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	<title>Ministério dos Povos Indígenas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Ministra Sonia Guajajara recebe prêmio Campeões da Terra da ONU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministra-sonia-guajajara-recebe-premio-campeoes-da-terra-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 16:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, foi agraciada nesta terça-feira (10) com o Prêmio Campeões da Terra, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU). A honraria, anunciada na sede do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), em Nairóbi, celebra sua atuação em defesa da biodiversidade e dos povos indígenas. &#8220;Esse reconhecimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, foi agraciada nesta terça-feira (10) com o Prêmio Campeões da Terra, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU). A honraria, anunciada na sede do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), em Nairóbi, celebra sua atuação em defesa da biodiversidade e dos povos indígenas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse reconhecimento valoriza e dissemina nosso saber. Agradeço ao Pnuma pela premiação e pela parceria nessa trajetória pela preservação da biodiversidade&#8221;, declarou Sonia Guajajara.</p></blockquote>
<p><strong>Liderança global pelo meio ambiente</strong><br />
Sonia Guajajara é uma das seis personalidades selecionadas em 2023 para receber o prêmio, ao lado de Amy Bowers Cordalis, defensora indígena dos EUA; Gabriel Paun, ambientalista romeno; Lu Qi, especialista chinês em reflorestamento; Madhav Gadgil, ecologista indiano; e Sekem, uma iniciativa egípcia de agricultura sustentável. Desde sua criação, em 2005, o prêmio já reconheceu 122 pessoas e organizações.</p>
<p>Para a ministra, o prêmio reforça a responsabilidade indígena na proteção do planeta.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nossos modos de vida são baseados no respeito à Mãe Terra e na prevalência dos interesses coletivos. Esse reconhecimento fortalece nossa luta por um futuro sustentável&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p><strong>Trajetória de ativismo e conquistas</strong><br />
Natural do Maranhão, do povo Guajajara-Tentehar, Sonia Guajajara construiu uma carreira marcada pela defesa dos direitos indígenas e da preservação ambiental. Antes de assumir o Ministério dos Povos Indígenas, liderou entidades como a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).</p>
<p>Ela ganhou destaque internacional ao denunciar violações de direitos indígenas durante a campanha &#8220;Sangue Indígena: Nenhuma Gota a Menos&#8221;, que percorreu o Brasil e outros 12 países. Em reconhecimento ao seu trabalho, foi incluída na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo pela <em>Time</em> em 2022 e, no ano seguinte, figurou entre as 100 mulheres mais inspiradoras pela <em>BBC</em>.</p>
<p><strong>Compromisso com o futuro</strong><br />
O Prêmio Campeões da Terra sublinha a relevância dos saberes indígenas para o enfrentamento da crise ambiental global. A trajetória de Sonia Guajajara reflete não apenas a luta pela preservação da natureza, mas também a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável e inclusivo, fundamentado no respeito às comunidades tradicionais e à biodiversidade.</p>
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		<title>Conselho Nacional de Política Indigenista retoma atividades</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conselho-nacional-de-politica-indigenista-retoma-atividades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 18:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Política Indigenista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indigenas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Política Indigenista foi reaberto nesta quarta-feira (17) pelo Ministério dos Povos Indígenas. O colegiado havia sido fechado em 2019, no governo Jair Bolsonaro. Na reabertura, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, que preside o conselho, destacou a importância dos povos originários nos caminhos para o futuro do país. &#8220;Já está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Política Indigenista foi reaberto nesta quarta-feira (17) pelo Ministério dos Povos Indígenas. O colegiado havia sido fechado em 2019, no governo Jair Bolsonaro.</p>
<p>Na reabertura, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, que preside o conselho, destacou a importância dos povos originários nos caminhos para o futuro do país.</p>
<p>&#8220;Já está claro que nossa atuação no cenário político brasileiro e mundial tem contribuído para o bem de toda a humanidade. A retirada de invasores das terras indígenas, por exemplo, contribuiu para a queda drástica do desmatamento na Amazônia.&#8221;</p>
<p>O coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas, Dinaman Tuxá, disse que o processo de reconstrução das políticas indigenistas vai ser um desafio.</p>
<p>&#8220;Vai ser uma missão de reconstrução dos próximos 20 anos. Isso principalmente na pauta, no que tange, a política de demarcação e outras políticas públicas a serem implementadas dentro dos territórios indígenas. Infelizmente, o cenário de violência ainda permeia dentro dos territórios. Posso citar aqui o caso yanomami. Posso citar aqui o caso do povo pataxó, no extremo sul da Bahia, dos guarani kaiowá, entre outros.&#8221;</p>
<p>O conselho conta com 64 membros, de todos os estados do país. São 30 indígenas, 30 representantes de ministérios e autarquias, e mais quatro de entidades indigenistas.</p>
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		<title>Sônia Guajajara diz que povos indígenas vivem crise humanitária</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sonia-guajajara-diz-que-povos-indigenas-vivem-crise-humanitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 01:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Sônia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma cerimônia carregada de emoção, apenas três dias após os atos terroristas que depredaram os prédios da República, Sônia Guajajara assumiu, nesta quarta-feira (11), no Palácio do Planalto, o Ministério dos Povos Indígenas e Anielle Franco, o Ministério da Igualdade Racial. As cerimônias de ambas, que não seriam realizadas conjuntamente, tiveram que ser remarcadas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Em uma cerimônia carregada de emoção, apenas três dias após os atos terroristas que depredaram os prédios da República, Sônia Guajajara assumiu, nesta quarta-feira (11), no Palácio do Planalto, o Ministério dos Povos Indígenas e Anielle Franco, o Ministério da Igualdade Racial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As cerimônias de ambas, que não seriam realizadas conjuntamente, tiveram que ser remarcadas em uma só solenidade após o vandalismo golpista do domingo (8). A união acabou gerando um encontro simbólico da riqueza ancestral que compõe a identidade brasileira. Povos de terreiro, e sua herança africana, ao lado de indígenas de diferentes etnias, coloriam o Salão Nobre do Palácio do Planalto e emocionaram as centenas de presentes.</p>
<p>Desta vez, a assunção ministerial contou com a presença do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não acompanhou as de outros auxiliares ao longo da semana passada. Ele estava acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros.</p>
<h2>Violações</h2>
<p>Em seu discurso de posse, Sônia Guajajara, a primeira indígena a ocupar um cargo de ministra, afirmou que os povos originários vivem uma crise humanitária no Brasil. Ele citou como causas as invasões de territórios, o desmatamento, o garimpo ilegal, a falta de assistência adequada em saúde e saneamento, entre outros.</p>
<p>&#8220;Não é mais possível convivermos com povos indígenas submetidos a toda sorte de males, como desnutrição infantil e de idosos, malária, violação de mulheres e meninas e altos índices de suicídio. Presidente Lula, arrisco dizer, sem exagero, que muitos povos indígenas vivem uma verdadeira crise humanitária em nosso país e agora estou aqui para trabalharmos juntos, para acabar com a normalização deste estado inconstitucional que se agravou nestes últimos anos&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Questão climática e ambiental</h2>
<p>Guajajara também falou da emergência climática e de como os territórios indígenas são essenciais no combate ao aquecimento global.</p>
<p>&#8220;Se, antes, as demarcações tinham enfoque sobretudo na preservação da nossa cultura, novos estudos vêm demonstrando que a manutenção dessas áreas tem uma importância ainda mais abrangente, sendo fundamentais para a estabilidade de ecossistemas em todo o planeta, assegurando qualidade de vida, inclusive nas grandes cidades. Daí a importância de reconhecer os direitos originários dos povos indígenas sob as terras em que vivem&#8221;, disse a ministra.</p>
<p>A nova ministra também chamou a atenção da sociedade para a preservação do planeta. &#8220;Nós não somos os únicos que necessitam aqui viver. Nós apenas coabitamos a mãe Terra junto com milhões de outras espécies. O desprezo por essas outras formas de vida, as práticas de desmatamento intenso feitas sempre em nome da economia de curto prazo, têm efeitos devastadores para o futuro de todos nós&#8221;, alertou.</p>
<p>Guajajara aproveitou para anunciar a recriação do Conselho Nacional de Política Indigenista, extinto em 2019, pelo governo anterior. &#8220;[O conselho] garante a participação paritária entre representações indígenas de todos os estados brasileiros e órgãos do executivo federal&#8221;, enfatizou a ministra.</p>
<p>Ao final do discurso da ministra dos Povos Indígenas, o povo Terena fez uma apresentação da Dança da Ema.</p>
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