças podem pegar mpox se tiverem contato com alguém que apresente sintomas. Elas podem ser expostas ao vírus em casa, por pais, cuidadores ou outros membros da família, através de contato próximo.</p>
<p>Crianças geralmente são mais propensas a apresentar sintomas graves que adolescentes e adultos.</p>
<p>O vírus pode ser transmitido ao feto ou a um recém-nascido durante o nascimento ou por contato físico precoce.</p>
<p>A erupção cutânea, num primeiro momento, pode se assemelhar a outras doenças infantis comuns, como varicela ou catapora, e outras infecções virais. Se uma criança ou adolescente de quem você cuida apresentar sintomas que possam sugerir mpox, procure orientação de um profissional de saúde.</p>
<p>Por correrem maior risco que adultos, crianças diagnosticadas com mpox devem ser monitoradas de perto até que se recuperem, caso necessitem de cuidados adicionais. Pediatras podem aconselhar que a criança seja cuidada em uma unidade de saúde. Nessa situação, um dos pais ou um responsável saudável e com baixo risco para mpox deve acompanhar a criança.</p>
<h2>Quais os riscos da mpox durante a gravidez?</h2>
<p>Contrair mpox durante a gravidez pode ser perigoso para o feto ou recém-nascido e pode levar à perda gestacional, além de complicações para a mãe. Se estiver grávida, evite contato próximo com alguém infectado. Se você acha que foi exposta ou apresenta sintomas que podem ser mpox, entre em contato com seu obstetra.</p>
<p>Se você confirmou ou se suspeita de infecção por mpox e está amamentando, converse com seu médico para obter orientação. O profissional vai avaliar o risco de transmissão do vírus e a possibilidade de suspender o aleitamento materno. Se for definido que é possível continuar amamentando e ter contato próximo, é preciso adotar medidas como encobrir as lesões. O risco de infecção por mpox terá de ser cuidadosamente equilibrado com os potenciais danos causados ​​pela interrupção da amamentação e do contato próximo entre pais e filhos.</p>
<p>Ainda não se sabe se o vírus pode ser transmitido pelo leite materno.</p>
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<figure id="attachment_78923" aria-describedby="caption-attachment-78923" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-78923" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Tubos-de-testes-positivos-da-mpox-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Tubos De Testes Positivos Da Mpox - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Tubos-de-testes-positivos-da-mpox-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Tubos-de-testes-positivos-da-mpox-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Tubos-de-testes-positivos-da-mpox-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/15-Tubos-de-testes-positivos-da-mpox-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-78923" class="wp-caption-text">Tubos de testes positivos da mpox &#8211; Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Proibida reprodução</figcaption></figure>
<h2>Já tive a doença no passado. Posso ter a infecção novamente?</h2>
<p>A compreensão acerca de quanto tempo dura a imunidade após uma infecção por mpox, atualmente, é limitada. Portanto, não se sabe se uma infecção anterior confere imunidade contra infecções futuras e, em caso afirmativo, por quanto tempo.</p>
<p>Já há casos de segundas infecções pelo vírus relatados. Mesmo que você já tenha tido mpox no passado, deve fazer tudo o que for possível para evitar ser infectado novamente.</p>
<p>Se você já teve mpox e alguém da sua família foi diagnosticado agora, você pode proteger outras pessoas sendo o cuidador designado, já que é mais provável que você tenha alguma imunidade em relação aos demais que nunca foram infectados. No entanto, você ainda deve tomar todas as precauções para evitar ser reinfectado.</p>
<h2>Em quais partes do mundo, existe risco de ter a doença?</h2>
<p>Os casos de mpox na República Democrática do Congo (RDC) estão em ascensão há mais de dois anos. Autoridades sanitárias do país declararam epidemia da doença em dezembro de 2022. Em 2023, o número de infecções triplicou, chegando a 14,6 mil notificações e 654 mortes. Já em 2024, a situação piorou – entre janeiro e meados de julho, mais de 12,3 mil casos suspeitos foram relatados e 23 províncias foram afetadas.</p>
<p>No fim de junho, a OMS alertou para uma variante mais perigosa da mpox. A taxa de letalidade pela nova variante 1b na África Central chega a ser de mais de 10% entre crianças pequenas, enquanto a variante 2b, que causou a epidemia global de mpox em 2022, registrou taxa de letalidade de menos de 1%.</p>
<p>Apenas em julho, cerca de 90 casos de infecção pela variante 1b foram reportados em países vizinhos à RDC e que nunca haviam registrado casos de mpox até então: Burundi, Quênia, Ruanda e Uganda.</p>
<h2>Mpox é uma infecção sexualmente transmissível?</h2>
<p>A doença pode se propagar de uma pessoa para outra através de contato físico próximo, incluindo a relação sexual.</p>
<p>As erupções cutâneas se manifestam, inclusive, em órgãos genitais e na boca, o que contribui para a transmissão da mpox pelo ato sexual.</p>
<p>O contato boca com pele também pode levar à infecção, se houver lesões cutâneas ou bucais. Além disso, as erupções cutâneas causadas pelo vírus podem se assemelhar a algumas infecções sexualmente transmissíveis, como herpes e sífilis.</p>
<p>Como o vírus pode ser transmitido de pessoa para pessoa, gays, bissexuais e HSH podem correr maior risco de exposição se tiverem relações sexuais ou outra forma de contato próximo com alguém infectado.</p>
<h2>Quem tem maior risco de casos graves da doença?</h2>
<p>Evidências sugerem que pessoas imunossuprimidas correm maior risco de desenvolver mpox grave ou morrer. Os sintomas do quadro grave da infecção incluem lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. Os dados mostram sintomas mais sérios em pessoas gravemente imunossuprimidas.</p>
<p>Pessoas com HIV em estágio avançado (com apresentação tardia de sintomas, contagem baixa de CD4 e carga viral elevada) têm risco aumentado de morte se desenvolverem quadros graves de mpox.</p>
<p>Pessoas que vivem com HIV e que alcançaram a supressão viral através do tratamento antiretroviral não parecem correr maior risco a quadros graves que a população em geral.</p>
<p>Pessoas com HIV não tratado podem estar imunocomprometidas e, portanto, podem correr maior risco de ter quadro grave. A a orientação da OMS é que os países integrem a prevenção e os cuidados relacionados ao HIV à mpox.</p>
<p>Pessoas sexualmente ativas e que não conhecem sua condição sorológica são aconselhadas pela OMS a fazer o teste para HIV.</p>
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		<title>Ministério da Saúde convoca reunião para atualizar medidas contra a Mpox</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-convoca-reuniao-para-atualizar-medidas-contra-a-mpox/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 22:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[mpox]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde do Brasil convocou uma reunião para esta terça-feira (13) com o objetivo de discutir e atualizar as diretrizes relacionadas à mpox, em resposta ao aumento de casos no país e à identificação de uma nova variante do vírus em circulação na África. Em 2024, o Brasil registrou 709 casos de mpox [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde do Brasil convocou uma reunião para esta terça-feira (13) com o objetivo de discutir e atualizar as diretrizes relacionadas à mpox, em resposta ao aumento de casos no país e à identificação de uma nova variante do vírus em circulação na África.</p>
<p>Em 2024, o Brasil registrou 709 casos de mpox e 16 óbitos, o mais recente em abril do ano passado. Embora o Ministério da Saúde tenha afirmado que o risco atual para o Brasil é baixo, a vigilância e as atualizações no plano de contingência são consideradas necessárias para garantir uma resposta eficiente à situação.</p>
<h4><strong>Situação Global e Reação da OMS</strong></h4>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou um comitê de emergência para avaliar o surto da doença na África, especialmente após a detecção de casos fora da República Democrática do Congo. A nova variante está associada à transmissão de pessoa para pessoa, o que aumenta o risco de disseminação internacional.</p>
<h4><strong>Vacinação e Uso Emergencial</strong></h4>
<p>A OMS solicitou que fabricantes de vacinas contra a mpox submetam pedidos de análise para uso emergencial, com o objetivo de acelerar a disponibilidade das doses, especialmente em países de baixa renda. Duas vacinas já estão em uso e são recomendadas pelo Grupo Consultivo Estratégico de Peritos em Imunização da OMS.</p>
<h4><strong>Sobre a Mpox</strong></h4>
<p>A mpox é uma doença zoonótica que pode ser transmitida de animais para humanos, bem como entre humanos. Os sintomas incluem erupções cutâneas, linfonodos inchados, febre e dores no corpo. O tratamento é de suporte e visa controlar os sintomas e evitar complicações graves. A taxa de mortalidade varia conforme a cepa, sendo mais alta na África Central.</p>
<p>Em maio de 2023, a OMS declarou que a mpox não configurava mais emergência em saúde pública de importância internacional, mas ressaltou a importância de continuar monitorando e respondendo aos desafios da doença.</p>
<p>O Ministério da Saúde do Brasil permanece vigilante, em colaboração com a OMS e outras instituições, para garantir a proteção da saúde pública frente à mpox.</p>
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		<title>Vacinação de pessoas com baixa imunidade contra varicela começa em São Paulo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacinacao-de-pessoas-com-baixa-imunidade-contra-varicela-comeca-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 15:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[baixa imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[mpox]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de São Paulo deu início à vacinação contra mpox destinada a pessoas com HIV ou Aids que apresentam quadro de baixa imunidade. As doses estão disponíveis para maiores de 18 anos e serão administradas em duas etapas, com intervalo de quatro semanas entre cada aplicação. Além disso, também estão aptas a se vacinar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de São Paulo deu início à vacinação contra mpox destinada a pessoas com HIV ou Aids que apresentam quadro de baixa imunidade. As doses estão disponíveis para maiores de 18 anos e serão administradas em duas etapas, com intervalo de quatro semanas entre cada aplicação.</p>
<p>Além disso, também estão aptas a se vacinar pessoas de 18 a 49 anos que trabalham diretamente com Orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 3.</p>
<p>Os serviços de Atenção Especializada (SAE), que fazem parte da Rede Municipal Especializada em Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)/Aids, são responsáveis por administrar a vacinação. Para saber onde se vacinar, basta consultar a lista de endereços disponível na página da Secretaria Municipal de Saúde.</p>
<p>A mpox, também conhecida como varíola dos macacos, é caracterizada pelo surgimento de erupções cutâneas em diversas formas, como lesões, bolhas e crostas, podendo afetar todo o corpo, incluindo rosto, palmas das mãos e órgãos genitais. A transmissão ocorre principalmente através do contato direto com essas lesões.</p>
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		<title>Rio de Janeiro passa de 1,3 mil casos confirmados de mpox</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-de-janeiro-passa-de-13-mil-casos-confirmados-de-mpox/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 15:11:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[mpox]]></category>
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		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado do Rio de Janeiro chegou a 1.330 casos confirmados de varíola dos macacos, ou mpox, nome recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Outros 3.163 casos suspeitos foram descartados e ainda há 321 em investigação, além de 149 apontados como prováveis, cujos testes foram inconclusivos ou o material não chegou a ser coletado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O estado do Rio de Janeiro chegou a 1.330 casos confirmados de varíola dos macacos, ou mpox, nome recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Outros 3.163 casos suspeitos foram descartados e ainda há 321 em investigação, além de 149 apontados como prováveis, cujos testes foram inconclusivos ou o material não chegou a ser coletado, mas os sintomas são compatíveis com a doença.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os <a href="https://datastudio.google.com/u/0/reporting/bd212168-2f5b-49f3-b4e1-8529ffbc570a/page/p_55jso4e1wc" target="_blank" rel="noopener">dados constam no painel</a> do Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (CIEVS), da Secretaria de Estado de Saúde (SES). A região metropolitana 1 (capital e baixada fluminense) concentra 84,36% dos casos, com um total de 1.122. Já a região metropolitana 2 (Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí) tem 10,53%, ou 140 casos.</p>
<h2>Histórico e sintomas</h2>
<p>Os dois primeiros registros de mpox no Rio de Janeiro ocorreram na semana epidemiológica 24, de 11 a 17 de junho de 2022, e tiveram um aumento acentuado, chegando ao pico de 150 casos na semana 31, entre 30 de julho e 5 de agosto. Desde setembro os registros vêm caindo significativamente, com menos de 50 casos por semana, e nas duas últimas semanas do ano foram registrados dois casos em cada.</p>
<p>Os sintomas mais comuns entre os casos confirmados são: lesões espalhadas pela pele (em 1.123 pacientes); febre de início súbito (757 pacientes); lesão genital (570 pessoas); adenomegalia ou linfonodos, conhecidos como ínguas (542 registros); cefaléia ou dor de cabeça (505 pessoas); e astenia ou fraqueza (379 pacientes).</p>
<p>Entre os casos que tiveram a confirmação da forma de transmissão, 35,41% ocorreu por contato sexual. Outros 2,71% tiveram comprovadamente contato com casos de mpox.</p>
<p>Em novembro, a OMS recomendou que seja adotado mundialmente o nome de mpox para a doença, para evitar conotações racistas relatadas por diversos grupos. O atual nome foi criado após o vírus ser descoberto em macacos, em 1970.</p>
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