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	<title>Moradores &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Uma década após o desastre de Mariana, a lama ainda não secou</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uma-decada-apos-o-desastre-de-mariana-a-lama-ainda-nao-secou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 14:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Dez anos se passaram desde o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), e, para muitos atingidos, o tempo não foi suficiente para curar as feridas abertas em 5 de novembro de 2015. A tragédia, provocada pela mineradora Samarco — controlada pela Vale e pela BHP Billiton —, despejou cerca de 40 milhões de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dez anos se passaram desde o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), e, para muitos atingidos, o tempo não foi suficiente para curar as feridas abertas em 5 de novembro de 2015. A tragédia, provocada pela mineradora Samarco — controlada pela Vale e pela BHP Billiton —, despejou cerca de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério sobre distritos inteiros, matou 19 pessoas, desalojou mais de 600 famílias e contaminou toda a bacia do Rio Doce até o Espírito Santo.</p>
<p>Entre os sobreviventes está Mônica Santos, 30 anos na época. Moradora do distrito de Bento Rodrigues, ela saiu para trabalhar logo cedo e só reencontraria sua casa 24 horas depois — destruída, soterrada sob a lama. “É como se estivesse tudo acontecendo agora”, recorda. Hoje, desempregada, Mônica vive no reassentamento de Novo Bento Rodrigues, entregue pela Samarco, mas que ainda apresenta problemas estruturais. “Não dá para dizer que foi entregue 100%. Ainda tem casa sendo construída e morador sem projeto aprovado”, lamenta.</p>
<figure id="attachment_86615" aria-describedby="caption-attachment-86615" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-86615" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Mariana-MG-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Mariana (MG) Distrito De Bento Rodrigues, Em Mariana (MG), Atingido Pelo Rompimento De Duas Barragens De Rejeitos Da Mineradora Samarco - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Mariana-MG-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Mariana-MG-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Mariana-MG-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Mariana-MG-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-86615" class="wp-caption-text">Mariana (MG) &#8211; Distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), atingido pelo rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco (Antonio Cruz/Agência Brasil) &#8211; Antonio Cruz/ Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Ela perdeu amigos, bens e parte da esperança. Mas não desistiu da luta. “Enquanto eu tiver força, vou lutar para que as pessoas sejam de fato indenizadas e restituídas. Não há justiça enquanto nossas casas não estiverem em nossos nomes”, afirma.</p>
<h3>A lama que ainda cobre vidas</h3>
<p>O rompimento da barragem deixou marcas que ultrapassam o território. A lama destruiu comunidades como Paracatu de Baixo, Pedras, Águas Claras e Campinas, além de provocar danos irreversíveis ao meio ambiente e aos modos de vida tradicionais da região.</p>
<p>Para o promotor de Justiça Guilherme de Sá Meneguin, do Ministério Público de Minas Gerais, o desastre afetou três milhões de pessoas entre Minas Gerais e Espírito Santo. “Mais do que um crime ambiental, foi uma grave violação dos direitos humanos que se perpetua ao longo do tempo”, afirmou.</p>
<figure id="attachment_86614" aria-describedby="caption-attachment-86614" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-86614" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C476&#038;ssl=1" alt="Distrito De Bento Rodrigues, Em Mariana (MG), Atingido Pelo Rompimento De Duas Barragens De Rejeitos Da Mineradora Samarco - Expresso Carioca" width="754" height="476" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Distrito-de-Bento-Rodrigues-em-Mariana-MG-atingido-pelo-rompimento-de-duas-barragens-de-rejeitos-da-mineradora-Samarco-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C473&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-86614" class="wp-caption-text">Distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG), atingido pelo rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco &#8211; Foto Antonio Cruz/ Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O agricultor Francisco de Paula Felipe, um dos desabrigados, conseguiu se mudar recentemente para o novo assentamento. “Não foi fácil viver esses dez anos. Agora quero só saúde para terminar de criar minhas duas filhas e ver elas tomarem o rumo da vida”, diz, com voz cansada, mas esperançosa.</p>
<h3>Justiça em ritmo lento</h3>
<p>Mesmo após uma década, o sentimento é de impunidade. As ações criminais seguem sem julgamento definitivo. Para Márcio Zonta, do Movimento pela Soberania Popular na Mineração, o desastre de Mariana expõe o caráter antidemocrático da mineração brasileira. “As decisões são tomadas sem ouvir as populações afetadas. São projetos que desconsideram completamente a vida das pessoas”, afirma.</p>
<p>Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), o Brasil possui 916 barragens, das quais 74 apresentam alto risco de colapso e 91 estão em situação de alerta — muitas delas em Minas Gerais, o estado mais minerado do país. “Os casos de Mariana e Brumadinho mostram o colapso do sistema sul de mineração da Vale”, alerta Zonta.</p>
<figure id="attachment_86613" aria-describedby="caption-attachment-86613" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-86613" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Barragem-da-mineradora-Samarco-se-rompeu-no-distrito-de-Bento-Rodrigues-zona-rural-a-23-quilometros-de-Mariana-em-Minas-Gerais-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C566&#038;ssl=1" alt="Barragem Da Mineradora Samarco Se Rompeu No Distrito De Bento Rodrigues, Zona Rural A 23 Quilômetros De Mariana, Em Minas Gerais - Expresso Carioca" width="754" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Barragem-da-mineradora-Samarco-se-rompeu-no-distrito-de-Bento-Rodrigues-zona-rural-a-23-quilometros-de-Mariana-em-Minas-Gerais-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Barragem-da-mineradora-Samarco-se-rompeu-no-distrito-de-Bento-Rodrigues-zona-rural-a-23-quilometros-de-Mariana-em-Minas-Gerais-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Barragem-da-mineradora-Samarco-se-rompeu-no-distrito-de-Bento-Rodrigues-zona-rural-a-23-quilometros-de-Mariana-em-Minas-Gerais-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Barragem-da-mineradora-Samarco-se-rompeu-no-distrito-de-Bento-Rodrigues-zona-rural-a-23-quilometros-de-Mariana-em-Minas-Gerais-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-86613" class="wp-caption-text">Barragem da mineradora Samarco se rompeu no distrito de Bento Rodrigues, zona rural a 23 quilômetros de Mariana, em Minas Gerais &#8211; Foto Corpo de Bombeiros/MG &#8211; Divulgação</figcaption></figure>
<h3>Bilhões e desconfiança</h3>
<p>A Samarco afirma ter destinado R$ 68,4 bilhões em ações de reparação e compensação desde 2015, incluindo R$ 32,1 bilhões pagos em 735 mil acordos de indenização individual. A empresa sustenta que esses valores “transformaram a realidade econômica da bacia do Rio Doce, gerando empregos e fortalecendo o comércio local”.</p>
<p>Mas, para os moradores, o discurso empresarial contrasta com a realidade. “Eles falam em bilhões, mas a gente continua esperando justiça. O dinheiro não reconstrói o que a lama levou”, diz Mônica.</p>
<h3>A ferida que o tempo não apaga</h3>
<p>O programa “Caminhos da Reportagem”, da TV Brasil, exibiu nesta semana o especial <em>“Lágrimas de ferro”</em>, que retrata a luta dos atingidos por justiça e reparação. O título resume bem o que se vê em Mariana: lágrimas que não secaram e feridas que o tempo não cicatrizou.</p>
<p>Dez anos depois, o cenário é de reconstrução incompleta, promessas descumpridas e uma pergunta que ainda ecoa entre os escombros: quem vai pagar por tudo isso?</p>
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		<title>Israel pede que os residentes de Rafah se dirijam a áreas humanitárias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/israel-pede-que-os-residentes-de-rafah-se-dirijam-a-areas-humanitarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 13:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Moradores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rafah]]></category>
		<category><![CDATA[Retirada]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército israelense emitiu um comunicado nesta segunda-feira (6), solicitando aos habitantes de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, que se desloquem para áreas humanitárias. Segundo o comunicado, o exército está incentivando os moradores da parte oriental de Rafah a se dirigirem para áreas humanitárias ampliadas. A ONU estima que aproximadamente 1,2 milhão de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O exército israelense emitiu um comunicado nesta segunda-feira (6), solicitando aos habitantes de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, que se desloquem para áreas humanitárias.</p>
<p>Segundo o comunicado, o exército está incentivando os moradores da parte oriental de Rafah a se dirigirem para áreas humanitárias ampliadas.</p>
<p>A ONU estima que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas, a maioria deslocada pelos conflitos, resida em Rafah, região que Israel tem mencionado há meses como alvo de uma possível operação militar em larga escala.</p>
<p>O exército israelense afirmou que a operação para retirar os habitantes da parte oriental da cidade de Rafah é temporária e de alcance limitado.</p>
<p>Um porta-voz do exército declarou: &#8220;Estamos realizando uma operação de escala limitada para retirar temporariamente os residentes da parte oriental de Rafah&#8221;.</p>
<p>Em 7 de outubro, um ataque do Hamas no sul de Israel resultou em cerca de 1.200 mortes, a maioria civis. O movimento islâmico também fez mais de 250 reféns, dos quais 128 continuam em cativeiro em Gaza, com 35 relatos de mortes, segundo informações de Israel.</p>
<p>Em resposta, Israel prometeu erradicar o Hamas e lançou uma ampla ofensiva na Faixa de Gaza, resultando em mais de 34.600 mortes, principalmente civis, de acordo com o Ministério da Saúde do movimento islâmico palestino.</p>
<p>O Hamas é reconhecido como uma organização terrorista por diversos países, incluindo Israel, Estados Unidos e União Europeia.</p>
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		<title>Favelas brasileiras: 76% dos moradores têm ou querem ter um negócio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/favelas-brasileiras-76-dos-moradores-tem-ou-querem-ter-um-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2022 15:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Data Favela]]></category>
		<category><![CDATA[Expo Favela]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Moradores]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[A maior parte dos 17,1 milhões de moradores de favela no Brasil tem, tinha ou quer ter um negócio. Isso é o que apontou uma pesquisa do Data Favela que foi divulgada na manhã de hoje (15) na primeira edição da Expo Favela, evento de empreendedorismo que acontece até domingo (17) no WTC, em São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A maior parte dos 17,1 milhões de moradores de favela no Brasil tem, tinha ou quer ter um negócio. Isso é o que apontou uma pesquisa do Data Favela que foi divulgada na manhã de hoje (15) na primeira edição da Expo Favela, evento de empreendedorismo que acontece até domingo (17) no WTC, em São Paulo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A pesquisa demonstrou que 76% dos moradores de favela se enquadram nessa característica e 50% deles se consideram empreendedores. Quatro em cada dez moradores de comunidades (41%) têm um negócio próprio. “Isso mostra uma oportunidade gigantesca”, disse Renato Meirelles, fundador do Data Favela, em entrevista. “A favela, historicamente, foi estigmatizada pelo asfalto e pela falta de políticas públicas. Mas o que vimos é que, em vez de lamentar, os moradores das favelas estão empreendendo, estão chamando para si a responsabilidade de suas vidas”, acrescentou.</p>
<p>Mas ter um empreendimento não é fácil para quem vive em uma comunidade. Um problema apresentado pela pesquisa, por exemplo, é que apenas 37% dos empreendedores com negócio próprio tem CNPJ. “O Estado não está na favela. Para você conseguir um CNPJ, você tem que sair da favela. Você tem que enfrentar, por maior que tenha sido o modelo do Simples, uma série de dificuldades com documentos. Quando você abre um negócio, a primeira coisa que você encontra não é uma oportunidade de crédito. A primeira coisa que você encontra é um fiscal na sua porta”, disse Meirelles.</p>
<p>A principal dificuldade relatada por quem pretende abrir um negócio em uma comunidade ainda é a falta de investimento. “A pesquisa deixou claro que falta financiamento, falta grana, falta crédito. Os bancos hoje não oferecem crédito de acordo com a necessidade da favela. Também falta conhecimento de conseguir expandir o seu negócio através da tecnologia, por mais que hoje nove em cada dez moradores da favela tenham acesso à internet”, falou Meirelles.</p>
<p>“Uma coisa é você querer ter o negócio, outra coisa é você ter o negócio e outra é saber gerir o seu negócio. O que achamos é que a favela precisa de uma escola de negócios”, disse Celso Athayde, fundador da Central Única das Favelas (Cufa), CEO da Favela Holding e idealizador da Expo Favela. “O que falta na prática é conhecimento. Minha mãe morreu sendo empreendedora sem saber que era empreendedora. Nem essa linguagem de empreendedor a gente usa na favela. A gente fala que a gente se vira, que a gente dá o nosso pulo, faz o nosso corre. Falamos por códigos. E agora a gente precisa também falar não só o favelês, mas o asfaltês: e para isso precisamos mudar essa narrativa e desenvolver novas formas de expressão para sermos reconhecidos pelo asfalto e a favela passar desse momento para um outro momento”, acrescentou.</p>
<p>De acordo com o pesquisador e fundador do Data Favela, as comunidades brasileiras oferecem muitas oportunidades de negócios, principalmente no setor de economia criativa. “Você tem um potencial grande na economia criativa, que são os <em>designers</em>, são as agências de comunicação, são os influenciadores digitais que dentro da favela começam a vender para o mundo. Você tem aquele cara que faz boné ou camiseta, que durante a pandemia começou a vender para fora da favela. Tem aquelas doceiras que se cadastraram no <em>Ifood</em>, e que conseguiram transformar o seu pequeno negócio, num negocio que fazia <em>buffet</em> para fora da favela”, citou.</p>
<h2>Expo Favela</h2>
<p>Para atrair investidores para esses negócios que surgem nas favelas brasileiras, Celso Athayde criou a Expo Favela. “Sempre sou convidado pelo asfalto para poder ir para o evento dele. Mas agora estou convidando o asfalto para vir no nosso evento. Aqui é um momento em que não estamos fazendo um evento de favela para favela. Mas fazendo um evento pela favela, mas com a participação também do asfalto”, disse ele.</p>
<p>Participando da Expo Favela como expositora, a artesã e mobilizadora social Marisa Rufino, 48 anos, viu uma grande oportunidade na feira. Representando um grupo de 20 pessoas, ela saiu de Araxá (MG) para apresentar as bonitas toalhas e outros produtos que ela e seu grupo confeccionam.</p>
<p>“Saímos de Araxá com o intuito de conhecimento, de conhecer pequenos negócios como o nosso. Estou representando mais de 20 pessoas nesse momento. E essa experiência que vou levar será de grande importância para cada uma delas mexer no seu produto”, disse ela, em entrevista à reportagem. “É a primeira feira que a gente participa. Temos um produto bom, que precisa ser melhor visto. Esse resgate do artesanato, do feito à mão, tem que vir em alta também. E acho que a feira dá esse impulsionamento para nós, como empreendedoras. Meu pequeno serviço pode se tornar grande a partir do momento em que trabalho com a comunidade”, falou.</p>
<p>Já Valcineide Santana, 37 anos, moradora da comunidade quilombola Fazenda Cangula, de Alagoinhas, no interior da Bahia, veio à Expo Favela para apresentar o projeto Farmácia Verde. “Atualmente temos 10 mulheres incluídas nesse projeto. O objetivo é resgatar a cultura do povo negro. Quando surgiu, em 2017, houve o objetivo de resgatar a cultura com o uso das plantas medicinais. Hoje produzimos sabonetes medicinais, que tem fim terapêutico”, explicou ela.</p>
<p>“Nosso maior objetivo [ao participar do evento] é mostrar que lá no interior da Bahia, numa comunidade quilombola, tem um grupo de mulheres que trabalha com as plantas, que usa o recurso natural dentro da comunidade para criar um produto que beneficia várias pessoas. Queremos mostrar o nosso potencial e conseguir investidores para outros objetivos que queremos, como a construção do nosso laboratório”, disse ela.</p>
<p>O laboratório, explicou Valcineide, é a maior necessidade da comunidade nesse momento. Ele serviria para o trabalho com uma linha de medicamentos naturais. “Mas hoje não estamos comercializando esse produto porque sabemos que tem toda essa burocracia brasileira, principalmente com o pequeno negócio. E hoje precisamos de um laboratório e um químico ou farmacêutico para assinar esses medicamentos para que então possamos comercializá-los”, disse.</p>
<p>Além do artesanato e dos sabonetes medicinais, muitos outros produtos estão sendo apresentados na feira da Expo Favela, evento que teve início hoje (15) e segue até domingo. O evento promove também <em>shows</em>, palestras, exposições e rodadas de negócios. Mais informações podem ser obtidas no <a href="https://expofavela.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em></a>.</p>
</div>
</div>
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		<title>Petrópolis: um mês após tragédia, atingidos ainda buscam onde morar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petropolis-um-mes-apos-tragedia-atingidos-ainda-buscam-onde-morar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 19:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao completar um mês da tragédia que tirou a vida de 233 pessoas e deixou quatro desaparecidos em Petrópolis, alguns problemas seguem sem solução. O maior deles é onde acomodar as centenas de pessoas que perderam suas casas ou tiveram que sair do imóvel, com risco de desabamento, após a enxurrada que abalou o município [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao completar um mês da tragédia que tirou a vida de 233 pessoas e deixou quatro desaparecidos em Petrópolis, alguns problemas seguem sem solução. O maior deles é onde acomodar as centenas de pessoas que perderam suas casas ou tiveram que sair do imóvel, com risco de desabamento, após a enxurrada que abalou o município na tarde de 15 de fevereiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o último balanço da prefeitura, são 685 pessoas em abrigos, a maioria em igrejas e escolas. Outras estão provisoriamente em casas de parentes. A maioria espera a concessão do aluguel social para conseguir novo lugar para morar, mas o processo está muito lento.</p>
<p>Entre esses casos, está o de Marta dos Santos Ribeiro, que precisou sair de casa, no Morro da Oficina, e hoje está alojada na casa da irmã, depois de morar um mês em uma igreja. Ela e o marido Edison Alves da Silva conversaram com a reportagem no alto do morro, entre os escombros do que restou das residências, onde tinham ido buscar alguns pertences.</p>
<figure id="attachment_46885" aria-describedby="caption-attachment-46885" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-46885" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Petrópolis Um Mês Após Tragédia, Atingidos Ainda Buscam Onde Morar - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46885" class="wp-caption-text">Morador do Morro da Oficina, em Petrópolis, o casal Edson Alves da Silva e Marta dos Sanrtos Ribeiro tiveram a casa parcialmente destruída na enchente ocorrida há um mês &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“A gente estava na igreja até quinta-feira passada, só que tivemos de sair. Nós ainda não achamos casa, mas já fizemos o cadastro. As que nós encontramos, não aceitam o aluguel social. Já procuramos mais de 20 casas. O futuro é de muita luta, mas temos fé”, disse ela, que está afastada pela Previdência, porque se recupera de um câncer.</p>
<p>Outros se deparam com a falta de reconhecimento oficial, por parte da Defesa Civil do município, de que seus imóveis estão em área de risco, o que garante o acesso ao aluguel social. É o caso de Camila Lírio, que se preocupa com seus vizinhos, a maioria moradora ao lado do Morro da Oficina, em área que também corre risco de futuros desabamentos.</p>
<p>“Estou morando em casa de amigos, mas é provisório. Muita gente ainda não quer sair, porque alega que não há risco. Isso é mais uma tragédia anunciada. O que aconteceu do lado de cá pode acontecer do lado de lá. Tem que oficializar a interdição. Ali tem umas 150 pessoas. Estou correndo atrás do aluguel social. Para conseguir uma casa, tem que pegar os dados e levar para a prefeitura, que fará o pagamento na conta do proprietário. Mas ninguém quer locar, com a incerteza do pagamento”, relatou Camila.</p>
<p>Para o padre José Celestino Coelho, da Paróquia Santo Antônio, do Alto da Serra, o problema não é simples e demanda maior planejamento do poder público, para que novas tragédias não aconteçam. Ele viu tudo bem a sua frente, pois a igreja fica a pouco mais de 100 metros do Morro da Oficina. E foi para lá que acorreram centenas de pessoas na primeira noite, em busca de abrigo.</p>
<p>“Aqui chegou a ter 280 pessoas, agora tem 24, que não estão conseguindo ir para o aluguel social. O ensinamento que ficou é que temos de ter mais planejamento e fiscalização. Se continuar do jeito que está, é uma tragédia que vai ficar esquecida e depois virão outras. Infelizmente”, refletiu o padre.</p>
<h2>Desaparecido</h2>
<p>Enquanto o problema para uns é buscar nova moradia, o drama de outros é localizar um parente que continua desaparecido. É o caso de Adauto Vieira da Silva. Ele tenta, sem sucesso, desde o dia da tragédia, encontrar o corpo do filho, Lucas Rufino da Silva.</p>
<p>Além dele, Adauto perdeu no deslizamento do Morro da Oficina a esposa e uma filha, que já foram sepultadas. Porém, o corpo de Lucas, de 21 anos, continua desaparecido. O pai diz que, logo após o temporal, amigos chegaram a reconhecer, no meio da lama, o que seria o corpo do jovem. Porém, depois que foi levado para o Instituto Médico Legal, o reconhecimento foi de outra pessoa, o que causa indignação.</p>
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<figure id="attachment_46886" aria-describedby="caption-attachment-46886" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-46886" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-O-morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Adalto-Vieira-da-Silva-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Petrópolis Um Mês Após Tragédia, Atingidos Ainda Buscam Onde Morar - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-O-morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Adalto-Vieira-da-Silva-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-O-morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Adalto-Vieira-da-Silva-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-O-morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Adalto-Vieira-da-Silva-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46886" class="wp-caption-text">O morador do Morro da Oficina, em Petrópolis, Adalto Vieira da Silva perdeu dois filhos e a esposa na enchente ocorrida há um mês &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>“Eu enterrei a minha esposa e minha filha. E o meu filho? Se ponham no meu lugar. Tentar tirar o direito de enterrar o meu filho. Ele estava com 21 anos. Já passou um mês, mas para mim parece que foi ontem. Até quando vou ter que esperar? Eu só vou ame quietar quando eles solucionarem onde está o meu filho”, disse ele, próximo ao local onde dois tratores tentavam remover toneladas de terra, na esperança de localizar o corpo de Lucas.</p>
<h2>Comércio</h2>
<p>A poucos quilômetros dali, o centro de Petrópolis busca retomar a força de seu comércio, severamente afetado pela inundação. Dezenas de lojas foram invadidas pela água e lama, ficando semanas fechadas, para limpeza e reforma das instalações. Na Rua do Imperador, uma das principais da área central, o que se via na tarde dessa segunda-feira (14) era o oposto dos dias que se seguiram à tragédia.</p>
<figure id="attachment_46884" aria-describedby="caption-attachment-46884" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-46884" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Comerciantes-da-Rua-do-Imperador-na-regiao-central-de-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Petrópolis Um Mês Após Tragédia, Atingidos Ainda Buscam Onde Morar - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Comerciantes-da-Rua-do-Imperador-na-regiao-central-de-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Comerciantes-da-Rua-do-Imperador-na-regiao-central-de-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Comerciantes-da-Rua-do-Imperador-na-regiao-central-de-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46884" class="wp-caption-text">Comerciantes da Rua do Imperador, na região central de Petrópolis, retomam atividades dez dias após as chuvas. &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>Em vez de lojas fechadas, cobertas por grossa camada de lama, a região voltou a atrair milhares de pessoas. Além dos próprios moradores, centenas de turistas voltam aos poucos a frequentar o comércio local, especialmente conhecido pelas confecções de bom preço e qualidade, muito buscadas por clientes e revendedores.</p>
<p>Um caso que se tornou emblemático foi o da Livraria Nobel, que perdeu quase 15 mil livros em seu estoque, no subsolo da loja, inundado pela chuva em questão de minutos, sem dar tempo aos funcionários fazerem nada, além de salvarem suas próprias vidas.</p>
<p>“Conseguimos reabrir a loja. E para isso tivemos muito carinho da população. Foi muito rápido. Quando entrou pela porta da frente, o meu filho já saiu dali com água na cintura. O prejuízo é grande. Não perdemos só os livros, foram cinco computadores, móveis, divisórias. Agora, quando começa a chover, fica todo mundo tenso e traumatizado”, contou a proprietária, Sandra Madeira, que nem por isso pensou em desistir. Afinal, Petrópolis só tem duas livrarias: a Nobel e a Vozes.</p>
<h2>Prefeitura</h2>
<p>Procurada para se manifestar sobre os problemas na concessão dos aluguéis sociais, a prefeitura de Petrópolis respondeu que o último balanço, de 10 de março, inclui 170 aluguéis sociais. &#8220;Importante dizer que a prefeitura fez todos os esforços para agilizar a concessão de aluguéis sociais. Um grupo de trabalho, que envolve todas as secretarias, atua na ponta, auxiliando as famílias na busca por moradia segura. O município também liberou a exigência do laudo da Defesa Civil pelo período de 60 dias, justamente para acelerar o processo&#8221;, escreveu a prefeitura em nota.</p>
<p>Até o momento, foram 1.778 laudos concluídos e 3.012 estão em andamento. No total, a Defesa Civil tem 5.802 ocorrências registradas.</p>
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