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	<title>Ministério Público de São Paulo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Empresário da Ultrafarma e Diretor da Fast Shop Presos em Megaoperação Contra Corrupção Fiscal em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 21:39:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[auditor-fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[O empresário Sidney Oliveira, fundador da rede de farmácias Ultrafarma, e Mario Otávio Gomes, diretor estatutário do grupo Fast Shop, foram presos temporariamente nesta terça-feira (12) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) que expôs um sofisticado esquema de corrupção envolvendo auditores-fiscais da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O empresário Sidney Oliveira, fundador da rede de farmácias Ultrafarma, e Mario Otávio Gomes, diretor estatutário do grupo Fast Shop, foram presos temporariamente nesta terça-feira (12) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) que expôs um sofisticado esquema de corrupção envolvendo auditores-fiscais da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).</p>
<p>Também foram detidos os auditores Artur Gomes da Silva Neto, apontado como o articulador da fraude, e Marcelo de Almeida Gouveia. A ação, deflagrada após seis meses de investigação, incluiu o cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de bens. Os promotores acreditam que o esquema, identificado formalmente desde 2021, possa ter raízes anteriores.</p>
<p>Segundo o MP-SP, o núcleo criminoso recebia pagamentos para acelerar e manipular pedidos de ressarcimento de créditos de ICMS — um direito de todas as empresas varejistas, mas que normalmente envolve procedimentos burocráticos e prazos extensos. Artur Gomes, considerado o “cérebro” da operação, controlava todas as etapas: recolhia a documentação, solicitava os créditos e ele próprio aprovava os pedidos, dispensando revisões. Em alguns casos, valores liberados superavam o montante legalmente devido, chegando às contas das empresas de forma acelerada.</p>
<p>O promotor João Ricúpero estimou que o esquema possa ter gerado cerca de R$ 1 bilhão em propinas desde 2021. Já Roberto Bodini, também do MP, afirmou haver indícios de que outras grandes varejistas tenham se beneficiado da fraude, embora seus nomes sejam mantidos sob sigilo para não prejudicar as apurações.</p>
<p>As investigações tiveram como ponto de partida a descoberta de um crescimento patrimonial abrupto em uma empresa registrada no nome da mãe de Artur Gomes. Até junho de 2021, a companhia não apresentava qualquer atividade econômica, mas passou a receber dezenas de milhões de reais da Fast Shop a partir do segundo semestre daquele ano. Em 2022, a movimentação chegou a R$ 60 milhões, totalizando R$ 1 bilhão em transferências brutas.</p>
<p>No decorrer da operação, surgiram provas de que Marcelo Gouveia, inicialmente com participação secundária, também se beneficiava do esquema, incluindo valores expressivos em dinheiro vivo e criptomoedas. Entre os itens apreendidos estavam duas sacolas com esmeraldas e R$ 1 milhão em espécie. Duas contadoras que auxiliavam na elaboração dos pedidos fraudulentos também foram presas.</p>
<p>Em nota, a Sefaz-SP afirmou colaborar integralmente com o MP-SP, por meio de sua Corregedoria da Fiscalização Tributária (Corfisp), e que instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta dos servidores envolvidos. A secretaria reforçou sua participação no Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira-SP) e em grupos especiais contra sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e outros crimes tributários.</p>
<p>Esse caso, segundo investigadores, pode ser apenas a ponta de um iceberg que envolve valores bilionários e potencialmente mais empresas e agentes públicos, configurando uma das maiores operações anticorrupção recentes no estado.</p>
<p><strong>A Fast Shop disse que ainda não teve acesso ao conteúdo da investigação e que está colaborando com o fornecimento de informações às autoridades competentes.</strong></p>
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		<title>Arquidiocese de São Paulo arquiva investigação sobre Padre Júlio Lancellotti após conclusões do Ministério Público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 19:23:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquidiocese de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivamento de investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Júlio Lancellotti]]></category>
		<category><![CDATA[Pastoral de Rua]]></category>
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					<description><![CDATA[A Arquidiocese de São Paulo decidiu arquivar a investigação envolvendo o padre Júlio Lancellotti, da Pastoral de Rua da capital paulista, em relação a um vídeo de conteúdo sexual divulgado em 2020. Segundo a entidade, a decisão foi tomada após a Cúria Metropolitana paulista já ter iniciado uma investigação e o Ministério Público de São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Arquidiocese de São Paulo decidiu arquivar a investigação envolvendo o padre Júlio Lancellotti, da Pastoral de Rua da capital paulista, em relação a um vídeo de conteúdo sexual divulgado em 2020. Segundo a entidade, a decisão foi tomada após a Cúria Metropolitana paulista já ter iniciado uma investigação e o Ministério Público de São Paulo (MPSP) apontar a ausência de materialidade no caso.</p>
<p>Em nota, a Arquidiocese informou que não chegou à convicção suficiente sobre a materialidade da denúncia, considerando as conclusões do MPSP e da Justiça Paulista. O advogado de Lancellotti, Luiz Eduardo Greenhalgh, alega que se trata de um vídeo fake, uma montagem.</p>
<p>O vereador Rubinho Nunes, autor do requerimento para uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) que pretende investigar o padre e organizações sociais que apoiam pessoas em situação de rua em São Paulo, entregou o vídeo à Cúria Metropolitana e ao Ministério Público. O MPSP concluiu que não há materialidade na denúncia e arquivou o inquérito.</p>
<p>A Arquidiocese destaca que permanece atenta a elementos verdadeiros sobre os fatos denunciados, mantendo distância de interesses ideológicos e políticos. Sete vereadores que inicialmente apoiaram a CPI retiraram o apoio, alegando terem sido enganados pelo autor da proposta, já que o texto não mencionava o padre.</p>
<p><strong>Posicionamento da Arquidiocese de São Paulo</strong></p>
<p>&#8220;<em>A Arquidiocese de São Paulo, mediante ofício enviado por e-mail ao vereador Milton Leite, presidente da Câmara Municipal de São Paulo, no dia 6 de janeiro, protocolado na Câmara Municipal no dia 8 sucessivo, solicitou-lhe que fosse enviado o material referente à suposta denúncia contra o Padre Júlio Renato Lancellotti.</em></p>
<p><em>Finalmente, na tarde do dia 22 de janeiro, o material foi entregue na Cúria Metropolitana de São Paulo. Tomado conhecimento do material recebido, constatou-se que se trata do mesmo conteúdo divulgado em 2020. Naquela ocasião, a Cúria Metropolitana de São Paulo, conforme prescrevem as normas da Igreja para esses casos, realizou um procedimento investigativo para apurar a denúncia recebida.</em></p>
<p><em>Concomitantemente, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) passou a investigar a dita denúncia, conforme inquérito aberto junto ao Setor de Atendimento de Crimes da Violência contra Infante, Idoso, Pessoa com deficiência e Vítima de tráfico interno de pessoas.</em></p>
<p><em>O MPSP, considerando ausência de materialidade, a seu tempo, emitiu parecer contrário à instauração de uma ação penal, acompanhado pelo D. Juiz que decidiu pelo arquivamento do inquérito.</em></p>
<p><em>A Arquidiocese de São Paulo, não chegando à convicção suficiente sobre a materialidade da denúncia e considerando as conclusões do MPSP, bem como da Justiça Paulista, também decidiu pelo arquivamento e informou a Santa Sé.</em></p>
<p><em>Distante de interesses ideológicos e políticos, com serenidade e objetividade, a Cúria Metropolitana de São Paulo permanece atenta a ulteriores elementos de verdade sobre os fatos denunciados</em>.&#8221;</p>
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