<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ministério da Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/ministerio-da-saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jul 2026 14:05:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Ministério da Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Inep divulga resultado definitivo da primeira etapa do Revalida 2026/1</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inep-divulga-resultado-definitivo-da-primeira-etapa-do-revalida-2026-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inep]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revalida]]></category>
		<category><![CDATA[sistema único da saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91637</guid>

					<description><![CDATA[Os participantes da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2026/1 já podem acessar o resultado definitivo da avaliação documental. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também disponibilizou o gabarito definitivo da prova objetiva, encerrando a fase de análise [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os participantes da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2026/1 já podem acessar o resultado definitivo da avaliação documental. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também disponibilizou o gabarito definitivo da prova objetiva, encerrando a fase de análise dos recursos previstos no edital.</p>
<p>A divulgação ocorreu após a conclusão do período de recursos apresentados pelos candidatos que contestaram o resultado preliminar da documentação. As informações estão disponíveis na Página do Participante do Sistema Revalida e podem ser consultadas mediante acesso com a conta Gov.br.</p>
<p>Para ser aprovado na primeira etapa, o participante precisa atingir, no mínimo, 59 pontos na prova objetiva, composta por 100 questões, além de ter a documentação que comprova a conclusão do curso de Medicina em instituição estrangeira aprovada de acordo com os critérios estabelecidos pelo edital.</p>
<p>O Revalida é coordenado pelo Inep, em parceria com os ministérios da Educação e da Saúde, e tem como finalidade verificar se médicos formados no exterior possuem os conhecimentos, habilidades e competências exigidos para o exercício da profissão no Brasil, em conformidade com as diretrizes e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O processo de revalidação é composto por duas etapas. A primeira reúne provas teórica e objetiva, enquanto a segunda consiste em uma avaliação prática das competências clínicas dos candidatos. A aprovação no exame permite que universidades públicas participantes realizem a revalidação dos diplomas médicos obtidos fora do país, habilitando os profissionais a exercerem a medicina em território nacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91637</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde lança plano para preparar o SUS diante do El Niño e das mudanças climáticas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-lanca-plano-para-preparar-o-sus-diante-do-el-nino-e-das-mudancas-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91426</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde apresentou um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) aos impactos provocados pelas mudanças climáticas e pela possível intensificação do fenômeno El Niño nos próximos meses. A iniciativa busca preparar estados e municípios para enfrentar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde apresentou um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) aos impactos provocados pelas mudanças climáticas e pela possível intensificação do fenômeno El Niño nos próximos meses. A iniciativa busca preparar estados e municípios para enfrentar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas, queimadas e o aumento da circulação de doenças relacionadas às alterações do clima.</p>
<p>Batizado de AdaptaSUS, o programa reúne um conjunto de ações voltadas ao monitoramento de riscos, planejamento de respostas rápidas, qualificação das equipes de saúde e ampliação da capacidade de atendimento da rede pública em situações de emergência climática. Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo é tornar o sistema mais resiliente diante dos efeitos cada vez mais frequentes das mudanças no clima.</p>
<p>Durante o lançamento da iniciativa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que os efeitos do aquecimento global já são percebidos diretamente na saúde da população brasileira e exigem uma mudança na forma de planejamento das políticas públicas.</p>
<p>&#8220;A crise climática é, antes de mais nada, uma crise de saúde pública&#8221;, afirmou o ministro durante a apresentação do programa.</p>
<p>Entre as principais medidas previstas estão a criação de sistemas integrados de monitoramento climático e epidemiológico, o fortalecimento da vigilância em saúde, a ampliação da capacidade de resposta a desastres naturais e o desenvolvimento de protocolos específicos para situações de calor extremo, enchentes, secas prolongadas e incêndios florestais. A estratégia também prevê maior integração entre o Ministério da Saúde, estados, municípios e órgãos de defesa civil.</p>
<p>A preocupação do governo se intensifica diante das previsões meteorológicas que indicam alta probabilidade de formação do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Especialistas apontam que o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico pode aumentar a ocorrência de eventos extremos em diferentes regiões do Brasil, provocando excesso de chuvas no Sul, estiagens prolongadas no Norte e Nordeste, além de favorecer ondas de calor e incêndios florestais.</p>
<p>O Ministério da Saúde alerta que essas alterações climáticas tendem a ampliar os riscos de diversas doenças. Temperaturas elevadas favorecem casos de desidratação, insolação e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias. Já enchentes e alagamentos aumentam a exposição da população a enfermidades como leptospirose, hepatite A e doenças transmitidas por água contaminada. O cenário também pode favorecer a expansão de arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, devido à proliferação do mosquito <em>Aedes aegypti</em>.</p>
<p>O plano prevê ainda investimentos na qualificação das equipes do SUS para atuação em situações de emergência, elaboração de protocolos clínicos específicos para eventos climáticos extremos e desenvolvimento de ferramentas capazes de antecipar riscos sanitários em diferentes regiões do país. A intenção é permitir respostas mais rápidas e reduzir os impactos sobre a população, especialmente entre idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e comunidades socialmente vulneráveis.</p>
<p>Segundo o governo, a estratégia faz parte de um movimento mais amplo de adaptação das políticas públicas às mudanças climáticas, reconhecendo que eventos extremos tendem a se tornar mais frequentes nas próximas décadas. O fortalecimento do SUS é apontado como elemento fundamental para reduzir danos humanos, sociais e econômicos provocados por desastres ambientais.</p>
<p>Com a implementação do AdaptaSUS, o Ministério da Saúde pretende incorporar o planejamento climático às políticas permanentes da saúde pública brasileira, tornando o sistema mais preparado para responder aos desafios impostos pelo aquecimento global e pelos efeitos cada vez mais intensos de fenômenos como o El Niño.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91426</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde reforça vacinação contra sarampo em São Paulo e Guarulhos após confirmação de casos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-reforca-vacinacao-contra-sarampo-em-sao-paulo-e-guarulhos-apos-confirmacao-de-casos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91396</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde intensificou as medidas de prevenção contra o sarampo após a confirmação de novos casos da doença na capital paulista. A pasta passou a recomendar a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes em São Paulo e Guarulhos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde intensificou as medidas de prevenção contra o sarampo após a confirmação de novos casos da doença na capital paulista. A pasta passou a recomendar a aplicação da chamada <strong>dose zero</strong> da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes em São Paulo e Guarulhos, municípios considerados estratégicos pelo elevado fluxo de pessoas e pelo risco de disseminação do vírus.</p>
<p>A medida foi adotada depois da confirmação de três casos de sarampo em crianças menores de 2 anos na zona norte da capital paulista. Segundo o Ministério da Saúde, duas delas frequentavam a mesma creche e a terceira mora na mesma região. Todas apresentaram sintomas característicos da doença, como febre, manchas pelo corpo e problemas respiratórios, com diagnóstico confirmado por exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>Além da capital, Guarulhos também recebeu atenção especial por concentrar o maior aeroporto internacional do país, porta de entrada de milhares de passageiros vindos do exterior diariamente. Para reforçar a proteção da população, o governo federal informou que enviará aproximadamente 100 mil doses da vacina às duas cidades.</p>
<p>De acordo com o ministério, a chamada <strong>dose zero</strong> é uma aplicação adicional destinada exclusivamente aos bebês entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Ela não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação, que continuam sendo administradas aos 12 e aos 15 meses de idade. O objetivo é oferecer proteção antecipada às crianças mais vulneráveis em situações de maior risco de circulação do vírus.</p>
<p>A pasta ressaltou que os casos registrados são considerados, até o momento, provavelmente importados, ou seja, relacionados ao contato com pessoas infectadas vindas do exterior. Por isso, o episódio não altera o reconhecimento internacional do Brasil como país livre da circulação endêmica do sarampo.</p>
<p>Além da vacinação, autoridades sanitárias ampliaram as ações de vigilância epidemiológica. Entre as medidas adotadas estão a busca ativa de pessoas com sintomas suspeitos, identificação e monitoramento de contatos próximos dos pacientes, investigação dos casos e vacinação de bloqueio nas áreas consideradas de maior risco para impedir novas cadeias de transmissão.</p>
<p>O alerta também está relacionado ao cenário internacional. Os três países que sediaram a Copa do Mundo de 2026 — Estados Unidos, Canadá e México — enfrentam aumento expressivo no número de casos de sarampo, elevando o risco de importação da doença por viajantes brasileiros. Segundo dados do Ministério da Saúde, os Estados Unidos registraram mais de 2 mil casos em 2026 até 20 de junho. O México ultrapassou 11,7 mil casos neste ano, enquanto o Canadá contabiliza mais de mil confirmações.</p>
<p>Diante desse cenário, a recomendação é que todas as pessoas verifiquem sua situação vacinal antes de viagens internacionais. Crianças de 6 a 11 meses e 29 dias que forem viajar para áreas com circulação do vírus devem receber a dose zero. Já pessoas de até 29 anos sem comprovação de vacinação precisam ter duas doses da tríplice viral, enquanto adultos entre 30 e 59 anos devem possuir pelo menos uma dose registrada.</p>
<p>Considerado uma das doenças infecciosas mais contagiosas do mundo, o sarampo pode provocar complicações graves, especialmente em crianças pequenas e pessoas não vacinadas. Por isso, o Ministério da Saúde reforça que manter a caderneta de vacinação atualizada continua sendo a principal forma de evitar novos casos e preservar o status sanitário conquistado pelo Brasil nos últimos anos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91396</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Butantan mantém pesquisa com idosos apesar da suspensão temporária da vacinação contra dengue</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/butantan-mantem-pesquisa-com-idosos-apesar-da-suspensao-temporaria-da-vacinacao-contra-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 00:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91172</guid>

					<description><![CDATA[O Instituto Butantan informou que continuará conduzindo o estudo clínico voltado à avaliação da vacina contra a dengue em pessoas com idade entre 60 e 79 anos, mesmo após a suspensão temporária da estratégia de vacinação com o imunizante no país. A pesquisa busca ampliar o conhecimento sobre a segurança e a resposta imunológica da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan informou que continuará conduzindo o estudo clínico voltado à avaliação da vacina contra a dengue em pessoas com idade entre 60 e 79 anos, mesmo após a suspensão temporária da estratégia de vacinação com o imunizante no país. A pesquisa busca ampliar o conhecimento sobre a segurança e a resposta imunológica da vacina nessa faixa etária, que ainda não está contemplada na autorização atual de uso do produto.</p>
<p>A decisão ocorre em meio às investigações conduzidas pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e por especialistas em farmacovigilância após o registro de 42 casos de reações adversas graves em pessoas vacinadas. Entre esses episódios, três resultaram em internação hospitalar e dois evoluíram para óbito, situações que ainda estão sendo analisadas para verificar se possuem relação direta com o imunizante.</p>
<p>Segundo o Butantan, o ensaio clínico com idosos segue protocolos independentes da campanha de vacinação aplicada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo da pesquisa é avaliar se a resposta imunológica observada em pessoas acima de 60 anos é semelhante à registrada em adultos mais jovens que participaram das etapas anteriores dos estudos clínicos.</p>
<p>O estudo envolve 767 voluntários com idades entre 60 e 79 anos, além de um grupo de controle formado por 230 adultos de 40 a 59 anos. Os participantes estão sendo acompanhados em centros de pesquisa localizados nos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná.</p>
<p>De acordo com o Instituto Butantan, a inclusão da população idosa é considerada estratégica devido ao impacto da dengue nessa faixa etária. Pessoas mais velhas estão entre os grupos com maior risco de desenvolver complicações graves da doença, o que torna importante a avaliação da vacina para eventual ampliação futura da indicação do imunizante.</p>
<p>A suspensão anunciada pelo Ministério da Saúde não representa o cancelamento definitivo da vacinação. A medida foi adotada de forma preventiva para permitir uma investigação aprofundada dos eventos adversos observados após a aplicação de mais de 500 mil doses em todo o país. As autoridades sanitárias destacam que ainda não existem evidências conclusivas de que os casos graves tenham sido provocados pela vacina.</p>
<p>O imunizante desenvolvido pelo Butantan foi aprovado pela Anvisa em novembro de 2025 para pessoas de 12 a 59 anos e passou a integrar o Sistema Único de Saúde no início deste ano. Antes da suspensão, a vacina vinha sendo aplicada em municípios selecionados e em profissionais da atenção primária à saúde como parte da estratégia nacional de enfrentamento à dengue.</p>
<p>Estudos anteriores realizados pelo instituto apontaram resultados considerados promissores. Dados divulgados neste ano indicaram eficácia de 80,5% na prevenção de casos graves da doença e proteção mantida por pelo menos cinco anos após a aplicação da dose única.</p>
<p>Enquanto a investigação prossegue, o Butantan afirma que continuará colaborando com os órgãos reguladores e mantendo o acompanhamento rigoroso dos participantes dos estudos clínicos. A expectativa é que as análises em andamento permitam esclarecer os episódios registrados e definir os próximos passos da vacinação contra a dengue no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91172</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ministério interrompe aplicação da vacina contra dengue do Butantan após investigação de reações graves</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-interrompe-aplicacao-da-vacina-contra-dengue-do-butantan-apos-investigacao-de-reacoes-graves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vacina contra a dengue]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91158</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. A decisão foi adotada como medida de precaução após o registro de eventos adversos graves em pessoas que receberam a vacina, situação que agora será analisada por equipes técnicas e órgãos de vigilância sanitária. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. A decisão foi adotada como medida de precaução após o registro de eventos adversos graves em pessoas que receberam a vacina, situação que agora será analisada por equipes técnicas e órgãos de vigilância sanitária.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pela pasta, foram identificados 42 casos de reações severas temporalmente associadas à aplicação do imunizante. Entre essas ocorrências, houve registros de internações e duas mortes que estão sendo investigadas para determinar se existe relação direta com a vacina ou se os episódios foram provocados por outras condições de saúde dos pacientes.</p>
<p>A suspensão vale exclusivamente para a vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante Qdenga, fabricado pela farmacêutica Takeda e utilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), continua sendo aplicado normalmente nos públicos contemplados pela campanha nacional de vacinação.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a medida não representa uma conclusão sobre a segurança da vacina brasileira, mas sim uma etapa necessária para aprofundar a investigação dos casos relatados. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a decisão busca garantir máxima segurança à população durante o processo de avaliação dos eventos registrados. A pasta também reiterou confiança na capacidade técnica e científica do Instituto Butantan.</p>
<p>Até o fim de maio, mais de 500 mil doses da vacina do Butantan haviam sido aplicadas em todo o país. Grande parte desse público era composta por profissionais da atenção primária à saúde, grupo escolhido para a estratégia inicial de vacinação adotada pelo governo federal após a incorporação do imunizante ao SUS no início deste ano.</p>
<p>Além da suspensão das novas aplicações, o Ministério orientou estados e municípios a monitorarem pessoas vacinadas recentemente, especialmente aquelas que receberam a dose nas últimas semanas. O objetivo é ampliar a coleta de informações e identificar rapidamente qualquer ocorrência que possa contribuir para as investigações em andamento.</p>
<p>A vacina do Instituto Butantan representa um marco para a ciência nacional por ser o primeiro imunizante contra a dengue desenvolvido e produzido integralmente por uma instituição brasileira. Registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no final de 2025, a vacina foi criada para oferecer proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue em dose única.</p>
<p>As autoridades de saúde ressaltam que a interrupção é temporária e permanecerá vigente até a conclusão das análises técnicas. Os resultados da investigação deverão indicar se os eventos observados possuem relação causal com o imunizante ou se decorreram de fatores independentes da vacinação. Até lá, a recomendação é que a população acompanhe as orientações oficiais divulgadas pelos órgãos de saúde.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91158</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil cria data oficial em homenagem às vítimas da covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-cria-data-oficial-em-homenagem-as-vitimas-da-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 20:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90553</guid>

					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data será celebrada anualmente em 12 de março, em referência ao registro da primeira morte causada pela doença no Brasil, ocorrida em 2020. A cerimônia de sanção ocorreu no Palácio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data será celebrada anualmente em 12 de março, em referência ao registro da primeira morte causada pela doença no Brasil, ocorrida em 2020.</p>
<p>A cerimônia de sanção ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, e reuniu representantes de associações de familiares de vítimas da pandemia, integrantes do Ministério da Saúde e autoridades federais. O governo destacou que a criação da data busca preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no país.</p>
<p>O dia escolhido faz referência à morte da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, considerada a primeira vítima fatal da doença registrada oficialmente no Brasil, em São Paulo. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado antes de seguir para sanção presidencial.</p>
<p>Durante o evento, Lula afirmou que a pandemia representou uma das maiores crises sanitárias da história do país e criticou a disseminação de desinformação sobre vacinas e tratamentos sem eficácia científica. O presidente também defendeu a valorização da ciência e do Sistema Único de Saúde (SUS) no enfrentamento de futuras emergências sanitárias.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a criação da data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e sobre a importância de fortalecer políticas públicas de saúde. Segundo ele, grande parte da população brasileira foi diretamente afetada pela covid-19, seja pela perda de familiares, seja pelas consequências sociais provocadas pela crise sanitária.</p>
<p>Como parte das homenagens, o governo federal promoveu uma instalação especial no Palácio do Planalto com os nomes das vítimas da doença. Além disso, monumentos em seis capitais brasileiras receberam projeções em memória das pessoas mortas durante a pandemia.</p>
<p>No mês passado, o Ministério da Saúde também inaugurou o Memorial da Pandemia, localizado no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro. O espaço foi criado para homenagear as vítimas da covid-19 e preservar registros históricos do período vivido pelo país durante a emergência sanitária.</p>
<p>Dados apresentados pelo Ministério da Saúde indicam ainda uma recuperação gradual dos índices de vacinação no Brasil nos últimos anos. Segundo Padilha, as coberturas vacinais infantis voltaram a superar 90% em diversas campanhas nacionais após queda registrada durante a pandemia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90553</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 16:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[caderneta de vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[meningocócica]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[tríplice bacteriana infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tríplice viral]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90056</guid>

					<description><![CDATA[A Semana de Vacinação nas Escolas tem meta de imunizar 27 milhões de estudantes de escolas públicas do país até a próxima quinta-feira (30). A campanha que começou nesta sexta-feira (24) visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos com a oferta de seis tipos de imunizantes. As vacinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2026/vacinacao-nas-escolas" target="_blank" rel="noopener">Semana de Vacinação nas Escolas</a> tem meta de imunizar 27 milhões de estudantes de escolas públicas do país até a próxima quinta-feira (30). A campanha que começou nesta sexta-feira (24) visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos com a oferta de seis tipos de imunizantes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As vacinas ofertadas são: HPV, febre amarela, tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), meningocócica ACWY e covid-19. A estratégia também inclui a vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não se imunizaram.</p>
<p>A vacinação é realizada por profissionais de saúde, mediante autorização dos pais ou responsáveis.</p>
<p>A ação integra o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pse" target="_blank" rel="noopener">Programa Saúde na Escola (PSE)</a>, parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação.</p>
<p><strong>O governo também reforça o uso da Caderneta Digital de Vacinação da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital. Lançada em abril de 2025, a ferramenta já soma mais de 3,3 milhões de acessos e permite acompanhar o histórico de vacinas e consultar as próximas doses.</strong></p>
<p>Agora, o aplicativo tem uma nova funcionalidade e passou a enviar lembretes automáticos para pais, mães e responsáveis, de acordo com a idade das crianças, incentivando a atualização da caderneta.</p>
<h2>Cobertura vacinal</h2>
<p>Em comunicado, o Ministério da Saúde destacou a reversão da queda histórica nas coberturas vacinais registrada nos anos anteriores, agravada pelos impactos da pandemia de covid-19. De acordo com a pasta, em 2025, todas as vacinas do calendário infantil apresentaram aumento de cobertura em relação a 2022.</p>
<p><strong>A tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 92,96% de cobertura, ante 80,7% em 2022, mantendo o Brasil livre do sarampo, mesmo diante do avanço de casos na América do Norte.</strong></p>
<p>A vacinação contra o HPV, que previne o câncer de colo de útero, também avançou. A cobertura chegou a 86,11% entre meninas de 9 a 14 anos e a 74,46% entre os meninos. No público feminino, o índice é cinco vezes superior à média mundial.</p>
<p>No caso da meningite, a cobertura da vacina meningocócica ACWY passou de 45,8% em 2022 para 67,75% em 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90056</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Inscrições para o Mais Médicos seguem abertas até quarta-feira e ampliam atendimento no SUS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inscricoes-para-o-mais-medicos-seguem-abertas-ate-quarta-feira-e-ampliam-atendimento-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção Primária à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PMMB]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89711</guid>

					<description><![CDATA[O prazo de inscrições para o novo ciclo do programa Mais Médicos permanece aberto até esta quarta-feira (8), oferecendo uma nova oportunidade para profissionais interessados em atuar no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa do Ministério da Saúde busca reforçar o atendimento na atenção primária, especialmente em áreas com escassez de médicos. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo de inscrições para o novo ciclo do programa Mais Médicos permanece aberto até esta quarta-feira (8), oferecendo uma nova oportunidade para profissionais interessados em atuar no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa do Ministério da Saúde busca reforçar o atendimento na atenção primária, especialmente em áreas com escassez de médicos.</p>
<p>De acordo com o edital mais recente, estão sendo disponibilizadas 1.524 vagas em todo o país. As oportunidades fazem parte do 45º ciclo do programa e têm como objetivo ampliar a presença de profissionais em regiões prioritárias, incluindo municípios do interior e comunidades com maior vulnerabilidade social.</p>
<p>As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio da Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento, disponível no portal do governo federal. O processo é voltado a médicos com registro no Brasil, além de brasileiros formados no exterior e profissionais estrangeiros habilitados, seguindo critérios definidos no edital.</p>
<p>Atualmente, o programa já conta com mais de 26 mil médicos em atividade em diversas regiões do país, atuando principalmente na atenção básica — porta de entrada do SUS e responsável pelo acompanhamento contínuo da população.</p>
<p>Criado para reduzir a desigualdade na distribuição de profissionais de saúde, o Mais Médicos tem como principal missão levar atendimento a localidades remotas e periferias urbanas, onde há maior dificuldade de fixação de médicos. Desde sua criação, a iniciativa tem sido uma das principais estratégias para ampliar o acesso à saúde pública no país.</p>
<p>Além da atuação direta nas unidades de saúde, os profissionais selecionados também participam de atividades de formação e qualificação, contribuindo para o fortalecimento do sistema público e a melhoria contínua dos serviços oferecidos à população.</p>
<p>Com o encerramento do prazo se aproximando, o Ministério da Saúde reforça a importância da adesão de novos profissionais para garantir a continuidade e expansão do atendimento, beneficiando milhões de brasileiros que dependem do SUS para cuidados médicos essenciais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89711</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Municípios do Rio começam a receber vacina contra a dengue produzida pelo Butantan</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/municipios-do-rio-comecam-a-receber-vacina-contra-a-dengue-produzida-pelo-butantan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 23:03:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aaedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação contra a dengue]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=88891</guid>

					<description><![CDATA[Os 92 municípios do estado do Rio de Janeiro começam a receber, a partir desta segunda-feira (23), a nova vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A distribuição será feita pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ). Ao todo, o estado recebeu 33.364 doses do imunizante, sendo 12.500 destinadas à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 92 municípios do estado do Rio de Janeiro começam a receber, a partir desta segunda-feira (23), a nova vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A distribuição será feita pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ).</p>
<p>Ao todo, o estado recebeu 33.364 doses do imunizante, sendo 12.500 destinadas à capital fluminense. Conforme diretriz do Ministério da Saúde, neste primeiro momento as doses serão aplicadas em profissionais da Atenção Primária à Saúde do Sistema Único de Saúde (APS/SUS), incluindo trabalhadores administrativos e equipes de apoio das unidades.</p>
<p>Estão contemplados médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, odontólogos, profissionais de equipes multiprofissionais — como psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos, assistentes sociais e farmacêuticos — além de agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE). A ampliação para outros públicos dependerá da disponibilidade de novas remessas.</p>
<h3>Faixa etária e estratégia escalonada</h3>
<p>De acordo com o gerente de Imunização da SES-RJ, Keli Magno, o imunizante do Butantan foi licenciado para pessoas de 12 a 59 anos. No entanto, considerando que a vacina Qdenga, do laboratório japonês Takeda, já atende o público de 10 a 14 anos, a recomendação é que a nova vacina seja aplicada preferencialmente em pessoas de 15 a 59 anos.</p>
<p>A estratégia será gradativa e escalonada, começando pelos profissionais da Atenção Primária e avançando progressivamente para outros grupos prioritários. A meta é, posteriormente, contemplar adolescentes de 15 anos que ainda não foram imunizados com a vacina da Takeda.</p>
<p>O imunizante do Butantan é de dose única e oferece proteção contra os quatro sorotipos da dengue. Atualmente, os tipos 1 e 2 são os mais frequentes no estado, mas a SES-RJ monitora com preocupação a possível reintrodução do sorotipo 3, que não circula no território fluminense desde 2007.</p>
<h3>Cenário epidemiológico e prevenção</h3>
<p>Segundo dados do Centro de Inteligência em Saúde da SES-RJ, até o último dia 20, o estado registrou 1.198 casos prováveis de dengue e 56 internações, sem confirmação de óbitos. Também foram notificados 41 casos prováveis de chikungunya, com cinco internações, e nenhum caso confirmado de zika.</p>
<p>Apesar dos indicadores permanecerem em níveis considerados baixos, a secretaria alerta para o risco de aumento de casos após o Carnaval, devido às chuvas intensas e ao calor do verão — combinação ideal para a proliferação do Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.</p>
<p>A orientação é que a população dedique ao menos dez minutos por semana para eliminar possíveis criadouros do mosquito, verificando caixas d’água, calhas, pratos de plantas e recipientes que possam acumular água.</p>
<h3>Outras ações e monitoramento</h3>
<p>Desde 2023, o Ministério da Saúde também distribui a vacina Qdenga no estado. Mais de 758 mil doses já foram aplicadas, sendo que 360 mil crianças e adolescentes receberam a primeira dose e 244 mil completaram o esquema vacinal.</p>
<p>O estado mantém monitoramento em tempo real por meio da plataforma MonitoraRJ e ampliou a capacidade diagnóstica do Laboratório Central Noel Nutels, que pode realizar até 40 mil exames por mês para detecção de dengue, zika, chikungunya e febre do Oropouche.</p>
<p>A nova etapa de vacinação marca um avanço na estratégia de enfrentamento às arboviroses no Rio de Janeiro, combinando imunização, vigilância epidemiológica e reforço das ações preventivas em todo o território fluminense.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">88891</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde decide não incorporar vacina contra herpes-zóster ao SUS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-decide-nao-incorporar-vacina-contra-herpes-zoster-ao-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[herpes]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[varicela-zóster]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87895</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde decidiu não incorporar a vacina para prevenção do herpes-zóster ao Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi formalizada por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) e tem como base a análise técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que considerou o imunizante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde decidiu não incorporar a vacina para prevenção do herpes-zóster ao Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi formalizada por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) e tem como base a análise técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que considerou o imunizante não custo-efetivo diante do impacto da doença no país.</p>
<p>Segundo relatório da Conitec, disponibilizado online, embora a vacina recombinante adjuvada seja reconhecida como eficaz — especialmente para idosos com 80 anos ou mais e pessoas imunocomprometidas a partir de 18 anos —, o valor atualmente praticado inviabiliza sua adoção em larga escala no sistema público.</p>
<p>“O Comitê de Medicamentos reconheceu a importância da vacina para a prevenção do herpes-zóster, mas destacou que considerações adicionais sobre a oferta de preço precisam ser negociadas, de modo a alcançar um valor com impacto orçamentário sustentável para o SUS”, aponta o documento.</p>
<h3>Impacto financeiro pesou na decisão</h3>
<p>A Conitec estimou que, com a vacinação de 1,5 milhão de pessoas por ano, o custo anual seria de R$ 1,2 bilhão. No quinto ano, a imunização dos cerca de 471 mil pacientes remanescentes demandaria mais R$ 380 milhões. Ao final de cinco anos, o investimento total alcançaria R$ 5,2 bilhões, valor considerado excessivo frente aos benefícios projetados.</p>
<p>Diante desse cenário, a comissão concluiu que a incorporação da vacina não atende aos critérios de custo-efetividade exigidos para o SUS. Ainda assim, a portaria ressalta que a decisão pode ser revista, caso novos fatos, dados clínicos ou negociações de preço alterem o resultado da análise.</p>
<h3>O que é o herpes-zóster</h3>
<p>O herpes-zóster é causado pelo vírus varicela-zóster, o mesmo responsável pela catapora. Após a infecção inicial, o vírus permanece latente no organismo e pode ser reativado ao longo da vida, sobretudo em idosos e em pessoas com sistema imunológico comprometido.</p>
<p>Os primeiros sintomas incluem queimação, coceira, sensibilidade na pele, febre baixa e cansaço. Em seguida, surgem manchas vermelhas que evoluem para bolhas com líquido, geralmente restritas a um lado do corpo, acompanhando o trajeto de um nervo. As regiões mais afetadas são tronco, face, lombar e pescoço, e o quadro costuma durar de duas a três semanas.</p>
<p>Embora, na maioria dos casos, a doença evolua de forma benigna, o herpes-zóster pode provocar complicações graves, como danos neurológicos, lesões cutâneas persistentes e comprometimento dos olhos e ouvidos.</p>
<h3>Tratamento disponível no SUS</h3>
<p>Atualmente, o SUS oferece tratamento sintomático para casos leves, com medicamentos para controle da dor, febre e coceira, além de orientações de cuidados com a pele. Em situações de maior risco — especialmente entre idosos, imunocomprometidos ou pacientes com quadros graves —, é indicado o uso do antiviral aciclovir.</p>
<p>Dados dos sistemas SIA/SUS e SIH/SUS indicam que, entre 2008 e 2024, o Brasil registrou 85.888 atendimentos ambulatoriais e 30.801 internações relacionadas ao herpes-zóster. Já o Sistema de Informações sobre Mortalidade aponta que, entre 2007 e 2023, a doença foi responsável por 1.567 óbitos, o equivalente a uma taxa de 0,05 morte por 100 mil habitantes. Cerca de 90% das mortes ocorreram em pessoas com 50 anos ou mais, sendo 53,4% entre idosos acima de 80 anos.</p>
<p>Apesar do reconhecimento da relevância clínica da vacina, o Ministério da Saúde reforça que, no momento, a sustentabilidade financeira do SUS permanece como fator determinante para decisões de incorporação de novas tecnologias.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87895</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
