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	<title>Ministério da Igualdade Racial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ministério da Igualdade Racial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Campanha do Ministério da Igualdade Racial reforça combate ao racismo e valoriza a cultura negra no carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 11:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Igualdade Racial (MIR) lançou nesta segunda-feira (12), no Rio de Janeiro, uma nova etapa da campanha “Sem racismo o carnaval brilha mais”, com o objetivo de valorizar a cultura negra, combater práticas racistas e conscientizar foliões sobre discriminação, injúria racial e estereótipos ofensivos durante a maior festa popular do país. A ação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministério da Igualdade Racial (MIR) lançou nesta segunda-feira (12), no Rio de Janeiro, uma nova etapa da campanha “Sem racismo o carnaval brilha mais”, com o objetivo de valorizar a cultura negra, combater práticas racistas e conscientizar foliões sobre discriminação, injúria racial e estereótipos ofensivos durante a maior festa popular do país.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação utiliza materiais educativos, como adesivos e leques, para alertar que ofender alguém pela cor da pele configura injúria racial e que fantasias estereotipadas — como “nega maluca” ou representações caricatas de povos indígenas — não condizem com um carnaval diverso e respeitoso.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não cabem mais fantasias depreciativas sobre a cultura negra, religiões afro, personagens negras, muito menos mulheres negras. Isso não dá mais”, afirmou à Agência Brasil o secretário de Combate ao Racismo do MIR, Tiago Santana. Segundo ele, a campanha enfrenta tanto agressões diretas quanto práticas simbólicas que transformam a estética negra, como o cabelo, em alvo de chacota.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Ampliação nacional em 2026</h3>
<p style="text-align: justify;">Após circular majoritariamente nas mídias digitais em 2025, a campanha ganha maior dimensão em 2026, com ações presenciais no carnaval de rua, blocos, bailes, desfiles das escolas de samba e na Marquês de Sapucaí. A iniciativa também será realizada na Bahia e em 30 municípios que integram o Programa Juventude Negra Viva.</p>
<p style="text-align: justify;">O material educativo será distribuído a partir do próximo sábado (17) até os últimos dias da folia. A campanha também incentiva que vítimas de racismo façam denúncias pelo Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, ou pela Ouvidoria do Ministério da Igualdade Racial (<a href="mailto:ouvidoria@igualdaderacial.gov.br" target="_blank" rel="noopener">ouvidoria@igualdaderacial.gov.br</a>), que prestam orientação e apoio para formalização das ocorrências.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Parceria com a Liga RJ e presença na Sapucaí</h3>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais diferenciais desta edição, no Rio, é a parceria com a Liga RJ, responsável pela organização dos desfiles da Série Ouro. A entidade irá distribuir o material educativo durante ensaios técnicos e apresentações na Sapucaí. No dia 13 de fevereiro, abertura oficial da competição, o ministério desfilará com uma faixa, ao lado de ativistas, lideranças e representantes das escolas de samba.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vamos sinalizar que eventuais racistas não são invisíveis e que haverá pressão para que atos criminosos sejam responsabilizados”, destacou Tiago Santana, ressaltando que a denúncia é um dos pilares da Política Nacional de Igualdade Racial.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Resgate da centralidade negra no carnaval</h3>
<p style="text-align: justify;">Além do enfrentamento direto ao racismo, a campanha também busca reafirmar o protagonismo das pessoas negras na construção histórica do carnaval. Segundo o secretário, existe hoje um processo de embranquecimento e apagamento da presença negra na festa, o que também se reflete em debates recentes sobre a composição majoritariamente branca de parte dos jurados dos desfiles cariocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, a ministra Anielle Franco destacou que o carnaval é diversão, mas também respeito: “Lançamos essa campanha para cuidar e respeitar as mãos negras de quem faz acontecer e também se diverte no maior espetáculo da terra. O carnaval é cultura, arte, resistência e resiliência”.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério da Igualdade Racial espera que outras instituições, blocos, escolas de samba e veículos de comunicação aderiam à iniciativa, ampliando a circulação do material e fortalecendo a mensagem de que um carnaval sem racismo é um carnaval mais brilhante para todos.</p>
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		<title>Quase 85% da população preta no Brasil relata ter sofrido discriminação racial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quase-85-da-populacao-preta-no-brasil-relata-ter-sofrido-discriminacao-racial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 13:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação racial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito Racial]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa apoiada pelo Ministério da Igualdade Racial revelou um dado alarmante: 84% da população preta afirma já ter sofrido discriminação racial no Brasil. O levantamento, divulgado nesta terça-feira (20), utilizou questionários baseados na escala de discriminação cotidiana, aplicados a 2.458 pessoas entre agosto e setembro de 2024. As perguntas abordaram situações comuns, como receber [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa apoiada pelo Ministério da Igualdade Racial revelou um dado alarmante: 84% da população preta afirma já ter sofrido discriminação racial no Brasil. O levantamento, divulgado nesta terça-feira (20), utilizou questionários baseados na escala de discriminação cotidiana, aplicados a 2.458 pessoas entre agosto e setembro de 2024.</p>
<p>As perguntas abordaram situações comuns, como receber atendimento inferior em lojas e restaurantes, ser tratado com menos gentileza ou respeito, ser seguido em estabelecimentos e até mesmo sofrer ameaças. Os dados mostram uma diferença brutal no tratamento entre brancos e negros:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Situação</th>
<th>Pretos</th>
<th>Pardos</th>
<th>Brancos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Menos gentileza</td>
<td>51,2%</td>
<td>44,9%</td>
<td>13,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Menos respeito</td>
<td>49,5%</td>
<td>32,1%</td>
<td>9,7%</td>
</tr>
<tr>
<td>Atendimento pior</td>
<td>57%</td>
<td>28,6%</td>
<td>7,7%</td>
</tr>
<tr>
<td>Seguido em lojas</td>
<td>21,3%</td>
<td>8,5%</td>
<td>8,5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além do racismo, os entrevistados também relataram discriminações por orientação sexual, condição financeira, religião e aparência física. O grupo mais atingido por múltiplas formas de preconceito foi o de mulheres pretas, com 72% delas relatando sofrer mais de um tipo de discriminação.</p>
<figure id="attachment_83651" aria-describedby="caption-attachment-83651" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83651" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Pesquisa-indica-que-72-das-mulheres-pretas-sofreram-mais-de-um-tipo-de-preconceito-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Pesquisa Indica Que 72% Das Mulheres Pretas Sofreram Mais De Um Tipo De Preconceito - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Pesquisa-indica-que-72-das-mulheres-pretas-sofreram-mais-de-um-tipo-de-preconceito-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Pesquisa-indica-que-72-das-mulheres-pretas-sofreram-mais-de-um-tipo-de-preconceito-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Pesquisa-indica-que-72-das-mulheres-pretas-sofreram-mais-de-um-tipo-de-preconceito-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Pesquisa-indica-que-72-das-mulheres-pretas-sofreram-mais-de-um-tipo-de-preconceito-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-83651" class="wp-caption-text">Pesquisa indica que 72% das mulheres pretas sofreram mais de um tipo de preconceito &#8211; Foto: Joédson Alves/Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Segundo o diretor da Vital Strategies Brasil, Pedro de Paula, os dados evidenciam a “brutal desigualdade racial” no país e reforçam os impactos do racismo na saúde, no acesso a serviços, no bem-estar e na autoestima. Já Evelyn Santos, da organização Umane, ressaltou que esta foi a primeira aplicação nacional da escala de discriminação cotidiana no Brasil, com apoio técnico da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e do Instituto Devive.</p>
<p>Os pesquisadores defendem que os resultados devem guiar políticas públicas mais efetivas no combate ao racismo, especialmente no sistema de saúde. “Negros recebem menos analgesia, menos atenção médica e sofrem mais com violência obstétrica”, destacou de Paula.</p>
<p>Outros estudos reforçam a desigualdade: o Atlas da Violência aponta que negros têm 2,7 vezes mais chances de serem vítimas de homicídio, e o Censo 2022 revela que pretos e pardos representam 72,9% dos moradores de favelas no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Governo e plataformas de mobilidade firmam parceria para combater racismo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-e-plataformas-de-mobilidade-firmam-parceria-para-combater-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 20:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[99]]></category>
		<category><![CDATA[Ambev]]></category>
		<category><![CDATA[Amobitec]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao racismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Uber]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Delivery]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Igualdade Racial firmou nesta sexta-feira (17) um acordo de cooperação técnica com a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa empresas como Uber, 99, Ifood, Lalamove, Zé Delivery e Ambev. A iniciativa busca utilizar os canais de comunicação dessas plataformas para promover campanhas de conscientização e combate ao racismo. “A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Igualdade Racial firmou nesta sexta-feira (17) um acordo de cooperação técnica com a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa empresas como Uber, 99, Ifood, Lalamove, Zé Delivery e Ambev. A iniciativa busca utilizar os canais de comunicação dessas plataformas para promover campanhas de conscientização e combate ao racismo.</p>
<p>“A ideia é alcançar milhões de usuários com mensagens educativas e orientações sobre como identificar e denunciar casos de discriminação racial”, destacou a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.</p>
<h3>Alcance nacional e foco na conscientização</h3>
<p>A campanha será realizada em todo o Brasil, com foco tanto nos motoristas e entregadores parceiros das plataformas quanto nos usuários. As mensagens e conteúdos educativos serão disponibilizados por meio de notificações push nos aplicativos, e-mails e demais canais de comunicação das empresas associadas.</p>
<p>De acordo com André Porto, diretor-executivo da Amobitec, o compromisso reflete a importância de combater o racismo e a intolerância religiosa em um país diverso como o Brasil. “A campanha terá grande alcance, considerando os milhões de usuários, motoristas e entregadores conectados às plataformas associadas”, afirmou.</p>
<h3>Diálogo e melhoria das condições de trabalho</h3>
<p>Além da campanha, o acordo inclui reuniões entre o ministério e representantes das plataformas para ouvir as demandas dos trabalhadores e discutir formas de garantir condições mais dignas de trabalho.</p>
<p>O Ministério da Igualdade Racial também irá fornecer informações para combater manifestações de racismo e divulgar políticas públicas voltadas à superação do preconceito e discriminação. A Amobitec, por sua vez, compromete-se a disponibilizar espaço em seus aplicativos para essas iniciativas, ampliando a disseminação do conteúdo.</p>
<h3>Impacto social e educativo</h3>
<p>Com esse acordo, espera-se não apenas conscientizar a sociedade, mas também criar um ambiente mais inclusivo e seguro para os profissionais e usuários das plataformas. Segundo Anielle Franco, a parceria é um passo importante para ampliar o alcance das políticas públicas contra o racismo: “A comunicação estratégica com milhões de brasileiros é uma ferramenta poderosa para promover mudanças significativas.”</p>
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		<item>
		<title>Diferenças não podem significar desigualdade de direitos, diz Anielle</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/diferencas-nao-podem-significar-desigualdade-de-direitos-diz-anielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 00:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[ministra Anielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, defendeu a igualdade de direitos e oportunidades para o povo negro, bem como seu acesso à educação, saúde, emprego e salário justo. Anielle falou, na noite deste domingo (19), em cadeia nacional de rádio e televisão em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado na próxima segunda-feira (20). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, defendeu a igualdade de direitos e oportunidades para o povo negro, bem como seu acesso à educação, saúde, emprego e salário justo. Anielle falou, na noite deste domingo (19), em cadeia nacional de rádio e televisão em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado na próxima segunda-feira (20).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em seu pronunciamento, ela lembrou da diversidade cultural do país e da contribuição histórica dos negros para essa diversidade. Mas, reforçou, “essas diferenças não podem significar desigualdade de oportunidades e direitos”. Ela afirmou que dados comprovam que os negros são mais atingidos pela fome, pela insegurança alimentar e pela violência “como resultante do racismo que persiste em nossa sociedade”.</p>
<p>“Temos o mesmo direito de viver com dignidade, de ter acesso à educação da creche. Saúde, emprego, salário justo, segurança, moradia digna e alimentação de qualidade. Temos todas e todos o direito de sonhar, de realizar nossos sonhos”, acrescentou.</p>
<p>Anielle lembrou da luta do povo brasileiro e dos movimentos sociais na conquista dos direitos sociais. Em seguida, lembrou das ações do governo Lula, neste e nos seus mandatos anteriores, no sentido de reduzir a desigualdade. A ministra lembrou da criação da política de cotas nas universidades e também nos cargos e funções comissionadas no serviço público. Lembrou ainda da lei que equipara injúria racial ao crime de racismo, entre outras medidas.</p>
<p>“Continuaremos a trabalhar em nosso compromisso por memória e reparação por uma vida digna para o povo brasileiro e pelo desenvolvimento do nosso país. Seguimos juntas e juntos, construindo um Brasil pela igualdade racial. Um Brasil mais justo e mais feliz”.</p>
<p>A data de 20 de novembro faz referência ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, pelas mãos de tropas portuguesas. Zumbi dos Palmares comandou a resistência de milhares de negros contra a escravidão, no Quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga, em Alagoas.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Lula sanciona lei que equipara crime de injúria racial ao racismo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-sanciona-lei-que-equipara-crime-de-injuria-racial-ao-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 01:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Anielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Injúria Racial]]></category>
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		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (11) uma lei aprovada pelo Congresso Nacional que equipara o crime de injúria racial ao de racismo e amplia as penas. A solenidade de sanção ocorreu durante a cerimônia fr posse, no Palácio do Planalto, das ministras Sônia Guajajara (Ministério dos Povos Indígenas) e Anielle Franco (Ministério da Igualdade Racial) Agora, [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (11) uma lei aprovada pelo Congresso Nacional que equipara o crime de injúria racial ao de racismo e amplia as penas. A solenidade de sanção ocorreu durante a cerimônia fr posse, no Palácio do Planalto, das ministras <a href="https://www.expressocarioca.com.br/sonia-guajajara-diz-que-povos-indigenas-vivem-crise-humanitaria/" target="_blank" rel="noopener">Sônia Guajajara</a> (Ministério dos Povos Indígenas) e <a href="https://www.expressocarioca.com.br/ministra-diz-que-brasil-do-futuro-precisa-responder-dividas-do-passado/" target="_blank" rel="noopener">Anielle Franco</a> (Ministério da Igualdade Racial)<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Agora, a injúria racial pode ser punida com reclusão de 2 a 5 anos. Antes, a pena era de 1 a 3 anos. A pena será dobrada se o crime for cometido por duas ou mais pessoas. Também haverá aumento da pena se o crime de injúria racial for praticado em eventos esportivos ou culturais e para finalidade humorística.</p>
<p>A nova legislação se alinha ao entendimento do Supremo Tribunal Federal que, em outubro do ano passado, equiparou a injúria racial ao racismo e, por isso, tornou a injúria, assim como o racismo, um crime inafiançável e imprescritível.</p>
<p>A injúria racial é a ofensa a alguém, um indivíduo, em razão da raça, cor, etnia ou origem. E o racismo é quando uma discriminação atinge toda uma coletividade ao, por exemplo, impedir que uma pessoa negra assuma uma função, emprego ou entre em um estabelecimento por causa da cor da pele.</p>
</div>
</div>
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		<title>Ministra diz que Brasil do futuro precisa responder dívidas do passado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministra-diz-que-brasil-do-futuro-precisa-responder-dividas-do-passado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 01:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[A jornalista e ativista Anielle Franco assumiu o cargo de ministra da Igualdade Racial nesta quarta-feira (11), no Palácio do Planalto, em Brasília, em uma solenidade que também marcou a chegada de Sônia Guajajara à frente do Ministério dos Povos Indígenas. Em um longo discurso, no qual fez um balanço crítico das marcas do racismo na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A jornalista e ativista Anielle Franco assumiu o cargo de ministra da Igualdade Racial nesta quarta-feira (11), no Palácio do Planalto, em Brasília, em uma solenidade que também marcou a chegada de Sônia Guajajara à frente do Ministério dos Povos Indígenas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em um longo discurso, no qual fez um balanço crítico das marcas do racismo na sociedade brasileira, Anielle Franco chamou a atenção para a necessidade de fortalecer políticas de reparação da dívida histórica do país com o povo negro.</p>
<p>&#8220;Não podemos mais ignorar ou subestimar o fato de que a raça e a etnia são determinantes para a desigualdade de oportunidades no Brasil em todos os âmbitos da vida. Pessoas negras estão sub-representadas nos espaços de poder e, em contrapartida, somos as que mais estamos nos espaços de estigmatização e vulnerabilidade&#8221;, afirmou.</p>
<p>Apesar de a maioria da população brasileira se autodeclarar negra, Anielle Franco disse que &#8220;é possível observar que os brancos ocupam a maior parte dos cargos gerenciais, dos empregos formais e dos cargos eletivos&#8221;, acrescentando que, por outro lado, a população negra está no topo dos índices de desemprego, subemprego e de ocupações informais, além de receber os menores salários.</p>
<p>A nova ministra cobrou o envolvimento dos não negros na superação das desigualdades. &#8220;O Brasil do futuro precisa responder às dívidas do passado. E é por isso que em um governo de reconstrução nós gostaríamos também de falar com os não negros. O enfrentamento ao racismo e a promoção da igualdade racial é um dever de todos nós&#8221;, disse.</p>
<h2>Propostas</h2>
<p>A nova ministra da Igualdade Racial disse que, nos próximos 4 anos, vai trabalhar para fortalecer a Lei de Cotas e ampliar a presença de jovens negros e pobres nas universidades públicas.</p>
<p>Também disse que buscará aumentar a visibilidade e a presença de servidores negros e negras em cargos de tomada de decisão da administração pública. Ela adiantou que a pasta ainda deve relançar o plano Juventude Negra Viva, que promoverá ações que visem a redução da letalidade contra a juventude negra brasileira e a ampliação de oportunidades para jovens brasileiros.</p>
<p>Anielle Franco também mencionou o fortalecimento da política nacional de saúde integral da população negra, e a necessidade garantir direitos de comunidades quilombolas e ciganas.</p>
<p>As cerimônias assunção de cargos de Anielle Franco e Sônia Guajajara, que seriam realizadas separadamente, tiveram que ser remarcadas em uma só solenidade após os atos golpistas do domingo (8), que destruíram os prédios da República, incluindo a depredação do Palácio do Planalto.</p>
<p>Desta vez, a assunção ministerial contou com a presença do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não acompanhou as de outros auxiliares a longo da semana passada. Ele estava acompanhado da esposa, Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros.</p>
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