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	<title>Mauro Cid &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Mauro Cid &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mauro Cid reafirma que Bolsonaro leu minuta golpista e pediu alterações no texto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 19:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Cid]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Tentativa de Golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenente-coronel Mauro Cid confirmou nesta segunda-feira (14), em novo depoimento ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o ex-presidente Jair Bolsonaro leu a chamada minuta golpista — documento que previa a prisão de autoridades e a anulação do resultado das eleições de 2022 — e chegou a pedir alterações no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tenente-coronel Mauro Cid confirmou nesta segunda-feira (14), em novo depoimento ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o ex-presidente Jair Bolsonaro leu a chamada minuta golpista — documento que previa a prisão de autoridades e a anulação do resultado das eleições de 2022 — e chegou a pedir alterações no texto apresentado por aliados.</p>
<p>O militar, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro e firmou acordo de delação premiada no âmbito das investigações, prestou esclarecimentos como testemunha arrolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) nas ações penais que analisam os núcleos 2, 3 e 4 da suposta trama para subverter a ordem democrática.</p>
<p>Cid relatou que o documento foi apresentado ao então presidente por intermédio de Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do Palácio do Planalto e réu no processo. Segundo o delator, Martins levou um jurista não identificado para duas reuniões com Bolsonaro no Palácio da Alvorada, em que a minuta foi discutida detalhadamente.</p>
<blockquote><p>“O documento era composto de duas partes. A primeira parte eram os considerandos. Eram possíveis interferências que o STF e o TSE fizeram no processo eleitoral. A segunda, a prisão de autoridades e a decretação de eleições”, relatou Cid, em depoimento prestado por videoconferência.</p></blockquote>
<p>Entre os alvos inicialmente previstos para prisão estavam ministros do STF, incluindo Moraes, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). De acordo com Cid, Bolsonaro pediu que a redação fosse alterada para restringir a ordem de prisão apenas a Moraes.</p>
<p>O depoimento, sem transmissão ao vivo e vedado a fotos e gravações, foi acompanhado por advogados de defesa dos réus e por jornalistas credenciados.</p>
<h3>Nova etapa do processo</h3>
<p>O caso que apura a articulação golpista entra, nesta terça-feira (15), em nova fase, com a oitiva das testemunhas de defesa indicadas pelos réus dos núcleos 2, 3 e 4. As audiências estão previstas para ocorrer até o dia 23 de julho.</p>
<p>No mês passado, já haviam sido ouvidas as testemunhas do núcleo 1 do processo, que inclui Bolsonaro e outros sete aliados próximos.</p>
<p>A delação de Mauro Cid é considerada peça central para os investigadores da PGR na reconstituição do que seria a estrutura e o planejamento do plano golpista, em um inquérito que já soma dezenas de réus no STF.</p>
<p>A apuração, sob relatoria de Moraes, tramita sob sigilo parcial e investiga suspeitas de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, conspiração e incitação às Forças Armadas para desobedecer decisões judiciais.</p>
<p>Nos bastidores, auxiliares do STF avaliam que as revelações de Cid e os próximos depoimentos podem acelerar o cronograma da instrução processual e abrir caminho para uma primeira leva de sentenças ainda em 2025.</p>
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		<title>PF ouve advogados ligados a Bolsonaro por suspeita de obstrução de Justiça</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-ouve-advogados-ligados-a-bolsonaro-por-suspeita-de-obstrucao-de-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 23:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Wajngarten]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
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		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal colheu nesta terça-feira (1º) os depoimentos de nomes próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura uma possível tentativa de obstrução da Justiça no caso da trama golpista para manter o ex-mandatário no poder. Os advogados Fábio Wajngarten, Paulo Cunha Bueno, Eduardo Kuntz e o ex-assessor presidencial coronel Marcelo Câmara foram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal colheu nesta terça-feira (1º) os depoimentos de nomes próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura uma possível tentativa de obstrução da Justiça no caso da trama golpista para manter o ex-mandatário no poder. Os advogados Fábio Wajngarten, Paulo Cunha Bueno, Eduardo Kuntz e o ex-assessor presidencial coronel Marcelo Câmara foram ouvidos simultaneamente, em salas separadas.</p>
<p>A convocação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a Polícia Federal receber documentos apresentados por Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Segundo as declarações de familiares de Cid, os advogados teriam feito pressões para obter informações sobre o conteúdo da colaboração premiada do militar, além de sugerirem a substituição de sua defesa.</p>
<p>Wajngarten e Bueno são ligados diretamente a Bolsonaro — o primeiro foi secretário de Comunicação e atuou como advogado do ex-presidente; o segundo é atualmente um de seus principais defensores. Já Kuntz atua como advogado de Marcelo Câmara, que também prestou depoimento nesta terça-feira, diretamente de Brasília, onde está preso.</p>
<h3>Pressões sobre familiares e menor de idade</h3>
<p>As denúncias indicam que os três advogados teriam feito investidas sobre a mãe, a esposa e até a filha menor de idade de Mauro Cid, tentando influenciar o rumo da delação. Essa conduta é investigada como possível tentativa de obstrução de uma investigação envolvendo organização criminosa.</p>
<p>Wajngarten negou as acusações ao deixar a Superintendência da PF em São Paulo:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Repudio de forma veemente a acusação de tentativa de obstrução. Estou estudando medidas cabíveis para processar por denúncia caluniosa quem quer que seja.”</em></p></blockquote>
<p>O ex-secretário disse ainda que o único contato com a filha de Cid ocorreu em contexto social, relacionado a um campeonato de hipismo, e que não fala com a família do ex-ajudante desde agosto de 2023.</p>
<p>Ele também insinuou que a investigação tem motivação política:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Esse processo de golpe é uma tentativa de tirar Bolsonaro da eleição de 2026. Uma eleição sem Bolsonaro não é democrática.&#8221;</em></p></blockquote>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>Os depoimentos foram conduzidos por videoconferência com agentes da PF em Brasília. A oitiva simultânea, em salas separadas, visou evitar combinação de versões.</p>
<p>Com a coleta dos depoimentos, a PF deve analisar as versões apresentadas e avaliar se há elementos para avançar com denúncia formal por obstrução de Justiça. A investigação é mais uma frente do inquérito das milícias digitais, que investiga a atuação de aliados de Bolsonaro em ações antidemocráticas.</p>
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		<title>Moraes pede explicações a Mauro Cid sobre documento Português</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-pede-explicacoes-a-mauro-cid-sobre-documento-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 14:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[documento português]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Cid]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, esclareça o motivo pelo qual solicitou um documento de identidade português. O pedido foi feito nesta quinta-feira (20), no âmbito das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado para impedir a posse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, esclareça o motivo pelo qual solicitou um documento de identidade português. O pedido foi feito nesta quinta-feira (20), no âmbito das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Moraes estabeleceu um prazo de 24 horas para que Cid explicasse se já havia recebido a cédula de identidade portuguesa e qual a finalidade do pedido.</p>
<h3><strong>Defesa de Mauro Cid</strong></h3>
<p>Em resposta ao ministro, o advogado Cesar Bittencourt informou que Mauro Cid solicitou a cidadania portuguesa em 11 de janeiro de 2023, logo após os ataques golpistas de 8 de janeiro, justificando que sua esposa e filhas já possuem nacionalidade portuguesa.</p>
<p>O defensor confirmou que a cédula de identidade portuguesa foi expedida em 2024, mas negou que Cid tenha solicitado um passaporte português, documento que permitiria a ele circular livremente por países da União Europeia.</p>
<p>“É importante destacar que o peticionante não solicitou e não possui passaporte português, esse sim, um documento que lhe permitiria viagens internacionais”, declarou Bittencourt.</p>
<p>Além disso, a defesa enfatizou que Cid não tem intenção de deixar o Brasil e está disposto a entregar o documento às autoridades, se necessário.</p>
<p>“O peticionante celebrou acordo de delação premiada, utiliza tornozeleira eletrônica e não pode deixar o país sem autorização judicial”, ressaltou o advogado.</p>
<p>A solicitação de esclarecimento ocorre em um momento crítico das investigações, em que Mauro Cid se tornou uma peça-chave na delação que envolve ex-integrantes do governo Bolsonaro e militares de alto escalão.</p>
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		<item>
		<title>STF mantém delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-mantem-delacao-premiada-de-mauro-cid-ex-ajudante-de-ordens-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 23:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Delação Premiada]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro Alexandre de Moraes, confirmou a validade do acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. Após três horas de audiência, realizada na quarta-feira (20), Moraes concluiu que Cid conseguiu sanar as omissões e contradições identificadas pela Polícia Federal (PF) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro Alexandre de Moraes, confirmou a validade do acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. Após três horas de audiência, realizada na quarta-feira (20), Moraes concluiu que Cid conseguiu sanar as omissões e contradições identificadas pela Polícia Federal (PF) em depoimentos anteriores.</p>
<h3><strong>Esclarecimentos e manutenção do acordo</strong></h3>
<p>Durante a audiência, Cid respondeu aos questionamentos sobre temas sensíveis, entre eles a tentativa de golpe de Estado investigada pela Operação Contragolpe e outros episódios relacionados ao governo Bolsonaro, como o esquema de venda de joias sauditas e a fraude nos cartões de vacinação do ex-presidente.</p>
<p>Embora o conteúdo completo do depoimento não tenha sido divulgado, a defesa do tenente-coronel confirmou que os benefícios do acordo de colaboração foram preservados. Moraes enviou o depoimento à PF para que complemente as investigações em curso.</p>
<h3><strong>Contradições e investigações</strong></h3>
<p>Em depoimento na terça-feira (19), Mauro Cid negou envolvimento no plano golpista que incluía ações extremas, como o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice Geraldo Alckmin e do próprio Moraes. Porém, investigações da PF indicam que ele participou de uma reunião em novembro de 2022, na casa do general Braga Netto, onde foram discutidas ações contra a posse de Lula.</p>
<h3><strong>O contexto da delação</strong></h3>
<p>O acordo de delação de Mauro Cid, firmado em 2023, comprometeu o militar a revelar informações sobre irregularidades que presenciou durante o governo Bolsonaro. Além de ser um dos 37 indiciados no inquérito sobre a tentativa de golpe, ele também é peça-chave na apuração de outros crimes, como manipulação de dados oficiais e esquemas financeiros suspeitos.</p>
<p>A decisão de Moraes reforça a relevância do depoimento de Cid nas investigações e consolida o papel da delação premiada como ferramenta no esclarecimento de tramas envolvendo figuras de alto escalão político e militar.</p>
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		<item>
		<title>Mauro Cid enfrenta risco de perder benefícios da delação premiada</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mauro-cid-enfrenta-risco-de-perder-beneficios-da-delacao-premiada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 15:36:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Delação Premiada]]></category>
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		<category><![CDATA[STG]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-tenente-coronel do Exército, Mauro Cid, encontra-se em uma situação delicada, com a possibilidade de perder os benefícios obtidos por meio de um acordo de delação premiada firmado com a Polícia Federal (PF). Este acordo havia garantido sua liberdade em setembro do ano passado, como parte das investigações que o envolvem junto ao ex-presidente Jair [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-tenente-coronel do Exército, Mauro Cid, encontra-se em uma situação delicada, com a possibilidade de perder os benefícios obtidos por meio de um acordo de delação premiada firmado com a Polícia Federal (PF). Este acordo havia garantido sua liberdade em setembro do ano passado, como parte das investigações que o envolvem junto ao ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Recentemente, Mauro Cid foi novamente detido por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após a revista Veja divulgar mensagens de áudio onde o militar criticava o ministro e a atuação da PF. Segundo o STF, essas críticas violaram as medidas cautelares estabelecidas no acordo de delação, e o ex-tenente-coronel agora enfrenta acusações adicionais de obstrução da justiça, estando sob custódia no batalhão da Polícia do Exército em Brasília.</p>
<p>Os investigadores da PF estão revisando os termos do acordo de Mauro Cid à luz dessa nova prisão, com a possibilidade de revogar os benefícios concedidos. A decisão final caberá ao STF.</p>
<p>Cid havia concordado em cooperar com as autoridades após sua prisão no ano passado no âmbito de uma investigação sobre fraudes em certificados de vacinação contra a COVID-19. Além disso, ele também forneceu informações no inquérito sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado no governo Bolsonaro.</p>
<p>Caso a PF conclua que Mauro Cid não cumpriu as condições do acordo de delação, ele poderá enfrentar um pedido de rescisão do acordo, o que não invalidaria a delação, mas resultaria na perda dos benefícios, incluindo a liberdade condicional.</p>
<p>Este procedimento de rescisão já foi aplicado em outras investigações de destaque. Em 2017, o então Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, solicitou a rescisão do acordo de delação dos executivos do grupo J&amp;F, após acusações de omissão de informações. O acordo foi posteriormente restabelecido em 2020, após os acusados concordarem em pagar uma multa significativa.</p>
<p>Em relação aos áudios divulgados pela Veja, Mauro Cid afirmou que foi pressionado pela PF a fornecer informações sobre eventos dos quais não tinha conhecimento ou que não ocorreram. Ele também alegou que tanto a Procuradoria-Geral da República quanto o ministro Alexandre de Moraes já possuíam uma narrativa pronta contra ele, esperando apenas o momento oportuno para agir.</p>
<p>Após ser convocado para explicar suas declarações, Cid confirmou que enviou os áudios como um desabafo pessoal, negando qualquer pressão para fazer as acusações. No entanto, sua recusa em revelar os destinatários dos áudios resultará em uma nova investigação contra ele.</p>
<p>A defesa de Mauro Cid argumentou que os diálogos representavam apenas um desabafo, refletindo os desafios e angústias pessoais, familiares e profissionais que ele enfrentava.</p>
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		<item>
		<title>Mauro Cid sai preso após depoimento no STF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mauro-cid-sai-preso-apos-depoimento-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Mar 2024 00:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Cid]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe de Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão do tenente-coronel Mauro Cid. A prisão ocorreu após ele prestar depoimento por uma hora, nesta sexta-feira (22), na sala de audiências do STF. O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro foi chamado a prestar depoimento após a revista Veja publicar áudios em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão do tenente-coronel Mauro Cid. A prisão ocorreu após ele prestar depoimento por uma hora, nesta sexta-feira (22), na sala de audiências do STF. O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro foi chamado a prestar depoimento após a revista Veja publicar áudios em que o militar critica a atuação do magistrado e da Polícia Federal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O depoimento durou cerca de uma hora e foi presidido pelo desembargador Airton Vieira, juiz instrutor do gabinete de Moraes. Também esteve presente um representante da Procuradoria-Geral da República (PGR), além da defesa do militar.</p>
<p>A prisão foi determinada por descumprimento de cautelares impostas contra Cid e por obstrução de Justiça. Após ser comunicado da prisão, ele foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) para realização de exames.</p>
<p>De acordo com a reportagem da Veja, Cid afirmou que foi pressionado pela PF a delatar episódios dos quais não tinha conhecimento ou “o que não aconteceram”.</p>
<p>O ex-ajudante também afirmou, segundo a publicação, que a Procuradoria-Geral da República e Alexandre de Moraes, relator das investigações sobre o militar no STF, têm uma “narrativa pronta” e estariam aguardando somente o momento certo de “prender todo mundo”.</p>
<h2>Delação premiada</h2>
<p>Mauro Cid fechou acordo de colaboração premiada após ter sido preso no âmbito do inquérito que apura fraudes em certificados de vacinação contra covid-19. Além do caso referente às vacinas, Cid cooperou também com o inquérito sobre uma tentativa de golpe de Estado que teria sido elaborada no alto escalão do governo Bolsonaro.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Após a divulgação da matéria de Veja, a defesa de Mauro Cid, em comunicado, não negou a autenticidade dos áudios. Os advogados disseram que as falas “não passam de um desabafo em que relata o difícil momento e a angústia pessoal, familiar e profissional pelos quais está passando, advindos da investigação e dos efeitos que ela produz perante a sociedade, familiares e colegas de farda”.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Coronel Mauro Cid presta depoimento de nove horas à polícia federal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/coronel-mauro-cid-presta-depoimento-de-nove-horas-a-policia-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 21:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Cid]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, prestou depoimento à Polícia Federal por cerca de nove horas, iniciando na segunda-feira (11) e terminando na madrugada de terça-feira (12). O advogado de Mauro Cid, Cezar Bittencourt, afirmou que o depoimento foi positivo tanto para o militar quanto para as investigações da polícia, esclarecendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, prestou depoimento à Polícia Federal por cerca de nove horas, iniciando na segunda-feira (11) e terminando na madrugada de terça-feira (12). O advogado de Mauro Cid, Cezar Bittencourt, afirmou que o depoimento foi positivo tanto para o militar quanto para as investigações da polícia, esclarecendo desdobramentos relativos à suposta tentativa de golpe de Estado, sem detalhes específicos.</p>
<p>Durante o depoimento, Mauro Cid respondeu a perguntas sobre a investigação que apura fraude no cartão de vacina de Jair Bolsonaro e sobre as joias recebidas da Arábia Saudita. Mensagens encontradas no celular de Mauro Cid indicam a continuidade da elaboração de um golpe, apesar dos relatórios e reuniões que garantem a segurança das urnas eletrônicas.</p>
<p>Mauro Cid é apontado como o articulador da emissão de cartões falsos de vacinação para Bolsonaro e seus familiares. Além disso, outra investigação trata das suspeitas de que Bolsonaro, com a ajuda de assessores, tentou se apropriar indevidamente de joias recebidas como presente de autoridades sauditas, as quais legalmente deveriam pertencer ao patrimônio da União.</p>
<p>Este foi o sétimo depoimento de Mauro Cid à Polícia Federal. Em três ocasiões anteriores, ele permaneceu em silêncio, mas após firmar um acordo de delação premiada, passou a responder a todas as perguntas nos últimos quatro interrogatórios.</p>
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		<item>
		<title>Moraes proíbe qualquer contato de Mauro Cid com Bolsonaro e Michelle</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-proibe-qualquer-contato-de-mauro-cid-com-bolsonaro-e-michelle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 15:42:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu nesta sexta-feira (25) que Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, tenha qualquer tipo de contato com o ex-presidente, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro e investigados nos inquéritos que apuram desvios de presentes de governos estrangeiros recebidos na gestão de Bolsonaro e os atos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu nesta sexta-feira (25) que Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, tenha qualquer tipo de contato com o ex-presidente, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro e investigados nos inquéritos que apuram desvios de presentes de governos estrangeiros recebidos na gestão de Bolsonaro e os atos golpistas de 8 de janeiro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A decisão do ministro também atinge a proibição de contato de Cid com sua esposa, Gabriela Cid. O ex-ajudante está preso em Brasília por conta da investigação que apura a suposta fraude no cartão de vacina de Bolsonaro.</p>
<p>Moraes baseou-se em um relatório da Polícia Federal que cita conversas encontradas a partir da perícia feita no celular de Mauro Cid. As mensagens tratam de falas que incentivariam atos antidemocráticos contra o resultado das eleições presidenciais de 2022, com vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Mais cedo, Mauro Cid prestou depoimento à Polícia Federal (PF) sobre a visita que o hacker Walter Delgatti teria feito, no ano passado, ao então presidente Bolsonaro, no Palácio da Alvorada, durante o período eleitoral.</p>
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		<title>Moraes recebe advogado de Mauro Cid em audiência no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 22:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de Mauro Cid]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Cid]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A defesa do tenente-coronel do Exército Mauro Cid (foto), ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, se reuniu nesta tarde com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O encontro de Cesar Bitencourt com o ministro durou cerca de dez ministros. O teor da conversa não foi divulgado. A audiência foi solicitada pelo [&#8230;]]]></description>
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<p>A defesa do tenente-coronel do Exército Mauro Cid (foto), ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, se reuniu nesta tarde com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O encontro de Cesar Bitencourt com o ministro durou cerca de dez ministros. O teor da conversa não foi divulgado. A audiência foi solicitada pelo advogado.</p>
<p>Moraes é relator de investigações que envolvem Cid, entre elas, as supostas fraudes nos cartões de vacina de Bolsonaro e o caso das vendas de joias recebidas como presentes oficiais em viagens internacionais do ex-presidente.</p>
<p>No STF, é praxe os ministros receberem os advogados das causas e as partes evolvidas para tratar sobre os processos.</p>
<p>Mais cedo, Mauro Cid ficou em silêncio durante depoimento prestado à Comissão Parlamentar de Inquérito dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal.</p>
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		<title>CPMI discute reconvocação de Mauro Cid após novas denúncias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cpmi-discute-reconvocacao-de-mauro-cid-apos-novas-denuncias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 15:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CPMI]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Cid]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pedras preciosas]]></category>
		<category><![CDATA[reconvocação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPIM) que investiga os atos golpistas de 8 de janeiro discute a reconvocação do tenente-coronel do Exército Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao abrir a sessão nesta terça-feira (8), o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) questionou o presidente da CPMI, Arthur Maia (União-BA), se não era [&#8230;]]]></description>
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<p>A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPIM) que investiga os atos golpistas de 8 de janeiro discute a reconvocação do tenente-coronel do Exército Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao abrir a sessão nesta terça-feira (8), o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) questionou o presidente da CPMI, Arthur Maia (União-BA), se não era a hora de reconvocar Mauro Cid diante das denúncias vazadas à imprensa de que ele teria feito, em 11 dias, R$ 60 mil em depósitos na conta da ex-primeira-dama Michele Bolsonaro.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Maia respondeu que se compromete a colocar em votação, na próxima sessão, o requerimento para reconvocar Mauro Cid. O presidente da CPMI ponderou, porém, que não vê relação direta entre a denúncia de venda de pedras preciosas e os atos golpistas. “Eu não enxergo relação causal entre pedras preciosas e o ato de 8 de janeiro”, disse, acrescentando que a comissão não foi criada para investigar atos de corrupção.</p>
<p>A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que faz parte do escopo da investigação apurar quem financiou os atos golpistas. “Se tem dinheiro vivo circulando nas mãos de quem tinha uma minuta do golpe em seu celular, a outra ponta que recebe não vai ser investigada? Só a CPMI vai poder separar, depois de olhar e depois investigar, se tinha ou não relação com o processo antidemocrático brasileiro. Não podemos dizer, a priori, que não tem relação”.</p>
<p>Feghali pediu que a comissão aprove o acesso à movimentação financeira do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama. No requerimento apresentado à CPMI, a deputada fluminense cita as mensagens trocadas entre Cid, outros militares e servidores que revelariam, segundo ela, “seu envolvimento no caso da tentativa de apropriação de joias milionárias da Arábia Saudita”.</p>
<p>As informações chegaram à CPMI por meio do compartilhamento de informações de investigações em curso, que envolvem o ex-ajudante de ordens da Presidência da República. “A reconvocação do Sr. Mauro Cid se justifica pois, diante da necessidade de esclarecer seu possível envolvimento com os grupos que financiaram a trama golpista”, opinou Feghali.</p>
<p>Mauro Cid tem sido alvo de uma série de denúncias vazadas à imprensa a partir de dados disponibilizados à CMPI. As informações indicariam que ele teria negociado a venda de joias e presentes recebidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, quando ele ainda era presidente. Segundo a legislação vigente, presentes recebidos por chefe de Estado devem ser incorporados ao patrimônio público.</p>
<p>A reportagem está procurando as defesas de Mauro Cid e Michelle Bolsonaro para comentar as acusações e aguarda retorno.</p>
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