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	<title>Mauro Vieira &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Mauro Vieira &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil contesta justificativas dos EUA para novas tarifas e reforça defesa em negociações comerciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 22:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro voltou a rebater as alegações utilizadas pelos Estados Unidos para justificar a possível imposição de novas tarifas sobre produtos nacionais. Em declaração feita nesta quinta-feira (4), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os argumentos apresentados pelas autoridades norte-americanas não possuem fundamento suficiente para embasar medidas comerciais contra o Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro voltou a rebater as alegações utilizadas pelos Estados Unidos para justificar a possível imposição de novas tarifas sobre produtos nacionais. Em declaração feita nesta quinta-feira (4), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que os argumentos apresentados pelas autoridades norte-americanas não possuem fundamento suficiente para embasar medidas comerciais contra o Brasil.</p>
<p>A manifestação ocorreu após uma série de encontros diplomáticos realizados em Paris, onde o chanceler brasileiro participou de reuniões com representantes de diferentes países e organismos internacionais. Entre os compromissos esteve uma conversa com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, responsável por conduzir as discussões comerciais em nome do governo norte-americano.</p>
<p>Segundo Vieira, o Brasil apresentou esclarecimentos técnicos e informações detalhadas para responder às acusações feitas por Washington durante a investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O ministro destacou que a expectativa do governo brasileiro é que os dados enviados sejam considerados durante o processo de negociação.</p>
<p>“O que nós esperamos é que isso tudo seja levado em conta e que fique comprovado que não há por que sermos objetos de tarifas, porque todos os argumentos apresentados nós provamos que não são legítimos”, declarou Mauro Vieira.</p>
<p>A controvérsia teve início após a divulgação de um relatório do USTR recomendando a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. O documento aponta supostas práticas consideradas discriminatórias ou prejudiciais aos interesses comerciais dos Estados Unidos. Entre os temas citados estão o sistema de pagamentos instantâneos Pix, regras relacionadas ao comércio digital, proteção à propriedade intelectual, políticas de combate à corrupção, acesso ao mercado de etanol e ações de combate ao desmatamento ilegal.</p>
<p>Além dessa proposta, autoridades norte-americanas também anunciaram a intenção de aplicar uma tarifa complementar de 12,5% relacionada a questionamentos sobre o combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas. A medida faz parte de uma ofensiva comercial mais ampla que atingiu dezenas de países.</p>
<p>O governo brasileiro tem sustentado que as críticas apresentadas pelos Estados Unidos não refletem a realidade das políticas adotadas pelo país. Integrantes da equipe econômica e diplomática defendem que instrumentos estratégicos, como o Pix, não serão colocados em negociação e consideram que temas ligados à soberania nacional devem permanecer fora de qualquer acordo comercial.</p>
<p>As tarifas propostas ainda não entraram em vigor. O processo prevê um período de negociações entre os dois países antes da decisão final. Uma audiência está prevista para julho, quando representantes brasileiros e norte-americanos deverão apresentar argumentos e esclarecimentos sobre as medidas discutidas.</p>
<p>Paralelamente às tratativas com os Estados Unidos, Mauro Vieira aproveitou sua agenda internacional para discutir temas econômicos com autoridades da União Europeia, Coreia do Sul, Canadá, Espanha, Suíça e República Tcheca. Entre os assuntos abordados esteve a implementação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, considerado uma das prioridades da política externa brasileira para os próximos anos.</p>
<p>O debate sobre as tarifas ocorre em um momento de forte atenção às relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Caso as medidas avancem, setores industriais exportadores poderão ser diretamente impactados, especialmente os segmentos de máquinas e equipamentos, produtos plásticos, calçados, madeira, papel e metalurgia, que possuem forte presença no mercado norte-americano.</p>
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		<title>EUA e Brasil iniciam negociação sobre tarifaço imposto por Trump</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-e-brasil-iniciam-negociacao-sobre-tarifaco-imposto-por-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 14:37:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira (9), que o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, entrou em contato com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para tratar da sobretaxa aplicada sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos. A medida, conhecida como “tarifaço”, foi imposta pelo governo Donald Trump e atinge [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira (9), que o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, entrou em contato com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para tratar da sobretaxa aplicada sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos. A medida, conhecida como “tarifaço”, foi imposta pelo governo Donald Trump e atinge setores estratégicos como café, frutas e carnes.</p>
<p>Segundo Lula, após uma videoconferência realizada na última segunda-feira (6) com Trump, as negociações avançaram para uma nova etapa. O presidente destacou a cordialidade no diálogo: “Ele me telefonou da forma mais gentil que um ser humano pode lidar com o outro. Eu, tratando de forma civilizada, e ele me tratando de forma civilizada”, afirmou, lembrando ainda do breve encontro que tiveram nos bastidores da Assembleia-Geral da ONU.</p>
<p>Lula defendeu que Brasil e Estados Unidos, como “as duas maiores democracias do Ocidente”, devem priorizar a harmonia e não o conflito. “Eu falei com ele que era preciso retirar a taxação dos produtos brasileiros, que ele tinha sido mal informado. Então, agora, começa outro momento”, disse em entrevista à Rádio Piatã, da Bahia.</p>
<p>O Itamaraty confirmou a aproximação e informou que Mauro Vieira e Marco Rubio devem se reunir em breve, em Washington, “para dar seguimento ao tratamento das questões econômico-comerciais entre os dois países, conforme definido pelos presidentes”.</p>
<h3>Origem do tarifaço</h3>
<p>As tarifas adicionais contra o Brasil foram estabelecidas em 2023, dentro da nova política comercial da Casa Branca. Em abril, Trump havia fixado uma taxa de 10% sobre exportações brasileiras. No entanto, em agosto, uma sobretaxa de 40% foi adicionada, em retaliação a medidas que, segundo Washington, prejudicaram big techs americanas, além de como resposta política ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.</p>
<p>Inicialmente, cerca de 45% das exportações brasileiras aos EUA — como suco de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves — ficaram de fora da taxação. Posteriormente, outros itens também foram excluídos da lista.</p>
<p>Lula ressaltou que o Brasil não busca confronto com os Estados Unidos e destacou os mais de 200 anos de parceria diplomática entre os países: “Queremos manter uma relação boa, civilizada, democrática e respeitosa, sem abrir mão do nosso conceito de democracia e da nossa soberania”.</p>
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		<title>Chanceler ressalta consenso do Brics contra protecionismo comercial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/chanceler-ressalta-consenso-do-brics-contra-protecionismo-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 19:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[multilateralismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A reunião dos ministros das Relações Exteriores do Brics terminou nesta terça-feira (29) sem uma declaração conjunta do grupo. Mas, segundo o chanceler brasileiro Mauro Vieira, houve consenso dos 11 países membros e dos demais convidados em se opor à guerra tarifária global. &#8220;Eu gostaria de destacar o firme rechaço de todos à ressurgência do protecionismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reunião dos ministros das Relações Exteriores do Brics terminou nesta terça-feira (29) sem uma declaração conjunta do grupo. Mas, segundo o chanceler brasileiro Mauro Vieira, houve consenso dos 11 países membros e dos demais convidados em se opor à guerra tarifária global.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Eu gostaria de destacar o firme rechaço de todos à ressurgência do protecionismo comercial e ao uso de medidas não tarifárias sob pretextos ambientais. A reforma da OMC [Organização Mundial do Comércio] e a plena retomada de seu órgão de solução de controvérsias são essenciais na visão de todos&#8221;, disse Vieira.</p></blockquote>
<p>Questionado se a disputa tarifária entre a China e os Estados Unidos poderia beneficiar o Brasil, o chanceler preferiu destacar o posicionamento do país de respeito às normas globais.</p>
<p>&#8220;Brasil e China têm uma relação muito importante. Temos 200 anos de relações com outros países, como a Argentina. O Brasil é um ator global. Procuramos sempre que haja relações baseadas no direito internacional e respeito às regras. E é isso que vamos continuar fazendo. Sempre prontos a conversar com todos&#8221;, afirmou.</p>
<p>O documento final do encontro no Rio de Janeiro foi assinado apenas pela presidência brasileira do Brics, como forma de dar mais peso à Cúpula de Líderes, que vai ocorrer em julho, disse o ministro Mauro Vieira. Ele reforçou que houve &#8220;compromissos e acordos&#8221; com os demais ministros.</p>
<blockquote><p>“Decidimos fazer uma declaração da presidência, como ocorre regularmente em muitas reuniões, justamente para deixar um caminho aberto para negociarmos com muito cuidado e com muita precisão uma declaração que acontecerá no mês de julho, na ocasião da reunião dos chefes de estado,explicou Mauro Vieira.</p></blockquote>
<h3><strong>Pautas prioritárias</strong></h3>
<p>O chanceler brasileiro destacou que o encontro no Rio de Janeiro foi marcado por forte engajamento político e a busca de uma agenda de soluções para o Brics e o Sul Global, especialmente no ano em que o Brasil sedia a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30).</p>
<p>A Indonésia participou pela primeira vez de uma reunião do grupo como membro efetivo, o que foi saudado como sinal da busca do grupo por maior diversidade, representatividade e justiça global.</p>
<p>Vieira discorreu sobre as diferentes manifestações em defesa do fortalecimento da Organização das Nações Unidas (ONU), principalmente do Conselho de Segurança. O grupo pede mais participação da Ásia, África e América Latina em todos os sistemas multilaterais, o que inclui também a OMC, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.</p>
<p>O chanceler alertou que sem uma arquitetura nova de cooperação global, desafios importantes não poderão ser enfrentados. Ele destacou as áreas da saúde, crise climática e governança da inteligência artificial.</p>
<p>Segundo Mauro Vieira, são áreas em que o Brics pode ser protagonista e coordenar atitudes concretas.</p>
<div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex">
<div class="title abs-position"><em>Por: Agência Brasil</em></div>
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		<title>G20 debate reformas em organizações globais durante encontro no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/g20-debate-reformas-em-organizacoes-globais-durante-encontro-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 16:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
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		<category><![CDATA[Organizações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Reunião G20]]></category>
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					<description><![CDATA[O segundo dia de reunião do G20, que reúne as principais economias do mundo, no Rio de Janeiro, destaca o debate sobre reformas na estrutura das organizações internacionais, com foco na forma como funcionam entidades como a ONU. O encontro de chanceleres, realizado na quinta-feira (22), reforça a importância do multilateralismo e da cooperação para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo dia de reunião do G20, que reúne as principais economias do mundo, no Rio de Janeiro, destaca o debate sobre reformas na estrutura das organizações internacionais, com foco na forma como funcionam entidades como a ONU. O encontro de chanceleres, realizado na quinta-feira (22), reforça a importância do multilateralismo e da cooperação para resolver diferenças e promover mudanças significativas na governança global.</p>
<p>Durante o evento, que ocorre na Marina da Glória, os representantes discutem a necessidade de uma profunda revisão na governança global, destacando a importância do diálogo e da cooperação sob os auspícios das Nações Unidas. O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, ressaltou a relevância de abordar questões como a reforma da governança global para promover um ambiente mais justo e colaborativo entre os países membros.</p>
<p>O encontro, que reúne líderes de diversos países, também proporciona um espaço para discutir os desafios enfrentados pela comunidade internacional, como os conflitos na Ucrânia e na Faixa de Gaza. Com o Brasil assumindo a presidência rotativa do G20 desde dezembro de 2023, busca-se fortalecer a voz do Sul Global e promover discussões mais inclusivas e equilibradas em âmbito internacional.</p>
<p>Além das discussões sobre reformas em organizações internacionais, o evento também aborda questões relacionadas ao cenário econômico global. Ministros das finanças e presidentes de bancos centrais se encontrarão em São Paulo nos próximos dias, enquanto estão previstas diversas reuniões de grupos de trabalho em diferentes cidades brasileiras.</p>
<p>O G20, composto por 19 países e dois órgãos regionais, representa uma parcela significativa da economia mundial e da população global. Sob a presidência brasileira, o grupo busca promover um diálogo construtivo e colaborativo para enfrentar os desafios emergentes e construir um futuro mais sustentável e equitativo para todos os países membros e parceiros.</p>
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		<title>Brasileiros deixarão Gaza até quarta-feira, afirmou Mauro Vieira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasileiros-deixarao-gaza-ate-quarta-feira-afirmou-mauro-vieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 14:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta sexta-feira (3) que os 34 brasileiros que estão em Gaza aguardando autorização para ir para o Egito deverão cruzar a fronteira até a próxima quarta-feira (8). A veículos da imprensa brasileira, o chanceler disse que tem conversado por telefone com o ministro das Relações Exteriores de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta sexta-feira (3) que os 34 brasileiros que estão em Gaza aguardando autorização para ir para o Egito deverão cruzar a fronteira até a próxima quarta-feira (8). A veículos da imprensa brasileira, o chanceler disse que tem conversado por telefone com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen, e obteve dele essa garantia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Eu tive uma conversa telefônica, foi a quarta que tive com o ministro das relações exteriores de israel, Eli Cohen, e ele me deu garantias que até quarta feira todos os brasileiros que estão em Gaza poderão sair pela passagem de Rafah”, disse Vieira aos jornalistas. Segundo ele, ainda há possibilidade dessa liberação ocorrer antes, mas a garantia é mesmo para a próxima quarta-feira.</p>
<p>“Ele me garantiu que sairão até quarta-feira, que fará todo o possível para antecipar um ou dois dias, mas na quarta-feira dá todas as garantias. Isso foi um processo de conversa, de negociação de alguns dias e hoje eu tive essa boa notícia, dada por uma alta autoridade do governo de Israel.</p>
<p>Já foram divulgadas três listas de estrangeiros autorizados a deixar a Faixa de Gaza pela fronteira da cidade de Rafah com o Egito. Pessoas de várias nacionalidades já foram autorizadas nessas listas. Cidadãos dos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Azerbaijão, Barhein, Bélgica, Coréia do Sul, Croácia, Grécia, entre outros, já deixaram a região do conflito.</p>
<p>O grupo de brasileiros está abrigado nas cidades de Khan Younes e Rafah, próximas à fronteira com o Egito. Segundo o Itamaraty, o esquema de resgate está de prontidão e prevê auxílio desde a saída da Faixa de Gaza – com equipes e ônibus, medicamentos e alimentação – até o embarque no Aeroporto do Cairo, onde um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) os aguarda.</p>
</div>
</div>
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