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	<title>migração &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Nova Lei dos Estrangeiros em Portugal endurece regras e afeta milhares de brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 12:48:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entrou em vigor nesta quinta-feira (23) a nova Lei dos Estrangeiros de Portugal, que altera profundamente as regras de entrada, permanência e residência de cidadãos não europeus — entre eles, os brasileiros. O decreto, assinado pelo presidente português Marcelo Rebelo de Sousa, modifica a Lei nº 23 de 2007 e torna o processo de imigração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou em vigor nesta quinta-feira (23) a nova Lei dos Estrangeiros de Portugal, que altera profundamente as regras de entrada, permanência e residência de cidadãos não europeus — entre eles, os brasileiros. O decreto, assinado pelo presidente português Marcelo Rebelo de Sousa, modifica a Lei nº 23 de 2007 e torna o processo de imigração mais rigoroso.</p>
<p>A comunidade brasileira, que representa 31,4% dos estrangeiros residentes em Portugal segundo a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (Aima), será diretamente impactada. Estimativas do Itamaraty indicam que mais de 500 mil brasileiros vivem atualmente no país.</p>
<h3>Fim da regularização após entrada</h3>
<p>A principal mudança é o fim da possibilidade de regularização para quem entra em Portugal como turista. A partir de agora, cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), incluindo o Brasil, só poderão solicitar autorização de residência ainda no país de origem.</p>
<p>Além disso, o governo português poderá recusar vistos — de residência, trabalho ou estada temporária — de pessoas que tenham entrado ou permanecido ilegalmente no território nacional.</p>
<h3>Visto de trabalho mais restrito</h3>
<p>A lei também endurece o processo de concessão de visto de trabalho, criando uma nova modalidade voltada apenas para profissionais altamente qualificados, como técnicos especializados, acadêmicos e executivos.<br />
Com isso, a antiga permissão para entrada e busca de emprego no país — que podia durar até 180 dias — foi extinta.</p>
<h3>Reagrupamento familiar</h3>
<p>Outro ponto sensível é o reagrupamento familiar, agora permitido apenas para quem vive legalmente há pelo menos dois anos em Portugal. Antes, o pedido podia ser feito logo após a obtenção da residência.<br />
Casais sem filhos deverão comprovar união estável de 15 a 18 meses para solicitar o benefício.</p>
<h3>Ampliação de prazos e transição</h3>
<p>A Aima passa a ter até 270 dias para analisar pedidos de reagrupamento familiar — antes o prazo era de 90.<br />
Os trabalhadores estrangeiros que já vivem legalmente no país terão 180 dias para adequar seus títulos de residência às novas exigências de qualificação.</p>
<h3>Suspensão temporária de vistos</h3>
<p>Como primeira medida prática, o governo português suspendeu temporariamente a emissão de novos vistos de trabalho qualificado, até que seja concluída a regulamentação das profissões consideradas elegíveis. Todos os agendamentos com essa finalidade foram automaticamente cancelados.</p>
<p>A nova legislação reforça a intenção do governo de controlar a entrada de imigrantes e priorizar perfis profissionais especializados, o que pode representar um desafio para milhares de brasileiros que viam em Portugal uma porta de entrada para viver e trabalhar na Europa.</p>
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		<title>Cúpula da comunidade política europeia em Oxford foca na Ucrânia e migração</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cupula-da-comunidade-politica-europeia-em-oxford-foca-na-ucrania-e-migracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 13:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Política Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
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		<category><![CDATA[migração]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (18), o Reino Unido sediou a quarta reunião da Comunidade Política Europeia (CPE) em Oxford, reunindo cerca de 50 líderes para debater temas cruciais como a situação na Ucrânia, a imigração, a defesa da democracia e questões energéticas. Durante a chegada ao evento, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (18), o Reino Unido sediou a quarta reunião da Comunidade Política Europeia (CPE) em Oxford, reunindo cerca de 50 líderes para debater temas cruciais como a situação na Ucrânia, a imigração, a defesa da democracia e questões energéticas.</p>
<p>Durante a chegada ao evento, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) anunciou que o comando da aliança de apoio à Ucrânia estará operacional a partir de setembro. Com a segurança como um dos principais tópicos, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, expressou seu ceticismo sobre a possibilidade de uma solução militar para o conflito.</p>
<p>O Reino Unido destacou a importância de usar o encontro como uma plataforma para reforçar o apoio militar e financeiro internacional à Ucrânia, que continua a se defender contra a invasão russa iniciada em fevereiro de 2022. O objetivo é garantir que a Ucrânia receba a ajuda necessária para enfrentar a agressão russa.</p>
<p>A CPE, uma iniciativa promovida pelo Presidente francês Emmanuel Macron, foi criada em 2022 como uma estrutura informal para promover o diálogo político intergovernamental. A intenção é fomentar a cooperação no continente em temas de interesse comum, abrangendo tanto os 27 Estados-membros da União Europeia (UE) quanto outros países da região.</p>
<p>O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, não participou do evento por motivos de saúde, assim como o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Sob a recente gestão do Partido Trabalhista, o Reino Unido, liderado por Keir Starmer, busca celebrar um acordo de segurança com o bloco europeu e fortalecer a colaboração em questões de migração.</p>
<p>Esta reunião marca a quarta edição da CPE, com a próxima prevista para novembro, em Budapeste.</p>
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		<title>Nova lei de imigração transforma realidade na fronteira EUA-México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 13:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deportação]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Jessica León, imigrante do Equador solicitando asilo, escalou um muro fronteiriço na terça-feira (4) com sua filha de três anos, chegando a San Diego, Califórnia, poucas horas antes de uma nova proibição a pedidos de asilo entrar em vigor. Ela e outros imigrantes da Guatemala, Colômbia e Vietnã escalaram o muro e, em seguida, se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jessica León, imigrante do Equador solicitando asilo, escalou um muro fronteiriço na terça-feira (4) com sua filha de três anos, chegando a San Diego, Califórnia, poucas horas antes de uma nova proibição a pedidos de asilo entrar em vigor.</p>
<p>Ela e outros imigrantes da Guatemala, Colômbia e Vietnã escalaram o muro e, em seguida, se entregaram aos agentes de fronteira dos EUA. Eles foram orientados a se dirigir a um local conhecido como Whiskey 8 – uma faixa empoeirada de território norte-americano entre dois muros de fronteira, um dividindo os EUA do México e o segundo, um obstáculo mais imponente, alguns metros ao norte.</p>
<p>O local de detenção a céu aberto tornou-se símbolo de um processo de asilo caótico nos EUA que, segundo o presidente Joe Biden, precisa urgentemente de reforma. Em um abrangente decreto anunciado na terça-feira, Biden implementou uma proibição a pedidos de asilo, permitindo que as autoridades de imigração dos EUA deportem rapidamente imigrantes que cruzarem ilegalmente a fronteira para seus países de origem ou de volta para o México.</p>
<p>Ativistas de imigração criticaram a decisão de Biden, afirmando que ela reflete as ações duras de seu antecessor, o ex-presidente Donald Trump. Ambos se enfrentarão novamente na eleição presidencial de 5 de novembro.</p>
<p>A União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) anunciou que planeja entrar com um processo contra as medidas de Biden.</p>
<p>Jessica León e sua filha chegaram apenas horas antes da política entrar em vigor, à meia-noite no horário da costa leste dos EUA (20h de terça em Brasília).</p>
<p>Alguns imigrantes requerentes de asilo chegaram sozinhos ao Whiskey 8. Outros, detidos pela Patrulha de Fronteira em outros lugares entre os dois muros, foram levados ao local ou orientados a andar até lá para posterior processamento.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo por quanto tempo a rotina no Whiskey 8 continuará. Trabalhadores humanitários relataram que um grupo de 85 imigrantes se reuniu no local na manhã de ontem, apesar da proibição ter entrado em vigor.</p>
<p>Imigrantes que se inscreverem para um posto de entrada legal por meio de um aplicativo governamental no celular ainda poderão entrar, como muitos que estavam na fila em Tijuana, México, esperando para cruzar a fronteira na terça-feira.</p>
<p><strong>Completamente sozinha</strong></p>
<p>Tendo gasto seus últimos US$ 3 mil em uma jornada de um mês por terra do Equador, León, uma faxineira de 28 anos, disse que deseja uma vida melhor para sua filha.</p>
<p>“Estou completamente sozinha com ela”, afirmou, olhando para a filha e chorando durante uma breve entrevista conduzida entre os pilares de uma cerca fronteiriça com nove metros de altura.</p>
<p>No Whiskey 8, as pessoas têm acesso a trabalhadores humanitários, advogados de imigração e jornalistas que podem se reunir do outro lado. Os pilares do muro são espaçados o suficiente para que se possa conversar, entregar comida e água ou carregar o celular, mas próximos demais para um ser humano passar entre eles.</p>
<p>Questionada sobre por que deixou sua casa na cidade andina de Cuenca, León mencionou o clima criminoso: &#8220;eles matam, eles roubam, eles extorquem&#8221;.</p>
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		<title>Servidores têm nova chance de migrar para previdência complementar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/servidores-tem-nova-chance-de-migrar-para-previdencia-complementar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 14:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Complementar]]></category>
		<category><![CDATA[regime próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores Federais]]></category>
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					<description><![CDATA[O prazo para migração do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) para o Regime de Previdência Complementar (RPC) foi reaberto até 30 de novembro deste ano. A oportunidade vale para servidores públicos federais que ingressaram na administração pública federal antes de 4 de fevereiro de 2013.  Publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26), a Medida Provisória 1.119/22 estabelece a opção para servidores e membros do Poder Judiciário, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O prazo para migração do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) para o Regime de Previdência Complementar (RPC) foi reaberto até 30 de novembro deste ano. A oportunidade vale para servidores públicos federais que ingressaram na administração pública federal antes de 4 de fevereiro de 2013. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Publicada no <em>Diário Oficial da União </em>desta quinta-feira (26), a <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.119-de-25-de-maio-de-2022-403313036" target="_blank" rel="noopener">Medida Provisória 1.119/22</a> estabelece a opção para servidores e membros do Poder Judiciário, do Tribunal de Contas e do Ministério Público da União.</p>
<p>Segundo o Ministério da Economia, esta é a primeira oportunidade de migração concedida após a promulgação da Emenda Constitucional nº 103/2019, que instituiu alíquotas de contribuição maiores para os servidores do Regime Próprio. “A decisão de migração é voluntária para cada servidor, mas a mudança, uma vez efetuada, tem caráter irrevogável e irretratável. Cada servidor deverá avaliar sua trajetória profissional, sua remuneração, quanto tempo falta até sua aposentadoria, expectativa de permanência no serviço público e idade para verificar se a migração é vantajosa ou não”, informou a pasta, em nota.</p>
<p>Se decidir migrar e aderir à Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp-Exe), o servidor terá direito a uma poupança previdenciária formada a partir das contribuições mensais e da contrapartida em igual valor do órgão público federal para o qual trabalha, além do benefício previdenciário calculado sobre o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Benefício Especial.</p>
<p>O valor da contribuição é definido a partir da escolha de uma alíquota de contribuição (7,5%, 8% ou 8,5%), que é aplicada sobre a diferença entre a remuneração do servidor e o valor que supera o teto do INSS.</p>
<p>A Lei nº 12.618/2012 instituiu o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais titulares de cargo efetivo, prevendo a possibilidade de migração para o novo regime previdenciário. Já foram abertas três janelas de migração. Em 2013, no momento da criação da Funpresp; em julho de 2016, por 24 meses, e em setembro de 2018, por seis meses. Ao todo, mais de 18 mil servidores migraram de regime nas três oportunidades. Nesta nova janela de migração, estima-se que 290 mil servidores federais atendam aos requisitos exigidos para a mudança de regime.</p>
<h2>Como migrar</h2>
<p>O Ministério da Economia explicou que a migração deve ser feita pelo Sistema de Gestão de Pessoas (Sigepe) do governo federal. Ao acessar o <a href="http://www.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Portal do Servidor </a>, o interessado deve clicar em Servidores e Pensionistas. Após o <em>login</em> no sistema, selecionar no menu a opção Previdência. No mesmo <em>link</em> é possível simular a migração.</p>
<p>Ainda no Portal do Servidor há um tira-dúvidas com perguntas e respostas sobre a migração ao Regime de Previdência Complementar. Quem quiser esclarecer as informações sobre a adesão à Funpresp, pode também agendar um atendimento virtual ou presencial pelo telefone 0800 282 6794.</p>
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