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	<title>Mercado Financeiro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Mercado Financeiro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercado eleva previsão de inflação para 4,99% e reduz estimativa de crescimento do PIB em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Fopcus]]></category>
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					<description><![CDATA[As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a previsão para a inflação brasileira em 2026. De acordo com o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (28), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,92% para 4,99%. Ao mesmo tempo, os analistas reduziram pela terceira semana consecutiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a previsão para a inflação brasileira em 2026. De acordo com o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (28), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,92% para 4,99%.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os analistas reduziram pela terceira semana consecutiva a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A expectativa para a economia brasileira neste ano caiu de 1,88% para 1,86%.</p>
<p>Para 2027, a previsão de inflação também aumentou. A estimativa passou de 4,30% para 4,31%. Para 2028, permaneceu em 3,80%.</p>
<h3>Inflação ganha força após IPCA-15</h3>
<p>A revisão das expectativas ocorre depois da divulgação do IPCA-15 de setembro, considerado uma prévia da inflação oficial. O indicador registrou alta de 0,70% no mês, depois de apresentar deflação de 0,40% em agosto.</p>
<p>Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses passou de 4,24% em agosto para 4,47% em setembro.</p>
<p>O Banco Central acompanha as expectativas de inflação por meio do Focus, que reúne projeções de instituições do mercado financeiro para diferentes indicadores da economia.</p>
<h3>Projeção para o PIB recua novamente</h3>
<p>A previsão de crescimento da economia brasileira em 2026 caiu de 1,88% para 1,86%. Há quatro semanas, a estimativa apresentada pelo mercado era de expansão de 1,92%.</p>
<p>Para 2027, a projeção passou de 1,43% para 1,41%. Já para 2028, a expectativa de crescimento recuou de 1,87% para 1,83%.</p>
<p>O movimento ocorre em um cenário de desaceleração gradual da atividade econômica. Em seu Relatório de Política Monetária divulgado em setembro, o Banco Central informou que a moderação vinha sendo observada em diferentes segmentos, como indústria, serviços, consumo e investimentos. O documento projetou crescimento de 1,8% para o PIB de 2026 e de 1,4% para 2027.</p>
<h3>Selic permanece em 13,5%</h3>
<p>As projeções para a taxa básica de juros permaneceram estáveis no levantamento desta semana. Para o fim de 2026, o mercado continua estimando a Selic em 13,5% ao ano.</p>
<p>Para 2027, a previsão permanece em 12% ao ano, enquanto para 2028 a estimativa é de 10,5%.</p>
<p>A Selic é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central para conduzir a política monetária e influenciar a inflação. Alterações na taxa básica afetam as condições de crédito, o consumo, os investimentos e o custo do financiamento na economia.</p>
<p>Na reunião de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano. Segundo a ata da reunião, as expectativas de inflação apuradas pelo Focus permaneciam acima da meta, em 4,9% para 2026 e 4,3% para 2027.</p>
<h3>Expectativas seguem acima da meta</h3>
<p>A previsão de inflação de 4,99% para 2026 está acima da meta estabelecida para o período. O cenário também aparece nas projeções para os anos seguintes, com estimativa de 4,31% para 2027 e 3,80% para 2028.</p>
<p>As projeções divulgadas pelo Focus representam as expectativas dos agentes consultados pelo Banco Central e podem sofrer alterações nas próximas semanas conforme novos indicadores econômicos sejam divulgados.</p>
<p>O relatório reúne estimativas para inflação, atividade econômica, juros, câmbio e outros indicadores e é divulgado semanalmente pelo Banco Central.</p>
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		<title>Mercado financeiro aumenta previsão para inflação e mantém expectativa de juros em 14% ao ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:01:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a expectativa para a inflação brasileira em 2026. Os dados constam no mais recente Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22), que reúne semanalmente as projeções de bancos, corretoras, consultorias e demais agentes do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Segundo o levantamento, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a expectativa para a inflação brasileira em 2026. Os dados constam no mais recente Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22), que reúne semanalmente as projeções de bancos, corretoras, consultorias e demais agentes do mercado para os principais indicadores econômicos do país.</p>
<p>Segundo o levantamento, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, passou de 5,24% para 5,31% neste ano. A nova projeção mantém o indicador acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), reforçando o cenário de cautela em relação ao comportamento dos preços nos próximos meses.</p>
<p>O movimento de alta nas previsões inflacionárias ocorre em meio às preocupações do mercado com a trajetória dos gastos públicos, a dinâmica do consumo interno e os efeitos da política monetária sobre a economia. O aumento das expectativas também é acompanhado de perto pelo Banco Central, que utiliza esses dados como uma das referências para suas decisões sobre a taxa básica de juros.</p>
<p>Para a taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação no país, os analistas mantiveram a projeção de encerramento de 2026 em 14% ao ano. A estimativa indica que o mercado segue avaliando a necessidade de manutenção dos juros em patamar elevado para conter as pressões inflacionárias e garantir a convergência da inflação para a meta definida pelo governo.</p>
<p>Atualmente, a Selic permanece em um dos níveis mais altos dos últimos anos, refletindo a estratégia da autoridade monetária de preservar o controle dos preços diante de um cenário econômico que ainda inspira atenção.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as projeções permaneceram praticamente estáveis. O mercado financeiro estima que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro avance 2,3% em 2026. O resultado sinaliza expectativa de expansão moderada da atividade econômica, sustentada principalmente pelo consumo das famílias, pelos investimentos e pelo desempenho de setores como serviços e agronegócio.</p>
<p>No mercado cambial, os analistas mantiveram a previsão de que o dólar encerre o ano cotado a R$ 5,70. A estabilidade da estimativa reflete uma avaliação de que o cenário externo e os fundamentos da economia brasileira devem continuar exercendo influência equilibrada sobre a taxa de câmbio nos próximos meses.</p>
<p>O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e funciona como um termômetro das expectativas do mercado para a economia brasileira. O documento reúne projeções para inflação, juros, crescimento econômico, câmbio e outros indicadores considerados fundamentais para o acompanhamento da conjuntura nacional.</p>
<p>Embora as previsões não representem necessariamente os resultados que serão observados ao longo do ano, elas servem como referência para empresas, investidores e gestores públicos na elaboração de estratégias e na tomada de decisões econômicas.</p>
<p>A nova elevação da expectativa para a inflação reforça o cenário de atenção em relação à evolução dos preços no país. Ao mesmo tempo, a manutenção das projeções para juros, crescimento e câmbio indica que o mercado segue apostando em uma economia que continuará crescendo, mas ainda enfrentará desafios para manter a inflação dentro dos limites estabelecidos pela política monetária brasileira.</p>
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		<title>Mercado projeta inflação de 4,17% em 2026 e mantém expectativa dentro da meta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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					<description><![CDATA[A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas. Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas.</p>
<p>Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que fixa o centro em 3%, com margem de tolerância entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O avanço nas estimativas ocorre em um cenário de maior incerteza internacional, especialmente em função das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impactam diretamente os preços de commodities como o petróleo e, consequentemente, pressionam a inflação.</p>
<p>Além da inflação, o relatório também trouxe ajustes em outros indicadores. A expectativa de crescimento da economia brasileira em 2026 teve leve alta, passando para 1,84%. Já a taxa básica de juros, a Selic, segue como principal instrumento de controle inflacionário e deve encerrar o ano em torno de 12,5%.</p>
<p>Para os anos seguintes, as projeções permanecem mais estáveis. O mercado estima inflação de 3,8% em 2027 e cerca de 3,5% entre 2028 e 2029, sinalizando uma tendência de convergência gradual para a meta ao longo do tempo.</p>
<p>A revisão reforça o cenário de cautela na economia, em que fatores externos e internos seguem sendo monitorados pelo mercado e pelas autoridades monetárias na definição das políticas econômicas.</p>
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		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-406-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025. Apesar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025.</p>
<p>Apesar do pequeno ajuste, o boletim indica estabilidade em três das quatro principais projeções acompanhadas pelo mercado. A inflação foi o único indicador a registrar mudança, interrompendo uma sequência de oito semanas consecutivas de queda nas estimativas. Há quatro semanas, a projeção para o IPCA de 2026 era de 4,16%.</p>
<p>Para os anos seguintes, o cenário permanece inalterado há nove semanas. A inflação projetada é de 3,80% em 2027 e de 3,50% em 2028, níveis próximos ao centro da meta estabelecida para o médio prazo.</p>
<h3>Meta de inflação segue no radar</h3>
<p>A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. A prévia da inflação oficial de dezembro, medida pelo IPCA-15, foi de 0,25%, levando o acumulado em 12 meses a 4,41%, dentro do limite da meta.</p>
<p>Esse foi o segundo mês consecutivo em que a inflação acumulada permaneceu dentro da margem de tolerância. Em novembro, o índice havia recuado para 4,5%, após ter permanecido acima do teto desde janeiro. O pico do período ocorreu em abril, quando o acumulado chegou a 5,49%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h3>PIB mantém projeção de crescimento moderado</h3>
<p>As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) seguem estáveis. O mercado financeiro projeta crescimento de 1,8% para a economia brasileira em 2026, mesmo percentual esperado para 2027. Para 2028, a expectativa é de uma expansão um pouco maior, de 2%.</p>
<h3>Câmbio e Selic permanecem estáveis</h3>
<p>No câmbio, a projeção é de que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, valor que não sofre alterações há 12 semanas. Para 2027, a estimativa também é de R$ 5,50, enquanto para 2028 o mercado projeta R$ 5,52.</p>
<p>Já a taxa básica de juros (Selic), que fechou 2025 em 15% ao ano, deve iniciar um ciclo de queda ao longo de 2026, recuando para 12,25%. Para 2027, a expectativa é de 10,50%, e para 2028, de 9,75%.</p>
<p>A Selic está no maior patamar desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. Após cair para 10,5% em maio do ano passado, a taxa voltou a subir em setembro de 2024, alcançando novamente 15% na reunião de junho de 2025, nível mantido desde então.</p>
<p>Segundo o Banco Central, a elevação da Selic tem como objetivo conter a demanda aquecida, encarecendo o crédito e estimulando a poupança, o que ajuda a controlar a inflação. Por outro lado, juros mais altos tendem a dificultar a expansão da economia. Quando a taxa é reduzida, o efeito é o oposto: o crédito fica mais barato, incentivando o consumo e a produção, ainda que com menor controle inflacionário.</p>
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		<item>
		<title>Mercado mantém trajetória de queda nas projeções de inflação para 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-mantem-trajetoria-de-queda-nas-projecoes-de-inflacao-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 16:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela 11ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas para a inflação de 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,07% para 5,05%. Há um mês, a estimativa era de 5,17%. Para 2026, a expectativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela 11ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas para a inflação de 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,07% para 5,05%. Há um mês, a estimativa era de 5,17%.</p>
<p>Para 2026, a expectativa de inflação está em 4,41%, mantendo-se estável nas últimas quatro semanas, enquanto para 2027 a previsão é de 4%. Apesar da tendência de desaceleração, a projeção para o próximo ano ainda está acima do teto da meta de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que fixa a meta central em 3% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>O IPCA acumulado em 12 meses atingiu 5,35%, configurando o sexto mês seguido acima do teto, o que exige que o presidente do BC envie uma carta aberta ao ministro da Fazenda explicando as causas, medidas corretivas e prazos para retorno aos limites da meta.</p>
<p>A taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação, permanece projetada em 15% ao fim de 2025, pela sétima semana seguida. O Copom não descarta a possibilidade de alta, caso fatores externos, como a política comercial dos EUA, pressionem os preços. Para 2026 e 2027, a expectativa é de 12,50% e 10,50%, respectivamente.</p>
<p>O mercado também reduziu a projeção de crescimento do PIB para 2025, de 2,23% para 2,21%. Para 2026 e 2027, as estimativas permanecem em 1,87% e 1,93%. Já o dólar deve encerrar 2025 cotado a R$ 5,60, e a R$ 5,70 nos dois anos seguintes.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,07%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-507/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 18:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,09% para 5,07% este ano. É a décima redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (4). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,09% para 5,07% este ano. É a décima redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (4). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,44% para 4,43%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Em junho, mesmo pressionada pela energia elétrica, a inflação oficial &#8211; divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; perdeu força e fechou em 0,24%, marcada pela primeira queda no preço dos alimentos depois de nove meses. Apesar da desaceleração nos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.</p>
<p>Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024 . Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, na semana passada, após sete altas seguidas na Selic.</p>
<p>Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.</p>
<p>A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nos 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano<strong>.</strong> Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,23% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,89% para 1,88%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,95% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,60 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 5,09%, mas Selic deve seguir alta em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (28), trouxe uma nova revisão nas expectativas do mercado financeiro para a economia brasileira. A projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou pela nona vez consecutiva, passando de 5,1% para 5,09%. Apesar da queda, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (28), trouxe uma nova revisão nas expectativas do mercado financeiro para a economia brasileira. A projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou pela nona vez consecutiva, passando de 5,1% para 5,09%.</p>
<p>Apesar da queda, o índice ainda está acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5% – considerando o intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Para 2026, a previsão foi ligeiramente reduzida para 4,44%, enquanto para 2027 e 2028 as estimativas permanecem em 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p>Em junho, a inflação perdeu força e ficou em 0,24%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marcada pela primeira queda no preço dos alimentos em nove meses. Ainda assim, o acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, configurando estouro da meta pelo sexto mês seguido, o que obriga o presidente do BC a enviar carta ao Ministério da Fazenda explicando as causas e medidas adotadas para reconduzir a inflação aos limites estabelecidos.</p>
<h3><strong>Juros básicos seguem em patamar elevado</strong></h3>
<p>A principal ferramenta utilizada pelo BC para conter a inflação é a taxa Selic, atualmente em 15% ao ano. Em sua última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado ao elevar os juros em 0,25 ponto percentual, dando sequência a um ciclo de sete altas consecutivas.</p>
<p>Segundo a ata divulgada, o colegiado deverá manter a Selic no mesmo patamar nas próximas reuniões, mas não descarta novos aumentos caso a inflação volte a acelerar. Analistas projetam que a taxa básica encerrará 2025 nesse mesmo nível e só começará a cair de forma mais consistente a partir de 2026, quando pode recuar para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a expectativa é de 10,5% e 10%, respectivamente.</p>
<h3><strong>Impacto na economia</strong></h3>
<p>Juros altos encarecem o crédito e incentivam a poupança, o que ajuda a conter pressões inflacionárias. Por outro lado, podem dificultar a expansão da atividade econômica. Quando a Selic é reduzida, o crédito fica mais barato, estimulando consumo e produção, mas reduzindo o controle sobre a inflação.</p>
<h3><strong>PIB e câmbio</strong></h3>
<p>A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 se manteve em 2,23%, enquanto para 2026 houve leve alta para 1,89%. Para 2027 e 2028, o mercado projeta avanço de 2% ao ano.</p>
<p>O desempenho da economia vem sendo impulsionado pela agropecuária, que fez o PIB crescer 1,4% no primeiro trimestre deste ano. Em 2024, o país registrou alta de 3,4%, o maior crescimento desde 2021.</p>
<p>Quanto ao câmbio, a expectativa é de que o dólar encerre 2025 cotado a R$ 5,60, chegando a R$ 5,70 no fim de 2026.</p>
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		<title>Bolsa se aproxima de recorde histórico com queda da prévia da inflação; dólar recua para R$ 5,64</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bolsa-se-aproxima-de-recorde-historico-com-queda-da-previa-da-inflacao-dolar-recua-para-r-564/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 23:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de valores brasileira subiu mais de 1% nesta terça-feira (27), aproximando-se de seu recorde histórico, impulsionada pela queda na prévia da inflação e pelo alívio nas tensões internacionais. O Ibovespa encerrou o dia aos 139.541 pontos, com alta de 1,02%, acumulando o terceiro pregão consecutivo de valorização. Pela manhã, o principal índice da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de valores brasileira subiu mais de 1% nesta terça-feira (27), aproximando-se de seu recorde histórico, impulsionada pela queda na prévia da inflação e pelo alívio nas tensões internacionais. O Ibovespa encerrou o dia aos 139.541 pontos, com alta de 1,02%, acumulando o terceiro pregão consecutivo de valorização.</p>
<p>Pela manhã, o principal índice da B3 chegou a superar os 140,3 mil pontos, renovando o recorde histórico. No entanto, perdeu força ao longo da tarde com investidores realizando lucros e vendendo ações.</p>
<p>No câmbio, o dólar comercial caiu 0,53%, fechando a R$ 5,645, devolvendo parte da alta registrada na segunda-feira (26). A moeda ficou estável pela manhã, mas recuou nas horas finais com o ambiente externo mais favorável.</p>
<p>Entre os fatores que influenciaram o mercado, destaca-se a divulgação do IPCA-15, prévia da inflação oficial, que ficou abaixo do esperado em maio. O dado reduz a expectativa de que o Banco Central eleve os juros básicos na próxima reunião, animando investidores.</p>
<p>No exterior, a reabertura dos mercados norte-americanos após o feriado da segunda-feira e o anúncio do presidente Donald Trump sobre a prorrogação das negociações comerciais com a União Europeia até 5 de julho aliviaram as tensões. O movimento derrubou as taxas dos títulos do Tesouro dos EUA, favorecendo mercados emergentes como o brasileiro.</p>
<p>Com o desempenho desta terça, o dólar acumula queda de 0,54% em maio e de 8,65% em 2025.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção de inflação e meta do Banco Central é ultrapassada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 15:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[previsão da inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A expectativa de inflação oficial do Brasil, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada pelo mercado financeiro, passando de 4,5% para 4,55% em 2024, o que ultrapassa o limite superior da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Divulgada semanalmente no Boletim Focus do Banco Central, essa estimativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expectativa de inflação oficial do Brasil, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada pelo mercado financeiro, passando de 4,5% para 4,55% em 2024, o que ultrapassa o limite superior da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Divulgada semanalmente no Boletim Focus do Banco Central, essa estimativa reflete preocupações crescentes com o controle da inflação diante de desafios internos e externos.</p>
<p>Além disso, o mercado projeta uma inflação de 4% para 2025 e 3,5% para 2027, mantendo-se acima do centro da meta de 3% com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, estipulada pelo CMN. A partir de 2025, o sistema de metas contínuas entrará em vigor, eliminando a necessidade de definir metas anuais e mantendo o foco no objetivo de 3%, permitindo maior estabilidade.</p>
<p>Em setembro, o IPCA apresentou alta de 0,44%, impulsionada principalmente pelo aumento das tarifas de energia elétrica, e acumula 4,42% nos últimos 12 meses.</p>
<h4><strong>Ajustes na Taxa Selic</strong></h4>
<p>Para enfrentar as pressões inflacionárias, o Banco Central usa a taxa Selic como principal instrumento. Após várias reduções, a Selic encontra-se atualmente em 10,75% ao ano, e o mercado prevê uma nova elevação para conter a inflação. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) está agendada para os dias 5 e 6 de novembro, e há expectativas de que a taxa alcance 11,75% em 2024.</p>
<p>Em 2025, a Selic pode reduzir gradativamente para 11,25%, com projeções de novas quedas para 9,5% em 2026 e 9% em 2027. Esse ajuste gradual reflete o objetivo de controlar a inflação, mantendo estímulos para a produção e o consumo sem comprometer a estabilidade dos preços.</p>
<h4><strong>Expectativas para o PIB e o Câmbio</strong></h4>
<p>As previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro também foram ajustadas. A expectativa de crescimento subiu para 3,08% em 2024, com os dados do segundo trimestre de 2024 indicando uma expansão de 1,4% em comparação com o trimestre anterior. Para os próximos anos, o mercado projeta um crescimento econômico de 1,93% para 2025 e de 2% para 2026 e 2027.</p>
<p>No câmbio, a expectativa é que o dólar encerre 2024 em R$ 5,45, com uma leve queda para R$ 5,40 ao final de 2025, refletindo um cenário global de fortalecimento do dólar.</p>
<h4><strong>Perspectiva Econômica e Impacto nos Consumidores</strong></h4>
<p>O controle da inflação e o ajuste nas taxas de juros buscam estabilizar a economia, embora taxas elevadas de juros possam desacelerar o crescimento. Com juros mais altos, o crédito tende a encarecer, impactando diretamente o consumo e os investimentos, mas, ao mesmo tempo, ajudando a reduzir as pressões inflacionárias e mantendo a credibilidade econômica.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,39% para 4,5%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-439-para-45/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 17:23:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,39% para 4,5% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (21), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,39% para 4,5% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (21), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 3,96% para 3,99%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2024 está no teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Em setembro, puxado principalmente pela conta de energia elétrica das residências, a inflação no país foi de 0,44% após o IPCA ter registrado deflação de 0,02% em agosto. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,42%.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o colegiado elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos.</p>
<p>A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para 5 e 6 de novembro, quando os analistas esperam um novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.</p>
<p>Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 11,25% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 3,01% para 3,05%. No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) surpreendeu e subiu 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.</p>
<p>Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,93%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.</p>
<p>Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido de 3%.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,42 para o fim deste ano. No fim de 2025, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,40.</p>
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