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	<title>ministros &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>ministros &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula confirma Alckmin como vice e inicia reorganização do governo para eleições de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou oficialmente que Geraldo Alckmin permanecerá como candidato a vice-presidente na chapa governista para as eleições de 2026. A confirmação ocorreu durante reunião ministerial realizada nesta terça-feira (31), no Palácio do Planalto, que também serviu como despedida para integrantes do governo que deixarão seus cargos para disputar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou oficialmente que Geraldo Alckmin permanecerá como candidato a vice-presidente na chapa governista para as eleições de 2026. A confirmação ocorreu durante reunião ministerial realizada nesta terça-feira (31), no Palácio do Planalto, que também serviu como despedida para integrantes do governo que deixarão seus cargos para disputar o pleito.</p>
<p>O encontro marcou o início de uma reorganização na equipe ministerial. Segundo o presidente, ao menos 18 dos 37 ministros devem se afastar das funções para concorrer a cargos eletivos, respeitando o prazo legal de desincompatibilização, que se encerra no início de abril.</p>
<p>Entre os que deixam o governo está o próprio Alckmin, que acumula a vice-presidência com o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A legislação eleitoral permite que presidente e vice disputem a reeleição sem necessidade de renúncia, mas exige afastamento para aqueles que pretendem concorrer a outros cargos.</p>
<p>Durante a reunião, Lula também fez críticas ao cenário político atual, apontando uma crescente distorção no funcionamento do sistema eleitoral. O presidente afirmou que o alto custo das campanhas compromete a qualidade da representação e defendeu a necessidade de mudanças para recuperar a credibilidade da política no país.</p>
<p>Além das definições eleitorais, o chefe do Executivo indicou que não pretende realizar uma ampla reforma ministerial para substituir os titulares que sairão. A estratégia será manter a estrutura atual, com secretários-executivos e integrantes das equipes assumindo interinamente as pastas, garantindo continuidade administrativa até o fim do mandato.</p>
<p>A decisão de manter Geraldo Alckmin na chapa reforça a aliança política construída nas eleições anteriores, considerada estratégica para ampliar o apoio em diferentes setores da sociedade e regiões do país. O movimento também sinaliza estabilidade na composição do grupo que disputará a sucessão presidencial em outubro.</p>
<p>Com a definição da candidatura e a saída gradual de ministros, o governo entra em uma nova fase, conciliando a gestão administrativa com o início da articulação eleitoral para 2026.</p>
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		<title>Presidente eleito anuncia últimos 16 ministros do novo governo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-eleito-anuncia-ultimos-16-ministros-do-novo-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 20:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Ministerial]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou hoje (29), em Brasília, os últimos 16 nomes que completam o gabinete ministerial do novo governo. No total, o terceiro mandato do petista contará com 37 ministérios. O anúncio dos futuros ministros busca contemplar a formação de uma base de apoio mais robusta no Congresso, com a inclusão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou <span id="OBJ_PREFIX_DWT1279_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT1286_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> (29), em Brasília, os últimos 16 nomes que completam o gabinete ministerial do novo governo. No total, o terceiro mandato do petista contará com 37 ministérios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O anúncio dos futuros ministros busca contemplar a formação de uma base de apoio mais robusta no Congresso, com a inclusão de nomes de partidos como PSD, MDB e União Brasil, que ficaram com ministérios como Agricultura, Minas e Energia, Comunicações, Transportes e Pesca.</p>
<p>O PT ainda assegurou para si pastas como Desenvolvimento Agrário e a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência, enquanto siglas aliadas no segundo turno, como PDT e PSol, ficaram com ministérios como a Previdência Social e Povos Indígenas.</p>
<p>As demais pastas foram preenchidas por Lula com personalidades de destaque em suas áreas ou pessoas de confiança do presidente eleito, como o general Gonçalves Dias, novo titular do Gabinete de Segurança Institucional. Por oito anos, ele foi chefe da segurança pessoal de Lula.</p>
<p>Foram confirmadas também duas ex-candidatas à Presidência da República que embarcaram na campanha de Lula de maneira ativa: Marina Silva, que volta a preencher o Meio Ambiente, e Simone Tebet, que ficou com o planejamento.</p>
<p>Todos devem assumir seus postos em 1º de janeiro. “Esse pessoal vai começar a trabalhar e montar sua equipe, tudo isso certamente a partir de <span id="OBJ_PREFIX_DWT1280_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT1287_com_zimbra_date" role="link">segunda</span></span>-feira (2)”, disse Lula durante o anúncio, no Centro Cultura Banco do Brasil (CCBB) de Brasília. “Acho que a gente vai começar o governo trabalhando, não vamos começar o governo vendo como é que tá”, acrescentou.</p>
<p>Os nomes anunciados nesta quinta-feira (29) foram: Gonçalves Dias (GSI); Paulo Pimenta (Secom); Carlos Lupi (Previdência); Jader Filho (Cidades); Alexandre Silveira (Minas e Energia); Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário); Juscelino Filho (Comunicações); Ana Moser (Esportes); Marina Silva (Meio Ambiente); Simone Tebet (Planejamento); Daniela Souza Carneiro (Turismo); Sônia Guajajara (Povos Indígenas); Renan Filho (Transportes); André de Paula (Pesca); Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional); e Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária).</p>
<p>“Quero que vocês façam parte da história política desse país, de um momento em que tivemos essa coragem de assumir o Brasil numa situação extremamente delicada”, afirmou Lula a seus novos ministros, que o acompanharam durante o anúncio.</p>
<p>Lula acrescentou que ainda na primeira semana deve realizar uma primeira reunião de gabinete. Ele pediu aos novos ministros que sejam “democráticos” na montagem de suas equipes, garantido diversidade nos ministérios, e também que privilegiem nomes com qualificação técnica.</p>
<h2>Primeiros nomes</h2>
<p>Uma primeira lista com cinco nomes foi divulgada por Lula em <span id="OBJ_PREFIX_DWT1282_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT1289_com_zimbra_date" role="link">9 de dezembro</span></span>, ainda antes de sua diplomação como presidente eleito. Nesse primeiro momento, ele era pressionado para divulgar os titulares de pastas como Fazenda e Defesa, de modo que pudessem já começar as articulações da nova administração.</p>
<p>Na ocasião, foram anunciados os ocupantes das pastas da Fazenda (Fernando Haddad), Defesa (José Múcio Monteiro), Relações Exteriores (Mauro Vieira), Justiça e Segurança Pública (Flávio Dino) e Casa Civil (Rui Costa).</p>
<p>Num segundo momento, Lula tentou abarcar nomes da sociedade civil e de partidos aliados que sustentaram sua campanha. Em <span id="OBJ_PREFIX_DWT1284_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT1291_com_zimbra_date" role="link">22 de dezembro</span></span>, foram anunciados os titulares de 16 ministérios, incluindo personalidades como Margareth Menezes (Cultura) e Silvio Almeida (Direitos Humanos), bem como membros de partidos como o PCdoB, representada por Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), e PSB, com Marcio França (Portos e Aeroportos).</p>
</div>
</div>
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		<title>Presidente eleito Lula anuncia mais 16 ministros da futura gestão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-eleito-lula-anuncia-mais-16-ministros-da-futura-gestao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 17:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[anúncio]]></category>
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		<category><![CDATA[Transição]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira (22) 16 ministros para o próximo governo. Até o momento, já tinham sido anunciados Fernando Haddad, na Fazenda; Rui Costa, na Casa Civil; Flávio Dino, na Justiça e Segurança Pública; José Múcio, na Defesa; Mauro Vieira, na Relações Institucionais. A cantora Margareth Menezes já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira (22) 16 ministros para o próximo governo. Até o momento, já tinham sido anunciados Fernando Haddad, na Fazenda; Rui Costa, na Casa Civil; Flávio Dino, na Justiça e Segurança Pública; José Múcio, na Defesa; Mauro Vieira, na Relações Institucionais. A cantora Margareth Menezes já havia informado que aceitou o convite para o Ministério da Cultura, que será recriado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo Lula, na próxima semana serão anunciados outros 16 ministros. As informações foram divulgadas após entrega do relatório final da equipe de transição pelo coordenador-geral, o vice-presidente eleito Geraldo Alckimin, que assumirá o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.</p>
<p>Ao todo, serão 37 ministérios na gestão do governo eleito <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-12/governo-lula-tera-37-ministerios-diz-rui-costa" target="_blank" rel="noopener">conforme havia sido informado</a> pelo futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa.</p>
<p>Ministério anunciados hoje:</p>
<ul>
<li>Advocacia-Geral da União (AGU): Jorge Messias (procurador da Fazenda Nacional);</li>
<li>Controladoria-Geral da União (CGU): Vinícius Marques de Carvalho (Advogado e professor de direito comercial da USP. Ex-presidente do Cade);</li>
<li>Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação: Luciana Santos (presidente do PCdoB);</li>
<li>Ministério da Cultura – Margareth Menezes (cantora);</li>
<li>Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços: Geraldo Ackmin (vice-presidente eleito);</li>
<li>Ministério do Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome: Wellington Dias (ex-governador do Piauí);</li>
<li>Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania: Sílvio Luiz Almeida (Professor da Universidade de Columbia (EUA) e Fundação Getulio Vargas)</li>
<li>Ministério da Educação &#8211; Camilo Santana (ex-governador do Ceará);</li>
<li>Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos: Ester Dweck (Professora Associada do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro)</li>
<li>Ministério da Igualdade Racial: Anielle Franco (professora);</li>
<li>Ministério das Mulheres: Cida Gonçalves (ex-secretária Nacional da Violência contra a Mulher);</li>
<li>Ministério de Portos e Aeroportos: Márcio França (ex-governador de São Paulo);</li>
<li>Ministério da Saúde: Nísia Trindade (presidente da Fiocruz);</li>
<li>Ministério do Trabalho e Emprego: Luiz Marinho (ex-prefeito de São Bernardo-SP);</li>
<li>Secretaria-Geral: Márcio Macedo (deputado federal PT-SE);</li>
<li>Secretaria de Relações Institucionais: Alexandre Padilha (deputado federal PT-SP)</li>
</ul>
<h2>Relatório de transição</h2>
<p>A equipe de transição também apresentou o relatório final sobre o governo federal. Lula comentou o documento (<a href="https://gabinetedatransicao.com.br/noticias/relatorio-final-do-gabinete-de-transicao-governamental/" target="_blank" rel="noopener">leia aqui a íntegra</a>) que será entregue aos parlamentares e à sociedade brasileira para informar o cenário do país que será entregue pelo atual presidente, Jair Bolsonaro.</p>
<p>&#8220;Recebemos esse governo em uma situação de penúria, situação irresponsável, porque o presidente preferia contar mentiras no cercadinho do que governar esse país&#8221;, disse.</p>
<p>O vice-presidente eleito, Geraldo Alckimin, afirmou que o relatório de transição aponta para um “retrocesso em muitas áreas”. O levantamento reúne informações de 32 grupos de trabalho, que tiveram participação de cerca de 5 mil voluntários e 14 partidos políticos. Segundo ele, apenas 23 pessoas foram nomeadas para atuar diretamente na transição.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, nós tivemos um retrocesso em muitas áreas. O governo federal andou para trás. O estado que o presidente Lula recebe é muito mais difícil e mais triste do que anteriormente. Na educação, tivemos um enorme retrocesso, queda na aprendizagem, a evasão escolar aumentou, recursos essenciais para merenda escolar ficaram congelados em R$ 0,36. Tivemos quase um colapso dos institutos federais e das universidades”, disse Alckmin.</p>
<p>O vice-presidente eleito destacou que a política armamentista do atual governo provocou aumento da violência contra as mulheres. Segundo ele, a distribuição de armas levou a um recorde de mortes de mulheres. “Nos últimos seis meses tivemos 700 mortes por feminicídio provocadas por armas de fogo”, disse.</p>
<p>O relatório apontou ainda para a redução de 95% no estoque de arroz da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O estoque de alimentos pela instituição é uma forma usada pelo governo federal para regular preços de mercado.</p>
<p>“Essa redução acabou levando ao aumento do preço de alimentos, o que agravou a insegurança alimentar”, apontou.</p>
<p>Outro ponto destacado por Alckmin foi a alocação de R$ 2 milhões para a Defesa Civil na atuação de desastres em todo país. Além disso, afirmou que 93% das rodovias federais estão sem contrato de manutenção e prevenção. Atualmente, segundo o relatório, são 14 mil obras paralisadas em todo país.</p>
<p>“Isso não é austeridade, é ineficiência de gestão. É uma tarefa hercúlea que vem pela frente”, argumentou.</p>
<p>Em relação ao desmatamento na região da Amazônia, o levantamento aponta para aumento de 59% entre os anos de 2019 e 2022. Nas últimas semanas, foi registrado um acréscimo de 1226% nas queimadas em florestas. “É uma devastação nas florestas, não por agricultores, mas por grileiros. É um grande desafio”, acrescentou.</p>
<h2>PEC da Transição</h2>
<p>Antes do anúncio, o presidente eleito agradeceu os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), além de líderes partidários, pela aprovação da PEC da Transição.</p>
<p>&#8220;É a primeira vez que o presidente da República toma posse e começa a governar antes da posse. A PEC é para cobrir a irresponsabilidade de um governo que não deixou orçamento para cumprir uma promessa que ele mesmo fez&#8221;, disse. Para Lula, a aprovação da PEC foi uma demonstração de solidariedade ao povo mais pobre desse país.</p>
</div>
</div>
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		<title>Lula anuncia cinco ministros do futuro governo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-anuncia-cinco-ministros-do-futuro-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2022 22:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou os cinco primeiros ministros do futuro governo. Os nomes foram apresentados no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, onde está instalado o gabinete de transição. Segundo Lula, alguns nomes foram antecipados para que possam montar as equipes. “Preciso que algumas pessoas comecem a trabalhar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou os cinco primeiros ministros do futuro governo. Os nomes foram apresentados no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, onde está instalado o gabinete de transição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo Lula, alguns nomes foram antecipados para que possam montar as equipes. “Preciso que algumas pessoas comecem a trabalhar para montar a estrutura do governo e para que o governo comece a funcionar”, disse.</p>
<p>Os futuros ministros serão os seguintes:</p>
<p>Casa Civil: Rui Costa, governador da Bahia até dezembro<br />
Fazenda: Fernando Haddad, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo<br />
Defesa: José Múcio Monteiro, ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e ex-ministro de Relações Institucionais<br />
Justiça e Segurança Pública: Flávio Dino, senador eleito pelo Maranhão e ex-governador do estado<br />
Relações Exteriores: Mauro Vieira, ex-chanceler e embaixador do Brasil na Croácia</p>
<p>Os demais ministros serão anunciados na próxima semana, após a cerimônia de diplomação de Lula e do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin. Originalmente, a equipe do futuro governo só seria anunciada após a diplomação, mas Lula decidiu antecipar alguns nomes após a aprovação no Senado da <a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=9216186&amp;ts=1670535489598&amp;disposition=inline" target="_blank" rel="noopener">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição</a>.</p>
<p>Após anunciar os nomes, Lula disse que todos os ministros, até agora, são homens e prometeu mais diversidade na apresentação dos próximos cargos, a partir da semana que vem. “Vai chegar uma hora em que vocês vão ver mais mulheres do que homens e muitos afrodescendentes”, declarou.</p>
<p>O adiantamento dos nomes pretende desfazer impasses no Ministério da Defesa e agilizar as negociações na tramitação da PEC da Transição na Câmara dos Deputados. Na semana passada, Lula disse que estava com “80% do ministério na cabeça”, mas informou que a montagem definitiva da equipe dependia de negociações.</p>
<p>Em alguns casos, os futuros titulares começaram a visitar os ministérios que comandarão. Ontem (8) pela manhã, Haddad reuniu-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes.</p>
<p>Em relação ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, Lula disse que pretende desmembrar a pasta no futuro, mas que, no primeiro momento, Flávio Dino concentrará as duas pastas. Segundo ele, caberá ao futuro ministro reestruturar as carreiras da Polícia Rodoviária Federal e reduzir a interferência política nas forças de segurança.</p>
<p>Em rápido discurso após ser confirmado no cargo, Dino informou ter indicado a Lula o delegado Andrei Rodrigues para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Segundo o futuro ministro, Rodrigues tem experiência em investigações sobre a Amazônia, participou de diálogos com estados e municípios e atuou nos esquemas de segurança da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.</p>
<p>Em relação à indicação sobre os futuros comandantes militares, Lula informou que o novo ministro da Defesa conversará com os nomes sondados para fazer os convites. Ao sair do CCBB, Múcio informou que pretende reunir-se com o atual presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, e os atuais comandantes das Forças Armadas na próxima semana.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Novos ministros tomam posse no Palácio do Planalto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novos-ministros-tomam-posse-no-palacio-do-planalto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 21:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
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		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[Tomaram posse na manhã de hoje (31) os novos ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto. Os decretos com as exonerações a pedido dos ministros foram publicados mais cedo no Diário Oficial da União (DOU). A saída abre aos que deixaram as funções a possibilidade de se candidatarem a cargos públicos nas próximas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Tomaram posse na manhã de hoje (31) os novos ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os decretos com as exonerações a pedido dos ministros foram publicados mais cedo no <a href="https://www.in.gov.br/consulta/-/buscar/dou?q=exonerar%2C+a+pedido&amp;s=todos&amp;exactDate=all&amp;sortType=0&amp;delta=20&amp;artType=Decreto+de+Pessoal" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a> (DOU). A saída abre aos que deixaram as funções a possibilidade de se candidatarem a cargos públicos nas próximas eleições.</p>
<p>Durante a cerimônia em que foram assinados os atos de posse dos novos ministros, Bolsonaro agradeceu aos que deixaram os cargos e desejou boa sorte aos novos ocupantes da Esplanada.</p>
<p>“Até perguntei: vocês têm certeza dessa decisão de assumir? Porque não é fácil, serão olhados com lupa”, disse Bolsonaro que informou já ter se reunido com os novos ministros há dois dias.</p>
<h2>Quem é quem</h2>
<p>No Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o ministro Marcos César Pontes passou o cargo para Paulo César Rezende Alvim. Ao prestar contas da sua atuação frente à pasta, Pontes destacou como uma das realizações a produção nacional de vacinas contra doenças como a covid-19, a febre-amarela, dengue e chicungunya.</p>
<p>“A partir desse ano, o Brasil passa a ser independente desde o conceito até a produção de vacinas nacionais, não só para a covid, mas também para as próximas pandemias e para doenças negligenciadas como febre-amarela, dengue e chikungunya”, disse.</p>
<p>Já Rogério Marinho deixou o Ministério do Desenvolvimento Regional, pasta que terá à frente Daniel de Oliveira Duarte Ferreira.</p>
<p>O Ministério do Turismo será comandado por Carlos Alberto Gomes de Brito, que substitui Gilson Machado.</p>
<p>O Ministério da Cidadania ficará a cargo de Ronaldo Vieira Bento, que assume o cargo no lugar de João Roma.</p>
<p>Damares Alves deixa o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que será comandado agora por Cristiane Rodrigues Britto.</p>
<p>No Ministério do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni foi substituído por José Carlos Oliveira.</p>
<p>Já no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a ministra Tereza Cristina dá lugar a Marcos Montes Cordeiro. Ao discursar, a ex-ministra lembrou que a pandemia do novo coronavírus (covid-19) gerou um desafio para o agronegócio brasileiro, que teve de se adaptar para manter a produção.</p>
<p>“O agronegócio foi colocado à prova. Ele se adaptou, criou protocolos para permitir a manutenção dos serviços, a produção, a comercialização dos produtos e ciente da importância do abastecimento. Esse governo protegeu essa atividade”, disse.</p>
<p>No Ministério da Infraestrutura, sai Tarcísio Gomes de Freitas e entra em seu lugar Marcelo Sampaio. Ao se despedir, Tarcísio disse que com as ações da pasta, a matriz de transporte no país será mais equilibrada no futuro, com menor custo do frete de mercadorias.</p>
<p>“A gente vai ter, no futuro, uma matriz de transportes muito mais equilibrada, com a participação muito maior da navegação de interior, da navegação de cabotagem, do transporte ferroviário, que vai dobrar a participação, teremos uma oferta de transporte muito maior”, discursou.</p>
<p>Quem também se despediu do cargo foi a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, que dá lugar a Célio Faria Júnior. A ex-ministra volta a ocupar sua vaga como deputada federal.</p>
<p>Ao se despedir da pasta, Flávia Arruda agradeceu aos líderes partidários da base aliada, os líderes do governo e os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), &#8220;sem os quais teria sido impossível a aprovação de matérias importantes e polêmicas que foram fundamentais para ajudar o Brasil a atravessar esses tempos de turbulência”, disse.</p>
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		<title>Governo substitui ministros que pretendem se candidatar nas eleições</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-substitui-ministros-que-pretendem-se-candidatar-nas-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 14:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Candidaturas]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[ministros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro publicou, no Diário Oficial da União de hoje (31) uma série de decretos que exoneram, a pedido, ministros e secretários, abrindo, a eles a possibilidade de se candidatarem a cargos públicos nas próximas eleições. No Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, foi exonerado do cargo o ministro Marcos César Pontes. Em seu lugar, foi nomeado Paulo César Rezende Alvim. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Jair Bolsonaro publicou, no <em>Diário Oficial da União</em> de hoje (31) uma <a href="https://www.in.gov.br/consulta/-/buscar/dou?q=exonerar%2C+a+pedido&amp;s=todos&amp;exactDate=all&amp;sortType=0&amp;delta=20&amp;artType=Decreto+de+Pessoal" target="_blank" rel="noopener">série de decretos</a> que exoneram, a pedido, ministros e secretários, abrindo, a eles a possibilidade de se candidatarem a cargos públicos nas próximas eleições.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, foi exonerado do cargo o ministro Marcos César Pontes. Em seu lugar, foi nomeado Paulo César Rezende Alvim. Rogério Marinho deixa o Ministério do Desenvolvimento Regional, pasta que terá à frente Daniel de Oliveira Duarte Ferreira.</p>
<p>O Ministério da Cidadania ficará a cargo de Ronaldo Vieira Bento, que assume o cargo no lugar de João Roma. Damares Alves deixa o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que terá, a partir de agora, como ministra Cristiane Rodrigues Britto.</p>
<p>No Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a ministra Tereza Cristina dá lugar a Marcos Montes Cordeiro, e no Ministério do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni foi substituído por José Carlos Oliveira. No Ministério da Infraestrutura, sai Tarcísio Gomes de Freitas e entra em seu lugar Marcelo Sampaio.</p>
<p>O Ministério do Turismo será comandado por Carlos Alberto Gomes de Brito, que substitui Gilson Machado. Vinculada à pasta, a Secretaria Especial da Cultura também tem alteração, com a saída do secretário Mário Frias, substituído por Hélio Ferraz de Oliveira.</p>
<p>Foram publicados também decretos alterando as chefias da Secretaria de Governo, pasta até então ocupada por Flávia Carolina Péres (Flávia Arruda), que dá lugar a Célio Faria Júnior; e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), com a exoneração do diretor-geral Alexandre Ramagem Rodrigues.</p>
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