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	<title>Militares &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Militares &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Forças Armadas passam a reservar vagas para negros, indígenas e quilombolas em formação militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Defesa oficializou a reserva de vagas para pessoas negras, indígenas e quilombolas em processos de formação militar no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União por meio da Portaria nº 1.286/2026 e passa a valer para concursos de ingresso nas escolas militares e seleções para o serviço temporário voluntário. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Defesa oficializou a reserva de vagas para pessoas negras, indígenas e quilombolas em processos de formação militar no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União por meio da Portaria nº 1.286/2026 e passa a valer para concursos de ingresso nas escolas militares e seleções para o serviço temporário voluntário.</p>
<p>De acordo com a norma, os editais deverão assegurar um percentual mínimo de 25% das vagas para candidatos negros, 3% para indígenas e 2% para quilombolas.</p>
<p>Esses percentuais seguem a política de ações afirmativas adotada recentemente no âmbito federal.</p>
<p>A regulamentação prevê ainda regras para situações em que não haja candidatos suficientes em alguma das categorias. Nesses casos, as vagas remanescentes poderão ser redistribuídas entre indígenas e quilombolas, conforme a demanda, antes de eventual retorno à ampla concorrência.</p>
<p>Para participar das vagas reservadas, os candidatos deverão realizar autodeclaração no momento da inscrição. No entanto, a medida também estabelece mecanismos de verificação. No caso de candidatos negros, poderá haver avaliação por comissão com base em critérios fenotípicos. Já para indígenas e quilombolas, será exigida documentação que comprove o vínculo com suas comunidades.</p>
<p>Entre os documentos aceitos para indígenas estão comprovantes emitidos por instituições ligadas às comunidades, como escolas e órgãos de saúde, além de registros da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Para quilombolas, será necessária uma declaração assinada por lideranças da comunidade e certificação da Fundação Cultural Palmares.</p>
<p>A portaria também determina que os editais incluam comissões responsáveis por validar as informações prestadas pelos candidatos, além de prever instâncias recursais. Nessas análises, poderão ser considerados registros audiovisuais, documentos apresentados e pareceres técnicos das comissões responsáveis.</p>
<p>Com a implementação da medida, o governo amplia a aplicação de políticas de inclusão no acesso à carreira militar, alinhando o setor às diretrizes de promoção da igualdade racial e reconhecimento de povos tradicionais no serviço público federal.</p>
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		<title>Moraes proíbe interrogatório de militares fardados no STF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-proibe-interrogatorio-de-militares-fardados-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 16:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[farda]]></category>
		<category><![CDATA[Militares]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (11) que militares não poderão ser interrogados de farda pela Corte. A declaração foi feita durante o primeiro dia de julgamento dos réus do Núcleo 3 da trama golpista, ligada ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A fala do ministro ocorreu após [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (11) que militares não poderão ser interrogados de farda pela Corte. A declaração foi feita durante o primeiro dia de julgamento dos réus do Núcleo 3 da trama golpista, ligada ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>A fala do ministro ocorreu após a defesa do tenente-coronel do Exército Rafael Martins de Oliveira questionar novamente a decisão tomada por Moraes em julho deste ano, que obrigou o militar a comparecer de roupas civis à audiência de interrogatório. Oliveira está preso em uma instalação do Exército em Brasília.</p>
<p>Moraes explicou que, embora o Estatuto dos Militares determine o uso do uniforme, essa obrigação é incompatível com a condição de réu. “O militar fardado há uma incompatibilidade. Pelo Estatuto dos Militares, ele comete crime se mentir, pode perder o oficialato. O militar réu não pode e não será interrogado de farda”, afirmou.</p>
<p>O ministro destacou ainda que não há autoridade militar em tribunais civis, reforçando a separação entre o papel institucional das Forças Armadas e a responsabilidade individual dos acusados. “Não existe autoridade militar do réu em um tribunal civil. Não existe autoridade militar do réu perante o STF. O Exército não está presente como réu”, completou.</p>
<p>O ministro Flávio Dino apoiou o posicionamento e afirmou que o esclarecimento evita novas controvérsias. “O uniforme não é pessoal, é do Exército brasileiro. O que está em questão é a representação da instituição, e não de um indivíduo”, observou.</p>
<p>O julgamento do grupo de nove militares e um policial federal, acusados de planejar ações para apoiar uma tentativa de golpe de Estado, segue em andamento na Primeira Turma do STF.</p>
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		<title>Projeto propõe suspensão de salários de militares acusados na ditadura</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-propoe-suspensao-de-salarios-de-militares-acusados-na-ditadura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 13:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Melchionna]]></category>
		<category><![CDATA[Militares]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Remuneração]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Paiva]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[A deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) apresentou um projeto de lei que propõe a suspensão de salários e benefícios de militares denunciados por violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura civil-militar, instaurada após o golpe de 1964. O texto foi protocolado nesta terça-feira (7) na Câmara dos Deputados. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) apresentou um projeto de lei que propõe a suspensão de salários e benefícios de militares denunciados por violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura civil-militar, instaurada após o golpe de 1964. O texto foi protocolado nesta terça-feira (7) na Câmara dos Deputados.</p>
<p>De acordo com a proposta, a interrupção do pagamento será mantida até a decisão definitiva do processo judicial. Durante esse período, os militares não poderão receber subsídios, adicionais ou gratificações relacionadas ao exercício de suas funções públicas. No entanto, o projeto assegura o direito ao contraditório e à ampla defesa, em conformidade com a Constituição Federal e as normas vigentes. Caso seja provada a inocência do acusado, o pagamento será retomado, incluindo o ressarcimento dos valores suspensos, corrigidos pela inflação.</p>
<p>A parlamentar justifica a iniciativa com base no Estatuto dos Militares (Lei nº 6.880/80), que define direitos e deveres dos membros das Forças Armadas. Além disso, o projeto incorpora as recomendações da Comissão Nacional da Verdade, criada pela Lei nº 12.528/2011, que documentou graves violações de direitos humanos ocorridas no Brasil, especialmente durante o regime militar.</p>
<p>Fernanda Melchionna enfatizou a importância de o Brasil cumprir compromissos internacionais na defesa dos direitos humanos e no combate à impunidade. <em>“O caso de Rubens Paiva é emblemático. Ele foi torturado e morto em 1971, e seu desaparecimento é reconhecido como um crime de lesa-humanidade. Apesar das acusações, militares como o general José Antônio Nogueira Belham, denunciado por envolvimento nesse caso, seguem recebendo salários públicos, mesmo diante de evidências contundentes&#8221;</em>, afirmou a deputada.</p>
<p>Rubens Paiva, ex-deputado e vítima da ditadura, teve sua trajetória relembrada no filme <em>Ainda Estou Aqui</em>, dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello. O longa foi destaque no Globo de Ouro, reforçando a memória dos crimes da ditadura.</p>
<p>Melchionna destacou ainda a indignação com os altos valores pagos a militares acusados de crimes. <em>“É inaceitável que o Brasil gaste R$ 140 mil por mês para sustentar denunciados pelo assassinato de Rubens Paiva. Esse privilégio precisa acabar&#8221;</em>, declarou à Agência Brasil.</p>
<p>A proposta busca validar as recomendações da Comissão da Verdade e reforçar o dever do Estado de agir em conformidade com o Direito Internacional, promovendo justiça e reparação às vítimas de violações ocorridas durante o período da ditadura militar.</p>
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		<title>Desgaste na imagem das Forças Armadas: Uma nova era de investigação e prestação de contas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desgaste-na-imagem-das-forcas-armadas-uma-nova-era-de-investigacao-e-prestacao-de-contas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 17:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Forcas Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Militares]]></category>
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					<description><![CDATA[Após décadas desde o golpe militar de 1964, os militares das Forças Armadas do Brasil se encontram sob escrutínio, enfrentando investigações e detenções por sua alegada participação em uma tentativa de golpe de Estado. Especialistas, ao comentar sobre este inusitado acontecimento, destacam o impacto sobre a imagem das Forças Armadas, ressaltando a importância desse momento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após décadas desde o golpe militar de 1964, os militares das Forças Armadas do Brasil se encontram sob escrutínio, enfrentando investigações e detenções por sua alegada participação em uma tentativa de golpe de Estado. Especialistas, ao comentar sobre este inusitado acontecimento, destacam o impacto sobre a imagem das Forças Armadas, ressaltando a importância desse momento histórico na promoção da transparência e no fortalecimento da democracia.</p>
<p>As recentes revelações, incluindo depoimentos de ex-comandantes das três Forças, têm gerado debates sobre o respeito à democracia e a necessidade de responsabilização por eventuais transgressões. A investigação em curso pela Polícia Federal e as prisões autorizadas pelo Judiciário não apenas marcam um precedente na história do país, mas também transmitem uma mensagem clara à sociedade sobre a importância de se defender os princípios democráticos.</p>
<p>Para os estudiosos do papel das Forças Armadas, como a professora Juliana Bigatão, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o Brasil está testemunhando um evento sem precedentes, com a aplicação de medidas como prisões preventivas de membros das Forças Armadas, algo incomum na história do país. Esta mudança de cenário ressalta a necessidade de investigação e punição para crimes contra a democracia, algo que historicamente não foi uma prática comum no Brasil.</p>
<p>O professor João Roberto Martins Filho, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), destaca a diferença entre o atual processo de julgamento dos militares pela Justiça civil e os eventos pós-golpe de 1964, quando os próprios militares conduziram investigações e julgamentos internos. A investigação de generais do Exército, a mais alta patente das Forças Armadas, representa um marco significativo nesta nova fase de responsabilização.</p>
<p>Embora o impacto desses eventos na imagem das Forças Armadas ainda esteja em avaliação, especialistas alertam para a necessidade de transparência e prestação de contas. Com a Lei de Anistia de 1979 ainda em vigor, nenhum membro das Forças Armadas foi responsabilizado por crimes durante a ditadura militar, destacando a importância de se chegar a desfechos justos nos processos em andamento.</p>
<p>Em meio a esse contexto, surgem discussões sobre o papel das Forças Armadas na sociedade brasileira. Enquanto historicamente são valorizados por suas contribuições civis, como transporte de suprimentos básicos e assistência em áreas de difícil acesso, recentes eventos têm levantado questionamentos sobre sua conduta antidemocrática.</p>
<p>Os especialistas concordam que o atual desafio das Forças Armadas reside em restaurar sua imagem e reforçar seu compromisso com a democracia. Com a colaboração ativa das lideranças militares e o apoio às investigações em andamento, espera-se que esse período de turbulência resulte em uma instituição mais transparente e alinhada com os valores democráticos do país.</p>
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		<title>Bolsonaro e militares são alvos da Operação Tempus Veritatis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bolsonaro-e-militares-sao-alvos-da-operacao-tempus-veritatis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 14:52:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Operação Tempus Veritatis tem, como alvo, diversos militares que integraram o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Diante da notícia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (8), esperar que o rigor da lei seja aplicado contra aqueles que atacaram a democracia, ao financiar os acampamentos que culminaram na tentativa de golpe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Operação Tempus Veritatis tem, como alvo, diversos militares que integraram o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Diante da notícia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (8), esperar que o rigor da lei seja aplicado contra aqueles que atacaram a democracia, ao financiar os acampamentos que culminaram na tentativa de golpe do dia 8 de janeiro de 2022.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os investigados estão o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, o ex-ministro da Casa Civil general Walter Souza Braga Netto e o ex-ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.</p>
<p>“É muito difícil um presidente da República comentar sobre uma operação da Polícia Federal que ocorre em segredo de Justiça. Espero que não ocorra nenhum excesso e seja aplicado o rigor da lei. Sabemos dos ataques à democracia. Precisamos saber quem financiou os acampamentos. Vamos esperar as investigações”, <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1755553407027257395" target="_blank" rel="noopener">afirmou Lula</a>.</p>
<p>A declaração foi um recorte de trecho da entrevista concedida por Lula à Rádio Itatiaia. O comentário se referia à operação que cumpre 33 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva, além de 48 medidas cautelares que incluem a proibição de manter contato com outros investigados, a proibição de se ausentar do país, com entrega dos passaportes no prazo de 24 horas e a suspensão do exercício de funções públicas .</p>
<p>As medidas judiciais foram expedidas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Entre elas está a de apreender o passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>A operação é deflagrada após o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, ter fechado acordo de colaboração premiada com investigadores da PF. O acordo foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e já recebeu a homologação do STF.</p>
<p>Também por meio de redes sociais, o advogado de Bolsonaro, Fábio Wajngarten disse que “em cumprimento às decisões de hoje, o presidente Jair Bolsonaro entregará o passaporte às autoridades competentes. Já determinou que seu auxiliar direto, que foi alvo da mesma decisão e que se encontrava em Mambucaba, retorne para sua casa em Brasília, atendendo a ordem de não manter contato com os demais investigados”, <a href="https://twitter.com/fabiowoficial/status/1755562400143610190" target="_blank" rel="noopener">postou Wajngarten</a>.</p>
<p><strong>Segundo a investigação, entre os alvos da operação estão:</strong></p>
<p>&#8211; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno Ribeiro Pereira;</p>
<p>&#8211; ex-ministro da Casa Civil e da Defesa general Walter Souza Braga Netto;</p>
<p>&#8211; ex-ministro da Defesa general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira;</p>
<p>&#8211; major da reserva Ângelo Martins Denicoli;</p>
<p>&#8211; coronel reformado do Exército Aílton Gonçalves Moraes Barros;</p>
<p>&#8211; coronel Guilherme Marques Almeida;</p>
<p>&#8211; tenente-coronel Hélio Ferreira Lima;</p>
<p>&#8211; tenente-coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros</p>
<p>&#8211; ex-comandante-geral da Marinha almirante Almir Garnier Santos;</p>
<p>&#8211; general Mário Fernandes;</p>
<p>&#8211; ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército general Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira;</p>
<p>&#8211; general de Brigada reformado Laércio Vergílio;</p>
<p>&#8211; Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho;</p>
<p>&#8211; ex-ministro da Justiça, Anderson Torres;</p>
<p>&#8211; presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.</p>
<p><strong>Há mandados de prisão contra:</strong></p>
<p>&#8211; o ex-assessor especial de Bolsonaro Felipe Martins</p>
<p>&#8211; coronel Bernardo Romão Correa Neto</p>
<p>&#8211; coronel da reserva Marcelo Costa Câmara</p>
<p>&#8211; major Rafael Martins de Oliveira.</p>
<p>As medidas judiciais estão sendo cumpridas nos seguintes estados: Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. O Exército Brasileiro acompanha o cumprimento de alguns mandados.</p>
<p><em>*Colaborou Felipe Pontes</em></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Militares dos Estados Unidos serão treinados na Amazônia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/militares-dos-estados-unidos-serao-treinados-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 21:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Exercito]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a entrada no Brasil de um grupo de 294 militares das forças dos Estados Unidos da América (EUA) para participar de exercício combinado com o Exército brasileiro, na Amazônia Oriental. O decreto foi publicado nesta quinta-feira (19) no Diário Oficial da União. As atividades ocorrerão no período de 24 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a entrada no Brasil de um grupo de 294 militares das forças dos Estados Unidos da América (EUA) para participar de exercício combinado com o Exército brasileiro, na Amazônia Oriental. O decreto foi publicado nesta quinta-feira (19) no <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-11.737-de-18-de-outubro-de-2023-517305806" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As atividades ocorrerão no período de 24 de outubro a 20 de novembro em Belém, no Pará, e nos municípios de Ferreira Gomes, Oiapoque e Macapá, no Amapá. A Operação Core 23 (Combined Operation and Rotation Exercise) é parte de um acordo de cooperação em matéria de defesa, estabelecido desde 2015 entre os governos dos dois países.</p>
<p>Além do contingente de militares, os norte-americanos entrarão no país com armamentos, acessórios, sensores, sistemas eletrônicos e dispositivos ópticos, equipamentos de comando, controle e comunicação.</p>
<p>Em maio, uma comitiva de militares norte-americanos visitou o Comando Militar do Norte (CMN) para avaliar as condições estruturais e de suprimentos relacionados à saúde e alimentação desses. Na época, foram avaliados o 2º Batalhão de Infantaria de Selva e da 2ª Companhia de Suprimento do 8º Depósito de Suprimento, em Belém; a Companhia Especial de Fronteira de Clevelândia do Norte, no Oiapoque, e o 34° Batalhão de Infantaria de Selva, em Macapá.</p>
<p>De acordo com o Exército Brasileiro, durante a Operação Core 23 as duas forças militares pretendem fazer intercâmbio de experiências sobre técnicas, táticas e procedimentos de defesa. O principal objetivo do exercício é promover a integração e estreitar a cooperação militar entre os países.</p>
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<figure id="attachment_70240" aria-describedby="caption-attachment-70240" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Exercicios-internacionais-mostram-capacidade-operacional-e-de-colaboracao-do-Exercito-Brasileiro-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-70240" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Exercicios-internacionais-mostram-capacidade-operacional-e-de-colaboracao-do-Exercito-Brasileiro-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Exercícios Internacionais Mostram Capacidade Operacional E De Colaboração Do Exército Brasileiro - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Exercicios-internacionais-mostram-capacidade-operacional-e-de-colaboracao-do-Exercito-Brasileiro-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Exercicios-internacionais-mostram-capacidade-operacional-e-de-colaboracao-do-Exercito-Brasileiro-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/19-Exercicios-internacionais-mostram-capacidade-operacional-e-de-colaboracao-do-Exercito-Brasileiro-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70240" class="wp-caption-text">Exercícios internacionais mostram capacidade operacional e de colaboração do Exército Brasileiro. &#8211; Foto: CCOMSEx &#8211; CCOMSEx</figcaption></figure>
<h2>Exercícios internacionais</h2>
<p>Desde o início deste ano, o Exército tem promovido operações combinadas com as forças militares de outros países como a participação na Operação Fer de Lance, em março, promovida pela Força Armada Francesa. O exercício reuniu, na Guiana Francesa, o Exército, a Marinha e Aeronáutica do Brasil, Suriname e da Guiana.</p>
<p>Na Argentina, a Operação Arandu reuniu os exércitos dos dois países no Campo de Instrução General Ávalos, em Monte Caseros. Nos meses de julho e agosto, as tropas de operações especiais, paraquedistas, aeromóveis e blindadas trocaram experiências militares em planejamento de Estado-Maior.</p>
<p>A última operação internacional antes da Core 23 foi a Paraná III, que reuniu militares de 15 países no Brasil, para exercício de ajuda humanitária. O treinamento teve foco no esforço internacional para medidas de atendimento médico em hospital de campanha, resgate aéreo e fluvial, áreas de deslizamento com vítimas, entrega de suprimentos em áreas de desastre.</p>
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