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	<title>mineração &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>mineração &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Congonhas registra terceiro vazamento em menos de uma semana e acende alerta ambiental em Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 15:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Congonhas]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade de Congonhas, na região central de Minas Gerais, confirmou na noite desta quinta-feira (28) o terceiro vazamento de água em menos de cinco dias, reforçando o alerta ambiental no município historicamente marcado pela atividade mineradora. Desta vez, o incidente foi identificado no dique de Fraile, localizado na mina Casa de Pedra, pertencente à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Congonhas, na região central de Minas Gerais, confirmou na noite desta quinta-feira (28) o terceiro vazamento de água em menos de cinco dias, reforçando o alerta ambiental no município historicamente marcado pela atividade mineradora.</p>
<p>Desta vez, o incidente foi identificado no dique de Fraile, localizado na mina Casa de Pedra, pertencente à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Os dois episódios anteriores ocorreram no domingo (25) e na segunda-feira (27), em áreas sob responsabilidade da mineradora Vale.</p>
<p>Segundo a Prefeitura de Congonhas, o novo vazamento foi constatado durante ações de fiscalização realizadas justamente para acompanhar os outros dois casos. Em nota, o município informou que houve “carreamento de resíduos por enxurrada, decorrentes de deficiências nos sistemas de drenagem das vias internas da mineradora”.</p>
<p>De acordo com o poder público municipal, o material atingiu o Rio Maranhão, mas não houve rompimento de estruturas nem extravasamento de barragens. Ainda assim, o episódio foi classificado como “dano ambiental moderado”, e a CSN foi formalmente notificada para adotar as providências necessárias.</p>
<h3>CSN nega anormalidades em estruturas</h3>
<p>Em resposta, a Companhia Siderúrgica Nacional divulgou nota contestando a caracterização do ocorrido. A empresa afirmou que, conforme manifestação da própria prefeitura, “não houve qualquer extravasamento, transbordamento, rompimento ou anormalidade em quaisquer das estruturas da barragem ou de contenção de sedimentos”.</p>
<p>Sobre o apontamento de carreamento de resíduos, a CSN alegou que o problema estaria restrito à drenagem de estradas de terra e acessos da região, além de possível deslocamento de galhos provocado pelas fortes chuvas recentes, negando qualquer relação direta com barragens ou com suas atividades operacionais.</p>
<p>Mesmo sem danos estruturais, a sequência de ocorrências em curto intervalo de tempo mantém Congonhas em estado de atenção, reacendendo o debate sobre fiscalização, infraestrutura de drenagem e os impactos ambientais da mineração na região.</p>
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		<title>37% dos processos de mineração no Brasil apresentam irregularidades, aponta MapBiomas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/37-dos-processos-de-mineracao-no-brasil-apresentam-irregularidades-aponta-mapbiomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Mineração]]></category>
		<category><![CDATA[ANM]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Monitor da Mineração]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento inédito do Monitor da Mineração do MapBiomas, lançado nesta terça-feira (2), expôs a dimensão das inconsistências nos processos minerários ativos no Brasil. Dos 257.591 processos registrados na Agência Nacional de Mineração (ANM), 95.740 — o equivalente a 37% — apresentam algum tipo de irregularidade. A plataforma organiza e cruza mais de 80 anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento inédito do Monitor da Mineração do MapBiomas, lançado nesta terça-feira (2), expôs a dimensão das inconsistências nos processos minerários ativos no Brasil. Dos 257.591 processos registrados na Agência Nacional de Mineração (ANM), 95.740 — o equivalente a 37% — apresentam algum tipo de irregularidade.</p>
<p>A plataforma organiza e cruza mais de 80 anos de dados oficiais com mapas anuais de cobertura e uso da terra, permitindo identificar sinais de extração em fases inadequadas, atuação em áreas protegidas e falhas documentais. Para o coordenador da equipe de Mineração do MapBiomas, César Diniz, o objetivo é ampliar a transparência e qualificar o controle público sobre o setor.<br />
“O Monitor reúne informações dispersas, destaca situações atípicas e as apresenta de forma clara e acessível, contribuindo para políticas de fiscalização e para o combate à atividade irregular”, explica.</p>
<h3>Falta de permissão é o principal problema</h3>
<p>A maior parte das inconsistências está ligada à ausência de autorização válida. Segundo a pesquisa, 84.466 processos (33%) não possuem concessão de lavra, registro de extração, licenciamento, permissão de lavra garimpeira ou autorização de pesquisa.<br />
Nesses casos, qualquer extração identificada é considerada irregular. “Sem título minerário apto, o processo é caracterizado como mineração em fase inapropriada”, afirma Diniz.</p>
<p>Além disso, 7.738 processos (3%) estão ativos em áreas proibidas por lei — incluindo terras indígenas, unidades de conservação de proteção integral, reservas extrativistas (Resex) e reservas particulares do patrimônio natural (RPPN).<br />
Outros 3.536 processos acumulam mais de uma irregularidade, com falhas tanto no procedimento quanto na localização da atividade.</p>
<h3>Bahia lidera em inconsistências; Pará concentra problemas territoriais</h3>
<p>Embora Minas Gerais tenha o maior número absoluto de processos minerários (20,4%), é a Bahia que registra o maior percentual de irregularidades: 53% das atividades cadastradas no estado apresentam inconsistência processual.</p>
<p>O Pará lidera dois indicadores sensíveis:</p>
<ul>
<li>inconsistência temporal (4,19%), quando a extração ocorre fora do período de vigência da autorização ou quando novas restrições territoriais surgem após a concessão da licença;</li>
<li>extração além dos limites autorizados (4,83%), o maior índice proporcional do país.</li>
</ul>
<h3>Inadimplência supera 56% nos últimos seis meses</h3>
<p>A plataforma também monitora o pagamento da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), tributo destinado a estados, municípios e à União para compensar os impactos da atividade.<br />
Nos processos em que há obrigatoriedade de recolhimento, 56,4% estão inadimplentes no período analisado.</p>
<h3>Ferramenta permite cruzamento de dados e emissão de laudos</h3>
<p>O Monitor da Mineração oferece visualização detalhada por estado, tipo de processo, fase e distribuição territorial. É possível filtrar informações, cruzar camadas de dados e até gerar laudos individuais com oito indicadores, incluindo imagens de satélite e mosaicos anuais.</p>
<p>Para Diniz, a ferramenta representa um marco no acompanhamento público do setor:<br />
“Com mais clareza e acessibilidade, todos conseguem identificar irregularidades com maior rapidez, acompanhar a evolução dos processos e agir de forma mais eficiente no enfrentamento de práticas ilegais.”</p>
<p>O estudo reforça a urgência de ampliar fiscalização, modernizar sistemas e fortalecer mecanismos de controle sobre um dos setores mais sensíveis e estratégicos do país.</p>
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		<title>Indígenas ocupam Brasília em defesa de seus territórios e contra o Marco Temporal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/indigenas-ocupam-brasilia-em-defesa-de-seus-territorios-e-contra-o-marco-temporal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 21:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Acampamento Terra Livre]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Apib]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[marco temporal]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indigenas]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de indígenas de todo o Brasil estão reunidos em Brasília, a partir deste domingo (6), para a 21ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL), maior mobilização anual dos povos originários do país. Com o tema “A resposta somos nós: em defesa da Constituição e da vida”, o evento deve reunir cerca de 10 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de indígenas de todo o Brasil estão reunidos em Brasília, a partir deste domingo (6), para a 21ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL), maior mobilização anual dos povos originários do país. Com o tema “A resposta somos nós: em defesa da Constituição e da vida”, o evento deve reunir cerca de 10 mil representantes de mais de 200 povos entre os dias 7 e 11 de abril, com atos, debates e protestos voltados à demarcação de terras indígenas.</p>
<p>Em meio a uma atmosfera marcada pela diversidade de línguas e tradições, o acampamento se firma como um espaço de resistência. Para lideranças como Andrea Nukini, que viajou quatro dias de ônibus desde o Acre, a luta é constante: “Nunca tivemos todos os nossos territórios devidamente demarcados. A Constituição garante esse direito há mais de 35 anos, mas ele segue sendo negado”, afirmou.</p>
<p>O principal alvo das críticas é o Marco Temporal — tese jurídica que restringe o direito à terra apenas aos povos que ocupavam seus territórios na data da promulgação da Constituição, em outubro de 1988. Embora já tenha sido declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a tese foi ressuscitada pelo Congresso, que aprovou uma lei nesse sentido, reacendendo a disputa judicial.</p>
<figure id="attachment_82809" aria-describedby="caption-attachment-82809" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82809" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Marciely-Tupari-coordenadora-secretaria-da-COIAB-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Marciely Tupari, Coordenadora Secretária Da COIAB - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Marciely-Tupari-coordenadora-secretaria-da-COIAB-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Marciely-Tupari-coordenadora-secretaria-da-COIAB-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Marciely-Tupari-coordenadora-secretaria-da-COIAB-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Marciely-Tupari-coordenadora-secretaria-da-COIAB-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82809" class="wp-caption-text">Marciely Tupari, coordenadora secretária da COIAB, em frente a barracas no Acampamento Terra Livre (ATL), no espaço Funarte. &#8211; Foto: Bruno Peres/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A reação indígena é enfática. Lideranças rejeitam a mesa de conciliação aberta pelo ministro Gilmar Mendes, relator do caso no STF, especialmente após a apresentação — e posterior retirada — de uma proposta que abriria caminho para a mineração em terras indígenas. “Não faz sentido discutir nossos direitos em uma mesa que tenta negociar a destruição dos nossos territórios”, criticou Marciely Tupari, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab).</p>
<p>Além da questão fundiária, o ATL deste ano também mira o agronegócio e a pauta ambiental. Os indígenas buscam articular suas propostas para a Conferência do Clima da ONU (COP30), que será realizada em Belém (PA), em novembro. O objetivo é mostrar que a preservação das terras indígenas é fundamental no combate à crise climática global.</p>
<figure id="attachment_82807" aria-describedby="caption-attachment-82807" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-82807" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Indigenas-montam-barraca-no-Acampamento-Terra-Livre-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Indígenas Montam Barraca No Acampamento Terra Livre - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Indigenas-montam-barraca-no-Acampamento-Terra-Livre-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Indigenas-montam-barraca-no-Acampamento-Terra-Livre-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Indigenas-montam-barraca-no-Acampamento-Terra-Livre-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Indigenas-montam-barraca-no-Acampamento-Terra-Livre-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82807" class="wp-caption-text">Indígenas montam barraca no Acampamento Terra Livre (ATL), no espaço Funarte. Bruno Peres/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Entre as propostas, está a criação de uma NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada) indígena — um documento com metas próprias para redução de emissões de gases do efeito estufa — em contraponto à meta oficial apresentada pelo governo brasileiro, que não contempla os impactos negativos do agronegócio sobre o meio ambiente.</p>
<p>“A gente quer mostrar para o mundo que proteger nossas terras é proteger o clima, os rios, os animais e a vida. Estamos aqui para dizer que nossos direitos não são negociáveis”, reforçou Marciely.</p>
<p>Com discursos firmes e articulação política crescente, os povos indígenas prometem fazer de Brasília, mais uma vez, o centro da luta por justiça, território e futuro.</p>
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		<title>Brumadinho concentra maior número de conflitos de mineração no Brasil, aponta estudo da UFF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brumadinho-concentra-maior-numero-de-conflitos-de-mineracao-no-brasil-aponta-estudo-da-uff/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 13:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
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		<category><![CDATA[mineração]]></category>
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		<category><![CDATA[Ocorrências]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo liderado pelo geógrafo Luiz Jardim Wanderley, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), apontou que Brumadinho, em Minas Gerais, é a cidade brasileira com o maior número de conflitos relacionados à mineração. O Relatório de Conflitos da Mineração no Brasil, fruto de uma parceria entre a UFF e o Comitê Nacional em Defesa dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo liderado pelo geógrafo Luiz Jardim Wanderley, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), apontou que Brumadinho, em Minas Gerais, é a cidade brasileira com o maior número de conflitos relacionados à mineração. O Relatório de Conflitos da Mineração no Brasil, fruto de uma parceria entre a UFF e o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração, destaca 30 ocorrências, principalmente ligadas à tragédia do rompimento da barragem da Vale em 2019, que resultou em 270 mortes.</p>
<p>O estudo evidencia que, desde 2020, Brumadinho tem sido o epicentro dos conflitos no país, com dezenas de mobilizações e mais de duas dezenas de comunidades em conflito com a Vale e outras mineradoras. A maioria dos conflitos está relacionada às demandas por reparação e aos efeitos contínuos do desastre sobre o meio ambiente e as comunidades.</p>
<p>Luiz Jardim Wanderley ressalta que a população de Brumadinho tem se mobilizado contra violações e negligências das mineradoras, especialmente da Vale. O município apresenta uma média de mais de um protesto por mês, denunciando a falta de compensação adequada pelo desastre e evidenciando novas violações de direitos.</p>
<p>A Vale, principal empresa envolvida nos conflitos, não comentou os resultados do levantamento. No entanto, reiterou seu compromisso com a reparação integral dos danos causados em Brumadinho, priorizando as pessoas, as comunidades impactadas e o meio ambiente.</p>
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		<title>Relatório diz que mineração viveu &#8220;anos dourados&#8221; no governo Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 15:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Observatório da Mineração e o monitor socioambiental Sinal de Fumaça lançaram hoje (27) o relatório Dinamite pura: como a política mineral do governo Bolsonaro armou uma bomba climática e anti-indígena, em que examinam como ocorreu o encadeamento de medidas que favoreceram o setor. Além disso, como o nome do documento adianta, há uma análise sobre os impactos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Observatório da Mineração e o monitor socioambiental Sinal de Fumaça lançaram hoje (27) o relatório <em>Dinamite pura: como a política mineral do governo Bolsonaro armou uma bomba climática e anti-indígena</em>, em que examinam como ocorreu o encadeamento de medidas que favoreceram o setor. Além disso, como o nome do documento adianta, há uma análise sobre os impactos das diretivas então adotadas, que ainda exigem cuidado da atual gestão.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
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<p>Na avaliação das entidades, pode-se resumir as decisões do período como &#8220;a combinação explosiva entre o desprezo pelos direitos territoriais e humanos e uma sofisticada estratégia de <em>lobby</em> corporativo&#8221;. O documento destaca que a implementação de ações de interesse do empresariado do setor e investidores foi possível graças à adesão de parlamentares.</p>
<p>Ou seja, os tratos que visavam a aumentar o lucro do segmento, inclusive beneficiando transnacionais, abrangeram toda a Esplanada dos Ministérios, chegando ao Congresso Nacional. Uma das lembranças quanto a esse aspecto foi o lançamento da Frente Parlamentar Mista da Mineração, de 236 deputados e senadores, que aconteceu em junho de 2019 e deu mais atenção, segundo o relatório, à mineração de pequenos e médios empreendedores.</p>
<p>Durante os quatro anos de Bolsonaro no Palácio do Planalto, escrevem as entidades, tanto a mineração industrial quanto o garimpo ilegal vivem &#8220;anos dourados, na teoria, na prática e com centenas de bilhões de reais investidos nos mercados interno e global. Ao longo de 84 páginas, os autores do relatório recuperam, mês a mês, fatos como o rompimento da barragem de Brumadinho (MG) e a meta do governo federal de permitir que empresas estrangeiras pudessem explorar as reservas de urânio brasileiras, de cerca de 609 mil toneladas.</p>
<p>O ano de 2019 não havia chegado ao fim e o Ministério de Minas e Energia propunha que a mineração no interior de florestas nacionais (flonas) fosse liberada. As flonas são, por definição, uma categoria de área que deveria contar com a proteção especial do Estado, uma unidade de conservação.</p>
<p>O relatório ainda coloca em evidência pontos como a falta de fiscais em determinados locais, de maneira que não se encontram barreiras à prática de ilegalidades na busca por metais. Um caso citado é o de desfalques nos estados do Pará e do Amapá. &#8220;Só em Itaituba [município paraense], às margens do Rio Tapajós, mais de 18 mil pedidos de permissão de lavra garimpeira aguardam análise da agência&#8221;, acrescentam os autores do estudo, a fim de dar a dimensão da vulnerabilidade da região, já que ao longo do rio vivem indígenas kayapó e munduruku, dois dos três povos mais atingidos pela mineração, juntamente com os yanomami.</p>
<h2>Imprensa como inimiga</h2>
<p>Para o diretor do Observatório da Mineração, Maurício Angelo, um indício de que os atos do governo representaram ameaças ao meio ambiente e a um conjunto de direitos é a postura das autoridades diante dos jornalistas. &#8220;De forma bastante clara e deliberada, decidiram não responder à imprensa, seja pelas vias oficiais, pelas assessorias de imprensa, seja dificultando bastante a obtenção de informação por meio da Lei de Acesso à Informação&#8221;, diz ele, que também é pesquisador do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p>&#8220;Ler tudo na sequência dos fatos também me remete a como o tema mineração teve muito menos destaque no debate público, na cobertura de imprensa, na comoção social, na interface com as pautas socioambientais. Você teve os grandes acidentes, como Brumadinho, mas isso não se transformou em uma mobilização crítica da sociedade organizada, e acho que passou muita coisa a que a gente não conseguiu nem reagir&#8221;, complementa a coordenadora do monitor Sinal de Fumaça, Rebeca Lerer.</p>
<p>Maurício Angelo considera que a configuração atual das casas do Congresso Nacional não deve ajudar na reversão de matérias aprovadas durante o governo Bolsonaro, nem nas tentativas de barrar outras que tramitam e vão a plenário, como é o caso do <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2236765" target="_blank" rel="noopener">Projeto de Lei (PL) 191/2020</a> que autoriza a exploração em terras indígenas. &#8220;Obviamente, apesar de parlamentares de centro, centro-esquerda, esquerda, o Congresso ainda é, majoritariamente, de direita e aliado a essas pautas que são de interesse da indústria da mineração e do agronegócio&#8221;, afirma, acrescentando que a militarização de órgãos como a então Fundação Nacional do Índio (Funai) também contribuiu para o quadro denunciado no relatório.</p>
<p>Sobre a possibilidade de a comunidade internacional exercer pressão significativa, a ponto de refrear excessos das mineradoras, o diretor pondera que o nível de cobrança é menor do que em casos que envolvem apenas desmatamento, por exemplo. Mesmo que desmatamento e mineração mantenham forte relação.</p>
<p>&#8220;Como o mundo tem uma demanda muito grande para suprir esses minerais essenciais, estratégicos, nos próximos anos, os projetos de mineração são vistos como necessários e não há uma crítica, um viés crítico desses acordos que são feitos. Pelo contrário, é visto como algo necessário, positivo, que tem que ser levado a cabo, independentemente do governo, seja aqui no Brasil ou fora do país, o que, claro, gera e vai gerar vários impactos socioambientais no futuro também&#8221;, argumenta.</p>
<p>A reportagem procurou a assessoria do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas não teve resposta. A reportagem também tentou, sem sucesso, contato com o ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque, que permaneceu no cargo pelo maior tempo, de janeiro de 2019 a meados de maio de 2022.</p>
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