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	<title>Medicamentos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Teto para reajuste de medicamentos é publicado; entenda os novos índices</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/teto-para-reajuste-de-medicamentos-e-publicado-entenda-os-novos-indices/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 16:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
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					<description><![CDATA[Os novos índices para reajuste de preços de medicamentos no Brasil foram publicados nesta segunda-feira (31) no Diário Oficial da União. A Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) estabelece os limites que farmácias, drogarias, distribuidores e fabricantes devem seguir para a correção anual dos preços. Com a nova determinação, as empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os novos índices para reajuste de preços de medicamentos no Brasil foram publicados nesta segunda-feira (31) no <em>Diário Oficial da União</em>. A Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) estabelece os limites que farmácias, drogarias, distribuidores e fabricantes devem seguir para a correção anual dos preços.</p>
<p>Com a nova determinação, as empresas detentoras de registro de medicamentos podem ajustar os valores dentro dos seguintes patamares:</p>
<ul>
<li>Nível 1: até 5,06%;</li>
<li>Nível 2: até 3,83%;</li>
<li>Nível 3: até 2,60%.</li>
</ul>
<p>A CMED é formada por representantes dos Ministérios da Saúde, Casa Civil, Justiça e Segurança Pública, Fazenda e Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desempenhando o papel de secretaria executiva.</p>
<h3>Como são definidos os reajustes?</h3>
<p>Para estabelecer os percentuais de reajuste, o conselho de ministros da CMED considera diversos fatores econômicos, incluindo:</p>
<ul>
<li>Inflação acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA);</li>
<li>Produtividade da indústria farmacêutica;</li>
<li>Custos não captados diretamente pelo IPCA, como variações no câmbio, tarifa de energia elétrica e concorrência no setor.</li>
</ul>
<h3>O que muda para o consumidor?</h3>
<p>Embora o reajuste seja autorizado, isso não significa que os preços subirão automaticamente. Cada farmácia, drogaria e distribuidor pode definir suas estratégias comerciais, desde que os valores praticados estejam dentro do teto estabelecido pela CMED.</p>
<p>A regulação tem como objetivo evitar aumentos abusivos e garantir o acesso da população aos medicamentos. Em 2024, por exemplo, o reajuste autorizado foi de 4,5%, equivalente à inflação do período anterior.</p>
<h3>Consulta de preços e fiscalização</h3>
<p>Os consumidores podem consultar a lista de preços máximos permitidos para cada medicamento no site da Anvisa, que é atualizado mensalmente. Além disso, farmácias e drogarias devem disponibilizar revistas especializadas na publicação de preços, garantindo transparência na comercialização dos produtos.</p>
<p>Caso sejam identificadas irregularidades, os consumidores podem acionar os órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, ou fazer denúncias pela plataforma <em>consumidor.gov.br</em>. Também é possível relatar abusos diretamente à CMED por meio do formulário disponível no site da Anvisa.</p>
<p>A definição do teto de reajuste busca equilibrar a proteção ao consumidor com a sustentabilidade econômica do setor farmacêutico, garantindo o abastecimento e o acesso aos medicamentos essenciais no Brasil.</p>
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		<title>Ministério da Saúde Envía Ajuda ao Rio Grande do Sul após Temporais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-envia-ajuda-ao-rio-grande-do-sul-apos-temporais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2024 15:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Insumos]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Gande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou a mobilização de profissionais e recursos para ajudar a população do Rio Grande do Sul após os temporais que atingiram a região. Cerca de 60 profissionais do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e do Grupo Hospitalar Conceição (GhC) foram enviados para prestar assistência. Além disso, equipes da Força [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou a mobilização de profissionais e recursos para ajudar a população do Rio Grande do Sul após os temporais que atingiram a região. Cerca de 60 profissionais do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e do Grupo Hospitalar Conceição (GhC) foram enviados para prestar assistência.</p>
<p>Além disso, equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) também estão no estado para reforçar o atendimento e reduzir os riscos de exposição da população a doenças e agravos.</p>
<p>O ministério enviou 20 kits de emergência, contendo medicamentos e insumos suficientes para atender até 30 mil pessoas por um período de 30 dias. Cada kit é composto por 32 tipos de medicamentos e 16 tipos de insumos, incluindo luvas, seringas e ataduras.</p>
<p>Adicionalmente, será instalado um Centro de Operações de Emergência (COE) para eventos naturais extremos no estado. Essa iniciativa visa analisar dados e informações para subsidiar a tomada de decisões dos gestores de saúde e técnicos, ajudando na definição de estratégias e ações adequadas para enfrentar emergências em saúde pública.</p>
<p>Para lidar com os danos e traçar estratégias, uma equipe da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde está no Rio Grande do Sul, buscando evitar problemas maiores em unidades de saúde, orientar o estado e os municípios, e apoiar no processo de recuperação das áreas afetadas.</p>
<p>O estado do Rio Grande do Sul enfrenta uma situação crítica, com 31 mortes, 74 pessoas desaparecidas e 56 feridas devido às chuvas. Mais de 235 municípios foram afetados, totalizando 351.639 pessoas atingidas, sendo 17.087 desalojadas e 7.165 em abrigos. O governador Eduardo Leite destacou que os números devem aumentar nos próximos dias, dada a dificuldade de acessar certas localidades afetadas.</p>
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		<title>Medicamentos Podem Ter Isenção ou Redução de Impostos: Confira as Mudanças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/medicamentos-podem-ter-isencao-ou-reducao-de-impostos-confira-as-mudancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 13:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A regulamentação da reforma tributária voltada para o consumo trará medidas destinadas a evitar o aumento dos preços dos medicamentos. Um total de 383 substâncias, que incluem vacinas, terão isenção do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), enquanto 850 princípios ativos terão suas alíquotas reduzidas em 60%. Entre os medicamentos que terão isenção, estão as vacinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação da reforma tributária voltada para o consumo trará medidas destinadas a evitar o aumento dos preços dos medicamentos. Um total de 383 substâncias, que incluem vacinas, terão isenção do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), enquanto 850 princípios ativos terão suas alíquotas reduzidas em 60%.</p>
<p>Entre os medicamentos que terão isenção, estão as vacinas contra a covid-19, dengue, febre amarela, gripe, cólera, poliomielite e sarampo, além de substâncias como insulina (para diabetes) e abacavir (antiviral contra o HIV). Também estarão isentos do imposto medicamentos como citrato de sildenafila, utilizado para tratar disfunções eréteis.</p>
<p>Já entre os princípios ativos que terão alíquota reduzida, estão omeprazol (para refluxo e úlceras digestivas), lorazepam (ansiolítico), losartana (para pressão alta), metformina (para diabetes), prednisona (anti-inflamatório, antialérgico e antirreumático) e tadalafila (para impotência sexual).</p>
<p>O projeto de lei complementar visa regulamentar a cobrança do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), que inclui a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de responsabilidade estadual e municipal. A expectativa do governo é aprovar o texto até o final de julho na Câmara dos Deputados e até o final do ano no Senado.</p>
<p>Segundo a proposta do governo, a alíquota média do IVA será de 26,5%. Com a redução de 60% na alíquota geral, os medicamentos beneficiados pagarão apenas 10,6% de imposto.</p>
<p>Apesar da regulamentação, a implementação do novo sistema tributário demandará tempo para refletir nos preços ao consumidor. A transição dos impostos atuais para o IVA começará em 2026 e se estenderá até 2032, entrando plenamente em vigor somente em 2033.</p>
<h4><strong>Fim da Cumulatividade</strong></h4>
<p>Em entrevista coletiva para explicar o projeto de lei complementar, o secretário extraordinário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, destacou que a aprovação da proposta como enviada pelo governo possibilitará &#8220;uma redução relevante de custos&#8221; dos medicamentos. Além da redução ou isenção de alíquotas, ele ressaltou que o fim da cumulatividade (cobrança em cascata) resultará em preços mais baixos para o consumidor.</p>
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