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	<title>Milícia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Conselho de ética da Alerj arquiva processo contra deputada Lucinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 00:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[arquivamento de processo]]></category>
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					<description><![CDATA[Por uma votação de 4 a 2, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) decidiu nesta quinta-feira (20) arquivar o processo ético-disciplinar que poderia resultar na perda do mandato da deputada Lucinha (PSD). A decisão foi tomada após deliberação dos deputados Cláudio Caiado (PSD), Júlio [&#8230;]]]></description>
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<div>Por uma votação de 4 a 2, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) decidiu nesta quinta-feira (20) arquivar o processo ético-disciplinar que poderia resultar na perda do mandato da deputada Lucinha (PSD). A decisão foi tomada após deliberação dos deputados Cláudio Caiado (PSD), Júlio Rocha (Agir), Renato Miranda (PL) e Vinícius Cozzolino (União), que votaram pelo arquivamento. Os votos contrários foram das deputadas Dani Monteiro (PSOL) e Martha Rocha (PDT).</div>
<div></div>
<div>Para assegurar a transparência, o parecer do relator e os votos de cada deputado serão publicados no Diário Oficial. O Conselho de Ética encaminhará o processo à Mesa Diretora da Alerj, que poderá decidir se o submeterá ao plenário para uma decisão final.</div>
<h4><strong>Denúncia de Envolvimento com Milícia</strong></h4>
<div>Na última segunda-feira (17), a deputada Lucinha e sua ex-assessora parlamentar, Ariane Afonso Lima, foram denunciadas pelo procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, sob a acusação de integrarem a milícia conhecida como Bonde do Zinho, ou Família Braga, liderada por Luis Antonio da Silva Braga, o Zinho, que opera na zona oeste do Rio de Janeiro.</div>
<div></div>
<div>De acordo com as investigações, Lucinha e Ariane faziam parte do núcleo político da milícia, cujo líder, Zinho, se entregou à Polícia Federal no Rio de Janeiro em dezembro do ano passado. A denúncia, apresentada ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), alega que a milícia era composta por núcleos operacionais, financeiros e políticos, sendo Lucinha e Ariane responsáveis pela defesa dos interesses criminosos junto ao Poder Público.</div>
<h4><strong>Acusações Específicas</strong></h4>
<p>A denúncia detalha que em julho de 2021, Lucinha e Ariane teriam fornecido informações privilegiadas ao grupo sobre a agenda do prefeito do Rio, Eduardo Paes, permitindo que os milicianos evitassem confrontos durante suas visitas à zona oeste. Além disso, a denúncia menciona tentativas de influenciar autoridades municipais para manter uma &#8220;brecha&#8221; no transporte público alternativo, beneficiando a arrecadação das vans operadas pela milícia.</p>
<div>As acusações incluem também a recepção de informações sobre investigações em andamento, permitindo a interferência nos casos para proteger os interesses da milícia. Em novembro de 2021, a deputada teria auxiliado membros do Bonde do Zinho presos em flagrante, facilitando sua liberação. Lucinha é ainda acusada de tentar remover comandantes da Polícia Militar que estavam combatendo a milícia.</div>
<h4><strong>Implicações Legais</strong></h4>
<div>Lucinha e Ariane foram denunciadas sob o Artigo 288-A do Código Penal, conforme a Lei 12.850/12, que trata do crime de constituição de milícia privada, cuja pena varia de 5 a 10 anos de prisão e multa, além da perda da função pública. Com a aceitação da denúncia pelo Judiciário, ambas passam à condição de rés e começam a responder ao processo judicial.</div>
<h4><strong>Nomeações Controversas</strong></h4>
<div>Entre 2021 e 2023, Lucinha nomeou como assessores em seu gabinete parentes de integrantes da organização criminosa. As investigações revelaram encontros frequentes entre Lucinha, Ariane e os líderes da milícia para discutir estratégias de influência junto à Alerj.</div>
<div>O arquivamento do processo pelo Conselho de Ética não impede o prosseguimento das investigações criminais e o eventual julgamento da deputada e sua ex-assessora pela Justiça.</div>
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		<title>MPRJ derruba construções em área dominada pela milícia em Jacarepaguá</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mprj-derruba-construcoes-em-area-dominada-pela-milicia-em-jacarepagua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 17:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Construções]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da força-tarefa do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado para enfrentamento à ocupação irregular do solo urbano (Gaeco/FT-OIS), realiza hoje (11) operação para demolir construções irregulares na Rua Araticum, 807, no bairro Anil, em Jacarepaguá, zona oeste da capital fluminense. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da força-tarefa do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado para enfrentamento à ocupação irregular do solo urbano (Gaeco/FT-OIS), realiza hoje (11) operação para demolir construções irregulares na Rua Araticum, 807, no bairro Anil, em Jacarepaguá, zona oeste da capital fluminense. Os imóveis não têm autorização da prefeitura para serem erguidos e estão localizados em área dominada pela milícia. A ação conta com auxílio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MPRJ (CSI).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A operação é realizada em parceria com as secretarias municipais de Meio Ambiente, Ordem Pública e Conservação; com a Polícia Militar; Guarda Municipal; e com a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). De acordo com laudos de vistoria emitidos pela Coordenadoria-Geral de Licenciamento e Fiscalização da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, tratam-se de imóveis multifamiliares de até cinco andares, que não possuem alvarás de autorização para obras ou projetos e também não contam com profissionais técnicos qualificados acompanhando as construções.</p>
<p>A força-tarefa para enfrentamento à ocupação irregular do solo urbano foi criada em outubro de 2021, por ato do procurador-geral de Justiça, com o objetivo de auxiliar promotores de Justiça no combate à ocupação irregular do solo no município do Rio de Janeiro e aos ilícitos relacionados nas áreas criminal e de meio ambiente, entre outras, em especial, nas áreas de planejamento que abrangem bairros das zonas oeste e norte da cidade. As informações foram divulgadas pelo MPRJ, por meio de sua assessoria de imprensa.</p>
</div>
</div>
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