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	<title>Ministério da Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Ministério da Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>2023 terá nove feriados nacionais e cinco pontos facultativos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/2023-tera-nove-feriados-nacionais-e-cinco-pontos-facultativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 13:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feriados e pontos facultativo de 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Economia editou portaria que estabelece os dias de feriados nacionais e de ponto facultativo no ano de 2023. A medida é para cumprimento pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais. A Portaria nº 11.090, de 27 de dezembro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Ministério da Economia editou portaria que estabelece os dias de feriados nacionais e de ponto facultativo no ano de 2023. A medida é para cumprimento pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A Portaria nº 11.090, de 27 de dezembro de 2022, está publicada no<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-me-n-11.090-de-27-de-dezembro-de-2022-454503426" target="_blank" rel="noopener"><em> Diário Oficial da União</em></a> desta quinta-feira (29) e define ainda que os feriados estaduais ou municipais serão observados pelas repartições da administração pública federal direta, autárquica e fundacional dos estados e municípios.</p>
<p>O documento informa também que é vedado aos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal antecipar ou postergar ponto facultativo em discordância com o que está disposto na portaria que define os dias de feriado e ponto facultativo.</p>
<p><strong>Relação dos feriados e pontos facultativos de 2023</strong></p>
<ul>
<li>1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional);</li>
<li>20 de fevereiro, carnaval (ponto facultativo);</li>
<li>21 de fevereiro, carnaval (ponto facultativo);</li>
<li>22 de fevereiro, quarta-feira de cinzas (ponto facultativo até às 14 horas);</li>
<li>7 de abril, Paixão de Cristo (feriado nacional);</li>
<li>21 de abril, Tiradentes (feriado nacional);</li>
<li>1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);</li>
<li>8 de junho, Corpus Christi (ponto facultativo);</li>
<li>7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional);</li>
<li>12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);</li>
<li>28 de outubro, Dia do Servidor Público (ponto facultativo);</li>
<li>2 de novembro, Finados (feriado nacional);</li>
<li>15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional);</li>
<li>25 de dezembro, Natal (feriado nacional).</li>
</ul>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Governo libera crédito de R$ 7,5 bilhões para Previdência Social</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-libera-credito-de-r-75-bilhoes-para-previdencia-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 14:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Extra]]></category>
		<category><![CDATA[DOU]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Diário Oficial da União publica, nesta quinta-feira (15), a Medida Provisória (MP) nº 1.144, de 14 de dezembro de 2022, que abre crédito extraordinário em favor do Ministério do Trabalho e Previdência, no valor de R$ 7.564.496.198,00. Segundo o Ministério da Economia, o montante será destinado para pagamento de despesas com compensação previdenciária e benefícios do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.144-de-14-de-dezembro-de-2022-450775443" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a> publica, nesta quinta-feira (15), a Medida Provisória (MP) nº 1.144, de 14 de dezembro de 2022, que abre crédito extraordinário em favor do Ministério do Trabalho e Previdência, no valor de R$ 7.564.496.198,00.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o Ministério da Economia, o montante será destinado para pagamento de despesas com compensação previdenciária e benefícios do Fundo do Regime Geral de Previdência Social, sendo R$ 5.778.175,00 para a área de benefícios e R$ 1.785.023,00 para a compensação previdenciária.</p>
<p>“A MP observa requisitos de urgência e imprevisibilidade exigidos pela Constituição, já que houve crescimento com essas características na despesa, ocasionado, entre outros fatores, pelo recente desrepresamento da fila de requerimentos”, diz ministério.</p>
<p>De acordo com a pasta, medida provisória assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, também é compatível com o recente entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU), que “aponta como requisito a imprevisibilidade da despesa, quando a insuficiência de dotação pode acarretar a interrupção de uma despesa obrigatória. A despesa previdenciária tem esse caráter, e sua descontinuidade poderia gerar prejuízos aos beneficiários”.</p>
</div>
</div>
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		<title>Bloqueios no Orçamento serão revistos no próximo mês, diz secretário</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bloqueios-no-orcamento-serao-revistos-no-proximo-mes-diz-secretario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 01:34:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueios]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O bloqueio de R$ 5,7 bilhões no Orçamento-Geral da União será reavaliado no próximo mês, disse hoje (29) o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle. Segundo ele, em meados de dezembro, o Ministério da Economia editará uma edição extemporânea (fora do prazo) do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O bloqueio de R$ 5,7 bilhões no Orçamento-Geral da União será reavaliado no próximo mês, disse hoje (29) o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle. Segundo ele, em meados de dezembro, o Ministério da Economia editará uma edição extemporânea (fora do prazo) do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com Valle, o governo consegue verificar, com mais eficiência, onde estão os “empoçamentos” de recursos perto do fim do ano e liberar recursos que determinadas pastas não podem gastar. Segundo o secretário, isso ocorre porque alguns ministérios fazem projeções conservadoras.</p>
<p>Formado principalmente por emendas parlamentares com problemas e que não podem ser gastas, o empoçamento de recursos afeta diversos ministérios. A verba fica reservada, mas não pode ser empenhada (autorizada) nem remanejada para outro órgão.</p>
<p>“Houve necessidade de fazer o bloqueio, mas deve haver reavaliação em meados de dezembro”, disse Paulo Valle, ao explicar o superávit primário de R$ 30,8 bilhões em outubro.</p>
<p>No último dia 22, o Ministério da Economia anunciou o contingenciamento (bloqueio) adicional de R$ 5,7 bilhões do Orçamento de 2022 para cumprir o teto federal de gastos. Segundo a pasta, a decisão foi necessária para pagar R$ 2,3 bilhões adicionais em benefícios da Previdência Social e por causa da suspensão da medida provisória que adiava para 2023 o repasse de R$ 3,8 bilhões de ajudas para o setor cultural da Lei Aldir Blanc.</p>
<h2>Lei Paulo Gustavo</h2>
<p>Com o novo contingenciamento, o total de recursos bloqueados no Orçamento de 2022 chega a R$ 15,4 bilhões. Em relação à Lei Paulo Gustavo, que prevê repasses para governos locais ajudarem setores da cultura afetados pela pandemia de covid-19, Valle disse que o governo não tem condições de executar a despesa neste ano, mas que enviará um projeto de lei ao Congresso Nacional para criar o gasto no Orçamento.</p>
<p>“Gera um grande impacto o bloqueio de R$ 3,7 bilhões. Por ser despesa não recorrente e tomada no meio do exercício, começa a ter problema de dificuldade de programação previstas para o fim do ano. Mas está em discussão e vamos tomar medidas cabíveis”, explicou. “Mas dificilmente vai conseguir pagar este ano”, completou. O mais provável, segundo ele, é que os gastos sejam empenhados como restos a pagar para 2023.</p>
<p>Em relação à Previdência Social, explicou Valle, o crescimento dos gastos decorre do esforço para reduzir a fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O secretário ressaltou que a projeção estava subestimada em cerca de R$ 20 bilhões em relação ao início do ano. Ele, no entanto, disse que o relatório extemporâneo não deverá trazer ajustes nessa área.</p>
<h2>Teto de gastos</h2>
<p>Sobre o teto de gastos, que limita o crescimento dos gastos federais à inflação do ano anterior, o secretário do Tesouro disse que o instrumento precisa de melhorias, mas que tem cumprido a função de servir de âncora fiscal e de regular as despesas federais. “Todo mundo reconhece que cabem melhorias, mas o teto contribui para o cumprimento da meta fiscal e dá previsibilidade às despesas. Desde 2016, há controle no nível de despesas”, declarou.</p>
<p>De acordo com o Tesouro Nacional, as despesas sujeitas ao teto de gastos subiram 15,7% de janeiro a outubro, acima do limite de enquadramento de 15,2% previsto no Orçamento deste ano. Diferentemente de outros anos, em que o Legislativo, o Judiciário e o Ministério Público estavam desenquadrados e eram compensados pelo Poder Executivo, em 2022 os gastos do Executivo estão crescendo mais que o previsto.</p>
<p>Nos dez primeiros meses deste ano, o Executivo gastou 16,2% a mais que no mesmo período do ano passado, contra limite de crescimento 15,1% previsto para esse Poder. Segundo o subsecretário de planejamento Estratégico da Política Fiscal, David Athayde, a situação será normalizada até o fim do ano.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>CMN publica decisão fixando em 3% meta de inflação para 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cmn-publica-decisao-fixando-em-3-meta-de-inflacao-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 12:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CMN]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Diário Oficial da União de hoje (24) publica  resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que fixa em 3% a meta de inflação para 2025, com uma tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O percentual foi anunciado ontem (23) pelo Ministério da Economia. Medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O <em><a href="http://in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cmn-n-5.018-de-23-de-junho-de-2022-410030790" target="_blank" rel="noopener">Diário Oficial da União</a> </em>de hoje (24) publica  resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que fixa em 3% a meta de inflação para 2025, com uma tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O percentual foi anunciado ontem (23) pelo Ministério da Economia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação de 2022 tem, como centro da meta definida pelo CMN, 3,5%. Para 2023 e 2024, as metas estão mantidas em 3,25% e 3%, respectivamente, com o mesmo intervalo de tolerância.</p>
<p>A meta de inflação deve ser perseguida pelo BC ao definir a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, pretende conter a demanda aquecida e segurar os preços ao encarecer o crédito e estimular a poupança. Ao diminuir os juros básicos, o Copom torna mais barato o crédito, incentivando a produção e o consumo.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>Até 2016, a meta de inflação era fixada com dois anos de antecedência, mas um decreto publicado no Diário Oficial da União em junho de 2017 determinou que a definição passasse a ser feita três anos antes.</p>
<p>Segundo o Banco Central (BC), a mudança teve como finalidade reduzir as incertezas e melhorar a capacidade de planejamento das famílias,  empresas e governo.</p>
<p>Desde 2005, o centro da meta de inflação estava em 4,5%, com 2,5 pontos de margem de tolerância. Em 2006, o intervalo caiu para dois pontos e permaneceu assim nos anos seguintes, até ser cair para 1,5 ponto para 2017 e 2018, algo que será mantido agora até 2025.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Recuperação fiscal reúne ministro e governador do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/recuperacao-fiscal-reune-ministro-e-governador-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 14:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador Cláudio Castro se reuniu, em Brasília, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, no dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou acordo entre o governo fluminense e a União sobre os pontos finais que permitem ao estado ingressar no Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O momento é importante para que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O governador Cláudio Castro se reuniu, em Brasília, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, no dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou acordo entre o governo fluminense e a União sobre os pontos finais que permitem ao estado ingressar no Regime de Recuperação Fiscal (RRF).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O momento é importante para que o Rio possa voltar a crescer e a se desenvolver, disse o governador. “Eram mais de 100 pontos de discussão que caíram para 30, 20, sete e, agora, fechamos o acordo. É o sinal de um novo tempo para o estado se recuperar. Em breve, vamos assinar o ingresso definitivo no Regime de Recuperação Fiscal”, acrescentou. O encontro foi ontem (21).</p>
<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou que o Rio de Janeiro tem um governador preocupado com responsabilidade fiscal. “Negociamos longamente. Queremos ajudar o estado dentro das regras que garantam um futuro melhor e conseguimos um acordo. É um dia importante e um tempo novo. O Rio vai voltar com força”, afirmou.</p>
<p>O governador lembrou ainda que, após oito anos de contas rejeitadas, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) aprovou &#8211; por unanimidade &#8211; os dados relativos à prestação de contas do ano passado, o que projeta uma perspectiva positiva de futuro para o Rio.</p>
<h2>Negociações</h2>
<p>Durante as negociações com a União, o Estado do Rio demonstrou que a lei estadual e a lei federal eram compatíveis em relação a alguns pontos do Regime de Recuperação Fiscal. A lei estadual recomendava, por exemplo, o cumprimento do teto de gastos do Regime de Recuperação Fiscal com algumas exceções, em relação aos triênios e despesas de capital.</p>
<p>A Procuradoria-Geral do Estado (PGE ) demonstrou aos técnicos da União que, em relação aos triênios, o estado fará o pagamento da remuneração do adicional de serviço apenas para os servidores atuais, eliminando a inclusão de servidores que ingressarem no serviço público estadual depois da lei.</p>
<p>Em maio de 2021, o governo do Rio de Janeiro solicitou a entrada no novo regime, cuja adesão foi confirmada em 4 de junho do ano passado. O total da dívida com a União é de R$ 148,1 bilhões.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Decreto regulamenta a Política Nacional sobre Mudança do Clima</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/decreto-regulamenta-a-politica-nacional-sobre-mudanca-do-clima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 15:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança do Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal publicou hoje (20) no Diário Oficial da União (DOU) um decreto para regulamentar as regras do mercado de baixo carbono no país. Ele estabelece procedimentos para a elaboração de planos setoriais de mitigação das mudanças climáticas para diversos setores da economia e também institui o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O governo federal publicou hoje (20) no <a href="http://in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-11.075-de-19-de-maio-de-2022-401425370" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a> (DOU) um decreto para regulamentar as regras do mercado de baixo carbono no país. Ele estabelece procedimentos para a elaboração de planos setoriais de mitigação das mudanças climáticas para diversos setores da economia e também institui o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa. A medida atende a uma determinação da legislação ambiental.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em vigor desde 2009, a legislação que instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima diz que cabe ao governo editar norma com os procedimentos para os planos setoriais “visando a consolidação de uma economia de baixo consumo de carbono” para atender metas gradativas de redução de emissões de gases do efeito estufa em decorrência da atividade humana.</p>
<p>Essa política deverá ser aplicada &#8211; considerada a especificidade de cada setor &#8211; na geração e distribuição de energia elétrica, no transporte público urbano e nos sistemas modais de transporte interestadual de cargas e passageiros.</p>
<p>Além desses setores, ela também tem que ser feita na indústria de transformação e na de bens de consumo duráveis, nas indústrias químicas fina e de base, na indústria de papel e celulose, na mineração, na indústria da construção civil, nos serviços de saúde e na agropecuária.</p>
<h2>Emissão de gases</h2>
<p>Segundo o decreto, caberá aos Ministérios do Meio Ambiente e da Economia o papel de propor esses planos com metas gradativas para a redução das emissões, mensuráveis e verificáveis, consideradas as especificidades dos agentes setoriais, levando em conta, dentre outros critérios, os níveis de emissão de gases.</p>
<p>O texto afirma que os setores envolvidos terão um prazo de 180 dias, a partir da publicação do decreto, para indicar “proposições para o estabelecimento de curvas de redução de emissões de gases de efeito estufa, considerado o objetivo de longo prazo de neutralidade climática”. O prazo poderá ser prorrogado igual período.</p>
<p>Ainda de acordo com o texto, os planos deverão ser aprovados por um comitê interministerial que trata da mudança do clima e do crescimento verde.</p>
<p>Já o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa (Sinare) tem por finalidade ser uma “central única de registro de emissões, remoções, reduções e compensações de gases de efeito estufa e de atos de comércio, de transferências, de transações e de aposentadoria de créditos certificados de redução de emissões”, que, pelo decreto, deverá ter mecanismos de integração com o mercado regulado internacional.</p>
<p>Também caberá aos dois ministérios elaborar regras sobre o registro, padrão de certificação, credenciamento de certificadoras e centrais de custódia e a implementação, a operacionalização e a gestão do Sinare.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Para conter inflação, governo zera imposto de importação de alimentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/para-conter-inflacao-governo-zera-imposto-de-importacao-de-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 15:21:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alíquota]]></category>
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		<category><![CDATA[Imposto de Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou nesta quarta-feira (11) que vai zerar a alíquota do imposto de importação de sete categorias de produtos alimentícios. A decisão foi tomada pelo Comitê-executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex), do Ministério da Economia. Em coletiva de imprensa para detalhar as medidas, o secretário-executivo da pasta, Marcelo Guaranys, disse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou nesta quarta-feira (11) que vai zerar a alíquota do imposto de importação de sete categorias de produtos alimentícios. A decisão foi tomada pelo Comitê-executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex), do Ministério da Economia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em coletiva de imprensa para detalhar as medidas, o secretário-executivo da pasta, Marcelo Guaranys, disse que o objetivo da medida é conter o avanço da inflação no país.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sabemos que essas medidas não revertem a inflação, mas aumentam a contestabilidade dos mercados. Então, o produto que está começando a crescer muito de preço, diante da possibilidade maior de importação, os empresários pensam duas vezes antes de aumentar tanto o produto. Essa é a nossa lógica com esse instrumento&#8221;.</p></blockquote>
<p>Em abril, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, fechou em 1,06%. Foi o índice mais alto para um mês de abril desde 1996 (1,26%). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o IPCA, a inflação acumulada em 12 meses está em 12,13%.</p>
<p>Segundo secretária da Câmara de Comércio Exterior, Ana Paula Repezza, a redução de impostos entram em vigor a partir de amanhã (12) e valem até o dia 31 de dezembro deste ano.</p>
<p>Os produtos alimentícios que tiveram a alíquota de importação totalmente zeradas são:</p>
<ul>
<li>carnes desossadas de bovino, congeladas (imposto era de 10,8%);</li>
<li>pedaços de miudezas, comestíveis de galos/galinhas, congelados (imposto era de 9%);</li>
<li>farinha de trigo (imposto era de 10,8%);</li>
<li>outros trigos e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura (imposto era de 9%);</li>
<li>bolachas e biscoitos, adicionados de edulcorante (imposto era de 16,2%);</li>
<li>outros produtos de padaria, pastelaria, indústria de biscoitos, etc. (imposto era de 16,2%) e</li>
<li>milho em grão, exceto para semeadura (imposto era de 7,2%).</li>
</ul>
<p>O Ministério da Economia informou que o impacto com a renúncia tributária pode chegar a R$ 700 milhões até o final do ano. Não há necessidade de compensação fiscal, por se tratar de um imposto regulatório, e não arrecadatório.</p>
<p>&#8220;O imposto de importação tem uma função que não é arrecadatória, a função dele é de regulação de mercado. O motivo por trás é a regulação do mercado, seja para um lado, seja para o outro&#8221;, explicou o secretário-executivo adjunto da Camex, Leonardo Diniz Lahud.</p>
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<h2>Outras reduções</h2>
<p>Além de zerar a alíquota de importação de produtos alimentícios, a Camex também reduziu ou zerou o imposto sobre outros produtos importados. Dois deles são insumos usados na produção agrícola.</p>
<p>O ácido sulfúrico, utilizado na cadeia de fertilizantes, teve alíquota de 3,6% de imposto zerada. Já o mancozebe, um tipo de fungicida, teve o imposto de 12,6% para 4%.</p>
<p>Foram reduzidos ainda os impostos de dois tipos de vergalhão de aço, atendendo a um pleito do setor de construção civil, e que já estava sob análise no Ministério da Economia. Esses vergalhões, que tinham imposto de importação de 10,8%, agora vão pagar 4%.</p>
<p>&#8220;A característica mais importante desses pleitos e que os diferenciam dos pleitos relacionados a alimentos, é que este é um pleito que vinha sendo analisado tecnicamente no ministério há pelo menos oito meses&#8221;, justificou Ana Paula Repezza, sobre a redução na tarifa de importação dos vergalhões de aço.</p>
<p><em>Matéria alterada às 18h02 para correção de informação no nono parágrafo: o imposto de importação do mancozebe foi reduzido para 4%, e não zerado como informado inicialmente.</em></p>
</div>
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		<title>Governo reduz previsão de crescimento do PIB de 2,1% para 1,5%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-reduz-previsao-de-crescimento-do-pib-de-21-para-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 14:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MacroFiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal reduziu a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2022, 2,1% para 1,5%. Para o próximo ano, foi mantida a projeção de crescimento de 2,5%. Além da redução do PIB, o governo aumentou a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal reduziu a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2022, 2,1% para 1,5%. Para o próximo ano, foi mantida a projeção de crescimento de 2,5%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Além da redução do PIB, o governo aumentou a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano, que passou de 4,7% para 6,55%.</p>
<p>As informações constam do Boletim Macrofiscal, divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Ministério da Economia.</p>
<p>O aumento na projeção da inflação ocorre um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) ter elevado o juro básico da economia (Selic) de 10,75% para 11,75% ao ano, como forma de reduzir a atividade econômica e conter a alta nos preços.</p>
<p>Segundo o boletim, a expectativa é de que a inflação volte, a partir de 2023, para a meta definida, que é de 3,25% ao ano.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>Apesar da redução na expectativa de crescimento, o percentual se mantém acima da expectativa que o mercado financeiro projeta, de alta de 0,49% do PIB.</p>
<p>Para justificar a redução, o ministério disse que ainda estão presentes na economia os fatores que sustentam a previsão de crescimento este ano, que seriam a retomada dos empregos e o aumento dos investimentos.</p>
<blockquote><p>“Entre fatores positivos para impulsionar o crescimento em 2022, elencam-se a taxa de poupança elevada, a recuperação do setor de serviços, a contínua melhora do mercado de trabalho e o robusto investimento, tanto privado como em parceria com o setor público”, diz o documento.</p></blockquote>
<p>O governo espera um alto volume de investimentos do setor privado ao longo do ano. O boletim aponta para investimentos de R$ 78 bilhões, &#8220;o que equivale a um crescimento de 2,3% do investimento, com impacto de 0,45% no PIB&#8221;, diz o boletim.</p>
<p>Na avaliação do secretário de Política Econômica Pedro Calhman a perspectiva é positiva.</p>
<p>&#8220;A projeção do PIB foi revisada para baixo, em grande parte devido a fatores técnicos, estatísticos ligados aos números do PIB no ano passado. A guerra da Ucrânia também teve impacto. Mas olhando para frente, os fundamentos que vêm sustentando nossa previsão de crescimento do PIB em 2022 continuam presentes: são a recuperação do emprego e o aumento do investimento&#8221;, disse.</p>
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<h2>Perspectiva</h2>
<p>A equipe econômica disse ainda que monitora os impactos do conflito na Ucrânia, especialmente nas cadeias globais de valor, que já apresentam gargalos devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).</p>
<p>&#8220;Adicionalmente, o risco da pandemia sobre o crescimento econômico e a inflação continuam sendo avaliados&#8221;, diz o documento.</p>
<p>O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, defendeu a política econômica do governo calcada no binômio consolidação fiscal e reformas pró-mercado. Colnago citou a relação da dívida bruta em relação ao PIB como um dos resultados. Atualmente, a projeção sinaliza para uma tendência de queda, passando de 84% em janeiro, para 82,7% em março.</p>
<p>O secretário disse ainda que é importante manter a consolidação fiscal para que, no médio e longo prazos, o país possa ter condições mais favoráveis para os investimentos e para a redução da taxa de juros.</p>
<p>&#8220;Estamos de novo em um ano desafiador e temos que ver como vamos caminhar daqui para a frente&#8221;, disse.</p>
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		<title>Ministro Paulo Guedes diz que Brasil preservou responsabilidade fiscal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministro-paulo-guedes-diz-que-brasil-preservou-responsabilidade-fiscal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 22:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil conseguiu preservar a responsabilidade fiscal em 2021 após os gastos recordes em 2020 devido à pandemia de covid-19, disse hoje (17) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele participou de reunião de ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) por meio de vídeo gravado e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Brasil conseguiu preservar a responsabilidade fiscal em 2021 após os gastos recordes em 2020 devido à pandemia de covid-19, disse hoje (17) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele participou de reunião de ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) por meio de vídeo gravado e disse que diversas projeções sobre o país estavam equivocadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Nosso déficit primário caiu de 10% do PIB [Produto Interno Bruto], em 2020, para 0,4% em 2021, o melhor nível desde 2014. A dívida pública [bruta], que os pessimistas disseram que chegaria a 100% do PIB, está de volta a gerenciáveis 80% em 2021. Os gastos públicos caíram de 26% do PIB para 18,6%. Essas são conquistas que poucas economias no mundo obtiveram. As previsões pessimistas têm se provado equivocadas de forma consistente. Nós mantivemos sólidos fundamentos fiscais”, declarou o ministro.</p>
<p>Guedes também disse que o Brasil está preparado para o crescimento. Segundo ele, o PIB brasileiro recuperou-se de forma acelerada em 2021, e o país tornou-se uma das nove economias do G20 que recuperaram o nível de produção observado antes da pandemia.</p>
<p>Para Guedes, a recuperação da economia brasileira em 2021 pode ser explicada pelo “o alto índice da população plenamente vacinada” contra a covid-19 e pelos programas de preservação de empregos. Na avaliação do ministro, as medidas foram suficientes para criarem 3 milhões de vagas formais no ano passado e reduzir a taxa de desemprego.</p>
<p>O ministro disse que o Brasil começou a retirar os estímulos no ano passado, ao mesmo tempo em que deu seguimento à agenda de reformas. Guedes citou outras medidas, como a agenda de concessões e de privatizações, que atraiu, segundo ele, volume recorde de investimentos privados em infraestrutura. Outras medidas mencionadas por ele foram o avanço do governo digital e em medidas para reduzir a burocracia e melhorar o ambiente de negócios.</p>
<p>Realizado de forma híbrida (presencial e virtual), o encontro dos ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G20 termina amanhã (18). O evento discute estratégias de saída gradual dos programas de estímulos econômicos adotados na pandemia. A diretora de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, Fernanda Guardado, também participou do encontro, por meio de videoconferência.</p>
</div>
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		<title>Publicado ato que cria escritório do Ministério da Economia nos EUA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/publicado-ato-que-cria-escritorio-do-ministerio-da-economia-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 14:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[DOU]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Washington]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi publicado no Diário Oficial da União de hoje (27) o decreto presidencial que cria um escritório do Ministério da Economia na embaixada brasileira em Washington (EUA). O decreto nº 10.948 detalha como será a designação, a atuação e a remuneração do chefe do escritório e de seu assessor. De acordo com o documento, a remuneração paga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Foi publicado no Diário Oficial da União de hoje (27) o decreto presidencial que cria um escritório do Ministério da Economia na embaixada brasileira em Washington (EUA). O <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.948-de-26-de-janeiro-de-2022-376274266" target="_blank" rel="noopener">decreto nº 10.948</a> detalha como será a designação, a atuação e a remuneração do chefe do escritório e de seu assessor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o documento, a remuneração paga ao chefe do escritório será equiparada à de um ministro de primeira classe, da carreira de diplomatas do Ministério das Relações Exteriores (R$ 27,3 mil). Já o assessor receberá o correspondente ao de um ministro de segunda classe (R$ 26,3 mil).</p>
<p>Caberá ao ministro da Economia, por meio de ato do presidente e tendo ouvido previamente o Ministério das Relações Exteriores, designar os ocupantes dos dois cargos.</p>
<p>Tanto o chefe do escritório como seu assessor serão designados adido civil da embaixada, o que dará a eles e seus familiares (cônjuge, companheiro/comapnheira e dependentes) direito a passaporte diplomático. A missão terá duração de dois anos, podendo ser prorrogada uma vez, por igual período.</p>
<p>O decreto descreve também deveres aos quais o chefe do escritório estará submetido. Entre eles, abster-se de manifestações sobre políticas interna e externa, bem como sobre assuntos que venha a conduzir, sem que tenha autorização do Ministério da Economia.</p>
<p>Apesar de apontar como requisito para a designação servidor público que esteja em exercício no ministério ou em entidade a ele vinculada, o decreto abre a possibilidade de os dois cargos (chefe e assessor) serem ocupados por pessoas que não sejam do quadro atual, desde que tenham “no mínimo, um ano de exercício no Ministério da Economia ou em entidade vinculada ao órgão, nos últimos cinco anos”.</p>
</div>
</div>
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