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	<title>Ministério da Educação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Ministério da Educação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>MEC amplia prazo para adesão à Prova Nacional Docente e dá mais tempo a estados e municípios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 04:03:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) decidiu estender o prazo para que estados, municípios e o Distrito Federal manifestem interesse em utilizar a Prova Nacional Docente (PND) como instrumento de seleção de professores para a educação básica. A nova data limite para adesão passou a ser 17 de junho, substituindo o prazo anterior, encerrado em 31 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) decidiu estender o prazo para que estados, municípios e o Distrito Federal manifestem interesse em utilizar a Prova Nacional Docente (PND) como instrumento de seleção de professores para a educação básica. A nova data limite para adesão passou a ser 17 de junho, substituindo o prazo anterior, encerrado em 31 de maio.</p>
<p>A adesão é facultativa e deve ser realizada exclusivamente por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). O acesso à plataforma é feito com a conta Gov.br dos secretários de Educação ou dirigentes responsáveis pelas redes de ensino.</p>
<p>Criada para fortalecer os processos de ingresso no magistério público, a Prova Nacional Docente tem como objetivo oferecer uma avaliação padronizada que poderá ser aproveitada por estados e municípios em concursos públicos e processos seletivos destinados à contratação de professores. A iniciativa integra o Programa Mais Professores para o Brasil, política voltada à valorização da carreira docente e ao fortalecimento da educação básica no país.</p>
<p>Mesmo as redes de ensino que aderiram à primeira edição da prova, em 2025, precisam renovar formalmente o interesse na utilização da nota da PND em 2026. No ano passado, 22 estados e 1.508 municípios aderiram ao modelo. Desde abril deste ano, o MEC estabeleceu que a adesão ao programa passa a ter validade por prazo indeterminado, embora os gestores continuem podendo cancelar a participação quando julgarem necessário.</p>
<p>Após o encerramento do prazo, o ministério divulgará a relação completa dos estados e municípios participantes. A publicação permitirá que os candidatos saibam previamente quais redes de ensino poderão utilizar os resultados da prova em seus processos seletivos. A expectativa é que a lista seja divulgada ainda em junho, antes da abertura das inscrições dos participantes.</p>
<p>As inscrições para os professores interessados em realizar a avaliação estão previstas para começar em 22 de junho. A aplicação da prova ocorrerá em 20 de setembro, sob responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), enquanto os resultados finais deverão ser divulgados em 15 de dezembro.</p>
<p>Conhecida informalmente como o “Enem dos Professores”, a PND utiliza a mesma base teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) voltado às licenciaturas. O exame é composto por duas etapas: uma destinada à formação geral docente, com questões objetivas e discursiva, e outra voltada ao conhecimento específico da área escolhida pelo candidato. Ao todo, são avaliadas 21 áreas de formação.</p>
<p>O MEC destaca que a Prova Nacional Docente não substitui os concursos e seleções promovidos pelos governos locais. A nota obtida poderá ser utilizada como etapa classificatória ou complementar, de acordo com os critérios estabelecidos em cada edital. Além disso, os resultados permanecerão válidos por três anos, ampliando as possibilidades de aproveitamento pelos candidatos em diferentes oportunidades profissionais.</p>
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		<title>Violência nas escolas desafia mais de 70% dos gestores da rede pública, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 00:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), mostrou que 71,7% dos gestores de escolas públicas enfrentam dificuldades para tratar temas ligados à violência no ambiente escolar. O levantamento ouviu 136 profissionais de 105 instituições de ensino municipais e estaduais em diferentes regiões do país. Entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), mostrou que 71,7% dos gestores de escolas públicas enfrentam dificuldades para tratar temas ligados à violência no ambiente escolar. O levantamento ouviu 136 profissionais de 105 instituições de ensino municipais e estaduais em diferentes regiões do país.</p>
<p>Entre os principais desafios relatados estão o enfrentamento de episódios de bullying, racismo, capacitismo e outras formas de discriminação. Segundo os pesquisadores, a complexidade dessas situações exige preparo técnico, apoio institucional e estratégias permanentes de acolhimento e prevenção.</p>
<p>Os dados divulgados servirão de base para a criação do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, iniciativa do governo federal voltada ao fortalecimento de ambientes escolares mais seguros e inclusivos. O material será lançado pelo MEC com orientações para diretores, coordenadores e demais profissionais da educação.</p>
<p>Coordenador do estudo e pesquisador da FCC, Adriano Moro afirmou que um dos obstáculos identificados é a naturalização de comportamentos agressivos dentro das escolas. Segundo ele, muitas situações acabam sendo tratadas como “brincadeiras”, o que pode dificultar a identificação correta da violência e atrasar intervenções necessárias.</p>
<p>A pesquisa também aponta que o uso genérico do termo bullying pode esconder outras formas específicas de violência, como xenofobia, violência de gênero e discriminação contra pessoas com deficiência. Para os especialistas, reconhecer corretamente cada tipo de agressão é fundamental para que as medidas adotadas sejam eficazes.</p>
<p>Outro fator destacado no levantamento é a influência do contexto social no cotidiano das escolas. Muitas unidades de ensino estão inseridas em regiões marcadas pela violência urbana e pela vulnerabilidade social, o que amplia a pressão sobre gestores e professores. Além disso, os pesquisadores identificaram dificuldades na aproximação entre escola, famílias e comunidade.</p>
<p>De acordo com o estudo, criar um clima escolar positivo pode ajudar na prevenção de conflitos e no fortalecimento das relações dentro das instituições de ensino. Ambientes baseados em diálogo, respeito e escuta ativa tendem a facilitar a identificação de problemas e o desenvolvimento de soluções mais rápidas e efetivas.</p>
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		<title>Biblioteca digital do MEC ultrapassa meio milhão de usuários e amplia acesso gratuito à leitura no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteca digital]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma MEC Livros, criada pelo Ministério da Educação, alcançou a marca de mais de 566 mil usuários cadastrados poucas semanas após seu lançamento, consolidando-se como uma das principais iniciativas recentes de incentivo à leitura no país. Desde que entrou em operação, no início de abril, o serviço já registrou cerca de 263 mil empréstimos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A plataforma MEC Livros, criada pelo Ministério da Educação, alcançou a marca de mais de 566 mil usuários cadastrados poucas semanas após seu lançamento, consolidando-se como uma das principais iniciativas recentes de incentivo à leitura no país. Desde que entrou em operação, no início de abril, o serviço já registrou cerca de 263 mil empréstimos de livros digitais.</p>
<p>Disponibilizada gratuitamente, a biblioteca virtual reúne um acervo de aproximadamente oito mil títulos, incluindo obras nacionais e internacionais. O catálogo abrange desde clássicos da literatura até best-sellers contemporâneos, permitindo que leitores de diferentes perfis tenham acesso facilitado a conteúdos variados sem custo.</p>
<h3>Crescimento acelerado e adesão nacional</h3>
<p>O avanço no número de usuários reflete a rápida adesão do público à proposta digital. Em menos de uma semana após o lançamento, a plataforma já havia registrado quase 300 mil acessos e ultrapassado 290 mil usuários, indicando forte demanda por alternativas de leitura acessíveis e integradas às novas tecnologias.</p>
<p>Com o passar dos dias, os números continuaram a crescer de forma consistente, atingindo meio milhão de usuários ativos e consolidando a ferramenta como um dos principais projetos digitais do governo federal na área educacional.</p>
<h3>Como funciona o sistema de empréstimo</h3>
<p>Inspirado no modelo de bibliotecas físicas, o sistema permite que os usuários realizem o empréstimo de obras por um período de 14 dias, com possibilidade de renovação. O acesso é feito por meio de login na conta <a href="https://www.gov.br/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Gov.br</a>, tanto pelo site quanto por <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.mec.meclivros&amp;pli=1" target="_blank" rel="noopener">dispositivos móveis</a>, como celulares e tablets.</p>
<p>A navegação na plataforma é organizada por categorias, como obras em destaque, autores clássicos e títulos mais populares. Antes de iniciar a leitura, o usuário pode consultar informações sobre o livro, como sinopse e detalhes editoriais, facilitando a escolha.</p>
<h3>Obras mais procuradas</h3>
<p>Entre os títulos mais acessados pelos leitores estão clássicos da literatura mundial e obras contemporâneas. Livros como <em>Crime e Castigo</em>, de Fiódor Dostoiévski, <em>A Cabeça do Santo</em>, de Socorro Acioli, e <em>A Vegetariana</em>, da escritora sul-coreana Han Kang, figuram entre os mais populares na plataforma.</p>
<p>O desempenho desses títulos evidencia a diversidade do acervo, que combina obras consagradas com produções recentes, atendendo tanto leitores iniciantes quanto públicos mais especializados.</p>
<h3>Objetivos educacionais e inclusão digital</h3>
<p>Segundo o Ministério da Educação, a iniciativa tem como foco ampliar o acesso à literatura, incentivar o hábito da leitura e integrar recursos tecnológicos ao processo educacional. A plataforma também busca apoiar práticas pedagógicas e contribuir para a formação de estudantes, inclusive aqueles que se preparam para exames como o Enem.</p>
<p>Além disso, o sistema incorpora ferramentas de acessibilidade, como ajustes de fonte, contraste e compatibilidade com leitores de tela, tornando a experiência mais inclusiva para pessoas com deficiência ou dificuldades de leitura.</p>
<h3>Modernização do acesso ao conhecimento</h3>
<p>O lançamento do MEC Livros representa mais um passo na digitalização de serviços públicos educacionais no Brasil. A proposta segue a tendência de expansão de bibliotecas virtuais, permitindo que conteúdos literários sejam acessados de forma prática, sem barreiras geográficas.</p>
<p>A iniciativa também reforça o papel da tecnologia como aliada no processo de ensino e aprendizagem, ao mesmo tempo em que amplia o alcance de obras literárias que, muitas vezes, não estão disponíveis fisicamente para grande parte da população.</p>
<p>Com crescimento acelerado e adesão significativa em curto período, a plataforma deve continuar evoluindo com novas funcionalidades e ampliação do acervo, consolidando-se como ferramenta estratégica para democratizar o acesso à leitura no país.</p>
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		<title>MEC divulga lista de espera do ProUni 2026 e abre nova chance para bolsas no ensino superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ProUni]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (31) o resultado da lista de espera do Programa Universidade para Todos referente ao primeiro semestre de 2026. A etapa representa a última oportunidade para estudantes conquistarem bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior por meio do programa federal. A lista reúne candidatos que manifestaram interesse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (31) o resultado da lista de espera do Programa Universidade para Todos referente ao primeiro semestre de 2026. A etapa representa a última oportunidade para estudantes conquistarem bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior por meio do programa federal.</p>
<p>A lista reúne candidatos que manifestaram interesse em participar dessa fase complementar nos dias 25 e 26 de março, após não serem selecionados nas duas chamadas regulares do processo.</p>
<p>A consulta pode ser feita no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, plataforma oficial do governo onde são divulgados os resultados e conduzidas as etapas do programa.</p>
<p>Os estudantes pré-selecionados nesta fase devem agora procurar diretamente as instituições de ensino nas quais foram aprovados para comprovar as informações fornecidas no momento da inscrição. O período para entrega da documentação vai até o início de abril, conforme cronograma oficial.</p>
<p>O ProUni oferece bolsas integrais, que cobrem 100% do valor da mensalidade, e bolsas parciais, que correspondem a 50%, destinadas a estudantes de baixa renda que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e atendem aos critérios socioeconômicos definidos pelo programa.</p>
<p>Nesta edição, considerada a maior da história da iniciativa, foram disponibilizadas mais de 595 mil bolsas distribuídas em centenas de cursos e mais de mil instituições privadas em todo o país, ampliando o acesso ao ensino superior.</p>
<p>A lista de espera funciona como mecanismo para preenchimento de vagas remanescentes, ou seja, aquelas que não foram ocupadas nas chamadas anteriores. Mesmo após essa etapa, ainda podem ocorrer novas convocações pelas próprias instituições, caso persistam bolsas disponíveis.</p>
<p>Criado pelo governo federal, o ProUni é uma das principais políticas públicas de inclusão educacional no Brasil, voltada à ampliação do acesso à graduação para estudantes de menor renda, por meio de parcerias com o setor privado de ensino.</p>
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		<title>Debate sobre IA na educação avança enquanto escolas públicas já usam tecnologia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/debate-sobre-ia-na-educacao-avanca-enquanto-escolas-publicas-ja-usam-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 15:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última quinta-feira, dia 12, o Ministério da Educação (MEC) publicou o Referencial para o Uso e Desenvolvimento Responsáveis de Inteligência Artificial na Educação, destinado para organizações e redes de ensino. A versão inicial da regulamentação do CNE foi discutida em fevereiro, mas o MEC (Ministério da Educação) solicitou ajustes no texto. Entre os pontos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira, dia 12, o Ministério da Educação (MEC) publicou o Referencial para o Uso e Desenvolvimento Responsáveis de Inteligência Artificial na Educação, destinado para organizações e redes de ensino.</p>
<p>A versão inicial da regulamentação do CNE foi discutida em fevereiro, mas o MEC (Ministério da Educação) solicitou ajustes no texto. Entre os pontos em análise estão a inclusão da inteligência artificial no currículo dos estudantes e o uso pedagógico da ferramenta por professores, tanto na educação básica quanto no ensino superior.</p>
<p>“<em>Estudos recentes, como um levantamento da Universidade de Stanford, mostram que o uso da inteligência artificial pelos alunos sem intencionalidade pedagógica tende a gerar resultados apenas no curtíssimo prazo. Por isso, a regulamentação em discussão no CNE é importante para reforçar que a IA deve ser usada de forma responsável e como uma ferramenta a serviço do professor, mediada pelo educador. O próximo passo é avançar também para políticas públicas que garantam formação e condições para que os docentes utilizem essa tecnologia nas escolas</em>”, afirma o Diretor de Produto Educacional do Grupo Eureka, Igor Ventura.</p>
<p>A proposta é resultado de cerca de um ano e meio de debates entre especialistas. Após a votação na comissão do CNE, o texto será submetido à consulta pública e posteriormente analisado pelo plenário do conselho. Caso aprovado, seguirá para homologação do ministro da Educação.</p>
<p><strong>Redes públicas</strong></p>
<p>Enquanto o país discute as regras para o uso da tecnologia nas salas de aula, algumas redes públicas já testam, na prática, como a inteligência artificial pode colaborar com o processo de ensino e aprendizagem.</p>
<p>No Rio de Janeiro, por exemplo, todas as escolas da rede estadual foram visitadas por equipes de formação para apresentar o uso da inteligência artificial com intencionalidade pedagógica a professores e gestores.</p>
<p>Estudantes e educadores contam desde maio de 2024 com a ProfessorIA, uma inteligência artificial disponível na plataforma e-Rio. Inspirada em professores reais, a ferramenta utiliza avatares que interagem com os estudantes de forma personalizada. O principal avatar, Maria de Fátima, responde a dúvidas gerais, enquanto outros módulos atendem temas específicos, como recomposição de aprendizagem, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e educação inclusiva.</p>
<p>A ferramenta, desenvolvida pelo Grupo Eureka, registra mais de 134 mil interações, com mais de 25 mil professores e cerca de 130 mil estudantes cadastrados. Moderada por educadores, a ProfessorIA conta com uma equipe de professores especializados, responsáveis por garantir a qualidade e a pertinência dos conteúdos. A ferramenta também oferece aulões virtuais ao vivo, voltados ao aprofundamento de temas e à resolução de dúvidas.</p>
<p><strong>Experiências dos professores</strong></p>
<p>No Colégio Estadual Castelnuovo, no Rio de Janeiro (RJ), a sala de leitura foi transformada em um espaço dedicado ao desenvolvimento da escrita com apoio da inteligência artificial. O projeto “Giroteca Ativa”, idealizado pelo professor Eduardo Tavares, atende estudantes do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e tem como foco a preparação para a redação do Enem.</p>
<p>A iniciativa surgiu a partir de uma demanda dos próprios alunos, especialmente do EJA, que solicitaram mais atividades voltadas à leitura e à produção textual. A partir disso, professores de Língua Portuguesa estruturaram uma sequência de atividades voltadas à construção da dissertação argumentativa exigida no exame, utilizando a ferramenta de inteligência artificial ProfessorIA como apoio na elaboração das propostas pedagógicas e no planejamento das atividades.</p>
<p>“<em>A gente trabalha muito com projetos na escola e a inteligência artificial tem nos ajudado a antecipar dúvidas e simular perguntas que os próprios alunos fariam ao longo das atividades. Isso facilita o planejamento das aulas e permite desenvolver melhor as propostas pedagógicas</em>”, explica o professor Eduardo Tavares. Segundo ele, os próprios estudantes também passaram a utilizar a ferramenta em atividades de pesquisa e desenvolvimento dos projetos.</p>
<p>Outra experiência vem de Niterói (RJ), no Colégio Estadual Machado de Assis, onde o professor de Biologia Henrique Costa passou a utilizar a ProfessorIA para aproximar os estudantes do formato das principais provas de acesso ao ensino superior. Durante as próprias aulas, ele aplica simulados e exercícios inspirados em provas anteriores do Enem e dos vestibulares estaduais.</p>
<p>Com o apoio de uma plataforma digital com banco de questões e recursos de inteligência artificial, o docente consegue montar listas personalizadas e ajustar o nível de dificuldade das atividades de acordo com o perfil de cada turma. A estratégia permite que os estudantes tenham contato frequente com o modelo das avaliações e utilizem a tecnologia como apoio na preparação para os exames.</p>
<p><em>“A inteligência artificial facilita muito o planejamento das atividades. Eu utilizo para montar listas de exercícios, elaborar provas e até adaptar textos para alunos que precisam de uma abordagem diferenciada. Hoje é uma ferramenta que ajuda bastante no dia a dia da sala de aula e também permite ensinar os alunos a usar a tecnologia de forma responsável”</em>, afirma Henrique Costa.Reda</p>
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		<item>
		<title>Governo recompõe orçamento da educação e da ciência e devolve R$ 1,1 bilhão a MEC e MCTI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 17:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[institutos federais]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal recompôs integralmente os recursos que haviam sido cortados do orçamento das instituições federais de ensino e de pesquisa para este ano. Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) na terça-feira (20), o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) autorizou a devolução de R$ 977 milhões ao Ministério da Educação (MEC) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal recompôs integralmente os recursos que haviam sido cortados do orçamento das instituições federais de ensino e de pesquisa para este ano. Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) na terça-feira (20), o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) autorizou a devolução de R$ 977 milhões ao Ministério da Educação (MEC) e a suplementação de R$ 186,37 milhões ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).</p>
<p>Os valores haviam sido reduzidos durante a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA) no Congresso Nacional, no ano passado. Com a medida, o governo busca garantir o funcionamento das instituições e a continuidade de projetos estratégicos nas áreas de educação, ciência e tecnologia.</p>
<p>No caso do MEC, o crédito suplementar será direcionado ao custeio das universidades e institutos federais, além do financiamento de bolsas de pesquisa e obras de infraestrutura. A distribuição dos recursos será feita da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>R$ 332 milhões para universidades federais, destinados a despesas como energia elétrica, água, segurança e manutenção;</li>
<li>R$ 156 milhões para institutos federais de ensino técnico e profissional;</li>
<li>R$ 230 milhões para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), voltados exclusivamente ao pagamento de bolsas de graduação e pós-graduação.</li>
</ul>
<p>Nas redes sociais, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou o esforço do governo em recompor os recursos das instituições federais.<br />
“Quero mostrar o compromisso deste governo com as nossas instituições federais, com as universidades e os institutos federais, construindo uma relação de diálogo e parceria”, escreveu.</p>
<p>A recomposição também foi bem recebida por entidades do setor. A dirigente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Elaine Cassiano, afirmou que o momento da devolução é adequado por ocorrer no início do ano orçamentário.<br />
“A recomposição é muito importante para que possamos executar todo o orçamento ao longo do ano”, disse.</p>
<p>Já o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), José Geraldo Ticianeli, classificou a medida como fundamental para a manutenção das universidades.<br />
“Essa recomposição orçamentária integral demonstra um gesto claro de investimento na educação pública”, afirmou.</p>
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		<item>
		<title>Inscrições para o Sisu 2026 começam em 19 de janeiro, com quase 275 mil vagas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inscricoes-para-o-sisu-2026-comecam-em-19-de-janeiro-com-quase-275-mil-vagas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 14:30:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 terão início no dia 19 de janeiro e seguem abertas até 23 de janeiro, exclusivamente pela internet. Considerada a maior edição já realizada, o processo seletivo reunirá 136 instituições públicas de ensino superior, entre universidades, institutos federais e centros federais de educação tecnológica, que ofertarão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 terão início no dia 19 de janeiro e seguem abertas até 23 de janeiro, exclusivamente pela internet. Considerada a maior edição já realizada, o processo seletivo reunirá 136 instituições públicas de ensino superior, entre universidades, institutos federais e centros federais de educação tecnológica, que ofertarão 274,8 mil vagas distribuídas em 7.388 cursos em todo o país.</p>
<p>A inscrição é gratuita e deve ser feita por meio do Portal de Acesso Único ao Ensino Superior, plataforma oficial do Ministério da Educação (MEC). Cada candidato poderá escolher até duas opções de curso, especificando a ordem de preferência.</p>
<p>Durante o processo de inscrição, os estudantes poderão concorrer tanto pela ampla concorrência quanto pelas modalidades de reserva de vagas previstas na Lei de Cotas e pelas ações afirmativas específicas adotadas por cada instituição. Para isso, será necessário preencher o cadastro socioeconômico e indicar corretamente as modalidades para as quais deseja concorrer.</p>
<p>De acordo com o edital divulgado pelo MEC, o Sisu 2026 contará com apenas uma etapa de inscrição. O resultado da chamada regular será publicado no dia 29 de janeiro de 2026, e o período de matrículas nas instituições terá início em 2 de fevereiro de 2026.</p>
<h3>Nova regra amplia oportunidades</h3>
<p>Uma das principais novidades desta edição é a ampliação do critério de aproveitamento das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A partir de 2026, o Sisu passará a considerar os resultados das três últimas edições do exame (2023, 2024 e 2025), utilizando aquela que apresentar a melhor média ponderada, conforme o curso escolhido pelo candidato.</p>
<p>Em caso de empate entre médias, será considerada a edição do Enem em que o estudante obteve a maior nota em uma das disciplinas, obedecendo a ordem de prioridade estabelecida no edital.</p>
<h3>Quem pode participar</h3>
<p>Poderão se inscrever no Sisu 2026 apenas os candidatos que tenham participado de ao menos uma edição do Enem com nota superior a zero na redação e que não tenham sido inscritos como treineiros — estudantes que ainda não concluíram o ensino médio e realizam o exame apenas para fins de autoavaliação.</p>
<p>As vagas serão preenchidas conforme a ordem de classificação dos candidatos. Aqueles que não forem selecionados na chamada regular poderão manifestar interesse em participar da lista de espera entre os dias 29 de janeiro e 2 de fevereiro de 2026.</p>
<h3>Política de cotas</h3>
<p>Segundo o MEC, após a classificação inicial na ampla concorrência, será aplicada a política de reserva de vagas, respeitando a proporção legal de estudantes oriundos de escolas públicas, de baixa renda, pessoas com deficiência, além de candidatos pretos, pardos, indígenas e quilombolas.</p>
<p>O Sisu segue como o principal mecanismo de acesso ao ensino superior público no Brasil, centralizando o ingresso em universidades e institutos federais a partir do desempenho dos estudantes no Enem.</p>
<h2>Confira o cronograma do Sisu</h2>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td>Inscrições</td>
<td>19 a 23 de janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Chamada regular</td>
<td>29 de janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Matricula junto à instituição</td>
<td>02 de fevereiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Manifestação de interesse na lista de espera</td>
<td>29 de janeiro a 2 de fevereiro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Prouni prorroga prazo para entrega de documentos da segunda chamada até 18 de agosto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prouni-prorroga-prazo-para-entrega-de-documentos-da-segunda-chamada-ate-18-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:17:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ProUni]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) estendeu até a próxima segunda-feira (18) o prazo para que os candidatos pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2025 entreguem sua documentação. A medida vale para todos os cursos e instituições participantes, permitindo a entrega presencial nas faculdades ou por meio eletrônico. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) estendeu até a próxima segunda-feira (18) o prazo para que os candidatos pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2025 entreguem sua documentação. A medida vale para todos os cursos e instituições participantes, permitindo a entrega presencial nas faculdades ou por meio eletrônico.</p>
<p>O resultado da segunda chamada está disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na página específica do Prouni, acessível com login e senha da conta Gov.br.</p>
<h3><strong>Formas de entrega e exigências</strong></h3>
<p>Cada instituição privada de ensino superior deve oferecer, em seu site, um espaço destinado ao envio online da documentação. Caso essa opção não seja viável, as faculdades precisam disponibilizar funcionários para receber os documentos presencialmente, nos locais e horários regulares de funcionamento.</p>
<p>Independentemente do formato, as instituições devem emitir comprovante de recebimento, seja físico ou virtual. O edital também prevê que as faculdades podem adotar um processo seletivo próprio após a pré-seleção do MEC, desde que informem formalmente os candidatos.</p>
<h3><strong>Oferta de bolsas</strong></h3>
<p>Nesta edição, o Prouni disponibiliza mais de 211 mil bolsas — integrais (100% da mensalidade) e parciais (50%) — em 370 cursos de graduação de 887 instituições privadas de todo o país.</p>
<p>O curso de Administração lidera a lista de ofertas, com 13.774 bolsas (9.275 integrais e 4.499 parciais). Em seguida estão Direito (13.152), Pedagogia (11.339) e Educação Física (8.939). Para Medicina, foram oferecidas 1.159 bolsas, sendo 988 integrais e 171 parciais.</p>
<h3><strong>20 anos de programa</strong></h3>
<p>Criado em 2005, o Prouni completa 20 anos em 2025, acumulando mais de 3,5 milhões de estudantes beneficiados. Atualmente, o programa atende 632.503 alunos matriculados em 1.851 instituições privadas, dos quais 533.790 têm bolsas integrais.</p>
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		<item>
		<title>Encceja 2025: inscrições terminam nesta sexta-feira para jovens e adultos sem certificado escolar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/encceja-2025-inscricoes-terminam-nesta-sexta-feira-para-jovens-e-adultos-sem-certificado-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 14:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Encceja]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inep]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina nesta sexta-feira (2) o prazo de inscrição para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2025. A inscrição é gratuita, voluntária e deve ser feita pela internet, com CPF e data de nascimento, no sistema do Encceja. Destinado a jovens e adultos que não concluíram o ensino fundamental ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Termina nesta sexta-feira (2) o prazo de inscrição para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2025. A inscrição é gratuita, voluntária e deve ser feita pela internet, com CPF e data de nascimento, no <a href="https://enccejanacional.inep.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">sistema do Encceja</a>.</p>
<p>Destinado a jovens e adultos que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada, o Encceja permite obter o certificado de conclusão por meio da avaliação de conhecimentos adquiridos na escola ou fora dela.</p>
<p>As provas serão aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 3 de agosto, em todos os estados e no Distrito Federal. A aplicação terá dois turnos: quatro horas pela manhã e cinco horas à tarde.</p>
<h3>Inclusão e nome social</h3>
<p>O prazo de inscrição também vale para solicitações de atendimento especializado, como nos casos de baixa visão, cegueira, deficiência física ou intelectual, surdez, dislexia, autismo, entre outros. Participantes com diabetes, gestantes, lactantes, idosos e estudantes em classe hospitalar também podem pedir atendimento diferenciado, mediante comprovação por laudo médico.</p>
<p>Candidatos que utilizam nome social, já registrado na Receita Federal, podem solicitar o uso durante a inscrição. O nome social constará em todos os documentos do exame.</p>
<h3>Quem pode participar</h3>
<p>Para tentar a certificação do ensino fundamental, é necessário ter no mínimo 15 anos completos até a data da prova. Para o ensino médio, a idade mínima é 18 anos. Não é obrigatório ter o certificado do ensino fundamental para realizar a prova de ensino médio.</p>
<p>Criado em 2002, o Encceja é aplicado pelo Inep, mas os certificados são emitidos por secretarias estaduais de educação e institutos federais parceiros do programa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Matrículas do Sisu 2025 são prorrogadas até 3 de fevereiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/matriculas-do-sisu-2025-sao-prorrogadas-ate-3-de-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 22:54:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ENEM]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SISU]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) anunciou a prorrogação do prazo para matrículas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2025. O novo prazo encerra-se na próxima segunda-feira, 3 de fevereiro, estendendo o período inicial, que terminaria em 31 de janeiro. A decisão foi tomada após um atraso na divulgação da lista de aprovados da primeira chamada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) anunciou a prorrogação do prazo para matrículas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2025. O novo prazo encerra-se na próxima segunda-feira, 3 de fevereiro, estendendo o período inicial, que terminaria em 31 de janeiro.</p>
<p>A decisão foi tomada após um atraso na divulgação da lista de aprovados da primeira chamada regular, que ocorreu apenas nesta segunda-feira (27), um dia depois do previsto no edital oficial.</p>
<h3>Próximas etapas do Sisu</h3>
<p>O MEC ainda não divulgou novas datas para as próximas fases do processo seletivo, como o período de manifestação de interesse na lista de espera e a convocação de candidatos selecionados nessa modalidade. As instituições participantes poderão utilizar a lista de espera ao longo do ano para preencher vagas remanescentes.</p>
<p>Uma retificação do edital, com o cronograma atualizado, pode ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta terça-feira (28).</p>
<h3>Vagas e cursos ofertados</h3>
<p>Nesta edição, o Sisu disponibilizou 261.779 vagas em 6.851 cursos de graduação em 124 instituições públicas de ensino superior. A maioria das vagas está concentrada na rede federal de ensino, incluindo universidades e institutos federais de diversas regiões do país.</p>
<h3>Como funciona o Sisu</h3>
<p>O Sisu é o principal programa do governo federal para democratizar o acesso às instituições públicas de ensino superior. Ele utiliza as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano anterior como critério de seleção, considerando o número de vagas disponíveis e as modalidades de concorrência (ampla concorrência ou ações afirmativas).</p>
<p>Os candidatos que não foram selecionados na chamada regular podem manifestar interesse na lista de espera diretamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, garantindo a possibilidade de novas convocações ao longo do ano.</p>
<h3>Informações e suporte</h3>
<p>Estudantes com dúvidas sobre o processo podem entrar em contato diretamente com as instituições de ensino participantes ou ligar para o telefone de atendimento do MEC: <strong>0800 61 61 61</strong>.</p>
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