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	<title>mina Casa de Pedra &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Congonhas registra terceiro vazamento em menos de uma semana e acende alerta ambiental em Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 15:24:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cidade de Congonhas, na região central de Minas Gerais, confirmou na noite desta quinta-feira (28) o terceiro vazamento de água em menos de cinco dias, reforçando o alerta ambiental no município historicamente marcado pela atividade mineradora. Desta vez, o incidente foi identificado no dique de Fraile, localizado na mina Casa de Pedra, pertencente à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Congonhas, na região central de Minas Gerais, confirmou na noite desta quinta-feira (28) o terceiro vazamento de água em menos de cinco dias, reforçando o alerta ambiental no município historicamente marcado pela atividade mineradora.</p>
<p>Desta vez, o incidente foi identificado no dique de Fraile, localizado na mina Casa de Pedra, pertencente à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Os dois episódios anteriores ocorreram no domingo (25) e na segunda-feira (27), em áreas sob responsabilidade da mineradora Vale.</p>
<p>Segundo a Prefeitura de Congonhas, o novo vazamento foi constatado durante ações de fiscalização realizadas justamente para acompanhar os outros dois casos. Em nota, o município informou que houve “carreamento de resíduos por enxurrada, decorrentes de deficiências nos sistemas de drenagem das vias internas da mineradora”.</p>
<p>De acordo com o poder público municipal, o material atingiu o Rio Maranhão, mas não houve rompimento de estruturas nem extravasamento de barragens. Ainda assim, o episódio foi classificado como “dano ambiental moderado”, e a CSN foi formalmente notificada para adotar as providências necessárias.</p>
<h3>CSN nega anormalidades em estruturas</h3>
<p>Em resposta, a Companhia Siderúrgica Nacional divulgou nota contestando a caracterização do ocorrido. A empresa afirmou que, conforme manifestação da própria prefeitura, “não houve qualquer extravasamento, transbordamento, rompimento ou anormalidade em quaisquer das estruturas da barragem ou de contenção de sedimentos”.</p>
<p>Sobre o apontamento de carreamento de resíduos, a CSN alegou que o problema estaria restrito à drenagem de estradas de terra e acessos da região, além de possível deslocamento de galhos provocado pelas fortes chuvas recentes, negando qualquer relação direta com barragens ou com suas atividades operacionais.</p>
<p>Mesmo sem danos estruturais, a sequência de ocorrências em curto intervalo de tempo mantém Congonhas em estado de atenção, reacendendo o debate sobre fiscalização, infraestrutura de drenagem e os impactos ambientais da mineração na região.</p>
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