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	<title>Ministério das Mulheres &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Ministério das Mulheres &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Campanhas e políticas públicas reforçam combate à violência contra a mulher em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 09:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos da Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[O mês de março, marcado internacionalmente pela mobilização em defesa dos direitos das mulheres, tem impulsionado no Brasil uma série de iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. Órgãos públicos e instituições da sociedade civil intensificam campanhas de conscientização, ampliação de serviços de atendimento e ações educativas para prevenir agressões e fortalecer a proteção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de março, marcado internacionalmente pela mobilização em defesa dos direitos das mulheres, tem impulsionado no Brasil uma série de iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. Órgãos públicos e instituições da sociedade civil intensificam campanhas de conscientização, ampliação de serviços de atendimento e ações educativas para prevenir agressões e fortalecer a proteção às vítimas.</p>
<figure id="attachment_89071" aria-describedby="caption-attachment-89071" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-89071" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ministra-das-Mulheres-Marcia-Lopes-durante-entrevista-com-a-TV-Brasil-e-Agencia-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&#038;ssl=1" alt="Ministra Das Mulheres, Márcia Lopes, Durante Entrevista Com A TV Brasil E Agência Brasil - Expresso Carioca" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ministra-das-Mulheres-Marcia-Lopes-durante-entrevista-com-a-TV-Brasil-e-Agencia-Brasil-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ministra-das-Mulheres-Marcia-Lopes-durante-entrevista-com-a-TV-Brasil-e-Agencia-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ministra-das-Mulheres-Marcia-Lopes-durante-entrevista-com-a-TV-Brasil-e-Agencia-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-89071" class="wp-caption-text">Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, durante entrevista com a TV Brasil e Agência Brasil. &#8211; Foto: Bruno Peres/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>As atividades fazem parte de uma agenda conhecida como “Março de Luta”, período em que o debate sobre igualdade de direitos e enfrentamento à violência ganha destaque em diversas regiões do país. A programação inclui eventos públicos, campanhas informativas e iniciativas voltadas ao acolhimento de mulheres em situação de risco.</p>
<p>Entre as estratégias adotadas estão a divulgação de canais de denúncia, o fortalecimento de redes de atendimento e a promoção de ações educativas destinadas a informar a população sobre formas de identificar e denunciar casos de violência. O objetivo é ampliar o acesso das vítimas a mecanismos de proteção e estimular a denúncia de agressões.</p>
<figure id="attachment_89072" aria-describedby="caption-attachment-89072" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89072" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ato-em-memoria-de-Tainara-Souza-Santos-marcou-o-inicio-das-mobilizacoes-pelo-Dia-Internacional-das-Mulheres.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C514&#038;ssl=1" alt="Ato Em Memória De Tainara Souza Santos Marcou O Início Das Mobilizações Pelo Dia Internacional Das Mulheres. - Expresso Carioca" width="754" height="514" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ato-em-memoria-de-Tainara-Souza-Santos-marcou-o-inicio-das-mobilizacoes-pelo-Dia-Internacional-das-Mulheres.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ato-em-memoria-de-Tainara-Souza-Santos-marcou-o-inicio-das-mobilizacoes-pelo-Dia-Internacional-das-Mulheres.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ato-em-memoria-de-Tainara-Souza-Santos-marcou-o-inicio-das-mobilizacoes-pelo-Dia-Internacional-das-Mulheres.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/05-Ato-em-memoria-de-Tainara-Souza-Santos-marcou-o-inicio-das-mobilizacoes-pelo-Dia-Internacional-das-Mulheres.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C511&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89072" class="wp-caption-text">Ato em memória de Tainara Souza Santos marcou o início das mobilizações pelo Dia Internacional das Mulheres. &#8211; Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Especialistas destacam que a mobilização durante o mês de março contribui para dar visibilidade ao problema e incentivar políticas públicas voltadas à prevenção e ao atendimento das vítimas. A ampliação de serviços especializados, como delegacias e centros de apoio, também é considerada fundamental para garantir proteção e acolhimento às mulheres.</p>
<p>As ações ocorrem em um contexto de esforços contínuos para reduzir os índices de violência de gênero no país. Autoridades e organizações sociais ressaltam que o enfrentamento do problema exige medidas permanentes de prevenção, educação e fortalecimento das redes de apoio às vítimas.</p>
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		<title>Conferência Nacional reúne pluralidade de vozes e exige políticas para todas as “mulheridades”</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conferencia-nacional-reune-pluralidade-de-vozes-e-exige-politicas-para-todas-as-mulheridades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 00:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CNPM]]></category>
		<category><![CDATA[equidade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[políticas para mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília foi palco, nesta quarta-feira (1º), do encerramento da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), que reuniu cerca de quatro mil participantes de diferentes regiões do país. O evento, marcado por falas emocionadas, atos simbólicos e intensos debates, buscou construir um futuro mais justo para as mais de 100 milhões de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília foi palco, nesta quarta-feira (1º), do encerramento da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), que reuniu cerca de quatro mil participantes de diferentes regiões do país. O evento, marcado por falas emocionadas, atos simbólicos e intensos debates, buscou construir um futuro mais justo para as mais de 100 milhões de brasileiras.</p>
<p>Sob o lema “Mais Democracia, Mais Igualdade, Mais Conquistas para Todas”, a conferência promoveu discussões sobre desigualdades sociais, econômicas e raciais, combate à violência de gênero, políticas de cuidado e fortalecimento da presença feminina em espaços de poder. Um dos pontos centrais foi a adoção do conceito de “mulheridades”, que reconhece a pluralidade das identidades femininas no Brasil.</p>
<p>O encontro deu voz a mulheres negras, indígenas, quilombolas, com deficiência, LBTs, migrantes, refugiadas, mães atípicas, idosas, jovens, trabalhadoras urbanas e rurais. Cada grupo levou pautas específicas, mas convergentes na luta contra discriminação, desigualdade salarial, capacitismo e preconceito.</p>
<p>Homenagens também marcaram a conferência. Em coro, as delegadas entoaram a canção “Maria, Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, símbolo de resistência e da força feminina. O gesto emocionou as participantes e reforçou a unidade do movimento.</p>
<p>As propostas aprovadas ao longo dos três dias serão incorporadas ao Plano Nacional de Políticas Públicas para Mulheres, orientando o governo federal na formulação de ações de proteção, inclusão e igualdade de gênero.</p>
<p>Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, o encerramento da conferência não significa o fim da mobilização.</p>
<blockquote><p>“A conferência não acaba aqui. Ela continua nas comunidades, nos territórios de luta das mulheres que participaram e levarão essas pautas adiante até a realização da 6ª edição”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Com vozes diversas, mas unidas por um objetivo comum, a 5ª CNPM consolidou-se como um marco da luta coletiva pela equidade e pelo reconhecimento das múltiplas experiências femininas no Brasil.</p>
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		<title>Lula empossa Márcia Lopes no Ministério das Mulheres</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-empossa-marcia-lopes-no-ministerio-das-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 17:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cida Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Márcia Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu posse, nesta segunda-feira (5), à nova ministra das Mulheres, Márcia Lopes. Ela assume o lugar de Cida Gonçalves, que deixa o cargo após pouco mais de um ano à frente da pasta. A nomeação e a exoneração serão oficializadas em edição extra do Diário Oficial da União [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu posse, nesta segunda-feira (5), à nova ministra das Mulheres, Márcia Lopes. Ela assume o lugar de Cida Gonçalves, que deixa o cargo após pouco mais de um ano à frente da pasta. A nomeação e a exoneração serão oficializadas em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> ainda hoje.</p>
<p>Assistente social de formação, Márcia declarou nas redes sociais que aceitou o convite “com alegria e senso profundo de responsabilidade”. Em seu comunicado, destacou o compromisso com a defesa dos direitos humanos e a promoção de políticas públicas voltadas à transformação da vida das mulheres brasileiras.</p>
<p>Márcia Lopes já ocupou cargos de destaque em governos anteriores de Lula. Em 2010, foi ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, pasta onde também atuou como secretária-executiva entre 2004 e 2008. Ela é graduada em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com mestrado pela PUC-SP, e foi professora na UEL.</p>
<p>A nova ministra também integrou a equipe de transição do atual governo, em 2022, colaborando no grupo de assistência social. Paranaense, Márcia é irmã de Gilberto de Carvalho, histórico dirigente do PT e ex-chefe de gabinete de Lula, hoje secretário Nacional de Economia Popular e Solidária no Ministério do Trabalho.</p>
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		<title>Misoginia no YouTube: Influenciadores lucram com conteúdo de ódio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/misoginia-no-youtube-influenciadores-lucram-com-conteudo-de-odio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 14:59:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[antifeminista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ódio às mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O discurso misógino tem se tornado uma indústria lucrativa no YouTube, segundo estudo do NetLab, laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisadores analisaram 76,3 mil vídeos que acumulam quase 4 bilhões de visualizações e concluíram que influenciadores exploram narrativas de ódio e desprezo às mulheres para monetizar seus conteúdos. O relatório, intitulado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O discurso misógino tem se tornado uma indústria lucrativa no YouTube, segundo estudo do NetLab, laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisadores analisaram 76,3 mil vídeos que acumulam quase 4 bilhões de visualizações e concluíram que influenciadores exploram narrativas de ódio e desprezo às mulheres para monetizar seus conteúdos.</p>
<p>O relatório, intitulado <em>“Aprenda a evitar ‘este tipo’ de mulher: estratégias discursivas e monetização da misoginia no YouTube”</em>, aponta que esses criadores de conteúdo utilizam estratégias variadas para mascarar mensagens de controle e violência, muitas vezes disfarçadas de humor ou “desenvolvimento pessoal masculino”. Entre os 137 canais analisados, foi identificado um ecossistema que naturaliza a violência de gênero e explora a misoginia como produto comercial.</p>
<h3><strong>Conteúdo e Estratégias de Manipulação</strong></h3>
<p>Os vídeos analisados incluem mensagens antifeministas, incentivo à manipulação psicológica e até sugestões de monitoramento por meio de aplicativos de espionagem. Mais de 15% dos canais analisados relativizam ou justificam abusos contra mulheres, enquanto 66% reforçam a ideia de que o sexo biológico determina comportamentos.</p>
<p>“Muitos desses vídeos atacam mulheres específicas, como mães solteiras, alegando que elas só buscam pais para seus filhos. Esses conteúdos reforçam preconceitos de classe, raça e gênero sob o pretexto de aconselhamento masculino”, explica Luciane Belin, uma das coordenadoras do estudo.</p>
<p>Os dados também mostram que 88% dos vídeos foram publicados entre 2021 e 2024, período que coincide com o aumento da violência contra mulheres no Brasil.</p>
<h3><strong>Monetização do Ódio</strong></h3>
<p>Além da receita obtida diretamente do YouTube, cerca de 80% dos canais analisados recebem dinheiro por meio de anúncios. Os criadores também utilizam alternativas como doações via PIX, criptomoedas, crowdfunding e a venda de produtos como e-books e cursos.</p>
<p>“Os influenciadores transformam a misoginia em um negócio. Essa estrutura gera lucros não apenas para os criadores, mas também para as plataformas que os hospedam”, afirma Marie Santini, diretora do NetLab.</p>
<h3><strong>Regulamentação e Desafios</strong></h3>
<p>Embora o YouTube proíba discursos de ódio em suas diretrizes, o estudo aponta que esses conteúdos continuam florescendo na plataforma. Em nota, a empresa informou que removeu mais de 511 mil vídeos entre janeiro e setembro de 2024, mas destacou que o relatório não identificou os canais analisados, dificultando uma avaliação mais precisa.</p>
<p>Para a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, a regulamentação das redes sociais é urgente. “Precisamos fortalecer o debate no Parlamento e no STF para limitar o discurso de ódio. Além disso, é fundamental disputar esses espaços com a criação de conteúdos que promovam igualdade e enfrentem a violência contra as mulheres”, destacou.</p>
<p>O estudo revela um cenário alarmante, em que o discurso de ódio não apenas ganha força, mas também se torna um modelo de negócio. A crescente popularidade desses canais demonstra a urgência de ações efetivas para responsabilizar plataformas e promover uma cultura digital mais inclusiva e segura.</p>
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		<title>Lavanderias comunitárias poderão ser abertas com apoio federal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lavanderias-comunitarias-poderao-ser-abertas-com-apoio-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 15:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[divisão do trabalho doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lavanderia comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina na quarta-feira da próxima semana (15) o prazo para os municípios, estados e o Distrito Federal apresentarem propostas para instalar e colocar em funcionamento lavanderias públicas de uso comunitário, com o financiamento do Ministério das Mulheres. Ao financiar obras e equipamentos para lavanderias públicas, o MMulheres quer cidades e estados promovendo nesses locais atividades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Termina na quarta-feira da próxima semana (15) o prazo para os municípios, estados e o Distrito Federal apresentarem propostas para instalar e colocar em funcionamento lavanderias públicas de uso comunitário, com o financiamento do Ministério das Mulheres.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ao financiar obras e equipamentos para lavanderias públicas, o MMulheres quer cidades e estados promovendo nesses locais atividades formativas nas temáticas de economia feminista e divisão sexual do trabalho, com a mobilização de mulheres e homens. A intenção das atividades formativas é provocar reflexão. “Nós queremos conversar sobre a divisão do trabalho entre homens e mulheres”, afirma Rosane da Silva, secretaria nacional de Autonomia Econômica do Ministério das Mulheres.</p>
<p>“Será que uma família não seria muito mais feliz se todos que vivem naquela família pudesse compartilhar o trabalho? Assim, uma pessoa lava, outra faz a comida, outra organiza a casa, e aí todo mundo termina o trabalho no mesmo tempo e todo mundo vai poder ter o seu tempo livre para fazer o que quiser”, recomenda.</p>
<p>Rosane da Silva ressalta que as lavanderias a serem financiadas são diferentes de outros projetos existentes no país como os de cooperativas de mulheres que utilizam os equipamentos e com isso têm meios para prestar serviço de lavadeira e aumentar a renda.</p>
<p>O propósito da atual iniciativa é diminuir o trabalho doméstico, em geral realizado pelas mulheres.</p>
<p>As lavanderias funcionarão como as lojas privadas comuns, onde a cliente ou o cliente deixa a roupa para lavar e busca depois. “A ideia é que deixem as roupas na lavanderia. Terá equipe para receber e cuidar dessas roupas. Depois as mulheres vão lá e vão pegar essa roupa limpa sem nenhum custo”, assinala a secretária. O serviço será comunitário, “os homens também vão poder usar o espaço”, acrescenta.</p>
<h2>Edital</h2>
<p>A iniciativa é um projeto-piloto. Nesta primeira edição, o MMulheres calcula atender até seis entes federativos firmando convênio após a seleção de propostas. Conforme o <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/acesso-a-informacao/editais-1/edital-no-02-2023-estruturacao-de-lavanderias-publicas-com-atividades-formativas-nas-tematicas-de-economia-feminista-e-divisao-sexual-do-trabalho/edital.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital</a>, o valor mínimo de repasse é de R$ 450 mil e o máximo, R$ 650 mil. Além das atividades formativas, as cidades e estados contratantes deverão dispor dos locais para as lavanderias, fazer a manutenção das unidades, contratar pessoal e fornecer os produtos para lavar as roupas.</p>
<p>Para este ano, o Orçamento Geral da União (OGU) de 2023 previu R$ 2,6 milhões para os convênios das lavanderias. Rosane da Silva, lembra que os valores do OGU “foram definidos pelo governo anterior”.</p>
<p>Ela tem expectativa de lançar um novo edital mais robusto no segundo semestre de 2024. “A gente acredita que vai ter bastante demanda e isso vai nos possibilitar, inclusive, fazer um debate interno no governo, em especial com a área de orçamento, para conseguir mais recursos e em 2024 poder abrir um novo edital”.</p>
<h2>Prefeituras com políticas para mulheres</h2>
<p>O edital exige que as cidades e estados que se candidatem a receber os recursos das lavanderias públicas tenham em sua estrutura administrativa um “Organismo de Política para Mulheres”, como secretarias ou outras denominações correlatas (sub secretaria, coordenadoria, superintendência, diretoria ou gerência), que sejam responsáveis pela execução e gestão das políticas públicas para as mulheres. Também deve estar em funcionamento regular o conselho estadual, municipal ou distrital da Mulher.</p>
<p>O Ministério das Mulheres também publicou <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/acesso-a-informacao/editais-1/edital-ndeg-1-2023-selecao-de-organizacoes-da-sociedade-civil-para-execucao-de-projetos-de-formacao-com-mulheres-em-autonomia-economica-e-cuidado/edital-de-chamamento-publico-no-2-2023-formacao-com-mulheres-autonomia-economica-e-cuidado" target="_blank" rel="noopener">edital</a> para apoiar projetos de organizações da sociedade civil para a formação de mulheres sobre autonomia econômica e cuidado. A perspectiva é incentivar redes de multiplicadoras. As propostas devem ser apresentadas até o dia 24 de novembro, prevê o edital.</p>
</div>
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