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	<title>Ministro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ministro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ministro afirma que alimentos estão mais baratos, mas preços ainda devem cair</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministro-afirma-que-alimentos-estao-mais-baratos-mas-precos-ainda-devem-cair/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 17:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Dia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento agrário]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Preços dos alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou nesta quinta-feira (20) que os preços dos alimentos já apresentam uma redução nos supermercados brasileiros, mas ressaltou que a tendência é de novas quedas. Durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, ele destacou a necessidade de seguir adotando medidas para baratear ainda mais os produtos essenciais. “Se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou nesta quinta-feira (20) que os preços dos alimentos já apresentam uma redução nos supermercados brasileiros, mas ressaltou que a tendência é de novas quedas. Durante entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, ele destacou a necessidade de seguir adotando medidas para baratear ainda mais os produtos essenciais.</p>
<p>“Se você for ao supermercado hoje, vai ver que os preços estão bem melhores que há um mês ou dois. É o momento de o povo vivenciar [a queda dos preços]. Mas tem muito o que fazer ainda. Os produtos vão baixar mais. Temos que tomar todas as medidas para baixar os preços dos produtos”, afirmou Teixeira.</p>
<h3><strong>Influência do Dólar e Impacto nos Alimentos</strong></h3>
<p>O ministro explicou que a recente alta nos preços foi impulsionada pelo câmbio, principalmente em função das eleições nos Estados Unidos. “O dólar estava em R$ 5,70 e chegou a R$ 6,30. Todos os alimentos atrelados à moeda norte-americana, por serem exportáveis, tiveram aumento”, detalhou.</p>
<p>No entanto, com a recente desvalorização do dólar, os preços de diversos produtos começaram a cair. “Esses alimentos que estavam ancorados no dólar estão baixando. Mesmo as carnes estão apresentando uma redução”, apontou Teixeira.</p>
<h3><strong>Monitoramento de Produtos Fora da Curva</strong></h3>
<p>Apesar da tendência geral de queda, alguns alimentos ainda apresentam preços elevados. O ministro citou itens como ovos, açúcar, café e laranja como exemplos de produtos que seguem acima do esperado. “Estamos realizando um estudo para entender os motivos dessas altas e buscar soluções”, afirmou.</p>
<p>A expectativa do governo é que, com medidas de regulação e monitoramento do mercado, os preços continuem recuando, proporcionando alívio para o consumidor brasileiro.</p>
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		<title>Governo prevê conclusão da fusão entre Gol e Azul em 12 meses</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-preve-conclusao-da-fusao-entre-gol-e-azul-em-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 18:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[fusão]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal estima que a fusão entre as companhias aéreas Gol e Azul seja concluída em um prazo de 12 meses. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (6) pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, durante participação no programa Bom Dia, Ministro, transmitido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). “Esse é o prazo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal estima que a fusão entre as companhias aéreas Gol e Azul seja concluída em um prazo de 12 meses. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (6) pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, durante participação no programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, transmitido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>
<p>“Esse é o prazo que o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica] tem colocado. As companhias aéreas estão no processo de dar entrada na documentação. A gente está aguardando. Nós já nos reunimos com o presidente da Latam, com o presidente da Azul e com o presidente da Gol”, afirmou o ministro.</p>
<p>Na próxima semana, está prevista uma reunião entre o Ministério e o presidente do Cade, Alexandre Cordeiro Macedo, para acompanhar o andamento do processo. Costa Filho ressaltou que, caso a fusão se concretize, o governo não permitirá aumentos abusivos no preço das passagens. “O Cade tem que ter um olhar para isso”, enfatizou.</p>
<p>Apesar da alta do dólar no final do ano passado, o governo destaca que houve uma redução de 5% no custo médio das passagens aéreas. Além disso, Costa Filho ressaltou que Azul e Gol estão investindo na ampliação de suas frotas, com a aquisição de cerca de 50 novas aeronaves, o que contribuirá para o fortalecimento da aviação regional no Brasil.</p>
<h3><strong>Entenda a fusão</strong></h3>
<p>A Azul e a holding Abra, que controla a Gol e a Avianca, assinaram, no último dia 15, um memorando de entendimento para dar início às negociações de fusão. Caso a união seja aprovada, a nova empresa passará a concentrar 60% do mercado aéreo brasileiro.</p>
<p>A fusão ainda depende da conclusão do processo de recuperação judicial da Gol nos Estados Unidos, prevista para abril. A governança da nova companhia será compartilhada, com três conselheiros indicados pela Abra, três pela Azul e três independentes. O CEO da Azul, John Rodgerson, assumirá a presidência do grupo após aprovação do Cade e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).</p>
<p>Apesar da fusão, as marcas Gol e Azul continuarão operando de forma independente. No entanto, as companhias poderão compartilhar aeronaves e otimizar rotas, facilitando conexões entre grandes centros e destinos regionais.</p>
<p>Os desdobramentos da fusão seguem sob monitoramento do governo e dos órgãos reguladores para garantir que a integração das operações beneficie tanto o setor quanto os consumidores.</p>
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		<title>Programa Mais Professores atende demanda antiga e busca valorizar a docência, diz Ministro da Educação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/programa-mais-professores-atende-demanda-antiga-e-busca-valorizar-a-docencia-diz-ministro-da-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 19:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[ministro da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[programa Bom Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Mais Professores]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa Mais Professores, lançado recentemente pelo governo federal, responde a uma necessidade histórica das redes de ensino estaduais e municipais, além de atender às expectativas da categoria docente. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, o titular da pasta da Educação, Camilo Santana, destacou a importância da iniciativa, que busca promover a valorização e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa Mais Professores, lançado recentemente pelo governo federal, responde a uma necessidade histórica das redes de ensino estaduais e municipais, além de atender às expectativas da categoria docente. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, o titular da pasta da Educação, Camilo Santana, destacou a importância da iniciativa, que busca promover a valorização e qualificação dos professores da educação básica e incentivar o ingresso de novos profissionais na carreira docente.</p>
<h3><strong>Atrair Jovens para a Docência</strong></h3>
<p>Um dos desafios enfrentados pela educação brasileira é o desinteresse pela carreira docente entre os jovens. Dados apontados pelo ministro mostram que apenas <strong>3% dos alunos de 15 anos desejam ser professores</strong>. O programa busca reverter essa realidade com ações voltadas ao estímulo e incentivo à docência.</p>
<h3><strong>Pé-de-Meia Licenciaturas</strong></h3>
<p>Uma das principais estratégias do programa é o Pé-de-Meia Licenciaturas, que oferece apoio financeiro para estudantes de graduação que optem por cursos de licenciatura e obtenham bom desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).</p>
<ul>
<li>Critérios: Alunos que atingirem 650 pontos ou mais no Enem e se matricularem em um dos 17 cursos de licenciatura reconhecidos pelo MEC.</li>
<li>Benefícios: Bolsa mensal de R$ 1.050, sendo R$ 700 disponíveis para saque mensal e R$ 350 depositados em uma poupança, liberados após o ingresso do aluno formado em uma rede pública de ensino.</li>
</ul>
<p>Na primeira etapa do programa, serão ofertadas 12 mil bolsas, número que, segundo o ministro, é cerca de três vezes maior do que a média de ingressantes em licenciaturas com notas acima de 650 no Enem.</p>
<h3><strong>Enfrentando a Evasão Universitária</strong></h3>
<p>Um dos principais problemas enfrentados pelos cursos de licenciatura no Brasil é a alta taxa de desistência. O ministro ressaltou que metade dos alunos que iniciam licenciaturas desiste antes da conclusão. O programa pretende combater esse índice com incentivos que apoiem os alunos durante todo o curso, desde o ingresso até a conclusão.</p>
<h3><strong>Fortalecimento da Educação Básica</strong></h3>
<p>Além de atrair novos talentos para a docência, o Mais Professores inclui ações para valorizar os profissionais em atividade, como a Bolsa Mais Professores, voltada para educadores que atuam em regiões com déficit de professores, e o lançamento da Prova Nacional Docente (PND), que visa melhorar a seleção e qualificação de professores.</p>
<p><em>&#8220;Este programa não é só um incentivo para atrair novos professores, mas também uma maneira de reverter a desvalorização histórica da profissão e garantir uma educação básica mais qualificada para o Brasil&#8221;</em>, concluiu Camilo Santana.</p>
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		<item>
		<title>Carrefour se retrata e supera crise sobre carne brasileira, afirma Mauro Vieira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/carrefour-se-retrata-e-supera-crise-sobre-carne-brasileira-afirma-mauro-vieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 18:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Carrefour]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro Mauro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, declarou que o impasse gerado pelas críticas do presidente do Carrefour, Alexandre Bompard, à carne brasileira foi superado após a retratação oficial do executivo. Durante o programa &#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Vieira assegurou que a relação entre as partes, tanto no âmbito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, declarou que o impasse gerado pelas críticas do presidente do Carrefour, Alexandre Bompard, à carne brasileira foi superado após a retratação oficial do executivo. Durante o programa <strong>&#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;</strong>, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Vieira assegurou que a relação entre as partes, tanto no âmbito empresarial quanto entre os governos, voltou à normalidade.</p>
<p>Na semana anterior, Bompard afirmou que a carne brasileira não atenderia às normas francesas, o que gerou indignação entre produtores do Brasil e desencadeou um movimento de boicote ao Carrefour no país. Após a repercussão negativa, o presidente do grupo divulgou uma nota reconhecendo a alta qualidade dos produtos brasileiros e pediu desculpas.</p>
<h3><strong>Atuação do governo e empresas</strong></h3>
<p>Mauro Vieira destacou que o incidente foi originado por declarações de uma empresa privada e não envolveu diretamente os governos. “Foi uma manifestação do presidente mundial de uma grande rede de supermercados, com forte presença no Brasil. Ele provavelmente fez isso por questões internas e políticas domésticas”, disse o ministro.</p>
<p>O governo brasileiro emitiu notas defendendo a qualidade da carne nacional, enquanto o Carrefour apresentou uma carta formal ao Ministério da Agricultura reiterando a excelência dos produtos exportados pelo Brasil.</p>
<h3><strong>Reconhecimento internacional</strong></h3>
<p>Vieira enfatizou que a carne brasileira é exportada para mais de 140 países e atende a rigorosos padrões de qualidade e sanidade, incluindo mercados exigentes como União Europeia, Japão, Estados Unidos e China. “A carta de retratação reconhece a qualidade sanitária e de paladar dos produtos brasileiros. Isso encerra a questão entre as empresas e reforça a confiança internacional no nosso mercado”, afirmou.</p>
<h3><strong>Desfecho positivo</strong></h3>
<p>Com a retratação oficial e o reconhecimento público, Mauro Vieira considerou o caso encerrado, reforçando que a reputação da carne brasileira permanece intacta. Para o ministro, o episódio serviu para reafirmar o compromisso do país com a qualidade de suas exportações.</p>
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		<item>
		<title>Reajuste de 12% no Bolsa Atleta entra em vigor em julho, anuncia Ministro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reajuste-de-12-no-bolsa-atleta-entra-em-vigor-em-julho-anuncia-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 13:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[André Fufuca]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Atleta]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro]]></category>
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		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
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					<description><![CDATA[Os beneficiários do Bolsa Atleta terão um reajuste de 12% em seus benefícios a partir de julho, anunciou nesta quinta-feira (27) o ministro do Esporte, André Fufuca. Durante o programa &#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Fufuca explicou que o aumento corresponde à inflação acumulada ao longo dos últimos 14 anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os beneficiários do Bolsa Atleta terão um reajuste de 12% em seus benefícios a partir de julho, anunciou nesta quinta-feira (27) o ministro do Esporte, André Fufuca. Durante o programa &#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Fufuca explicou que o aumento corresponde à inflação acumulada ao longo dos últimos 14 anos, período em que o programa não recebeu nenhum reajuste.</p>
<p>Criado em 2004, o Bolsa Atleta está há mais de uma década sem ajustes nos valores pagos aos seus beneficiários. &#8220;Imagine receber o mesmo salário mínimo de 14 anos atrás; a inflação corrói e engole o salário&#8221;, disse Fufuca, destacando a necessidade urgente de atualização dos valores.</p>
<p>Segundo o ministro, os recursos para o reajuste já foram autorizados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. &#8220;O aumento será de aproximadamente 12% do valor nominal atual, abrangendo todas as categorias do programa: universitário, nacional e internacional&#8221;, explicou Fufuca. Ele acredita que o reajuste será implementado em julho, mas, por precaução, menciona agosto como prazo máximo.</p>
<p>Atualmente, o Bolsa Atleta beneficia mais de 8,7 mil atletas e paratletas em todo o Brasil. Este reajuste ocorre no ano em que o programa completa duas décadas de existência. &#8220;Após 14 anos, finalmente teremos esse reajuste. Vamos torcer para que tudo esteja pronto em julho&#8221;, acrescentou o ministro.</p>
<p>Além do reajuste, Fufuca anunciou a criação de uma nova secretaria dentro do ministério, voltada para a regulamentação e fiscalização de sites de apostas esportivas. A secretaria, prevista para ser instituída em julho, será formada através de uma reestruturação junto à Casa Civil. &#8220;Teremos ações voltadas para a integridade esportiva, acompanhando todas as questões relacionadas às apostas&#8221;, garantiu o ministro, enfatizando o compromisso com a transparência nos trabalhos de fiscalização dessa nova modalidade.</p>
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		<title>Ninguém pode impor sua vontade, diz Marina sobre desmatamento zero</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ninguem-pode-impor-sua-vontade-diz-marina-sobre-desmatamento-zero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 15:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração de Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
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		<category><![CDATA[Nom Dia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao comentar a ausência de uma meta comum para o desmatamento zero na Declaração de Belém, divulgada nessa terça-feira (8), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que ninguém pode impor sua vontade a ninguém. O documento é resultado da Cúpula da Amazônia, que reuniu representantes dos oito países amazônicos.  “O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Ao comentar a ausência de uma meta comum para o desmatamento zero na Declaração de Belém, divulgada nessa terça-feira (8), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que ninguém pode impor sua vontade a ninguém. O documento é resultado da Cúpula da Amazônia, que reuniu representantes dos oito países amazônicos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O processo de negociação é sempre mediado. Ninguém pode impor a sua vontade. Então, são os consensos progressivos – na medida em que temos alguns consensos, a gente vai botando no documento. Uma coisa muito importante que aconteceu é que todos os países concordam que a Amazônia não pode ultrapassar o ponto de não retorno, ou seja, o ponto de quando não há volta. Porque, se ultrapassar 25% de desmatamento, a floresta entra num processo de savanização.”</p>
<p>“Aí, é um ponto de não retorno. Será a destruição da floresta. E a destruição da floresta significa a destruição, sobretudo, do nosso sistema de chuvas. Nós só não somos um deserto porque temos a Amazônia. Isso a gente tem que pensar com muita atenção. Quando se diz desmatamento zero é porque a ciência e o consenso estão nos mandando parar, porque essa floresta é responsável pelas chuvas, por 75% do PIB [Produto Interno Bruto] da América do Sul e pelo equilíbrio do planeta.”</p>
<p>Ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, Marina lembrou que quando a Organização do Tratado De Cooperação Amazônica (OTCA) foi criada, há 45 anos, diversas questões atualmente relacionadas à mudança do clima ainda não estavam em pauta.</p>
<p>“Há 14 anos, não tínhamos uma reunião dos presidentes que compõem o Tratado de Cooperação da Amazônia. Esse espaço de tempo foi prejudicial ao andamento de políticas regionais que nos levem a enfrentar o problema do desmatamento, da desigualdade social, do abandono das comunidades indígenas quando se pensa na região amazônica.”</p>
<p>Marina lembrou ainda que a cúpula, que termina nesta quarta-feira (9), tem como previsão a divulgação de dois documentos. “Essa cúpula terá dois comunicados. O comunicado conjunto dos oito países e o comunicado conjunto da sociedade, que servirá de impulso para os governos. Tudo aquilo que ainda não foi possível estabelecer como consenso na perspectiva dos vários países já é um consenso na perspectiva da ciência e da sociedade.”</p>
<p>“O Brasil já tem um compromisso de desmatamento zero. Já estamos trabalhando para alcançar o desmatamento zero até 2030”, disse, ao citar que, nos primeiros sete meses de governo, a pasta ampliou a capacidade de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em quase 200%, além de registrar queda de 42% no desmatamento do país.</p>
<p>“Só no mês de julho, que é um dos mais difíceis, quando temos um pico de desmatamento, a queda foi de 66%, queda que aconteceu nos mais diferentes estados da Amazônia, em vários municípios. Portanto, ainda que não tenhamos na declaração conjunta, em função de não se chegar a um consenso com outros países, o Brasil já tem esse compromisso e nós vamos continuar perseguindo”, concluiu.</p>
</div>
</div>
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