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	<title>Mortes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Mortes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Corpo da última vítima é retirado após quase 30 horas de buscas em desabamento de lar de idosos em Belo Horizonte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Desabamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Após cerca de 30 horas de trabalho contínuo, equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais localizaram e retiraram, na manhã desta sexta-feira (6), o corpo da última vítima do desabamento de um prédio que abrigava um lar de idosos em Belo Horizonte. Com a conclusão da operação de busca, o número total de mortos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após cerca de 30 horas de trabalho contínuo, equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais localizaram e retiraram, na manhã desta sexta-feira (6), o corpo da última vítima do desabamento de um prédio que abrigava um lar de idosos em Belo Horizonte. Com a conclusão da operação de busca, o número total de mortos na tragédia chegou a 12.</p>
<p>O imóvel, situado no bairro Jardim Vitória, na região Nordeste da capital mineira, desabou durante a madrugada de quinta-feira (5). No momento do colapso, cerca de 29 pessoas estavam no edifício. Parte delas conseguiu deixar o local por conta própria ou com auxílio de vizinhos, enquanto outras foram resgatadas com vida pelas equipes de emergência.</p>
<p>Entre os sobreviventes retirados dos escombros estavam idosos, cuidadores e até uma criança de dois anos, que foi encaminhada para atendimento médico após o resgate. Os feridos foram levados para unidades de saúde da capital, incluindo o Hospital Odilon Behrens.</p>
<p>A operação mobilizou dezenas de bombeiros, além de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), policiais militares e cães farejadores especializados em busca e salvamento. As equipes trabalharam de forma ininterrupta desde as primeiras horas após o desabamento, utilizando equipamentos de escuta e técnicas específicas para localizar possíveis sobreviventes sob os destroços.</p>
<p>O edifício tinha vários pavimentos e abrigava diferentes atividades além da casa de repouso, como residências e outros estabelecimentos comerciais. As circunstâncias que levaram ao colapso da estrutura ainda não foram confirmadas.</p>
<p>Com o encerramento das buscas, autoridades iniciaram os procedimentos para investigação das causas do desabamento. A Polícia Civil e órgãos técnicos devem analisar as condições estruturais do prédio e eventuais fatores que possam ter contribuído para a tragédia.</p>
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		<title>São Paulo confirma primeira morte por Chikungunya</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sao-paulo-confirma-primeira-morte-por-chikungunya/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 19:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado de São Paulo registrou sua primeira morte por Chikungunya, com o óbito de um homem de 60 anos na cidade de Tupã, a 435 km da capital. A vítima, que tinha diabetes, começou a apresentar sintomas da doença – como febre alta e dores articulares – no dia 1º de janeiro, foi internada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo registrou sua primeira morte por Chikungunya, com o óbito de um homem de 60 anos na cidade de Tupã, a 435 km da capital. A vítima, que tinha diabetes, começou a apresentar sintomas da doença – como febre alta e dores articulares – no dia 1º de janeiro, foi internada dois dias depois e faleceu no dia 11 do mesmo mês.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Saúde de Tupã, a cidade já contabiliza 1.283 casos prováveis da doença, sendo 613 confirmados e 670 em investigação. Em todo o estado, são 3.523 casos prováveis, com 1.064 confirmações e 2.549 em análise. Além do óbito confirmado, outros quatro casos estão sendo investigados.</p>
<p>A Chikungunya é uma doença viral transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito responsável pela transmissão da dengue e do zika vírus.</p>
<h3><strong>Dengue: criança de 11 anos morre em São Paulo</strong></h3>
<p>Além da Chikungunya, o avanço da dengue preocupa autoridades de saúde. Nesta segunda-feira (12), a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo confirmou a morte de uma menina de 11 anos, moradora da região de Hermelino Matarazzo, na zona leste da capital.</p>
<p>A cidade já contabiliza 2.851 casos de dengue, e, diante do aumento das infecções, a prefeitura intensificou a busca ativa para aplicação da segunda dose da vacina contra a doença.</p>
<h3><strong>Cenário nacional da dengue e Chikungunya</strong></h3>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil já registrou:</p>
<ul>
<li><strong>Dengue:</strong> 269.919 casos prováveis, com <strong>85 mortes confirmadas</strong> e <strong>303 óbitos em investigação</strong>.</li>
<li><strong>Chikungunya:</strong> 19.605 casos prováveis, com <strong>11 mortes confirmadas</strong> e <strong>12 em investigação</strong>.</li>
</ul>
<p>As autoridades de saúde reforçam a importância da eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, além da vacinação contra a dengue, para conter o avanço das arboviroses no país.</p>
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		<title>Avião de pequeno porte cai em São Paulo e deixa duas vítimas fatais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/aviao-de-pequeno-porte-cai-em-sao-paulo-e-deixa-duas-vitimas-fatais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 19:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Avião]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avião de pequeno porte caiu na manhã desta quarta-feira (7) na Avenida Marquês de São Vicente, localizada na região da Barra Funda, zona oeste da capital paulista. O acidente resultou na morte de duas pessoas e deixou outras duas feridas, conforme informado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). De acordo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um avião de pequeno porte caiu na manhã desta quarta-feira (7) na Avenida Marquês de São Vicente, localizada na região da Barra Funda, zona oeste da capital paulista. O acidente resultou na morte de duas pessoas e deixou outras duas feridas, conforme informado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP).</p>
<p>De acordo com o Corpo de Bombeiros, a aeronave caiu por volta das 7h20 e atingiu um ônibus que transitava na via. O avião, identificado como um bimotor King Air de prefixo PS-FEM, havia decolado do Aeroporto Campo de Marte minutos antes do acidente. Segundo a assessoria do aeroporto, a torre de controle perdeu contato com a aeronave às 7h16.</p>
<p><strong>Investigação das causas</strong></p>
<p>A Força Aérea Brasileira (FAB) designou investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV), órgão vinculado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), para apurar as causas da tragédia e evitar novos incidentes semelhantes.</p>
<p>Por meio das redes sociais, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, destacou que as equipes estão mobilizadas na ocorrência, com o Corpo de Bombeiros controlando as chamas e o apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica.</p>
<p>O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, lamentou o acidente e afirmou que a administração municipal está disponibilizando toda a infraestrutura necessária para o atendimento das vítimas. &#8220;Equipes da Defesa Civil, do Samu, agentes de trânsito e profissionais do setor de transportes estão no local prestando assistência&#8221;, declarou em nota oficial.</p>
<p><strong>Impacto no transporte público</strong></p>
<p>A SPTrans, empresa responsável pela gestão do transporte por ônibus em São Paulo, informou que o coletivo atingido pelo avião operava na linha 8500/10, que liga o Terminal Pirituba ao Metrô Barra Funda. O veículo pertence à concessionária Santa Brígida. Devido ao bloqueio da área onde ocorreu o acidente, dez linhas de ônibus precisaram ser desviadas.</p>
<p>A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) recomendou que motoristas evitem circular pela região, uma vez que o fluxo de veículos está comprometido.</p>
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		<title>Doença desconhecida provoca 143 mortes no Congo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/doenca-desconhecida-provoca-143-mortes-no-congo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doença desconhecida]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma misteriosa doença, ainda sem identificação, causou 143 mortes na província de Kwango, localizada no sudoeste da República Democrática do Congo, durante o mês de novembro. Autoridades locais confirmaram à agência Reuters que os infectados apresentam sintomas similares aos da gripe, como febre alta e intensas dores de cabeça. Segundo Remy Saki, vice-governador de Kwango, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma misteriosa doença, ainda sem identificação, causou 143 mortes na província de Kwango, localizada no sudoeste da República Democrática do Congo, durante o mês de novembro. Autoridades locais confirmaram à agência Reuters que os infectados apresentam sintomas similares aos da gripe, como febre alta e intensas dores de cabeça.</p>
<p>Segundo Remy Saki, vice-governador de Kwango, e Apollinaire Yumba, ministro da Saúde, uma equipe médica foi enviada à região de Panzi para coletar amostras e conduzir análises laboratoriais com o objetivo de identificar a doença.</p>
<p>A situação é alarmante devido à crescente disseminação da doença. Cephorien Manzanza, líder da sociedade civil local, destacou as dificuldades enfrentadas pela comunidade: &#8220;Panzi é uma área rural com sérios problemas no fornecimento de medicamentos. Muitas pessoas doentes estão morrendo em suas próprias casas por falta de tratamento adequado.&#8221;</p>
<p>Mulheres e crianças figuram entre os mais afetados pelo surto, conforme relatado por um epidemiologista da região.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) foi alertada sobre o surto na semana passada. De acordo com um porta-voz da instituição, a OMS está colaborando com o Ministério da Saúde Pública do Congo para aprofundar as investigações e identificar a origem do problema.</p>
<p>A ausência de infraestrutura de saúde adequada na zona afetada, aliada à rápida propagação da doença, amplia as preocupações das autoridades locais e internacionais, que intensificam esforços para conter o avanço e oferecer suporte emergencial à população.</p>
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		<title>Tragédia em Alagoas: Luto coletivo marca Serra da Barriga</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tragedia-em-alagoas-luto-coletivo-marca-serra-da-barriga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 14:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O município de União dos Palmares, em Alagoas, enfrenta um doloroso luto coletivo após o trágico acidente de ônibus na Serra da Barriga, que resultou na morte de 18 pessoas. O veículo transportava passageiros que visitariam o platô da serra, um local de grande relevância histórica e espiritual, sobretudo para as religiões de matriz africana. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de União dos Palmares, em Alagoas, enfrenta um doloroso luto coletivo após o trágico acidente de ônibus na Serra da Barriga, que resultou na morte de 18 pessoas. O veículo transportava passageiros que visitariam o platô da serra, um local de grande relevância histórica e espiritual, sobretudo para as religiões de matriz africana. Outras 30 pessoas ficaram feridas na tragédia que abala a cidade, reconhecida como berço do Quilombo dos Palmares.</p>
<p>A líder religiosa Mãe Neide Oyá D’Oxum, de 62 anos, que vive há mais de quatro décadas na região, expressou o impacto da tragédia. “Estamos vivendo um luto coletivo em um solo sagrado onde as pessoas vão reverenciar nossos ancestrais. Entendo que foi uma fatalidade. Esse projeto de visita à serra tem dado muita visibilidade ao Quilombo dos Palmares e pertencimento às pessoas que lutam pela causa negra”, declarou.</p>
<p>O acidente ocorreu durante uma atividade promovida pela prefeitura, intitulada “Pôr do Sol na Serra”, que oferece transporte gratuito para visitas ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares. No entanto, a segurança do veículo está sob investigação pela Polícia Civil.</p>
<h3><strong>Impacto no Mês da Consciência Negra</strong></h3>
<p>A tragédia ganha ainda mais significado por ocorrer em novembro, mês dedicado à celebração da Consciência Negra. “Esse 20 de novembro foi, pela primeira vez, um feriado nacional. Todo o estado de Alagoas está de luto”, afirmou o professor Clébio Correia, da Universidade Federal de Alagoas.</p>
<p>A coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros, também lamentou o acidente, destacando preocupações com a estrada que, mesmo asfaltada desde 2019, apresenta desafios. “Uma vez, o carro em que estávamos rodopiou na pista, quando era estrada de barro. Esse é o caminho diário de estudantes que descem para a escola”, alertou.</p>
<h3><strong>Esforços de Resgate e Solidariedade</strong></h3>
<p>O resgate mobilizou bombeiros e moradores locais, que enfrentaram condições difíceis para ajudar as vítimas. A jornalista Rayane Silva, de 27 anos, foi uma das primeiras a chegar ao local, levando água e auxiliando nos primeiros socorros. “Estava tudo muito caótico. A população foi fundamental para ajudar os bombeiros”, relatou.</p>
<p>O terreno acidentado da serra tornou o resgate ainda mais desafiador. “Era muita pedra e estava bem escorregadio. As pessoas estavam sendo retiradas na mão e colocadas em macas com a ajuda da população. Geralmente, seis ou sete pessoas carregavam vítima por vítima”, explicou Rayane, que também presenciou cenas emocionantes, como o reconhecimento do corpo de uma vítima por seu irmão.</p>
<p>Segundo relatos, o guia turístico do grupo conseguiu sair do veículo segundos antes de ele despencar. “Quando o ônibus estava subindo a serra, todos escutaram um barulho como de uma mangueira estourando. O motorista parou e pediu para o pessoal descer. Esse rapaz foi o primeiro e único a sair”, contou a jornalista.</p>
<h3><strong>Patrimônio e Memória</strong></h3>
<p>A Serra da Barriga é um patrimônio cultural brasileiro tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O local foi sede do Quilombo dos Palmares no século 18, simbolizando a resistência negra no Brasil. Para a comunidade afrodescendente, a serra é um espaço sagrado, onde rituais e manifestações culturais se mantêm vivos.</p>
<p>O movimento negro lamentou o ocorrido, destacando o simbolismo da tragédia em um mês tão representativo. “Lamentamos ainda mais que essa tragédia marque o Mês da Consciência Negra com extrema tristeza e dor, num território de tanta importância histórica”, declarou o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô.</p>
<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, também prestou solidariedade: “Em um mês tão importante para todo o país, da Consciência Negra, sobretudo para a região do Quilombo dos Palmares, essa tragédia nos entristece ainda mais profundamente.”</p>
<p>Este episódio reforça a necessidade de medidas rigorosas para garantir a segurança de iniciativas que envolvem locais de tamanha relevância histórica e cultural, preservando vidas e a memória de um dos maiores símbolos de resistência do Brasil.</p>
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		<title>InfoGripe alerta para aumento de casos de rinovírus no Norte e Nordeste</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/infogripe-alerta-para-aumento-de-casos-de-rinovirus-no-norte-e-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 23:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Infogripe]]></category>
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		<category><![CDATA[Síndrome Respiratória Aguda Grave]]></category>
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					<description><![CDATA[O Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, destaca o rinovírus como principal responsável por casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças e adolescentes de até 14 anos, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Entre os idosos, a Covid-19 continua sendo a principal causa de hospitalizações relacionadas à SRAG. Tendências nacionais Apesar do alerta, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, destaca o rinovírus como principal responsável por casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças e adolescentes de até 14 anos, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Entre os idosos, a Covid-19 continua sendo a principal causa de hospitalizações relacionadas à SRAG.</p>
<h3><strong>Tendências nacionais</strong></h3>
<p>Apesar do alerta, a pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, ressalta que a maioria dos estados apresenta redução ou estabilidade nos casos de SRAG. “Há uma desaceleração nos novos casos em nível nacional e em grande parte dos estados”, afirmou.</p>
<h3><strong>Cenário no Rio de Janeiro</strong></h3>
<p>No estado do Rio de Janeiro, o aumento de casos de SRAG ocorre em quase todas as faixas etárias. Entre crianças e adolescentes, o rinovírus é o principal responsável, enquanto a Covid-19 lidera entre os idosos. Porém, segundo o boletim, já há sinais de desaceleração, exceto na faixa etária de 50 a 64 anos.</p>
<h3><strong>Números de 2024</strong></h3>
<p>Até agora, foram registrados 158.788 casos e 9.726 óbitos por SRAG em todo o Brasil, reforçando a necessidade de vigilância epidemiológica e medidas preventivas, especialmente em grupos mais vulneráveis.</p>
<h3><strong>Prevenção e cuidados</strong></h3>
<p>Especialistas recomendam manter cuidados básicos, como higiene frequente das mãos, uso de máscaras em locais de maior aglomeração e atenção a sintomas respiratórios, especialmente em crianças e idosos, que são os mais afetados.</p>
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		<title>ONU alerta para recorde de violência contra trabalhadores humanitários em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-alerta-para-recorde-de-violencia-contra-trabalhadores-humanitarios-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 15:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalhadores humanitários]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas (ONU) expressou grave preocupação com o aumento da violência contra trabalhadores humanitários, relatando que 280 deles foram mortos em 2023, um recorde histórico. O impacto dos conflitos, especialmente a guerra em Gaza, contribuiu significativamente para esse número alarmante, que ainda pode ser superado até o final do ano. Joyce Msuya, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) expressou grave preocupação com o aumento da violência contra trabalhadores humanitários, relatando que 280 deles foram mortos em 2023, um recorde histórico. O impacto dos conflitos, especialmente a guerra em Gaza, contribuiu significativamente para esse número alarmante, que ainda pode ser superado até o final do ano.</p>
<p>Joyce Msuya, chefe interina do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), condenou essa escalada de violência e a falta de responsabilização dos agressores, ressaltando o perigo que isso representa para as operações humanitárias globais. &#8220;A normalização da violência contra esses profissionais é inaceitável e extremamente perigosa&#8221;, afirmou em comunicado divulgado no Dia Mundial da Ajuda Humanitária.</p>
<p>Em 2023, o número de mortes de trabalhadores humanitários aumentou 137% em comparação com 2022, de acordo com o banco de dados Aid Worker Security Database. O conflito em Gaza foi o mais letal, responsável por mais da metade das mortes. Outros países com altos índices de fatalidades incluem Sudão do Sul, Sudão, Israel, Síria, Etiópia e Ucrânia.</p>
<p>Apesar de 2023 já ser considerado o ano mais mortífero para a comunidade humanitária, a ONU alerta que 2024 pode ter números ainda mais trágicos. Até 9 de agosto de 2024, 176 trabalhadores humanitários já haviam perdido suas vidas, com a maioria das mortes ocorrendo nos territórios palestinos.</p>
<p>No contexto desse aumento de violência, líderes de várias organizações humanitárias enviaram uma carta aos Estados-membros da ONU, pedindo o fim dos ataques contra civis e a proteção dos trabalhadores humanitários. A campanha #ActforHumanity foi lançada nas redes sociais para mobilizar o público em apoio a essa causa.</p>
<p>O Dia Mundial da Ajuda Humanitária, celebrado em 19 de agosto, marca o aniversário do ataque à sede da ONU em Bagdá, Iraque, em 2003, que resultou na morte de 22 pessoas, incluindo o brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Embora o número de mortes tenha aumentado, o número de sequestros de trabalhadores humanitários diminuiu em 2023, com 91 casos registrados, o menor número nos últimos cinco anos.</p>
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		<title>STF Sugere meta anual para redução da letalidade policial no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-sugere-meta-anual-para-reducao-da-letalidade-policial-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Operações Policiais]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nota técnica elaborada por servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) sugeriu a fixação de uma meta anual para a redução da letalidade policial no Rio de Janeiro. O documento foi anexado à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, e será avaliado pelo ministro Edson Fachin, relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nota técnica elaborada por servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) sugeriu a fixação de uma meta anual para a redução da letalidade policial no Rio de Janeiro. O documento foi anexado à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, e será avaliado pelo ministro Edson Fachin, relator do caso.</p>
<p>Na terça-feira (2), após um encontro com a cúpula da segurança pública do Rio, o ministro Fachin informou que o processo deve ser liberado para julgamento definitivo no segundo semestre deste ano. Caberá ao presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, agendar o julgamento no plenário do tribunal.</p>
<p>O parecer foi solicitado por Fachin e elaborado pelo Núcleo de Processos Estruturais e Complexos (Nupec) e pelo Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol). Esses grupos de trabalho auxiliam os ministros com estudos sobre causas de alta complexidade que são julgadas pela Corte.</p>
<p>Além da fixação da meta, a nota técnica sugere que a decisão final do Supremo torne obrigatório o acompanhamento psicológico para policiais envolvidos em mortes durante operações. Outras recomendações incluem a criação de um protocolo para a realização de operações em regiões próximas a escolas e unidades de saúde, o treinamento de policiais para atendimento médico à população e a criação de normas para garantir a participação dos familiares de vítimas na investigação.</p>
<p>As sugestões foram estabelecidas após reuniões realizadas entre dezembro do ano passado e junho deste ano, envolvendo todas as partes envolvidas no processo, como a Secretaria de Segurança Pública do Rio, o Ministério Público, as polícias Civil e Militar, incluindo o Batalhão de Operações Especiais (Bope).</p>
<p>Ontem (3), após receber a nota técnica, Fachin determinou que todos os envolvidos apresentem manifestações finais sobre o caso.</p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Com a ADPF, a Corte obrigou o uso de câmeras corporais nas fardas dos policiais e nas viaturas, além da determinação de aviso antecipado das operações para autoridades das áreas de saúde e educação, a fim de proteger escolas e unidades de saúde de tiroteios entre policiais e criminosos.</p>
<p>Segundo a nota técnica elaborada pelo Supremo, as decisões tomadas a partir de 2020 contribuíram para a diminuição da letalidade, conforme dados do Ministério Público do Rio. Em 2020, 1,2 mil pessoas morreram durante intervenções policiais. No ano passado, o número caiu para 871. Nos primeiros quatro meses de 2024, foram registrados 205 óbitos.</p>
<p>No caso das câmeras, 100% do efetivo do Bope já utiliza o equipamento. Mais 13 mil câmeras estão à disposição da Polícia Militar do Rio.</p>
<p><strong>Sugestões do Grupo de Estudos do STF</strong></p>
<ul>
<li>Meta anual de redução da letalidade policial;</li>
<li>Avaliação psicológica de todos os policiais envolvidos em mortes;</li>
<li>Protocolo para operações próximas a escolas e unidades de saúde;</li>
<li>Criação de indicadores para avaliar atendimento pré-hospitalar pelos policiais;</li>
<li>Participação de familiares das vítimas na investigação criminal;</li>
<li>Garantia de autonomia técnica e funcional à polícia científica;</li>
<li>Implementação de obrigações para controle da atividade policial;</li>
<li>Divulgação de dados sobre mortes por intervenção policial no estado;</li>
<li>Criação de comissão para monitorar as medidas determinadas pelo STF.</li>
</ul>
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		<title>Número de mortos por enchentes no Rio Grande do Sul atinge 179</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 15:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
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					<description><![CDATA[As enchentes no Rio Grande do Sul continuam a causar devastação, com a Defesa Civil do estado confirmando que o número de mortos aumentou para 179. Ainda há 34 pessoas desaparecidas, conforme o último relatório divulgado. As chuvas afetaram diretamente 478 municípios e impactaram a vida de 2,3 milhões de moradores. Ações de Prevenção e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As enchentes no Rio Grande do Sul continuam a causar devastação, com a Defesa Civil do estado confirmando que o número de mortos aumentou para 179. Ainda há 34 pessoas desaparecidas, conforme o último relatório divulgado. As chuvas afetaram diretamente 478 municípios e impactaram a vida de 2,3 milhões de moradores.</p>
<p><strong>Ações de Prevenção e Alerta</strong></p>
<p>Para aumentar a segurança e a preparação da população, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul está incentivando o cadastro para alertas meteorológicos. Os cidadãos podem se inscrever enviando o Código de Endereçamento Postal (CEP) de sua localidade por SMS para o número 40199. Após o envio, uma mensagem de confirmação será recebida e o número passará a receber atualizações sobre alertas meteorológicos.</p>
<p>Outra forma de cadastro é via WhatsApp. Os interessados devem enviar uma mensagem para o número (61) 2034-4611 e iniciar a interação com o robô de atendimento digitando &#8220;Oi&#8221;. A partir daí, é possível compartilhar a localização atual ou outra de interesse para receber notificações da Defesa Civil estadual.</p>
<p><strong>Esforços de Resgate e Solidariedade</strong></p>
<p>Equipes de resgate estão mobilizadas para encontrar os desaparecidos e prestar assistência às comunidades afetadas. A prioridade é garantir que os moradores recebam abrigo, alimentos e suporte médico necessários. A resposta da sociedade civil e de organizações humanitárias tem sido crucial, com diversas campanhas de doação e voluntariado em andamento para ajudar as vítimas.</p>
<p>A tragédia no Rio Grande do Sul ressalta a importância de sistemas de alerta eficientes e de medidas preventivas eficazes. A Defesa Civil continua a trabalhar para proteger a população e minimizar os impactos dos eventos climáticos extremos.</p>
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		<title>Mortes no Rio Grande do Sul aumentam para 151</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 16:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul decorrentes das fortes chuvas que caem no estado desde o fim de abril subiu para 151, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil do estado nesta quinta-feira (16). O governo orienta os atingidos a verificarem se os nomes de pessoas com o óbito confirmado constam na [&#8230;]]]></description>
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<p>O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul decorrentes das fortes chuvas que caem no estado desde o fim de abril subiu para 151, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil do estado nesta quinta-feira (16).</p>
<p>O governo orienta os atingidos a verificarem se os nomes de pessoas com o óbito confirmado constam na lista de 104 desaparecidos disponível no site do órgão. Caso conste da lista, a pessoa deve procurar uma delegacia da Polícia Civil para regularizar os dados, com a retirada do nome da lista de desaparecidos.</p>
<p>As enchentes deixaram 806 feridos.</p>
<p>As enchentes, que até o momento deixaram 806 feridos, afetam 458 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul. O número de pessoas atingidas também tem aumentado. Ao menos 20,95% da população do estado foi afetada de alguma forma pelas consequências dos temporais. São mais de 2,28 milhões de pessoas dos 10,88 milhões de habitantes do estado.</p>
<p>Até o momento, 76.620 pessoas e 11.932 animais silvestres e domésticos foram resgatados. Na manhã desta quinta-feira, o número de pessoas ainda fora de casa pelas cheias ultrapassou os 615,3 mil, sendo 77.199 pessoas vivendo em um dos mais de 830 abrigos no estado e mais 538,1 mil desabrigados.</p>
</div>
</div>
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