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	<title>Mercado de Trabalho &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Mercado de Trabalho &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Unicef supera marca de 1 milhão de oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 19:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), já viabilizou 1.294.165 oportunidades de formação profissional, aprendizagem, estágio e emprego formal para adolescentes e jovens de 14 a 29 anos em situação de vulnerabilidade no Brasil. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (17) e refletem os resultados acumulados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), já viabilizou 1.294.165 oportunidades de formação profissional, aprendizagem, estágio e emprego formal para adolescentes e jovens de 14 a 29 anos em situação de vulnerabilidade no Brasil. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (17) e refletem os resultados acumulados desde o lançamento do programa, em 2020.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 473.501 jovens concluíram formações voltadas ao desenvolvimento de habilidades para o mundo do trabalho por meio do 1MiO. Outros 820.664 conseguiram inserção no mercado como aprendizes, estagiários ou em empregos formais.</p>
<p>O programa tem como objetivo ampliar o acesso de adolescentes e jovens a oportunidades de qualificação profissional, trabalho decente e participação cidadã. Para isso, atua em parceria com o poder público, empresas, organizações da sociedade civil e os próprios jovens. A plataforma digital da iniciativa funciona como um hub que conecta oportunidades, parceiros e participantes.</p>
<p>O público-alvo contempla 12 perfis prioritários, entre eles jovens pretos e pardos, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, integrantes da comunidade LGBTQIAPN+, jovens mães e moradores de periferias urbanas e áreas rurais.</p>
<p>“Trabalhamos para que empresas e governos adotem processos e protocolos de contratação, retenção e desenvolvimento de jovens em situação de vulnerabilidade. Com as redes públicas de educação, fortalecemos o debate sobre projeto de vida e o desenvolvimento de habilidades e competências para o mundo do trabalho”, afirmou Mônica Dias Pinto, chefe de Educação do Unicef no Brasil.</p>
<p>Apesar do marco alcançado, a organização ressalta que os desafios da inclusão produtiva no país permanecem. Dados da PNAD Contínua Educação, de junho de 2025, indicam que 8,9 milhões de adolescentes e jovens entre 15 e 29 anos não estudam nem trabalham no Brasil.</p>
<p>“Historicamente, o desemprego entre jovens é cerca do dobro da média da população. Esse cenário é ainda mais grave entre mulheres, jovens negros, pessoas com deficiência e outros grupos prioritários do 1MiO. O Brasil tem hoje a maior geração de jovens de sua história, com 48,6 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos, e uma janela de algumas décadas para desenvolver todo esse potencial”, destacou Mônica.</p>
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		<title>Brasil cria 147 mil empregos formais em agosto, mas ritmo é menor que em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 16:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou em agosto um saldo positivo de 147.358 empregos com carteira assinada, segundo dados do Novo Caged, divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número resulta de 2.239.895 admissões e 2.092.537 desligamentos no período. Apesar da melhora em relação a julho, quando o saldo foi de 134.251 vagas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou em agosto um saldo positivo de 147.358 empregos com carteira assinada, segundo dados do Novo Caged, divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número resulta de 2.239.895 admissões e 2.092.537 desligamentos no período.</p>
<p>Apesar da melhora em relação a julho, quando o saldo foi de 134.251 vagas, o desempenho ficou abaixo do mesmo mês de 2024, quando foram criados 239.069 postos de trabalho formais. A diferença reflete, segundo analistas, o efeito da alta de juros e da desaceleração econômica sobre o mercado de trabalho.</p>
<p>Quatro dos cinco grandes setores fecharam agosto com saldo positivo: Serviços (+81.002), Comércio (+32.612), Indústria (+19.098) e Construção Civil (+17.328). Apenas a Agropecuária recuou, com 2.665 vagas a menos.</p>
<p>No recorte regional, 25 estados tiveram saldo positivo. São Paulo liderou em números absolutos, com 45.450 novas vagas, seguido por Rio de Janeiro (+16.128) e Pernambuco (+12.692). Proporcionalmente, os destaques foram Paraíba (+1,61%), Rio Grande do Norte (+0,98%) e Pernambuco (+0,82%).</p>
<p>Dos empregos gerados, 75,1% foram considerados típicos, enquanto 24,9% foram não típicos, sobretudo trabalhadores de até 30 horas semanais (40.544, em sua maioria na educação) e aprendizes (20.252).</p>
<p>Nos últimos 12 meses, entre julho de 2024 e agosto de 2025, o saldo acumulado é de 1.438.243 vagas, abaixo do período anterior (junho de 2024 a julho de 2025), que somou 1.804.122 postos de trabalho.</p>
<p>O salário médio de admissão também teve leve alta, chegando a R$ 2.295,01 em agosto, contra R$ 2.282,31 em julho, um crescimento real de 0,56%.</p>
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		<title>Unicef lança laboratório para inclusão de jovens no mundo do trabalho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/unicef-lanca-laboratorio-para-inclusao-de-jovens-no-mundo-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 23:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou, nesta quinta-feira (21), em São Paulo, o Laboratório de Inclusão Produtiva das Juventudes (Linc). Desenvolvido em parceria com o Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas, o Itaú Educação e Trabalho e o Instituto Unibanco, o Linc tem o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou, nesta quinta-feira (21), em São Paulo, o Laboratório de Inclusão Produtiva das Juventudes (Linc). Desenvolvido em parceria com o Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas, o Itaú Educação e Trabalho e o Instituto Unibanco, o Linc tem o objetivo de apoiar, mobilizar e incentivar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a inclusão dos jovens no mercado de trabalho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O laboratório foi lançado na Cinemateca Brasileira, durante o Encontro Educação e Trabalho: Perspectivas da Educação Profissional e Tecnológica.</p>
<p>A ideia é que as ações desenvolvidas nesse laboratório incentivem políticas públicas e fomentem uma agenda nacional de inclusão de jovens no mercado de trabalho. Segundo dados recentes do Ministério do Trabalho e Emprego, 5,2 milhões de jovens entre 14 e 24 anos de idade estão desempregados hoje no Brasil.</p>
<p>“O primeiro passo [do laboratório] é mapear as boas experiências, as boas práticas e as boas políticas que já existam. A partir daí, teremos alguns derivados disso. Um deles, obviamente, é fazer um trabalho de acompanhamento, monitoramento e suporte técnico e apoio para os estados que queiram desenvolver políticas públicas nesse sentido”, explicou a chefe de Educação do Unicef Brasil, Monica Pinto.</p>
<p>O laboratório vai funcionar a partir de seis eixos: mapeamento de boas práticas; formação; reconhecimento; organização e produção de conhecimento acadêmico; apoio técnico; e monitoramento de indicadores. “Vamos fazer também todo um trabalho de engajamento e de divulgação para aqueles estados que ainda não têm uma política para que possam se engajar também e desenvolver políticas com vocação local, ouvindo e atendendo as populações de seus respectivos territórios”, acrescentou Monica.</p>
<p>“Esse laboratório vem para apoiar ações de inclusão produtiva da juventude. Temos, atualmente, 20% dos jovens de 18 a 24 anos na universidade e 80%, fora. Temos 88% das matrículas de jovens na educação pública. E a gente precisa dar a esses jovens condições de inclusão no mundo do trabalho, de forma com que eles possam continuar se desenvolvendo. Precisamos dar condições para esse jovem seguir adiante”, reforçou a superintendente do Itaú Educação e Trabalho, Ana Inoue.</p>
<p>O Brasil é o segundo país, de um total de 37 analisados, com maior proporção de jovens, com idade entre 18 e 24 anos, que não estudam e não trabalham. O país fica atrás apenas da África do Sul. Na faixa etária considerada no relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 36% dos jovens brasileiros não estudam e estão sem trabalho.</p>
<p>Segundo Monica, o Linc pretende ser uma “grande aliança” entre o poder público, o setor privado e a sociedade civil organizada para oferecer oportunidades a esses jovens. “Temos mais de 20% de jovens que não estão desenvolvendo suas habilidades e competências, que não estão estudando e não estão tendo acesso a uma oportunidade de trabalho. Estamos desperdiçando a juventude do nosso país.”</p>
<p>A população poderá acompanhar as ações que serão desenvolvidas no laboratório por meio do <a href="http://https//lincjuventudes.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> do Linc</a>.</p>
</div>
</div>
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		<title>Senac Rio Summit:  Festival de tecnologia, inovação, mercado de trabalho e empreendedorismo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senac-rio-summit-festival-de-tecnologia-inovacao-mercado-de-trabalho-e-empreendedorismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 23:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Senac Rio Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[“O futuro do trabalho é aqui e agora” é o mote do evento, de 11 a 15 de setembro, no Expomag, que visa promover a inclusão digital, atrair e desenvolver profissionais que atuarão no ecossistema de Inovação no Rio de Janeiro. O Senac RJ promove, entre os dias 11 e 15 de setembro, o Senac Rio Summit, festival [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“O futuro do trabalho é aqui e agora” é o mote do evento, de 11 a 15 de setembro, no Expomag, que visa promover a inclusão digital, atrair e desenvolver profissionais que atuarão no ecossistema de Inovação no Rio de Janeiro.</em></p>
<p>O <strong>Senac RJ</strong> promove, entre os dias 11 e 15 de setembro, o <strong>Senac Rio Summit</strong>, festival anual de Inovação, Tecnologia, Empregabilidade e Empreendedorismo que, em sua primeira edição, pretende reunir mais de 12 mil pessoas no Expomag, na Cidade Nova, no Rio de Janeiro. Com o mote &#8220;O futuro do trabalho é aqui e agora&#8221;, o objetivo é contribuir para a inclusão digital, atrair e desenvolver os futuros profissionais que atuarão no ecossistema de Tecnologia e Inovação que está sendo criado no Rio de Janeiro. O Senac Rio Summit é promovido pelo Senac RJ. A Fecomércio RJ e o Sesc RJ são parceiros institucionais do evento, que conta também com os patrocínios do Sebrae, Senac Departamento Nacional e Invest.Rio, da Prefeitura do Rio de Janeiro.</p>
<p>Gratuito e voltado para quem já trabalha, quem deseja trabalhar com tecnologia e com as novas profissões que estão surgindo e descobrir as oportunidades que o mercado de trabalho apresenta, a iniciativa vai apresentar discussões e novidades sobre inovação, tecnologia, novas profissões, mercado de trabalho, entre outros temas. Haverá palestras, debates, atividades imersivas e orientação profissional para estudantes de ensino médio, técnico e universitários, professores e educadores, micro e pequenos empresários, líderes comunitários e empreendedores sociais.</p>
<figure id="attachment_68597" aria-describedby="caption-attachment-68597" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/23-Senac-Rio-Summit-Festival-de-tecnologia-inovacao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-68597" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/23-Senac-Rio-Summit-Festival-de-tecnologia-inovacao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="Senac Rio Summit: Festival De Tecnologia, Inovação - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/23-Senac-Rio-Summit-Festival-de-tecnologia-inovacao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/23-Senac-Rio-Summit-Festival-de-tecnologia-inovacao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/23-Senac-Rio-Summit-Festival-de-tecnologia-inovacao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/23-Senac-Rio-Summit-Festival-de-tecnologia-inovacao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68597" class="wp-caption-text">Senac Rio Summit</figcaption></figure>
<p>O <strong>Senac Rio Summit</strong> pretende abordar tendências e despertar o interesse do público sobre inovação e a transformação digital, além de disseminar conhecimento e informações sobre empregabilidade e empreendedorismo. Para educadores e demais agentes sociais, o festival irá provocar reflexões sobre a transformação digital e seus impactos nos negócios, nas pessoas e na sociedade.​ O evento é aberto ao público em geral mediante inscrição. Estão previstas, ainda, caravanas de alunos de escolas públicas de ensino médio e escolas técnicas, estudantes dos cursos e dos projetos sociais parceiros do Senac RJ, empresários do interior do estado, entre outros.</p>
<p><strong>Senac Rio Summit em números</strong> &#8211; Os números dão a dimensão do que os participantes poderão esperar: os cinco dias de festival irão receber mais de <strong>200</strong> palestrantes convidados, em quatro espaços de conteúdo, com mais de <strong>150 </strong>programações e <strong>140</strong> horas de atividades imersivas. Os temas abordados giram em torno das transformações do trabalho e os conteúdos que preparam os profissionais para esse novo mercado, como criatividade, tendências, carreira, sociedade, habilidades técnicas (tecnologia aplicada, inspiração profissional, aplicações setoriais, novos cursos) e pessoais, como comunicação, liderança e pensamento crítico. Serão abordados tópicos como inteligência artificial e ChatGPT, novos modelos de ensino, marketing digital, mídias digitais, carreira gamer, nuvem, ciência de dados, como mandar bem em entrevistas de emprego, entre outros.</p>
<p><strong>Programação terá certificação</strong> &#8211; Haverá duas arenas de palestras no <strong>Senac Rio Summit</strong> e todas as programações irão gerar certificação para os participantes. No Espaço Inspira, o maior deles, os temas serão inovação, tecnologia, sociedade. Já na Arena Desperta, assuntos como orientação vocacional e progressão de carreira, com conteúdo voltado para o desenvolvimento habilidades técnicas e pessoais.</p>
<p><strong>Palestrantes renomados</strong> <strong>e pautas atuais </strong>&#8211; Entre os palestrantes já confirmados estão o diretor de Educação da Microsoft Brasil, Fernando Cruz;  o head do Google Cloud Learning, Fabio La Selva; o consultor de Inovação das Lojas Renner, Cairê Moreira; o diretor de Inteligência Artificial da IBM América Latina, Thiago Viola; o diretor de Educação da Microsoft Brasil, Fernando Cruz; o fotógrafo e consultor criativo Pedro Garcia, que assume a persona Cartiê Bressão; o diretor de Arquitetura e Pré-vendas da Semantix, João Tavares; a head de Design da Electrolux América Latina, Clarissa Biolchini; a futurista Rosa Alegria; a Global Tech Business Solutions Director da Vale, Vânia Neves; a criadora de conteúdo de programação e tecnologia Karol Attekita, da Attekita Dev; o fundador do MOL, Alex Bretas; o fundadora do Cappra Institute, Ricardo Cappra; a coach e recrutadora da Stefanini, Débora Escarlate; o especialista em Educação, Gabriel Chalita; a CEO da Ions &amp; Hacking Rio, Lindalia Junqueira; o especialista em Tecnologia do Carnaval, Alan Carvalho;  entre vários outros.</p>
<p>Assuntos atuais estarão na pauta, como a criação do comercial da Volkswagen que trouxe Elis Regina de volta por meio da inteligência artificial. A palestra sobre o tema será ministrada pelo CEO da Rosa dos Ventos Produções, Alexandre Rosa, que vai abordar Transformação Digital e Marcas. O ex-aluno do Senac RJ, Matheus Conceição, vai contar sobre sua experiência como voluntário no WebSummit Rio, que lhe rendeu uma bolsa de estudos em uma instituição de ensino no Vale do Silício. Diversas empresas irão apresentar informações sobre o que buscam em candidatos a uma vaga de emprego.</p>
<p><strong>Novas tecnologias na prática</strong> &#8211; Além das palestras, o Senac Rio Summit trará o Portal Experimenta, com mais de 20 atividades e experiências imersivas nas quais os participantes vão se conectar com o futuro, conhecer as novas tecnologias na prática e serão desafiados por ativações inspiradoras e criativas. Haverá atividades no Metaverso do Senac RJ, um <em>escape room</em> de robótica, sala de games com experiências de criação educacionais e de robótica, espaço de Realidade Virtual, o espaço <em>maker</em> Fab Lab, de prototipação, impressão 3D e modelagem, e o Decola, uma arena com apresentação e experimentação de drones. O Senac RJ também irá apresentar o Lab Saúde, um laboratório com equipamentos de alta tecnologia que integra a aprendizagem baseada em simulação realística, disponível para os alunos dos cursos de saúde da instituição, assim como instituições e empresas da área.</p>
<p><strong>Espaço dedicado às Mulheres</strong> &#8211; O espaço Elas Na Tecnologia irá apresentar palestras e mesas-redondas com mulheres profissionais do mercado de inovação e tecnologia, para discutir oportunidades e caminhos de carreira para quem pretende atuar nesse setor. Nele, o Sesc RJ participa da programação com a curadoria baseada no projeto Mulheres Plurais.</p>
<p><strong>Lounge do Empreendedor</strong> &#8211; A área &#8211; parceria com a Fecomércio RJ e o Sebrae, além do Senac RJ &#8211; irá oferecer suporte e recursos a empreendedores e empresários interessados em desenvolver suas habilidades, adquirir conhecimentos e expandir seus negócios. Esse ambiente apresentará ​conceitos de inovação tecnológica, encorajando ​os participantes a explorar novas soluções e adotar tecnologias que aumentem a competitividade de seus negócios.​ Serão 50 atividades, como apresentações, painéis e mentorias e, ao lado, um estúdio permitirá a gravação de podcasts.</p>
<p><strong>Capacitação com dupla chancela</strong> &#8211; O Senac RJ também irá apresentar seus cursos de capacitação profissional voltados para quem pretende desenvolver uma carreira em Tecnologia, inclusive o novo portifólio com dupla chancela em parceria com big techs, como Microsoft, Google, IBM, AWS, Cisco, Oracle, Semantix e Globant, em áreas como Dados, Segurança, Infra e Redes, Low Code/No Code e Inteligência Artificial.</p>
<p><strong>Desafios </strong>&#8211; Alguns desafios serão lançados no Senac Rio Summit como a Olimpíada Digital Senac, voltada às escolas de ensino médio, e a Maratona CiberEducação, em parceria com a Cisco Networking Academy.</p>
<p><strong>Programação cultural &#8211;</strong> Sempre a partir das 18h, o Sesc RJ irá promover mais de 10 horas de programação cultural, com shows, DJs e apresentações de artes cênicas para encerrar cada dia do festival.</p>
<p><strong>Aplicativo será a &#8220;porta de entrada&#8221; para o evento</strong> &#8211; Para ampliar a experiência digital do evento, estará disponível um aplicativo que também trará toda a programação, conteúdo e a certificação para quem participar do Senac Rio Summit. As pessoas poderão montar sua programação dentro do evento e também se conectar com outros visitantes e com parceiros e empresas.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong><u>Senac Rio Summit</u></strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 11 a 15 de setembro</p>
<p><strong>Horários:</strong><br />
10h às 18h<br />
18h às 20h – programação cultural</p>
<p><strong>Local:</strong> Expomag<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Beatriz Larragoiti Lucas, s/n &#8211; Cidade Nova</p>
<p>Evento gratuito</p>
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		<title>Lideranças femininas debatem desigualdade e violência contra mulheres</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/liderancas-femininas-debatem-desigualdade-e-violencia-contra-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 20:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdades racial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[violência e assédio]]></category>
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					<description><![CDATA[Mulheres que ocupam postos de comando nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário debateram, nesta quarta-feira (29), em Brasília, desafios como o combate às diversas formas de violência e assédio e desigualdades racial e de gênero no mercado de trabalho. Na abertura do encontro Mulheres em Ação, promovido pelo Instituto de Estudos Jurídicos Aplicados (Ieja), a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres que ocupam postos de comando nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário debateram, nesta quarta-feira (29), em Brasília, desafios como o combate às diversas formas de violência e assédio e desigualdades racial e de gênero no mercado de trabalho.</p>
<p>Na abertura do encontro Mulheres em Ação, promovido pelo Instituto de Estudos Jurídicos Aplicados (Ieja), a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, falou sobre os desafios das mulheres indígenas e lembrou de um episódio em que foi convidada para subir ao palco de evento e cantar uma canção da cultura indígena, em vez de falar sobre lutas dos povos que representa.</p>
<p>“Eu não sei cantar. Eu quis falar. Como mulheres indígenas, nos olham como incapazes, [o] que a gente enfrenta como herança colonial e do machismo. Precisamos superar barreiras culturais, pois muitos povos, até hoje, não permitem que mulheres assumam lugares de poder e de decisão. Eu sou um exemplo real”, afirmou a ministra.</p>
<p>Sonia Guajajara disse que, em um período de militância política, não compreendia a importância da temática feminina. “Eu dizia que não precisa, que gente tem que lutar igual, na paridade [com os homens]. Mas isso não acontece naturalmente. A gente precisa se juntar, se fortalecer, enquanto mulher, ser reconhecida e ter esse espaço.”</p>
<h2>Feminicídio e misoginia</h2>
<p>No primeiro painel do encontro, sobre a violência contra a mulher, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, trouxe números sobre delitos e crimes que estão sendo combatidos pela pasta.</p>
<p>No encontro, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, citou dados do Núcleo de Estudos da Violência da USP, segundo o qual, em 2022, 1.410 mulheres morreram em razão do gênero. A ministra tratou o feminicídio como morte de causa evitável. “Se a mulher tiver condições de fazer a denúncia, se tiver acompanhamento, se houver uma resposta efetiva dos sistemas de segurança, de justiça, de assistência social, de saúde, possivelmente, evitaríamos as mortes.”</p>
<p>Cida Gonçalves reforçou o envio do Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio ao Congresso Nacional. E pediu a quebra da resistência do Judiciário para ter o monitoramento de agressores com tornozeleiras eletrônicas. “Não podemos colocar a mulher para apertar o botão, quando vê o agressor. O Estado é quem tem que monitorar o agressor. A polícia monitora a tornozeleira eletrônica. No celular [da mulher], vai ter um dispositivo para avisar: ‘desvie o caminho que ele está chegando perto, e a viatura também, em busca dele, porque será prisão em flagrante por descumprimento de medida protetiva”, afirmou.</p>
<p>Segundo Cida Gonçalves, o Ministério das Mulheres acompanha a discussão sobre influenciadores digitais de masculinidade, em plataformas <em>online</em>. “Esses espaços, conhecidos como &#8216;machosfera&#8217;, devem ser enfrentados pelos governos, pela sociedade civil e pelas empresas”.</p>
<p>A ministra expôs o método usado por tais influenciadores nas redes sociais, apelidado de<em> red pill</em> [pílula vermelha, em inglês. Refere-se ahomens que se opõem ao sistema que favorece as mulheres]. Esses grupos organizados têm um discurso, um vocabulário próprio, comum e, geralmente violento, que se refere às mulheres com palavras de baixo calão, ofensivas e misóginas. Usam o discurso de ódio, como uma prática de pedagogia da desumanização da outra, por meio de repetição de mensagens de objetivação e inferiorização das mulheres. E buscam naturalizar e legitimar relações de desigualdade de gênero e as violências contra elas cometidas. Na &#8216;machoesfera&#8217;, a misoginia reina”, enfatizou Cida.</p>
<h2>Violência política de gênero</h2>
<p>Como representante do Poder Legislativo, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) disse que o desafio de transformar o mundo é imenso. “A política, o direito, a estrutura pública, a presença como empreendedoras, ou na economia solidária, nas diferentes e múltiplas formas nos desafiam a participar da economia, da política, nos desafiam a transformar a sociedade para que não subjuguem os nossos desejos, as nossas vontades”, afirmou a deputada.</p>
<p>Maria do Rosário defendeu o fim da violência de gênero na política brasileira e citou a hostilidade existente pelo fato de os alvos serem mulheres. “Observam a nossa condição como limitada para a política, quando não há limites, na realidade. Participamos de processos eleitorais que nos tratam de forma violenta. A violência não está só dentro das instituições, está quando as candidaturas são apresentadas, na forma com que são tratadas, nas <em>fake news</em> [notícias falsas] espalhadas. Então, a violência política de gênero no Brasil não pode nos definir”.</p>
<p>A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) destacou a necessidade de os partidos políticos cumprirem as cotas de representatividade e de destinação de 30% dos recursos do Fundo Eleitoral para candidaturas de mulheres. “Não é possível que não cumpram, que não haja punição. Nós temos que estar vigilantes, não podemos deixar, porque isso é uma irregularidade.”</p>
<p>Como assistente social, a parlamentar pediu que o Judiciário observe a dignidade da mulher encarcerada. “No nosso sistema prisional, as pessoas devem se sentir quase mortas porque há o isolamento. Não vai ressocializar. É preciso que, no ordenamento jurídico, haja garantia tanto para esta mulher quanto para suas crianças. Na situação de condenada por qualquer crime, não podemos criminalizar de forma nenhuma toda uma família”, afirmou Benedita.</p>
<h2>Mulheres trans</h2>
<p>Em um painel sobre desigualdade racial e de gênero, a secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Symmy Larrat, relatou que passou pela prostituição, em Belém, para sobreviver até passar pela transição de gênero e chegar a espaços de poder. “A disputa pela autopercepção é um processo. Fui me encontrar comigo mesma.”</p>
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<figure id="attachment_58693" aria-describedby="caption-attachment-58693" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/28-Secretaria-Nacional-dos-Direitos-da-populacao-LGBTQIA-Symmy-Larrat-em-seminario-Mulheres-em-Acao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-58693" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/28-Secretaria-Nacional-dos-Direitos-da-populacao-LGBTQIA-Symmy-Larrat-em-seminario-Mulheres-em-Acao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Secretária Nacional Dos Direitos Da Populaçāo LGBTQIA+, Symmy Larrat, Em Seminário Mulheres Em Açāo - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/28-Secretaria-Nacional-dos-Direitos-da-populacao-LGBTQIA-Symmy-Larrat-em-seminario-Mulheres-em-Acao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/28-Secretaria-Nacional-dos-Direitos-da-populacao-LGBTQIA-Symmy-Larrat-em-seminario-Mulheres-em-Acao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/28-Secretaria-Nacional-dos-Direitos-da-populacao-LGBTQIA-Symmy-Larrat-em-seminario-Mulheres-em-Acao-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58693" class="wp-caption-text">Secretária Nacional dos Direitos da populaçāo LGBTQIA+, Symmy Larrat, em seminário Mulheres em Açāo. &#8211; José Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Segundo a secretária, o autorreconhecimento de gênero, garantido pelo Supremo Tribunal federal (STF), foi um marco, mas ainda é preciso ter uma política nacional de proteção às pessoas LGBTQIA+, com orçamento, para pôr fim à violência e à exclusão socioeconômica. Symmy destacou que é urgente construir programas que pensem na superação nos campos da empregabilidade, educação e renda. “É preciso pensar nessa população, sobretudo a transgênero e negra, para que esteja dentro de uma estrutura burocrática para cair o dinheiro lá e executar a política [pública].”</p>
<p>Sobre a decisão do STF de criminalização da chamada homotransfobia, Symmy destacou que a secretaria trabalha com o Ministério da Justiça para pensar normas no campo da segurança pública para implementação, de fato, da decisão judicial. “As decisões do STF foram as mais importantes a ocorrer dentro do último governo, que era representado pelo ódio e se colocou contra, não fez o dever de casa. Então, não temos um regramento, um entendimento sobre como aplicar essa decisão do STF”, acrescentou.</p>
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		<title>Geral Jovens que buscam trabalho estão mais fragilizados emocionalmente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2022 21:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro em cada dez jovens que buscam trabalho avaliam seu estado emocional como ruim ou péssimo, apontou um relatório sobre Trabalho e Renda que foi divulgado hoje (10) durante a IV Conferência Movimento Mapa Educação, realizada em São Paulo. O relatório, produzido pelo Itaú Educação e Trabalho, foi feito com 14.510 jovens brasileiros entre 15 e 29 anos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Quatro em cada dez jovens que buscam trabalho avaliam seu estado emocional como ruim ou péssimo, apontou um relatório sobre Trabalho e Renda que foi divulgado hoje (10) durante a IV Conferência Movimento Mapa Educação, realizada em São Paulo. O relatório, produzido pelo Itaú Educação e Trabalho, foi feito com 14.510 jovens brasileiros entre 15 e 29 anos e integra a pesquisa Juventudes e a Pandemia: E agora?, que é coordenada pelo <a href="https://atlasdasjuventudes.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Atlas das Juventudes</a>. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A pesquisa, que foi realizada de forma <em>online</em> entre os dias <span id="OBJ_PREFIX_DWT153_com_zimbra_date" role="link">18 de julho</span> e <span id="OBJ_PREFIX_DWT154_com_zimbra_date" role="link">21 de agosto</span> de 2022, demonstrou que o bem-estar psicológico está estreitamente relacionado às perspectivas de trabalho entre os jovens. Isso significa que os jovens que estão procurando trabalho são os que relataram estar mais fragilizados nesse aspecto. Entre os que trabalham, os que avaliam seu estado emocional como ruim ou péssimo é menor, atingindo 21% dos entrevistados. Já entre os que não trabalham e não estão procurando trabalho, 27% disseram estar acometidos por esse sentimento.</p>
<p>“O estudo mostra que os jovens em busca de inserção no mundo do trabalho estão mais pessimistas sobre as percepções de futuro para suas vidas e têm taxa maior na avaliação do próprio estado emocional como ruim ou péssimo. Isso nos sinaliza que a saúde mental precisa ser vista como prioridade e que é necessário ampliar as oportunidades de educação e trabalho para essa população, para que melhorem as condições de suas vidas e, também, tenham perspectivas mais prósperas para seu futuro”, disse Diogo Jamra, gerente de Advocacy e Articulação do Itaú Educação e Trabalho, um dos responsáveis pelo estudo.</p>
<p>Os jovens que estão procurando trabalho também são os que possuem mais medo de passar por dificuldade financeira (45%) ou de não conseguir um trabalho (26%). Já entre os que trabalham, 34% dizem temer passar por dificuldade financeira e 18% temem perder o emprego ou não conseguir um novo trabalho.</p>
<p>Além de serem menos afetados por questões de saúde mental, os jovens com emprego são também mais otimistas com relação ao futuro. Cerca de 44% dos jovens com emprego disseram que suas expectativas são positivas, enquanto essa condição cai para 34% entre os jovens que procuram um trabalho. Os mais otimistas são os jovens que não trabalham e não procuram um emprego: 48% deles revelaram <span id="OBJ_PREFIX_DWT155_com_zimbra_date" role="link">ter</span> uma boa perspectiva de futuro.</p>
<h2>Pandemia</h2>
<p>A pandemia do novo coronavírus afetou a forma como o jovem encara o mundo da educação e do trabalho. Segundo a pesquisa, todos os perfis de entrevistados (que trabalham, buscam trabalho ou não trabalham e não buscam trabalho) tem o sentimento de que “ficaram para trás no aprendizado”. Esse sentimento é maior entre os que não trabalham (65%), mas atinge também os que procuram trabalho (59%) e os que estão empregados (54%).</p>
<p>“Os jovens relatam impactos da pandemia em suas vidas na educação e no trabalho. O sentimento de ‘ficar para trás no aprendizado’ é comum entre todos os jovens, mas, ainda que se preocupem com a defasagem provocada pela pandemia, a grande maioria pretende continuar estudando. E, para isso, eles indicam que os conteúdos mais importantes para o momento são de preparação para o mundo do trabalho”, disse Jamra<strong>.</strong></p>
<p>“Mais de 6 a cada 10 jovens, independente da sua condição de trabalho, estão muito ou parcialmente otimistas quanto à aproximação da educação e do mundo do trabalho. Além disso, 7 a cada 10 jovens que trabalham passaram a buscar mais cursos para qualificação pessoal ou profissional por causa da pandemia. Essa é uma sinalização evidente de que os jovens avaliam a educação como um caminho para auxiliá-los a trilhar sua trajetória profissional”, acrescentou ele.</p>
<h2>Reivindicações</h2>
<p>Para lidar com os efeitos da pandemia na educação e oferecer melhores condições de vida a esses jovens, a pesquisa demonstrou que será necessário ampliar as condições de acesso à educação profissional e ao trabalho. Durante o estudo, os jovens relataram que precisam de políticas de bolsas de estudos e de auxílios estudantis e de uma maior oferta de cursos de qualificação profissional e de empregos formais.</p>
<p>“A pesquisa traz importantes indicativos que devem ser contemplados pelos governantes eleitos em seus mandatos. Os jovens sinalizam quais são as ações prioritárias que devem ser desenvolvidas pelo poder público e, também, privado. No campo da educação, os jovens pedem por ampliação de oportunidades de educação profissional, políticas de bolsa de estudos, metodologias para trabalhar o desenvolvimento de habilidades em geral e ações que os apoiem a elaborar seus projetos de vida. No campo do trabalho, os jovens pedem, principalmente, por ampliação da oferta de cursos de qualificação profissional, oportunidades para incentivar projetos das juventudes, novas dinâmicas de trabalho e estímulo para surgimento de novos trabalhos e empregos formais”, falou Jamra. “O jovem quer – e precisa – de apoio para dar continuidade aos estudos, bem como <span id="OBJ_PREFIX_DWT156_com_zimbra_date" role="link">ter</span> melhores perspectivas para estar inserido no mundo do trabalho”, acrescentou ele.</p>
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		<title>Negros enfrentam desigualdades no mercado de trababalho, diz Dieese</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/negros-enfrentam-desigualdades-no-mercado-de-trababalho-diz-dieese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2022 18:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[não negros]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que persiste a desigualdade entre pessoas negras e não negras no mercado de trabalho. O levantamento, divulgado hoje (18), destaca ainda a desigualdade de gênero nas relações de empregabilidade. De acordo com a pesquisa, no segundo trimestre de 2022, as mulheres negras vivenciavam taxa [&#8230;]]]></description>
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<p>Pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que persiste a desigualdade entre pessoas negras e não negras no mercado de trabalho. O levantamento, divulgado hoje (18), destaca ainda a desigualdade de gênero nas relações de empregabilidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a pesquisa, no segundo trimestre de 2022, as mulheres negras vivenciavam taxa de desocupação de 13,9%. Para os homens negros, a taxa era de 8,7%; para as não negras, de 8,9%; e para os não negros, a taxa foi a menor, d6,1%.</p>
<p>A desigualdade se repete na formalização dos contratos de trabalho. Segundo o levantamento, no segundo trimestre deste ano, mais de 30% do total dos ocupados se inseriram como assalariados com carteira. No entanto, entre o total de negras ocupadas, 31,5% tinham carteira assinada. Já entre os homens negros ocupados, a proporção de trabalhadores formais era de 37,1%. O percentual é de 36,8% para mulheres não negras e de 39,6% para homens não negros.</p>
<p>Entre todos os segmentos populacionais, a proporção de negros em subocupação no segundo trimestre de 2022 foi maior também: 10% entre as negras ocupadas e 6,5%, entre os negros ocupados. Na mesma situação estavam 6,7% das mulheres não negras e 4,0% dos homens não negros.</p>
<p>São considerados subocupadas as pessoas que gostariam de ter jornada maior e têm disponibilidade para trabalhar mais, se houvesse oportunidade.</p>
<h2>Salários</h2>
<p>A pesquisa mostra que há diferença também nos salários. Os não negros recebem, em média, mais do que os negros. No segundo trimestre de 2022, enquanto o homem não negro recebeu, em média, R$ 3.708 e a mulher não negra, R$ 2.774, a trabalhadora negra ganhou, em média, R$ 1.715, e o negro, R$ 2.142.</p>
<p>Os números indicam que a mulher negra recebeu, no segundo trimestre, 46,3% do rendimento recebido pelo homem não negro. Para o homem negro, a proporção foi de 58,8%.</p>
<p>“A diferença entre os rendimentos de negros e não negros é constante nos dados do mercado de trabalho e precisa ser modificada a partir de políticas públicas e sensibilização da sociedade. Não importa somente elevar a escolaridade da população negra, mas sensibilizar a sociedade em relação à discriminação existente no mercado de trabalho, que penaliza parcela expressiva de brasileiros”, destaca o texto da pesquisa.</p>
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		<title>Palestra do CIEE/Rio discute inclusão de autistas no mercado de trabalho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/palestra-do-ciee-rio-discute-inclusao-de-autistas-no-mercado-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[CIEE/RIO]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Os participantes da atividade totalmente gratuita terão direito a certificado. A palestrante Dayse Serra , Pós -Doutora em Medicina vai abordar diversos temas entre eles a importância do diagnóstico do autismo  e a principal razão deles serem excluídos do mercado de trabalho . A estimativa é de que existam 70 milhões de pessoas com autismo no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os participantes da atividade totalmente gratuita terão direito a certificado. A palestrante Dayse Serra , Pós -Doutora em Medicina vai abordar diversos temas entre eles a importância do diagnóstico do autismo  e a principal razão deles serem excluídos do mercado de trabalho .</p>
<p>A estimativa é de que existam 70 milhões de pessoas com autismo no mundo , sendo que 2 milhões delas estão no Brasil .” Precisamos discutir a diversidade dentro do trabalho. O fato de os autistas se relacionarem ,  interagirem de forma diferente e terem um outro entendimento não justifica que essas pessoas cheias de potencial estejam desempregadas ,” pontua o Superintendente do CIEE/Rio, Paulo Pimenta .</p>
<hr />
<p style="margin: 0cm;"><strong><span style="font-size: 13.0pt; font-family: 'UICTFontTextStyleBody',serif; color: #313131;">Serviço</span></strong></p>
<p style="margin: 0cm; font-stretch: normal; word-spacing: 1px;"><span style="font-size: 13.0pt; font-family: 'UICTFontTextStyleBody',serif; color: #313131;">Sexta-feira, 6 de abril ,às 9h<br />
Informações e inscrições no e-mail: <a style="font-size: 1.0625rem;" href="mailto:inscricaocpe1@cieerj.org.br" target="_blank" rel="noopener">inscricaocpe1@cieerj.org.br</a></span></p>
<p style="margin: 0cm; font-stretch: normal; word-spacing: 1px;"><span style="font-size: 13.0pt; font-family: 'UICTFontTextStyleBody',serif; color: #313131;">Telefone :(21)3213-9170</span></p>
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