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	<title>Mercosul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Mercosul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercosul amplia agenda internacional e sinaliza novos acordos comerciais, afirma presidente do Paraguai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 20:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordo de livre comércio]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Logo após a assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, realizada neste sábado (17), em Assunção, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmou que o bloco sul-americano está aberto a aprofundar sua inserção internacional por meio de novos tratados com outros países e blocos econômicos. Segundo ele, a conclusão do acordo com os europeus marca apenas o início de uma estratégia mais ampla de integração comercial.</p>
<p>Anfitrião da cerimônia por exercer a presidência temporária do Mercosul, Peña destacou que as negociações com os Emirados Árabes Unidos avançam de forma consistente e já figuram entre as prioridades do bloco. Além disso, os mercados asiáticos ocupam posição central no planejamento estratégico, diante do potencial econômico e da crescente relevância geopolítica da região.</p>
<p>De acordo com o presidente paraguaio, países como Japão, Coreia do Sul, Indonésia e Vietnã estão no radar das negociações, ao lado da China, apontada por ele como parceira estratégica não apenas do Mercosul, mas de toda a América Latina. A diversificação de parceiros, segundo Peña, é vista como essencial para fortalecer as economias do bloco e ampliar oportunidades comerciais para seus integrantes.</p>
<p>O presidente também ressaltou o avanço de um acordo de complementação econômica com o Canadá, reforçando a disposição do Mercosul em ampliar sua rede de parcerias internacionais. Para Peña, esse movimento reflete uma convicção compartilhada entre os países-membros — Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia, esta última em fase final de adesão — de que a integração econômica e o multilateralismo são caminhos estratégicos para o desenvolvimento regional.</p>
<p>“A integração econômica, a colaboração entre países e o fortalecimento do multilateralismo são essenciais para o futuro do Mercosul”, afirmou Peña, ao reforçar que o bloco busca consolidar sua presença no comércio global de forma ativa e diversificada.</p>
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		<title>Macron diz que vai votar contra acordo entre União Europeia e Mercosul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/macron-diz-que-vai-votar-contra-acordo-entre-uniao-europeia-e-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 19:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente francês Emmanuel Macron declarou em suas redes sociais nesta quinta-feira (8) que votará contra a assinatura do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul. “A França decidiu votar contra a assinatura do acordo entre a União Europeia e os países do Mercosul”, escreveu o político. E continuou: “A França apoia o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="titulo-materia">O presidente francês Emmanuel Macron declarou em suas redes sociais nesta quinta-feira (8) que votará contra a assinatura do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" style="color: #333333; font-size: 15px;" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" style="color: #333333; font-size: 15px;" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<div class="linha-fina-noticia">
<p>“A França decidiu votar contra a assinatura do acordo entre a União Europeia e os países do Mercosul”, escreveu o político. E continuou: “A França apoia o comércio internacional, mas o acordo UE-Mercosul está desatualizado, negociado por muito tempo em termos obsoletos [mandato de 1999]. Embora a diversificação comercial seja necessária, os benefícios econômicos do acordo UE-Mercosul serão limitados para o crescimento francês e europeu”.</p>
<p>A França se opõe ao acordo há bastante tempo. O governo local sofre uma forte pressão, principalmente dos agricultores franceses, que rejeitam totalmente a parceria com o bloco sul-americano, temendo a concorrência.</p>
<p>Macron levará sua decisão à reunião de Conselho da União Europeia, que acontece nesta sexta (9), em Bruxelas.</p>
<p>Além da França, Irlanda, Polônia e Hungria também são contra o acordo. Alemanha e Espanha são favoráveis à assinatura. A Itália ainda não se definiu, mas indicou que deve apoiar.</p>
<p>A assinatura do documento pode ocorrer na próxima semana.</p>
<p><em>Por Agência Brasil</em></p>
</div>
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		<title>Agricultores bloqueiam acessos e pontos turísticos de Paris contra acordo UE–Mercosul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agricultores-bloqueiam-acessos-e-pontos-turisticos-de-paris-contra-acordo-ue-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 14:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo Comercial]]></category>
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		<category><![CDATA[Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[Agricultores franceses iniciaram, antes do amanhecer desta quinta-feira (8), uma série de bloqueios em rodovias estratégicas que dão acesso a Paris e em pontos emblemáticos da capital, em protesto contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, cuja votação pelos Estados-membros está prevista para esta sexta-feira. A mobilização também incorpora queixas domésticas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agricultores franceses iniciaram, antes do amanhecer desta quinta-feira (8), uma série de bloqueios em rodovias estratégicas que dão acesso a Paris e em pontos emblemáticos da capital, em protesto contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, cuja votação pelos Estados-membros está prevista para esta sexta-feira. A mobilização também incorpora queixas domésticas, entre elas a condução do governo diante de uma doença que afeta o rebanho bovino.</p>
<p>Convocados por diferentes sindicatos do setor, os atos refletem o temor de que o acordo de livre comércio com o bloco sul-americano resulte em um aumento significativo de importações de alimentos a preços mais baixos, pressionando produtores locais e reduzindo a competitividade da agricultura francesa. “Estamos entre o ressentimento e o desespero. Há um sentimento de abandono, e o Mercosul é um exemplo claro disso”, afirmou Stephane Pelletier, dirigente do sindicato <strong>Coordination Rurale</strong>, em declaração à Reuters aos pés da Torre Eiffel.</p>
<p>Ao longo da manhã, agricultores romperam barreiras policiais, avançaram pela avenida Champs-Élysées e bloquearam o entorno do Arco do Triunfo, um dos principais cartões-postais de Paris. A ação ocorreu sob forte esquema de segurança, com a polícia cercando os manifestantes para evitar confrontos diretos.</p>
<p>Dezenas de tratores também foram posicionados em rodovias de acesso à capital, como a A13 — que liga Paris aos subúrbios do oeste e à Normandia — provocando cerca de 150 quilômetros de congestionamentos, segundo o ministro dos Transportes, Philippe Tabarot. O impacto foi sentido já nas primeiras horas do dia, às vésperas do horário de pico.</p>
<h3>Pressão política e impasse europeu</h3>
<p>Os protestos ampliam a pressão sobre o presidente Emmanuel Macron em um momento de fragilidade política. Sem maioria no Parlamento, o governo francês enfrenta um cenário delicado, no qual qualquer cálculo malfeito pode abrir espaço para um voto de desconfiança na Assembleia Nacional.</p>
<p>Historicamente, a França figura entre os principais opositores ao acordo UE–Mercosul. Apesar de concessões de última hora negociadas em Bruxelas, a posição final de Macron permanece incerta. Nesta semana, a Comissão Europeia propôs antecipar € 45 bilhões em recursos do orçamento plurianual de sete anos para apoiar agricultores do bloco e concordou em reduzir tarifas de importação sobre alguns fertilizantes, numa tentativa de conquistar países ainda indecisos.</p>
<p>Enquanto Alemanha e Espanha defendem abertamente o tratado, a Comissão Europeia avalia que está próxima de obter o apoio da Itália. Caso Roma se alinhe, a União Europeia alcançaria os votos necessários para aprovar o acordo, mesmo sem o respaldo francês — um cenário que ampliaria o isolamento político de Paris no tema.</p>
<h3>Doença no gado intensifica insatisfação</h3>
<p>Além do acordo comercial, os agricultores protestam contra a política do governo francês de abate preventivo de vacas para conter a dermatite nodular contagiosa, doença altamente transmissível entre bovinos. Os manifestantes consideram a medida excessiva e defendem a adoção da vacinação como alternativa mais equilibrada.</p>
<p>Em tom conciliador, o ministro dos Transportes afirmou que as forças de segurança buscavam evitar confrontos. “Os agricultores não são nossos inimigos”, declarou, sinalizando a tentativa do governo de conter a escalada da tensão social enquanto o debate sobre o acordo UE–Mercosul entra em sua fase decisiva.</p>
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		<title>Mercosul lança Rota Turística de Futebol para celebrar a paixão sul-americana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercosul-lanca-rota-turistica-de-futebol-para-celebrar-a-paixao-sul-americana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:34:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O futebol, símbolo máximo da identidade sul-americana, acaba de ganhar um novo impulso turístico. O Brasil, na presidência do Mercosul, lançou nesta quarta-feira (22) a Rota Turística de Futebol do Mercosul, iniciativa que conecta estádios e museus emblemáticos do esporte em Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Bolívia. “Estamos usando a paixão que une nosso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O futebol, símbolo máximo da identidade sul-americana, acaba de ganhar um novo impulso turístico. O Brasil, na presidência do Mercosul, lançou nesta quarta-feira (22) a Rota Turística de Futebol do Mercosul, iniciativa que conecta estádios e museus emblemáticos do esporte em Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Bolívia.</p>
<p>“Estamos usando a paixão que une nosso continente para criar um produto turístico integrado, poderoso e sustentável”, afirmou o ministro do Turismo, Celso Sabino. A proposta busca fortalecer a marca “Visit South America”, ampliar o fluxo de visitantes estrangeiros e promover o desenvolvimento econômico e cultural dos países envolvidos.</p>
<p>Entre os representantes brasileiros na rota estão o Maracanã, o Museu do Futebol, o Museu Pelé, a Neo Química Arena, o Allianz Parque, a Arena BRB Mané Garrincha, o Beira-Rio e a Vila Belmiro, entre outros. A seleção dos locais considerou critérios como relevância histórica, capacidade de recepção, acessibilidade e infraestrutura turística.</p>
<p>Da Argentina, participam estádios icônicos como La Bombonera e o Más Monumental; do Uruguai, o lendário Estádio Centenario de Montevidéu; além do Museu Conmebol no Paraguai, o Parque Estádio Nacional no Chile e arenas históricas da Bolívia.</p>
<p>O ministro do Esporte, André Fufuca, destacou que a iniciativa é também uma celebração cultural:</p>
<blockquote><p>“A Rota dos Estádios do Mercosul valoriza a identidade que compartilhamos com nossos irmãos sul-americanos e mostra ao mundo a força do futebol na nossa cultura.”</p></blockquote>
<p>Segundo a Embratur, as cidades brasileiras que integram a Rota receberam, apenas neste ano, mais de 3 milhões de turistas vindos de países vizinhos. O presidente da instituição, Marcelo Freixo, lembrou que o futebol é um ativo essencial para o turismo nacional:</p>
<blockquote><p>“O futebol é a expressão da nossa brasilidade, e isso tem tudo a ver com o turismo.”</p></blockquote>
<p>Além do valor histórico, a rota também tem um olhar para o futuro: quatro estádios brasileiros — Maracanã, Beira-Rio, Neo Química Arena e Mané Garrincha — sediarão partidas da Copa do Mundo Feminina de 2027, a primeira a ser realizada na América Latina.</p>
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		<item>
		<title>Brasil assume comando do Mercosul com foco em integração, clima e combate ao crime</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-assume-comando-do-mercosul-com-foco-em-integracao-clima-e-combate-ao-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 21:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordos comerciais]]></category>
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		<category><![CDATA[integração regional]]></category>
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		<category><![CDATA[presidência pro tempore]]></category>
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					<description><![CDATA[Na abertura da 66ª Cúpula do Mercosul, realizada nesta quinta-feira (3) em Buenos Aires, o Brasil assumiu a presidência rotativa do bloco com uma ampla agenda voltada à integração regional, transição energética, combate às desigualdades, inovação tecnológica e combate ao crime organizado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o cargo do argentino Javier [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na abertura da 66ª Cúpula do Mercosul, realizada nesta quinta-feira (3) em Buenos Aires, o Brasil assumiu a presidência rotativa do bloco com uma ampla agenda voltada à integração regional, transição energética, combate às desigualdades, inovação tecnológica e combate ao crime organizado.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o cargo do argentino Javier Milei e afirmou que o Mercosul é um “refúgio para a região em um mundo instável”. No discurso, ele defendeu o fortalecimento do comércio intra e extrabloco, a conclusão do acordo Mercosul-União Europeia e a aproximação com mercados asiáticos como Japão, China e Índia.</p>
<figure id="attachment_84575" aria-describedby="caption-attachment-84575" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84575" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C555&#038;ssl=1" alt="Presidente Luiz Inácio Lula Da Silva Na Cerimônia De Transmissão Da Presidência Pro Tempore Do Mercosul Ao Brasil Com O Presidente Da Argentina, Javier Milei - Expresso Carioca" width="754" height="555" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C221&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C552&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-84575" class="wp-caption-text">Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia de transmissão da Presidência Pro Tempore do Mercosul ao Brasil com o presidente da Argentina, Javier Milei &#8211; Foto: Ricardo Stuckert / PR</figcaption></figure>
<p>Outras pautas anunciadas para o semestre incluem:</p>
<ul>
<li>modernização da Tarifa Externa Comum (TEC), com exceções negociadas com a Argentina;</li>
<li>criação de um programa Mercosul Verde para agricultura sustentável e valorização de minerais estratégicos como lítio e cobre;</li>
<li>lançamento de uma nova edição do Fundo para a Convergência Estrutural (Focem) para financiar infraestrutura;</li>
<li>estímulo à inclusão social por meio do Instituto Social e da Cúpula Sindical do bloco;</li>
<li>maior apoio a pequenas e médias empresas e reativação do Fórum Empresarial;</li>
<li>implementação de um sistema de pagamentos digitais em moedas locais para reduzir custos transacionais.</li>
</ul>
<p>Lula também prometeu apoiar a proposta argentina de criar uma agência regional para enfrentar o crime organizado, destacando o papel do Comando Tripartite da Tríplice Fronteira e do Centro de Cooperação da Amazônia.</p>
<p>Em temas globais, o presidente ressaltou a importância de a região se preparar para a COP30, no Pará, em 2025, e criticou a concentração mundial de tecnologias estratégicas, propondo soberania digital com data centers e inteligência artificial adaptada às culturas latino-americanas.</p>
<p>Por fim, Lula enfatizou que o Mercosul só será forte se incluir todos os cidadãos. “Sem inclusão social e enfrentamento das desigualdades, não haverá progresso duradouro”, disse.</p>
<p>Sob liderança brasileira, o bloco também pretende avançar acordos com Canadá, Emirados Árabes Unidos, Panamá, República Dominicana e atualizar pactos com Colômbia e Equador.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Carrefour se retrata e supera crise sobre carne brasileira, afirma Mauro Vieira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/carrefour-se-retrata-e-supera-crise-sobre-carne-brasileira-afirma-mauro-vieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 18:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Carrefour]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro Mauro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[programa Bom Dia]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, declarou que o impasse gerado pelas críticas do presidente do Carrefour, Alexandre Bompard, à carne brasileira foi superado após a retratação oficial do executivo. Durante o programa &#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Vieira assegurou que a relação entre as partes, tanto no âmbito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, declarou que o impasse gerado pelas críticas do presidente do Carrefour, Alexandre Bompard, à carne brasileira foi superado após a retratação oficial do executivo. Durante o programa <strong>&#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;</strong>, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Vieira assegurou que a relação entre as partes, tanto no âmbito empresarial quanto entre os governos, voltou à normalidade.</p>
<p>Na semana anterior, Bompard afirmou que a carne brasileira não atenderia às normas francesas, o que gerou indignação entre produtores do Brasil e desencadeou um movimento de boicote ao Carrefour no país. Após a repercussão negativa, o presidente do grupo divulgou uma nota reconhecendo a alta qualidade dos produtos brasileiros e pediu desculpas.</p>
<h3><strong>Atuação do governo e empresas</strong></h3>
<p>Mauro Vieira destacou que o incidente foi originado por declarações de uma empresa privada e não envolveu diretamente os governos. “Foi uma manifestação do presidente mundial de uma grande rede de supermercados, com forte presença no Brasil. Ele provavelmente fez isso por questões internas e políticas domésticas”, disse o ministro.</p>
<p>O governo brasileiro emitiu notas defendendo a qualidade da carne nacional, enquanto o Carrefour apresentou uma carta formal ao Ministério da Agricultura reiterando a excelência dos produtos exportados pelo Brasil.</p>
<h3><strong>Reconhecimento internacional</strong></h3>
<p>Vieira enfatizou que a carne brasileira é exportada para mais de 140 países e atende a rigorosos padrões de qualidade e sanidade, incluindo mercados exigentes como União Europeia, Japão, Estados Unidos e China. “A carta de retratação reconhece a qualidade sanitária e de paladar dos produtos brasileiros. Isso encerra a questão entre as empresas e reforça a confiança internacional no nosso mercado”, afirmou.</p>
<h3><strong>Desfecho positivo</strong></h3>
<p>Com a retratação oficial e o reconhecimento público, Mauro Vieira considerou o caso encerrado, reforçando que a reputação da carne brasileira permanece intacta. Para o ministro, o episódio serviu para reafirmar o compromisso do país com a qualidade de suas exportações.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Ausência de Milei é Triste para a Argentina&#8221;, diz Lula sobre Mercosul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ausencia-de-milei-e-triste-para-a-argentina-diz-lula-sobre-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 00:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou, nesta segunda-feira (8), a ausência do presidente da Argentina, Javier Milei, na Cúpula do Mercosul, realizada em Assunção, no Paraguai. Milei foi o único chefe de Estado que não participou da reunião semestral do bloco, originalmente formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, e que agora formalizou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou, nesta segunda-feira (8), a ausência do presidente da Argentina, Javier Milei, na Cúpula do Mercosul, realizada em Assunção, no Paraguai. Milei foi o único chefe de Estado que não participou da reunião semestral do bloco, originalmente formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, e que agora formalizou a entrada da Bolívia como membro pleno.</p>
<p>&#8220;Eu acho que quem perde não comparecendo não são os que vieram, é quem não veio. Quem não veio desaprende um pouco, quem não veio não sabe o que está acontecendo. Sempre que tem uma reunião com outro chefe de Estado, eu faço questão de participar, porque eu sempre tô aprendendo alguma coisa, sempre converso com gente que está mais preparada do que eu&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Ao criticar a ausência de Milei, Lula destacou a importância da Argentina para o sucesso do bloco. &#8220;É uma bobagem imensa o presidente de um país importante como a Argentina não participar de uma reunião com o Mercosul, é triste para a Argentina. Agora, uma coisa é verdade: estamos trabalhando o fortalecimento do Mercosul com a Argentina porque acreditamos na importância da Argentina. A Argentina é um país extremamente importante para o sucesso do Mercosul.&#8221;</p>
<p>As declarações foram dadas em entrevista a jornalistas pouco antes de o presidente brasileiro deixar a capital paraguaia rumo à Bolívia, onde manterá um encontro bilateral com o presidente Luís Arce, além de participar de evento com empresários dos dois países. Mais cedo, ao discursar na sessão principal na Cúpula do Mercosul, Lula criticou o que chamou de “nacionalismo arcaico e isolacionista”.</p>
<p>Ausente na reunião de chefes de Estado do principal bloco econômico da América do Sul, Javier Milei participou, no fim de semana, de uma conferência que reuniu políticos da extrema-direita, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro, e ativistas liberais conservadores, na cidade de Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina. Sobre o evento, Lula disse que é algo que não interessa. &#8220;Sinceramente, é o tipo de reunião que não me interessa. Eu acho que, no final das contas, o presidente da República [Milei] perdeu tempo fazendo uma coisa de extrema-direita tão desagradável, tão antissocial, tão antipovo sociável, tão antidemocrático. Eu não sei o que as pessoas ganham participando disso&#8221;, comentou.</p>
<p><strong>Virada na França</strong></p>
<p>Lula também foi perguntado sobre o resultado do segundo turno das eleições legislativas na França, em que a Nova Frente Popular, uma coalizão de esquerda, conquistou o maior número de assentos na Assembleia Nacional do país, revertendo uma esperada vitória da extrema-direita, de Marine Le Pen, que havia liderado no primeiro turno, mas acabou ficando em terceiro lugar, atrás da aliança de centro que representa o grupo político do presidente Emmanuel Macron.</p>
<p>&#8220;O que aconteceu na França é aquela coisa maravilhosa do que representa a democracia, ou seja, quando parecia que tudo estava confuso, quando parecia que tudo estava dando errado, eis que o povo se manifesta, o povo vem para a rua e diz: &#8216;nós queremos que os setores democráticos continuem governando a França, a gente não quer extrema-direita, a gente não quer fascista, a gente não quer nazista, a gente quer democracia&#8217;. Foi isso que aconteceu na França, e estou muito feliz&#8221;, afirmou Lula.</p>
<p>Sobre a dificuldade na montagem de um novo governo, já que nenhuma das forças políticas obteve, sozinha, a maioria legislativa, o presidente brasileiro disse esperar que isso seja efetivado com mais um acordo entre as lideranças de esquerda e de centro.</p>
<p>&#8220;Agora, espero o meu amigo [Emmanuel] Macron, que meu amigo [Jean-Luc] Mélenchon [líder de esquerda], que meu amigo François Hollande [ex-presidente da França] e que tantos outros companheiros da França se coloquem de acordo para montar um governo que possa atender aos interesses do povo francês. É isso que eu espero. Eu acho que foi uma coisa muito importante neste final de semana que aconteceu no mundo, e tudo o que acontece na França é sempre muito importante porque todos nós somos um pouco filhos da Revolução Francesa&#8221;, completou.</p>
<p>Lula também reafirmou sua satisfação com a vitória esmagadora do Partido Trabalhista no Reino Unido, voltando ao comando do país após mais de 14 anos fora do poder. &#8220;Estou muito feliz com a vitória do Labour Party [Partido Trabalhista] na Inglaterra. Uma coisa muito interessante é que, há 14 anos, eles estavam afastados do governo e agora voltaram ao governo. E voltaram com uma maioria avassaladora que nem eles mesmos esperavam tanta força no processo eleitoral. É um avanço importante&#8221;, observou.</p>
<p><strong>Relação com a Bolívia</strong></p>
<p>Com próxima parada em Santa Cruz de La Sierra, para um encontro bilateral com o presidente boliviano Luís Arce, nesta terça-feira (9), Lula falou em fortalecer a parceria com a Bolívia, impulsionando o desenvolvimento conjunto dos dois países.</p>
<p>&#8220;A Bolívia é um país que o Brasil precisa ajudar a se desenvolver, a se industrializar. Nós precisamos discutir como é que vão se explorar os materiais, os minerais críticos que a Bolívia tem. Como é que vai se utilizar todo o potencial mineral da Bolívia, o potencial de gás. E o Brasil pode ajudar a Bolívia a explorar, mas também ajudar a desenvolver a Bolívia, porque é preciso gerar desenvolvimento. No caso do Brasil, eu não consigo pensar o Brasil crescendo sozinho, o Brasil tem que crescer e, junto com o Brasil tem que crescer o nosso vizinho&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Ele também voltou a comentar o fracasso da tentativa de golpe militar na Bolívia, ocorrida no fim de junho.</p>
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		<title>Ministros da Cultura do Mercosul assinam declaração contra o racismo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministros-da-cultura-do-mercosul-assinam-declaracao-contra-o-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 01:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Margareth Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado das Indústrias Criativas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros da Cultura dos países do Mercosul assinaram nesta quinta-feira (9) uma declaração conjunta reafirmando o compromisso conjunto do bloco para a promoção da igualdade étnico-racial e combate ao racismo na região. A proposta, construída pela ministra Margareth Menezes, em exercício da presidência Pro Tempore do Mercosul Cultural, foi apresentada em encontro com os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministros da Cultura dos países do Mercosul assinaram nesta quinta-feira (9) uma declaração conjunta reafirmando o compromisso conjunto do bloco para a promoção da igualdade étnico-racial e combate ao racismo na região.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A proposta, construída pela ministra Margareth Menezes, em exercício da presidência Pro Tempore do Mercosul Cultural, foi apresentada em encontro com os ministros da Cultura do Mercosul, em Belém (PA).</p>
<p>A declaração conjunta dos países considera que a desigualdade racial é um problema estrutural a ser enfrentado em toda a região, que incide tanto nas desigualdades econômicas como na influência das dinâmicas sociais, culturais e políticas, além de reconhecer a contribuição dos povos indígenas e afrodescendentes na formação social e na identidade cultural dos países do Mercosul.</p>
<p>A proposta também define a criação da campanha Mercosul sem racismo e o desenvolvimento de políticas culturais específicas para povos indígenas e povos de comunidades tradicionais para o combate às desigualdades e ao racismo.</p>
<p>A ministra Margareth Menezes reforçou que agora é hora dos países aprofundarem campanhas contra o racismo. “Pela cultura, nós podemos sensibilizar, podemos aprofundar mais, especialmente como ferramenta de combate a essas discriminações, misoginia, racismo, e lutar pelos direitos também das mulheres, das pessoas que mais precisam. A cultura é uma ferramenta potente para isso”, afirmou.</p>
<p>Os países se comprometeram a fortalecer a cooperação para assegurar o pleno exercício dos direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos das pessoas discriminadas. Além de adotar ações afirmativas com perspectiva de gênero como ferramenta de combate as desigualdades raciais e promoção da democracia.</p>
<h2>Reunião</h2>
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<figure id="attachment_70805" aria-describedby="caption-attachment-70805" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-ministra-da-Cultura-Margareth-Menezes-celebrou-no-final-da-tarde-desta-quarta-feira-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-70805" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-ministra-da-Cultura-Margareth-Menezes-celebrou-no-final-da-tarde-desta-quarta-feira-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C521&#038;ssl=1" alt="A Ministra Da Cultura, Margareth Menezes, Celebrou No Final Da Tarde Desta Quarta Feira - Expresso Carioca" width="754" height="521" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-ministra-da-Cultura-Margareth-Menezes-celebrou-no-final-da-tarde-desta-quarta-feira-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-ministra-da-Cultura-Margareth-Menezes-celebrou-no-final-da-tarde-desta-quarta-feira-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-A-ministra-da-Cultura-Margareth-Menezes-celebrou-no-final-da-tarde-desta-quarta-feira-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C518&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70805" class="wp-caption-text">A ministra da Cultura, Margareth Menezes, celebrou no final da tarde desta quarta-feira (8) a união de Brasil e Argentina durante encontro com a comitiva de empreendedores culturais criativos do país vizinho. Foto: Filipe Araújo/MinC</figcaption></figure>
<p>O Mercosul Cultural reúne os estados membros Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela &#8211; mesmo com sua adesão suspensa desde 2017 -, além do Chile, Colômbia, Equador e Peru, estados associados. A Bolívia, que está em processo de adesão ao bloco, também participa como associado.</p>
<p>Durante a reunião nesta quinta-feira, o Brasil passou a presidência do bloco de ministros da cultura para o Paraguai.</p>
<h2>MICBR</h2>
<p>A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participa da terceira edição do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR), que ocorre até domingo (12). O evento reúne mais de 500 empreendedores culturais em rodadas de negócios, atividades formativas, debates e apresentações.</p>
<p><em>*O repórter viajou para o MICBR a convite do Ministério da Cultura</em></p>
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		<title>Acordo entre UE e Mercosul pode sair em 2023, diz presidente Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 15:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cadeias de abastecimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Ursula Von Der Leyen]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disseram, nesta segunda-feira (17), que a aproximação entre União Europeia (UE), Mercosul e países caribenhos será fundamental para lidar com os “grandes desafios do nosso tempo”. Segundo a líder da comissão europeia, esses desafios ficaram mais evidentes após [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disseram, nesta segunda-feira (17), que a aproximação entre União Europeia (UE), Mercosul e países caribenhos será fundamental para lidar com os “grandes desafios do nosso tempo”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a líder da comissão europeia, esses desafios ficaram mais evidentes após a pandemia, a guerra entre Rússia e Ucrânia e, em especial, à constatação cada vez mais evidente do quão “monumental” é o desafio com relação às mudanças climáticas. Encontro não ocorria há oito anos.</p>
<p>“Por isso dou boas vindas e saúdo o ressurgimento do Brasil como grande ator no cenário global. Isso vem em boa hora e já tem um bom impacto positivo para a parceria estratégica entre nossas duas regiões”, disse a presidenta da Comissão Europeia.</p>
<h2>Aproximação</h2>
<p>Durante o encontro com Ursula, o presidente brasileiro disse ter a esperança de concluir um acordo entre os blocos ainda em 2023. A líder europeia destacou que a aproximação entre os blocos ajudará a Europa a diversificar suas cadeias de abastecimentos. A preocupação da União Europeia é diminuir as dependências que tem com relação à Rússia e a China.</p>
<p>“Queremos trabalhar de mãos dadas com vocês para lidar com os grandes desafios do nosso tempo. Queremos discutir como conectar mais nossos povos e empresas; reduzir riscos; como reforçar e diversificar cadeias de abastecimentos; e como modernizar nossas economias, de uma forma que reduza as desigualdades e beneficie a todos. Tudo isso é possível se conseguirmos concluir o acordo UE-Mercosul. Nossa ambição é resolver qualquer diferença que existe, o quanto antes”, discursou a presidenta da Comissão Europeia.</p>
<p>Lula chegou no domingo (16) a Bruxelas, na Bélgica para participar, nestas segunda e terça-feiras (dias 17 e 18), da Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia. O encontro reúne cerca de 60 líderes estrangeiros dos países componentes dos blocos.</p>
<p>Durante o encontro com Ursula, o presidente brasileiro lembrou que a União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil, e que o comércio entre o país e o bloco poderá ultrapassar, em 2023, a marca de US$ 100 bilhões.</p>
<h2>Acordo equilibrado</h2>
<p>“Um acordo entre Mercosul e União Europeia equilibrado, que pretendemos concluir ainda este ano, abrirá novos horizontes. Queremos um acordo que preserve a capacidade das partes de responder aos desafios presentes e futuros”, disse Lula.</p>
<p>O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, também tem manifestado expectativa de os blocos concluírem um acordo comercial ainda no segundo semestre de 2023.</p>
<p>Lula explicou que o crescimento dos países sul-americanos e caribenhos só ocorrerá se for pensado de forma sustentável e regionalmente integrada. Ele lembrou que na última reunião de líderes sul-americanos, em maio, foi proposta uma atualização da carteira de projetos do Conselho Sul-Americano de Infraestrutura e Planejamento, reforçando a multimodalidade e priorizando os projetos de alto impacto para a integração física e digital.</p>
<p>“Ao construir o corredor bioceânico, que liga o centro-oeste brasileiro aos portos do norte do Chile, reduzimos o custo de nossas exportações para os mercados asiáticos e geramos emprego e renda para o interior do nosso continente”, disse o presidente.</p>
<h2>Compras governamentais</h2>
<p>Segundo Lula, as compras governamentais são um “instrumento vital para articular investimentos em infraestrutura e sustentar nossa política industrial”, acrescentou ao lembrar que tanto Estados Unidos (EUA) como União Europeia “saíram na frente e já adotam políticas industriais ambiciosas baseadas em compras públicas e conteúdo nacional”.</p>
<p>O presidente brasileiro ressaltou o papel que empresas, universidades e sociedade civil têm para as relações entre os países, e que os encontros que se iniciam hoje – 3ª Cúpula Celac-União Europeia e Fórum Empresarial União Europeia-América Latina – confirmam que “nossos empreendedores estão plenamente engajados no relançamento dessa histórica aliança, baseada na certeza de que o sucesso do outro é fundamental para nosso êxito comum”.</p>
<p>“A pandemia da covid-19, além de ceifar milhões de vidas, desorganizou o sistema produtivo nos quatro cantos do planeta. A mudança do clima evidencia a urgência em preservar a biodiversidade e os ecossistemas. E a guerra no coração da Europa lança sobre o mundo o manto da incerteza e canaliza para fins bélicos recursos até então essenciais para a economia e programas sociais”, acrescentou.</p>
<h2>Plano de investimento</h2>
<p>Lula acrescentou que o Brasil lançará, em breve, um novo Plano de Investimentos que possibilitará, ao país, gerar empregos, combater a pobreza e aumentar a renda das famílias. Esse plano prevê, segundo ele, a retomada de empreendimentos paralisados e a aceleração dos que estão em andamento e seleção de novos projetos.</p>
<p>“Promoveremos a modernização de nossa infraestrutura logística, com investimentos em rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos”, disse o presidente ao lembrar que o país, além de ter uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, priorizará a geração de energias renováveis e detêm “enorme potencial” para a produção de hidrogênio verde.</p>
<p>Ele reiterou o compromisso do governo com o controle da inflação e o equilíbrio de contas públicas, e que as reservas internacionais do país estão “na casa dos US$ 343 bilhões&#8221;.</p>
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		<title>Entrada na OCDE ajudará a destravar acordo Mercosul-UE, diz chanceler</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 15:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[blocos econômicos]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos França]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
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<p>A entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) ajudará a destravar a ratificação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE), disse o chanceler Carlos França. Em entrevista exclusiva à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ministro das Relações Exteriores afirmou que a análise do “roteiro de acessão” (plano de adesão) do Brasil à OCDE deverá durar dois ou três anos, mas assegurou que o governo brasileiro está trabalhando para acelerar o processo e antecipar esse prazo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Sem dúvida que, o Brasil passando a ter assento na OCDE, que congrega embaixadores da maioria dos países da União Europeia, passaremos a ter um diálogo privilegiado com esses países. Esse sim, é um fator facilitador para que possamos transmitir a esses países a visão brasileira sobre todos esses assuntos que temos aqui: meio ambiente, produtividade, inclusão social e governança pública e privada”, declarou o ministro durante o evento Semana Brasil-OCDE, que ocorre até sexta-feira (24) em Brasília.</p>
<p>Aprovado em 2019, após 20 anos de negociações, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia precisa ser ratificado pelos parlamentos de todos os países dos dois blocos para entrar em vigor. No entanto, diversos países europeus suspenderam a aprovação do acordo, o que exigirá negociações adicionais.</p>
<h2>Adesão</h2>
<p>Em relação ao processo de adesão à OCDE, o chanceler explicou que o “roteiro de acessão” recebido pelo Brasil no último dia 10, em Paris, funciona como um mapa do caminho com as políticas necessárias para que determinado país faça parte do grupo. Até o fim do ano, afirmou França, o país enviará um memorando inicial, quando o pedido de adesão será formalizado.</p>
<p>Segundo o chanceler, o Brasil leva vantagem porque, dos 257 instrumentos normativos da OCDE, o país aderiu a 112. Para entrar no grupo, que reúne as economias mais industrializadas do planeta, mas tem se expandido nos últimos anos, é exigida a adesão a pelo menos 229 instrumentos legais. “O Brasil é o país que historicamente aderiu ao maior número de instrumentos antes mesmo do processo de acessão”, destacou.</p>
<p>O ministro ressaltou que um dos indícios de que a OCDE terá boa vontade para acelerar o processo de adesão é que os comitês temáticos que examinarão o plano brasileiro trabalharão paralelamente, sem a necessidade de esperar um comitê encerrar as atividades para iniciar outro. Há a previsão da montagem de pelo menos quatro comitês temáticos: tributação, meio ambiente, direitos humanos, governança (pública e privada) e produtividade.</p>
<h2>Compromissos</h2>
<p>De acordo com Carlos França, o governo brasileiro está empenhado com as diretrizes básicas da OCDE. Os eixos, enumerou, são os seguintes: melhores práticas de governança pública, maior transparência, luta contra a corrupção e criação de um melhor ambiente de negócios (facilitação aduaneira e desburocratização do comércio exterior, do recolhimento de impostos, da abertura de negócios e da organização interna de empresas).</p>
<p>“O caminho para a modernidade, para trazer mais investimentos ao Brasil, demanda justamente a acessão a esses princípios. São princípios que eu entendo que a sociedade brasileira quer. Nós pensamos que essa é uma política de Estado”, comentou Carlos França. Ele lembrou que, desde 2015, o Brasil é parceiro-chave da OCDE e está atento às diretrizes da organização internacional.</p>
<p>Nos próximos meses, explicou o chanceler, o governo pretende discutir a adesão aos instrumentos legais que ainda faltam com o Congresso Nacional, com instituições empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e com a sociedade. O ministro diz ter se reunido com deputados e senadores e recebido a indicação de que o Congresso está disposto a acelerar as votações necessárias.</p>
<h2>América Latina</h2>
<p>França concedeu entrevista à EBC após a transferência da copresidência do Programa Regional da OCDE para a América Latina e o Caribe, projeto de aproximação da OCDE com os países do continente. Após três anos copresidido pelo Brasil e pelo México, o programa passou a ser comandado pela Colômbia e pelo Paraguai.</p>
<p>Segundo o chanceler, o Brasil e o México trabalharam em três pilares fundamentais do programa regional da OCDE: produtividade, inclusão social e governança. Ao longo da gestão foi incluído um quarto pilar, da proteção ambiental. Por meio do programa regional, a OCDE e os países latino-americanos e caribenhos discutem políticas públicas para o continente.</p>
<p>“Esse programa [regional] nos permite, tendo um contato maior com a OCDE, conhecer quais são os objetivos dessa organização, seus padrões mais elevados e entender as diretrizes que eles estabelecem. Não apenas no processo de acessão, mas muito antes dele”, explicou o ministro.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Presente à troca de comando, o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann, disse que a América Latina enfrenta uma série de desafios impostos pela pandemia de covid-19 e pela guerra entre Rússia e Ucrânia. “As economias do planeta, incluindo a América Latina, estavam se recuperando relativamente forte, relativamente rápido [da pandemia]. Agora, o mundo convive com a guerra na Ucrânia, que está reduzindo o crescimento global e aumentando a inflação”, declarou.</p>
<p>Para Cormann, a América Latina e o Caribe têm desafios de longa data, que exigem reformas estruturais, aos quais se acrescentaram diversos problemas nos últimos anos. “Devemos fornecer respostas à mudança climática. Temos a aspiração de otimizar os benefícios e as oportunidades da transformação digital nas nossas economias e sociedades. Precisamos ainda perseguir a expansão sustentável do comércio global dentro de um sistema internacional de comércio plenamente operacional”, acrescentou.</p>
<p>A OCDE tem 38 membros, dos quais quatro são latino-americanos: México, Chile, Colômbia, e Costa Rica. O Brasil e Peru foram convidados no início do ano e estão discutindo o plano de adesão, com o “roteiro de acessão” aprovado junto com o de outros três países europeus: Bulgária, Croácia e Romênia. A Argentina foi convidada em 2019, mas ainda está na fase de diálogos.</p>
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