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	<title>Material Escolar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Material Escolar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Material escolar tem variação de até 276% em papelarias de São Paulo, aponta Procon-SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 17:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cosnumidores]]></category>
		<category><![CDATA[diferença de preços]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do material escolar pode pesar significativamente no orçamento das famílias paulistas, sobretudo diante das grandes diferenças de valores praticados pelo comércio. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Procon-SP revela que um mesmo produto pode apresentar variação de até 276% entre papelarias da cidade de São Paulo. O levantamento mostra que uma caneta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do material escolar pode pesar significativamente no orçamento das famílias paulistas, sobretudo diante das grandes diferenças de valores praticados pelo comércio. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Procon-SP revela que um mesmo produto pode apresentar variação de até 276% entre papelarias da cidade de São Paulo.</p>
<p>O levantamento mostra que uma caneta esferográfica de uma mesma marca, por exemplo, foi encontrada por R$ 1,30 em uma papelaria da zona norte da capital. Já no centro da cidade, o mesmo item custava R$ 4,90, evidenciando a disparidade de preços entre estabelecimentos localizados a poucos quilômetros de distância.</p>
<p>A diferença não se restringe à capital. Em Presidente Prudente, no interior do estado, um marca-texto variou de R$ 1,95 a R$ 4,20. Em Ribeirão Preto, um apontador apresentou variação de 196%, com preços entre R$ 3,20 e R$ 9,50.</p>
<p>Segundo o Procon-SP, embora as diferenças unitárias pareçam pequenas, elas ganham relevância quando consideradas no conjunto da lista completa de material escolar, podendo resultar em um impacto expressivo no valor final da compra.</p>
<h3>Orientações ao consumidor</h3>
<p>Diante do cenário, o órgão reforça a importância de pesquisar e comparar preços antes de fechar a compra. Outra recomendação é o reaproveitamento de materiais ainda em bom estado de anos anteriores, como cadernos parcialmente usados, estojos, réguas e mochilas.</p>
<p>O Procon também orienta que os consumidores verifiquem se os estabelecimentos oferecem descontos para compras em grandes quantidades. Uma alternativa é a compra coletiva, com a união de pais ou responsáveis para negociar melhores preços. Além disso, é fundamental observar se há valores diferenciados conforme a forma de pagamento, como descontos para PIX ou preços distintos no cartão de crédito.</p>
<h3>Como foi feita a pesquisa</h3>
<p>O estudo analisou os preços de 134 itens de material escolar, entre eles apontador, borracha, caderno, caneta esferográfica, giz de cera, cola, lápis de cor, lápis preto, papel sulfite, régua e tesoura.</p>
<p>Na capital paulista, a coleta de dados ocorreu em nove estabelecimentos comerciais, distribuídos por todas as regiões da cidade. Além de São Paulo, a pesquisa foi realizada na Baixada Santista e nas cidades de Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba.</p>
<p>O levantamento completo está disponível para consulta no site oficial do Procon-SP, servindo como ferramenta de apoio para que os consumidores façam escolhas mais conscientes e econômicas na volta às aulas.</p>
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		<title>Pesquisa do Procon-SP revela variação de até 269% nos preços de material escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 22:49:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[levantamento]]></category>
		<category><![CDATA[Material Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços de materiais escolares podem variar consideravelmente em São Paulo, segundo levantamento realizado pelo Procon-SP em nove papelarias da capital. A maior diferença identificada foi de 269% em uma régua de 30 centímetros da mesma marca, vendida por R$ 1,60 em uma loja e por R$ 5,90 em outra. Diferenças Expressivas Outros exemplos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços de materiais escolares podem variar consideravelmente em São Paulo, segundo levantamento realizado pelo Procon-SP em nove papelarias da capital. A maior diferença identificada foi de 269% em uma régua de 30 centímetros da mesma marca, vendida por R$ 1,60 em uma loja e por R$ 5,90 em outra.</p>
<h3><strong>Diferenças Expressivas</strong></h3>
<p>Outros exemplos de variação significativa incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Caderno universitário espiral (80 folhas, capa dura):</strong> preços entre <strong>R$ 15,75</strong> e <strong>R$ 30,90</strong>.</li>
<li><strong>Caixa de tinta para pintura a dedo (6 cores):</strong> valores de <strong>R$ 5,90</strong> até <strong>R$ 12,80</strong>.</li>
</ul>
<p>O levantamento foi realizado nos dias 16 e 17 de dezembro, abrangendo 132 itens comuns em listas de material escolar, como lápis, borrachas, cadernos, canetas, colas, giz de cera, papel sulfite, réguas e tesouras.</p>
<h3><strong>Orientações para Consumidores</strong></h3>
<p>Luiz Orsatti Filho, diretor executivo do Procon-SP, destacou que pequenas diferenças em cada item podem resultar em uma economia significativa no total da lista. “Os valores nominais podem parecer baixos, mas, somados, representam grande impacto no orçamento”, afirmou.</p>
<p>Para minimizar gastos, o Procon-SP recomenda:</p>
<ol>
<li><strong>Pesquisa de Preços:</strong> Compare valores entre diferentes lojas antes de efetuar a compra.</li>
<li><strong>Reaproveitamento:</strong> Verifique materiais já disponíveis em casa e reutilize aqueles em boas condições.</li>
<li><strong>Planejamento:</strong> Analise a lista de itens para evitar compras desnecessárias.</li>
</ol>
<h3><strong>Consciência no Consumo</strong></h3>
<p>O Procon-SP reforça a importância de uma atitude consciente durante o período de volta às aulas, especialmente diante do aumento no custo de vida. A pesquisa e o reaproveitamento são estratégias fundamentais para famílias que buscam equilibrar o orçamento sem comprometer a qualidade dos materiais escolares.</p>
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		<title>Gastos com material escolar crescem e afetam orçamento de 85% das famílias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/gastos-com-material-escolar-crescem-e-afetam-orcamento-de-85-das-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 16:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Material Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento das famílias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os gastos com material escolar no Brasil atingiram R$ 49,3 bilhões em 2024, marcando um crescimento de 43,7% em relação a 2021, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O levantamento, realizado com 1.461 pessoas, revela que 85% das famílias com filhos em idade escolar sentiram impacto no orçamento. Para enfrentar os custos em 2025, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os gastos com material escolar no Brasil atingiram R$ 49,3 bilhões em 2024, marcando um crescimento de 43,7% em relação a 2021, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O levantamento, realizado com 1.461 pessoas, revela que 85% das famílias com filhos em idade escolar sentiram impacto no orçamento. Para enfrentar os custos em 2025, um terço dos consumidores planeja parcelar as compras.</p>
<h3><strong>Despesas crescentes e impacto nas famílias</strong></h3>
<p>A pesquisa mostrou que 90% dos pais de alunos de escolas públicas e 96% de escolas privadas planejam adquirir materiais para o próximo ano letivo. Os itens mais procurados incluem materiais básicos (87%), uniformes (72%) e livros didáticos (71%).</p>
<p>Embora muitos associem escolas públicas a menores custos, a realidade é diferente. &#8220;Praticamente todos os pais de estudantes em escolas públicas acabam complementando o material escolar e os uniformes, o que pesa no orçamento doméstico&#8221;, explicou João Paulo Cunha, diretor de pesquisa do Instituto Locomotiva.</p>
<p>O estudo indica que as classes B e C lideram os gastos, somando R$ 37,6 bilhões, o que representa 76% do total nacional. Entre as regiões, o Sudeste concentra 46% dos gastos, seguido pelo Nordeste (28%).</p>
<h3><strong>Parcelamento e estratégias financeiras</strong></h3>
<p>Diante do peso financeiro, 35% das famílias devem recorrer ao parcelamento para as compras escolares, especialmente na classe C, onde o percentual sobe para 39%. No entanto, a maioria (65%) pretende pagar à vista, número que chega a 71% entre as classes A e B.</p>
<p>Cunha enfatizou que, para equilibrar as despesas, as famílias têm buscado alternativas. &#8220;Alguns recorrem ao crédito, enquanto outros usam economias guardadas, mas todos sentem o impacto no orçamento.&#8221;</p>
<h3><strong>Custo dos materiais e aumento esperado para 2025</strong></h3>
<p>De acordo com a Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE), os custos dos materiais têm aumentado devido a fatores como inflação, elevação nos custos de produção, alta do dólar e fretes marítimos mais caros. A entidade estima um reajuste entre 5% e 9% para 2025.</p>
<p>Itens importados, como mochilas e estojos, sofrem maior influência da variação cambial e do custo logístico. &#8220;Após a pandemia, o frete internacional se tornou até cinco vezes mais caro, e esses custos acabam repassados ao consumidor final&#8221;, explicou Sidnei Bergamaschi, presidente executivo da ABFIAE.</p>
<h3><strong>Propostas para mitigar o impacto</strong></h3>
<p>A ABFIAE defende programas públicos, como o Programa Material Escolar, já implementado em São Paulo, Distrito Federal e Foz do Iguaçu. Nesses modelos, estudantes da rede pública recebem crédito para adquirir os materiais necessários, permitindo maior autonomia e acesso a produtos de qualidade.</p>
<p>Além disso, a entidade solicita redução de impostos sobre itens escolares, que atualmente podem representar até 50% do valor final. &#8220;Na reforma tributária, pleiteamos enquadrar os materiais escolares em categorias de menor tributação, já que hoje os impostos chegam a pesar mais de 40% no preço de muitos produtos&#8221;, destacou Bergamaschi.</p>
<p>Com a perspectiva de novos aumentos nos preços e a crescente pressão sobre os orçamentos familiares, iniciativas públicas e privadas serão fundamentais para aliviar o impacto do material escolar em 2025.</p>
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